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Emissões de dívidas sustentáveis crescem 7% no 1° semestre, segundo a Moody’s | Café com ESG, 01/08

Parcerias Público-Privadas voltadas para o meio ambiente tem potencial de R$72 bi; Emissões de dívidas sustentáveis cresceram 7% no mundo todo

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,46% e +0,91%, respectivamente.

• No Brasil, o potencial de investimentos no segmento do meio ambiente, que contempla concessão de florestas naturais, praças e parques urbanos, por meio de Parcerias Público-Privada (PPP) e concessões é de mais de R$ 72 bilhões, segundo cálculos da consultoria Radar PPP – os dados correspondem ao estoque de investimento do setor, que estima os valores de aportes relacionados ao estágio de desenvolvimento do projeto.

• No internacional, (i) as emissões de dívidas sustentáveis cresceram 7% no mundo todo no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o mercado geral de títulos teve retração de 7%, segundo a Moody’s Investors Service – o volume total de emissões ESG atingiu US$ 526 bilhões, e 2023 pode superar a estimativa projeção inicial de US$ 950 bilhões para o ano todo; e (ii) segundo os dados publicados pela Administração Nacional de Energia da China, a capacidade instalada de energia renovável ultrapassou a de energia de carvão, com a capacidade total de geração de energia em todo o país atingindo 2,71 bilhões de quilowatts, um aumento de 10,8% em relação ao ano anterior.

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Brasil

Empresas

Bioinsumos, a nova fronteira da sustentabilidade no campo

“A invasão da Rússia à Ucrânia, além dos horrores de uma guerra, perdas de numerosas e preciosas vidas e imensos danos políticos e econômicos, enfatizou a dependência externa do Brasil quanto aos fertilizantes agrícolas minerais, pois importamos 85% do total consumido. Enquanto as duas nações do Leste da Europa, incluídas entre os maiores fornecedores globais desses adubos, digladiam-se, os produtores rurais de nosso país lutam para manter sua posição global do setor, garantir as culturas de alimentos e commodities do campo, gerar empregos e contribuir para o crescimento nacional, como se verificou no resultado do PIB no primeiro trimestre deste ano, quando a agropecuária teve expansão de 21,6%. Penso que não deveriam ser necessários um conflito bélico e uma pandemia, que também prejudicou as importações, devido às dificuldades logísticas enfrentadas nos últimos três anos, para que o Brasil entendesse e previsse a necessidade de prover insumos de modo sustentado para a atividade que tem sido a âncora de sua economia. Porém, mais importante do que lamentar o passado é corrigir os rumos e equívocos para garantir o futuro. Assim, é fundamental o Plano Nacional de Fertilizantes (PNF), instituído em 2021, projeto referencial para o fomento da produção nacional e planejamento do abastecimento até 2050. No enfrentamento do problema, uma alternativa relevante é referente aos adubos organominerais e orgânicos sólidos, produzidos principalmente pela compostagem de esgotos e efluentes industriais e agropecuários. No entanto, os primeiros representam apenas 5% do total utilizado pelo agronegócio nacional e os segundos, 1,6%, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias em Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo). Esses bioinsumos são um processo perfeito de economia circular, pois resíduos que seriam passivos ambientais e/ou engrossariam o volume destinado aos aterros sanitários retornam ao ciclo econômico. Por isso, seria interessante incrementar sua produção.”

