Selic vai a 3% ao ano em 7º corte seguido do Banco Central; entenda o cenário

Saiba o significado de mais um corte na taxa Selic em um cenário de plena crise do coronavírus e de projeções de forte retração econômica


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O Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (06/05), reduzir a taxa Selic em 0,75 ponto percentual. Com a nova deliberação do órgão federal, o patamar da taxa básica de juros da economia brasileira foi de 3,75% para 3% ao ano. O corte já era consenso de mercado, mas foi mais acentuado do que o esperado.

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Por que mais um corte na taxa Selic? Entenda o cenário

Desde julho do ano passado, o Brasil vive um período inédito de ciclo de baixa na Selic. Este foi o sétimo corte consecutivo, o segundo em plena pandemia do coronavírus. Mas como essa decisão do COPOM se diferencia substancialmente das outras, apesar de seguir o mesmo curso?

A taxa Selic é definida a cada 45 dias pelo Banco Central
Sede do Banco Central, em Brasília

Se no ano passado os cortes acompanhavam um, até então, iminente crescimento econômico, sustentado também pela nova agenda política puxada pela aprovação reforma da Previdência, agora o cenário é outro.

Desde fevereiro, com o surgimento dos primeiros casos de coronavírus no Brasil, o mercado e a economia se deterioraram vertiginosamente. No dia 18 de março, o Banco Central havia realizado a sexta redução na Selic, de 4,25% para 3,75% ao ano. Na época, o país já contabilizava centenas de casos e a preocupação era grande, o que se refletia na queda de cerca de 40 pontos percentuais do Ibovespa em menos de 1 mês.

No entanto, há diferenças significativas de cenário entre o sexto e o sétimo corte da Selic: o agravamento da situação da pandemia e o isolamento social por todo o Brasil para conter o avanço da doença.

A recomendação do Ministério da Saúde, baseada principalmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem sido fundamental na tentativa de desacelerar o ritmo de expansão de contágio no Brasil. A contrapartida, entretanto, é que as adversidades provocadas pelo coronavírus acabaram prejudicando a atividade econômica brasileira mais do que esperávamos, o que explica, por exemplo, as projeções negativas para o PIB em 2020.

Ou seja, a forte desaceleração econômica do Brasil, que já vê aumento no desemprego e produção industrial despencar, foi um dos fatores preponderantes para mais um corte na Selic. Afinal, com a economia praticamente congelada e sem o ritmo habitual de consumo, a tendência é que a inflação continue diminuindo no curto prazo. Inclusive, há projeções de que os dados de abril já mostrem uma deflação (quando a inflação fica negativa).

XP Explica
O que é Selic?

Sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia, a Selic é considerada a taxa básica de juros da economia brasileira. Ou seja, a taxa Selic influencia todas as outras taxas de juros cobradas no Brasil.

O Banco Central, a cada 45 dias, define o valor dessa taxa para, basicamente, uma função: controlar a inflação. Quando a inflação está mostrando sinais de alta, o BC pode aumentar o valor da Selic para tentar reequilibrar e conter o avanço.

Caso o índice de preços esteja a níveis mais confortáveis, o órgão pode reduzir a Selic para, assim, manter a inflação dentro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e, por consequência, estimular a economia.

Os níveis baixos nos juros tornam o custo de empréstimo mais barato, financiamento imobiliário mais atrativo e, também, incentivam as pessoas a procurar investimentos de maior risco e, portanto, chances de retornos maiores.

Isso ocorre porque a Selic também serve como instrumento de referência e benchmark para diversos investimentos, sobretudo os de Renda Fixa, que em grande parte são atrelados à variação da taxa de juros. E quanto menor ela for, menor será a rentabilidade desses investimentos.

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Tendência mundial dos juros baixos se intensifica com pandemia

Com a forte desaceleração global por causa da pandemia do coronavírus, os principais Bancos Centrais do mundo anunciaram cortes em suas taxas de juros a fim de estimular a economia.

A estratégia, combinada aos incentivos trilionários de capital ao redor mundo, pretende dar mais liquidez a uma economia que está com a atividade em marcha lenta, quase parada, devido às quarentenas adotadas por grande parte dos países.

Selic x dólar: como os juros baixos pressionam o câmbio?

O movimento de queda da Selic seria um passo importante para estimular a economia e, assim, ajudar em um crescimento mais acelerado do PIB.

Porém, a retomada, que já era mais lenta do que o esperado, estancou com o surgimento totalmente inesperado da crise do coronavírus e, atualmente, como já dissemos, as projeções mais otimistas mostram retração da economia de pelo menos 3%.

Ou seja, com a Selic nesses patamares, os juros passaram a ficar menos atrativos para os estrangeiros, que costumam buscar títulos públicos em países com taxas de juros mais altas (que justifiquem o risco mais elevado desses países), como era há alguns anos por aqui quando a Selic chegava a dois dígitos.