Fonte: Valor Econômico, 31/07/2023

Cooperativas são estratégicas para preservar biodiversidade, diz pesquisador

“Há dois anos, o professor de cooperativismo na Universidade Federal de Viçosa (MG), Alair Ferreira de Freitas dedica-se a pesquisar o papel das cooperativas de agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais no desenvolvimento sustentável da Amazônia. O censo agropecuário, de 2017, estima que, das mais de 580 mil unidades agrícolas da região Norte do Brasil, 2,68% sejam cooperativas. “Nossa pesquisa quer dar visibilidade para essas cooperativas. Mostrar como elas são estratégicas para preservar a biodiversidade na Amazônia e como elas são importantes para manter a floresta em pé”, diz o pesquisador. Freitas acaba de ter seu projeto aprovado na chamada pública de fomento à pesquisa em cooperativismo, lançada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ele tem dois anos para concluir o trabalho e apenas R$ 90 mil aprovados – sendo que deste total, diz ele, apenas R$ 10 mil já foram liberados. É pouco pelas ambições do projeto, mas é melhor que nada, especialmente quando se lembra que mais de 70% dos investimentos em iniciativas de inovação no Brasil são feitos com recursos próprios. “Há muitas oportunidades de financiamento, mas é preciso saber onde elas estão, quais são as modalidades – se é financiamento direto, indireto, incentivo com isenção fiscal, entre outras modalidades”, afirma Guilherme Souza Neto, gerente do Núcleo de Inteligência e Inovação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Em julho passado, a entidade lançou o Radar do Financiamento, uma plataforma que, além de listar as oportunidades de incentivo à pesquisa, também ajuda a entender o emaranhado burocrático até se chegar ao dinheiro. O Radar do Financiamento está dentro do portal Inovacoop, que tem guias, cases e e-books para indicar o caminho das pedras. De acordo com Souza Neto, há hoje 142 oportunidades de financiamento, destas, 56 trazem alguma especificação de projetos que precisam estar ligados a práticas ESG (respeito ambiental, cuidado social e boa governança).”

Fonte: Valor Econômico, 31/07/2023

Código de governança do IBGC é atualizado

“Depois de quase dois anos de revisão, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lança nesta terça-feira (31) a sexta edição de seu Código das Melhores Práticas de Governança Corporativa. Está mais enxuto e com destaque para temas como ética, conflito de interesses, relação com “stakeholders” – funcionários, consumidores, acionistas e comunidade – e meio ambiente. “A ética é um elemento extremamente importante e fundamento da governança corporativa. Tem um debate sobre se ocorrem falhas de governança ou, na verdade, falhas éticas”, afirma Pedro Melo, diretor-geral do IBGC. O propósito de uma organização é outro tema relevante abordado no documento. “O propósito é um importante guia para tomada de decisões porque está relacionado com questões como por que eu existo e para onde eu vou”, acrescenta o executivo. O novo código inclui também um novo princípio, o da “integridade”, que significa, para o IBGC, coerência entre a intenção e a prática. Considerar as partes relacionadas – acionistas, funcionários, consumidores e a comunidade onde a empresa atua – nas decisões de negócios é outro princípio importante. “Queríamos reforçar que a governança precisa gerar valor no fim do dia, e não só para a organização e sócios; ela tem um papel a cumprir pela sociedade. A visão precisa ser ampliada”, comenta Luiz Martha, gerente de pesquisa e conteúdo no IBGC. Diversidade e meio ambiente ganharam mais espaço no novo código. A palavra “diversidade”, por exemplo, foi usada 13 vezes nesta edição, bem mais do que na última edição (quatro vezes) e a penúltima (duas vezes). Já “meio ambiente”, foi citado 21 vezes, ante sete da edição anterior e apenas quatro da penúltima. O objetivo das mudanças, segundo Valeria Café, diretora de vocalização e influência do IBGC, foi tornar o código mais acessível para diversos públicos, inclusive pequenas e médias empresas. “Entendemos que tinha que ser mais amigável na sua linguagem, para atender a todos os tipos de empresas, não só as listadas. A ideia é ser mais inclusivo”, diz.”

Fonte: Valor Econômico, 01/08/2023

Brasil tem 203 iniciativas de PPPs de meio ambiente com potencial de investimentos de R$ 72 bi

“O potencial de investimentos no segmento do meio ambiente, que contempla concessão de florestas naturais, praças e parques urbanos, por meio de Parcerias Público-Privada (PPP) e concessões é de mais de R$ 72 bilhões, segundo cálculos da consultoria Radar PPP, que criou o índice iRadarPPP para monitorar diariamente mais de 4.600 projetos no país. Os dados correspondem ao estoque de investimento do setor, que estima os valores de aportes relacionados ao estágio de desenvolvimento do projeto. O destaque positivo do iRadarPPP no último mês, foi o edital de concessão para recuperação florestal e plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, abrangendo as Florestas Nacionais de Irati e de Chapecó e Três Barras lançado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática. São previstos investimentos de R$ 430 milhões na operação florestal e na cadeia da restauração, com prazo contratual de 35 anos. A entrega das propostas deverá ocorrer até outubro de 2023. Em outra ponta, a anulação da concessão do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães pelo Tribunal de Contas da União, em acolhimento a um pedido do governo de Mato Grosso, impactou o índice de forma negativa. Segundo o iRadarPPP, a paralisação da concessão reduziu o estoque de investimentos do setor em mais de R$ 24 milhões. No total, são 203 iniciativas de meio ambiente mapeadas pela consultoria até junho de 2023. Desse número, 40 já tiveram o contrato iniciado, 48 estão paralisadas, 34 estão canceladas e oito estão encerradas. O restante está em fase de licitação, consulta pública, modelagem ou apenas com intenção de lançamento anunciada pelo poder público. Se considerado somente os contratos iniciados, são R$ 2,1 bilhões de investimentos do setor.”

Fonte: Exame, 31/07/2023

Internacional

Empresas

Dívida ESG avança em mercado de captações minguado 

“As emissões de dívidas sustentáveis cresceram 7% no mundo todo no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o mercado geral de títulos teve retração de 7%, segundo a Moody’s Investors Service. O volume total de emissões ESG (os green, social, sustainable e sustainability-linked bonds, ou GSSS) atingiu US$ 526 bilhões, e 2023 pode superar a estimativa projeção inicial  de US$ 950 bilhões para o ano todo. Mais uma vez os europeus ficaram com a liderança, representando metade do volume global. As dívidas verdes são 20% do mercado total de emissões na região. Na América Latina e Caribe, a participação chegou a 32%, enquanto na Ásia a participação das dívidas sustentáveis equivale a 12% do mercado Entre os tipos de títulos, os green bonds, em que os recursos captados são destinados a projetos com benefícios ambientais, mantiveram a liderança: US$ 156 bi, ou 60% do total de emissões do segundo trimestre. Os social bonds (recursos carimbados para projetos com benefícios sociais) cresceram 24% em relação ao ano passado e chegaram a US$ 51 bi, um movimento atribuído a um pequeno número de transações de grande valor.  Na sequência vieram os sustainable bonds, em que o dinheiro é usado em projetos que mesclam ambiental e social, com US$ 40 bi. Os sustanability-linked bonds tiveram queda de 50% em relação ao segundo tri de 2022. Um dos motivos apontados para essa variação é a credibilidade das metas atreladas a esse tipo de título. Diferentemente dos green e social bonds, aqui os recursos não são carimbados, mas as taxas de juro são atreladas a metas ESG.”

Fonte: Capital Reset, 31/07/2023

Capacidade instalada de energia renovável da China ultrapassa a de energia de carvão

“Segundo os dados publicados pela Administração Nacional de Energia da China, a capacidade instalada de geração de energia em todo o país atualmente é de 2,71 bilhões de quilowatts, um aumento de 10,8% em relação ao ano anterior. A capacidade instalada de energia hidrelétrica é de 418 milhões de quilowatts, energia eólica é de 389 milhões de quilowatts, energia solar fotovoltaica é de 470 milhões de quilowatts, e a geração de energia biomassa é de 43 milhões de quilowatts. Com o rápido crescimento da capacidade instalada de energia renovável, a demanda do sistema de energia por vários tipos de fontes de energia reguláveis está crescendo rapidamente, os projetos de armazenamento de energia estão sendo acelerados e a escala de capacidade continua a aumentar rapidamente. Até o final de junho, o país havia construído e colocado em operação um total de 17,33 milhões de quilowatts-horas/35,8 milhões de quilowatts-horas de novos projetos de armazenamento de energia, com um tempo médio de armazenamento de cerca de 2 horas. De janeiro a junho, a nova capacidade instalada foi de aproximadamente 8,63 milhões de quilowatts-horas/17,72 milhões de quilowatts-horas, equivalente ao total acumulado de capacidade instalada nos anos anteriores. No primeiro semestre, o consumo total de eletricidade na sociedade foi de 43 trilhões de quilowatts-hora, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. A geração de energia renovável em todo o país foi de 13,4 trilhões de quilowatts-hora, dos quais a geração de energia eólica e solar foi de 7,291 trilhões de quilowatts-hora, um aumento de 23,5% em relação ao ano anterior.”