As estimativas apontavam que a economia brasileira chegasse a um PIB de mais de 2% de crescimento neste ano, o que poderia começar a compensar a Selic em baixa. Mas isso já não irá acontecer por causa da pandemia e, neste cenário, parte do capital estrangeiro sai do Brasil, o que causa uma desvalorização no real.

Como o mercado vê mais um corte na Selic?

O sétimo corte na Selic já era amplamente esperado pelo mercado e o valor de 3% ao ano foi além das expectativas do mercado.

De acordo com o estrategista-chefe da XP, Fernando Ferreira, o mercado enxerga com bons olhos a Selic em patamares ainda mais baixos. O ponto principal é que a tendência de migração para o mercado de ações brasileiro se intensifique conforme o ciclo de baixa continue.

Por isso, o cenário de juros baixos no Brasil significa um novo paradigma no mundo das aplicações financeiras, já que as pessoas precisarão se expor mais à Renda Variável para tentar ganhar mais dinheiro com investimentos.

E quando essa migração para a Bolsa de Valores ocorre, as empresas captam mais dinheiro e, teoricamente, isso faz a economia girar de forma mais acelerada.

Para as empresas da Bolsa, segundo Ferreira, a permanência do ciclo de baixa a longo prazo é o que realmente importa, já que a curto prazo não há sinais de quando a atividade econômica voltará ao ritmo normal e de aceleração.

Veja o panorama da Bolsa no cenário atual

Impactos da Selic baixa na Bolsa brasileira

Segundo o nosso estrategista-chefe, Fernando Ferreira, cortes de juros da Selic devem seguir suportando investimentos em renda variável. Hoje, o estoque de todos os títulos de renda fixa no Brasil é de quase R$7 trilhões, incluindo quase R$ 900 bilhões investidos na poupança.

Com a Selic nesse patamar, os rendimentos da Renda Fixa serão ainda mais baixos, o que deve continuar atraindo investidores para a Bolsa. Só em 2020, os investidores individuais já aumentaram suas compras em ações em R$34 bilhões, e já são mais de 2,4 milhões de investidores na Bolsa brasileira, crescimento de 42% em relação à 2019.

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Dividendos ficam mais atrativos

O rendimento dos dividendos do Ibovespa (dividend yield – %), que é a relação dos dividendos pagos sob o preço das ações, se encontra em 4,5%, acima da Selic em 3%.

Ou seja, mesmo sem nenhum ganho de capital, o investidor em Renda Variável, hoje, pode ter rendimento superior ao da Renda Fixa apenas investindo em ações. Alguns setores, como o de Bancos e Elétricas, pagam dividendo superior a 6% ao ano em muitos papéis, bem acima da taxa Selic.

Fundos Imobiliários também se beneficiam

Os dividendos dos Fundos Imobiliários também podem ser outro atrativo interessante a se considerar neste cenário de juros baixos. O setor já é conhecido por distribuir aos cotistas ganhos superiores ao da Selic na Renda Fixa.

Veja a carteira recomendada de Fundos Imobiliários

Curva de juros é tão ou mais relevante que a taxa Selic

Um outro efeito dos juros mais baixos é estimular os investimentos na economia real e reduzir o custo médio das dívidas dos consumidores e empresas, sendo positivo para o Brasil no longo prazo.

Uma das boas notícias que teremos no Brasil pós-COVID-19 é que as taxas de juros vão ser ainda mais baixas do que no Brasil pré-crise.

Atenção à curva de juros futuros no Brasil

Dado o cenário de aversão a risco recente e crise política, a curva de juros futuros subiu fortemente. Isso significa que houve um aumento no custo do dinheiro no longo prazo.

Uma vez que os juros futuros em 2025 já se encontram acima de 7% ao ano, para as empresas que tomam dívida a prazos longos, o custo da dívida já retornou para um patamar próximo ou superior a dois dígitos (10% ao ano).

Controlar a expectativa de juros futuros é tão ou mais importante para o Banco Central neste momento. Além de impactar o custo de dívida e financiamento das empresas, os juros futuros de longo prazo em patamar alto acabam por aumentar a taxa de desconto que usamos para projetar os fluxos de caixa das companhias, reduzindo os preços-alvo das ações.

Por exemplo, em nossos modelos de avaliação (valuation), a cada 1% (+100bps) de aumento na taxa de desconto, o valor de uma ação é reduzido em torno de 20%, de acordo com Ferreira.

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Os setores da Bolsa mais impactados

Com a redução na taxa Selic, como será que os setores da Bolsa reagem à decisão do Banco Central? Reunimos os analistas de ações da XP para entender até que ponto o sétimo corte na taxa de juros afeta os negócios das empresas, tanto de forma positiva quando negativa. Confira as breves análises para cada setor.

Construção Civil

Renan Manda, analista do setor na XP

No longo prazo, o cenário de juros em patamares mais baixos e controlados tendem a valorizar as ações de construção civil dado o crescimento dos lançamentos devido ao aumento da demanda por imóveis, queda do custo de financiamento e, por fim, migração para os ativos de renda variável.