Fonte: Exame, 31/07/2023

Política

Reino Unido anuncia novas licenças para petróleo e aposta em captura de carbono

“Centenas de novas licenças para a exploração de petróleo e gás no Mar do Norte serão emitidas pelo Reino Unido, anunciou o governo britânico nesta segunda-feira. Ao menos cem delas devem ser alocadas já no próximo outono, entre setembro e dezembro. O premiê Rishi Sunak defende que a exploração é “vital” para fortalecer a segurança energética do país. Entidades ambientalistas afirmam que a decisão representa a “demolição” dos compromissos climáticos do país. Desde a COP26, conferência do clima realizada em 2021 em Glasgow, o país vinha tentando se posicionar como um dos líderes da transição para uma economia de baixo carbono. Sunak afirmou não haver contradição entre mais produção de petróleo e a meta de descarbonização do país. “Mesmo quando chegarmos ao net zero em 2050, um quarto de toda a nossa energia precisará vir de petróleo e gás. Mas há quem prefira que venha de Estados hostis aos suprimentos que temos em casa”, disse o premiê em comunicado. O comentário foi uma referência à dependência da importação de combustíveis fósseis da Rússia. A guerra na Ucrânia obrigou o governo do país a lançar um programa bilionário de subsídios para as contas de energia dos britânicos. A decisão de Sunak desagradou a alguns de seus aliados conservadores, que temem repercussões políticas negativas caso o partido seja responsabilizado por eventuais retrocessos na agenda do clima. A situação tem semelhanças com a disputa política em torno da exploração de petróleo na foz do Amazonas. A decisão do Ibama de negar à Petrobras em maio a autorização para estudos exploratórios desagradou a uma parte dos apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma das justificativas apresentadas pelo governo britânico para liberar mais produção no Mar do Norte é que a bacia já ultrapassou seu pico e está ficando sem hidrocarbonetos, disse o ministro de Energia, Grant Shapps, ao jornal britânico Financial Times semana passada. Sunak também anunciou financiamento público para dois novos projetos de captura, armazenamento e utilização de carbono (CCUS) e comprometeu-se a fornecer £ 20 bilhões para desenvolver a tecnologia, que ainda não é aplicada em grande escala em nenhuma parte do mundo.”

Fonte: Capital Reset, 31/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Mineração & Siderurgia: Um setor desafiador, gradualmente buscando oportunidades; Gerdau à frente dos pares (link)

Orizon (ORVR3): Companhia segue como uma das melhores sob a cobertura da XP (link)

Cosan (CSAN3): Fortalecendo governança e impulsionando a agenda ESG em suas subsidiárias (link)

Outros relatórios de destaque

O que muda com as novas normas globais de sustentabilidade do ISSB? (link)

Eletrobras (ELET3): Principais destaques do Investor Day (link)

ESG: Quatro principais tendências para a segunda metade do ano (link)

Destaques da reunião com a Verra, maior certificadora global de crédito de carbono (link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Sigma Lithium estreia BDRs na B3 e outros destaques (link)

CVM avança em diversidade; Preocupações ambientais impactam setor de telecom nos EUA; PETR4 e a saga com o Ibama (link)

ELET3 e o interesse em H2V; Mercado de dívida verde cresce; Projeto de lei para mercado de carbono no Brasil está pronto (link)


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