Bancos

Marcel Campos, analista do setor na XP

No longo prazo, esse juro baixo é estruturalmente ruim para bancos. Isso basicamente significa que a margem financeira deles vai ser menor. Os bancos tendem a ajustar as linhas de crédito ao novo patamar de juros, que é baixo. No curto prazo, a única certeza que temos é que o custo de captação dos bancos vai cair, mas não necessariamente eles vão emprestar por custo menor. Demanda existe, não é problema. O problema é que bancos têm agora mais medo de não receber do que tinham antes, devido ao risco maior, e, assim, não necessariamente vão baixar os juros no curto prazo.

Varejo

Pedro Fagundes, analista do setor na XP

O cenário de juros mais baixos por mais tempo beneficia as ações do setor de varejo. Em parte, isso acontece em função da redução das despesas financeiras com empréstimos ou antecipação de recebíveis. Mas, além disso, nesses casos também observamos um aumento da renda disponível dos consumidores, que têm uma parcela menor comprometida com serviço das dívidas, bem como uma maior propensão a tomar novas linhas de crédito.

Shoppings

Bruna Pezzin, analista do setor na XP

No setor de Shoppings, as companhias em geral possuem um perfil de capital-intensivo, ou seja, o a demanda por caixa e financiamento é maior. Dessa forma, juros mais baixos podem beneficiá-las de duas principais formas: por meio de despesas financeiras menores, impacto que aparece de forma mais imediata, e por meio de um custo de dívida/capital mais baixo, que efetivamente se concretiza com taxas de juros de longo prazo mais baixas.

Elétrico

Gabriel Fonseca, analista do setor na XP

No setor elétrico, ocorre um impacto positivo pela queda do custo de financiamentos indexados à Selic. Além disso, os dividendos das ações das empresas de energia, conhecidas por serem boas pagadoras, ficam comparativamente melhores comparados à maioria dos títulos de renda fixa.

Alimentos & Bebidas

Betina Roxo, analista do setor na XP

O cenário de juros mais baixos por mais tempo pode beneficiar o setor de alimentos e bebidas. Em geral, há um impacto positivo devido à redução do custo da dívida das empresas. Especificamente no caso dos frigoríficos, como são empresas exportadoras, há também o impacto positivo do câmbio depreciado. Com juros mais baixos, o capital estrangeiro tende a sair do Brasil, tornando a moeda nacional ainda mais fraca em comparação ao dólar (além de outros fatores). Assim, empresas como JBS e Marfrig, que tem cerca de três quartos de suas receitas em dólar, são favorecidas ao realizar a conversão para reais.

E a Renda Fixa? Saiba o que fazer

Apesar de a rentabilidade de boa parte dos títulos de Renda Fixa ser automaticamente afetada com a queda da Selic, é inegável a importância deste mercado, que é o porto seguro dos investimentos, sobretudo no cenário atual de crise e alta volatilidade.

A especialista em Renda Fixa da XP, Camilla Dolle, reforça que neste momento de incertezas o mais prudente é ter cautela – exatamente o que a Renda Fixa oferece de melhor, protegendo o patrimônio dos investidores. Veja abaixo algumas recomendações específicas:

Renda Fixa: O que fazer?

Camilla Dolle, analista de Renda Fixa na XP

Para a reserva de emergência, o Tesouro Selic ainda é a melhor opção porque preza pela segurança e liquidez, o que nenhum outro ativo oferta tão bem quanto esse título específico do Tesouro.

De forma geral, tenha o máximo de cautela e observe o quanto de risco é possível adicionar na carteira de acordo com o seu perfil. Temos o Tesouro Direto, com o menor risco do mercado, as emissões bancárias, de risco intermediário e que podem ter a sólida proteção do FGC, e também o mercado de credito privado, que oferece um risco maior e, portanto, tem rentabilidades mais atrativas atualmente.

CRIs, CRAs e debêntures são os principais ativos de crédito privado e há empresas ofertando esses investimentos com risco de crédito muito baixo, as chamadas Triplo A, que significa que são boas pagadoras e não têm um grau elevado de possibilidade de calote.

Portanto, é possível encontrar risco e boa rentabilidade mesmo em um mercado mais conservador e mesmo neste período de crise que vivemos.

Onde investir neste cenário?

A pressão para os investidores vem dos dois lados, tanto dos juros baixos quanto da aversão ao risco provocada pelo coronavírus. O que fazer diante deste cenário?

Veja o relatório completo da nossa equipe de Alocação

Investidor Conservador

Para o investidor conservador o cenário continua desafiador, principalmente por causa dos juros baixos. O movimento de adicionar risco continua, especialmente em crédito privado.

Acesse a carteira conservadora

Investidor moderado

Segue o aumento gradual de risco da carteira, sugerindo desta vez uma redução ativa da posição de renda variável no Brasil. O foco está no aumento em ativos de renda fixa e renda variável do mercado global.

Acesse a carteira moderada

Investidor agressivo

Para o investidor agressivo, as recomendações para o cenário atual são as mesmas do moderado, porém com uma redistribuição tomando um pouco mais de risco.

Acesse a carteira agressiva

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