XP Expert

Petróleo em alta: como o preço dos combustíveis pode afetar seus investimentos?

Com a alta do preço do barril de petróleo, entenda como o preço dos combustíveis na bomba pode afetar seus investimentos.

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

Desde o início de 2021, o preço do petróleo já subiu 85%. Por um lado, isso tem beneficiado as empresas petrolíferas, em particular a Petrobras. Por outro, isso pressiona a inflação já em alta. Neste artigo, explicamos como a subida do preço dessa commodity afeta o preço da gasolina que pagamos, a economia, e as recentes discussões em relação ao reajuste de preços de combustíveis.

O Brasil é um dos 10 maiores produtores mundiais de petróleo. Suas reservas provadas totalizam atualmente quase 12 bilhões de barris, fazendo com que o país esteja na lista dos 20 países com as maiores reservas provadas de petróleo do mundo, com 1% do total de reservas mundiais da commodity. A extração de petróleo no Brasil é feita por meio das reservas desse recurso natural, que se encontram em bacias sedimentares localizadas tanto no continente, as chamadas bacias onshore, quanto na costa brasileira, conhecidas como offshore.

A extração de petróleo é realizada em 10 estados brasileiros, dos quais o Rio de Janeiro destaca-se com a maior produção, e as Bacias de Santos e Campos como as maiores produtoras. A descoberta da camada do pré-sal, em 2007, foi um marco na história do petróleo brasileiro e, atualmente, 70% da produção do Brasil é derivada de campos do pré-sal.

Fonte: ANP, Petrobras, XP Research.

Entenda as diferenças:

– Pré-sal: Camada mais profunda, abaixo de 5.000 metros da superfície, para a retirada do petróleo. O pré-sal tem petróleo de densidade média mais fácil de refinar e mais valioso – devido as temperaturas encontradas em suas profundezas, que não permitem a proliferação de bactérias que se alimentam de frações mais leves – e de maior qualidade – do petróleo.
– Pós-sal: Camada de formação mais nova, que fica entre 2.000 e 3.000 metros de profundidade, mais próxima da superfície do que o pré-sal. O petróleo retirado dessa camada tem uma qualidade mais “baixa” – petróleo do tipo pesado – tornando seu refino um processo mais caro.
– Terra e águas rasas: Encontram-se bem próximos à superfície. Apresentam uma produção menos complexa e mais barata do que as águas profundas, porém a qualidade do petróleo também é “baixa” e a capacidade de produção dessas bacias é menor.

O percurso da extração até a bomba de combustível

Até chegar nas bombas dos postos de gasolina, o petróleo passa por um longo caminho. A extração do commodity acontece em águas profundas, na qual os poços e equipamentos submarinos trazem o petróleo até a superfície. Ao chegar na superfície, ainda na plataforma, as plantas industriais operam ininterruptamente para separá-lo e enviá-lo para a costa terrestre, distância que muitas vezes supera os 300 quilômetros.

Em seguida, esse petróleo é enviado às refinarias, para que ele passe por uma série de processos químicos e físicos. Após esses processos, o petróleo dá origem a produtos como gasolina, gás liquefeito e óleo diesel, que são os combustíveis que vemos nos postos de petróleo.

Há mais de 15 anos, o Brasil passou a ser considerado autossuficiente em petróleo, o que significa dizer que a produção do recurso supera o consumo. Porém, mesmo assim, o país importa uma pequena parcela de barris de derivados de petróleo para compor o blend, como é chamada a mistura do petróleo brasileiro com outros tipos e que possibilita o seu refino.

Como as refinarias no país foram construídas majoritariamente na década de 70, quando o petróleo consumido em território nacional ainda era importado, sua capacidade de refino é referente a qualidade do petróleo importado – um petróleo bem mais “puro e leve”. Com o aumento da produção nacional do commodity, principalmente devido ao pré-sal, houve uma redução das necessidades de importação. Mas, ainda assim é necessário que o país importe uma pequena parcela de petróleo para permitir que as refinarias locais sejam capazes de processar o petróleo nacional.

Passada a etapa de refino, o combustível é vendido para as distribuidoras, que disponibiliza o produto nos postos de combustível. Ao chegar na bomba, os combustíveis têm seu preço composto por diversos componentes: 1) o custo do etanol anidro ou biodiesel (que é mistura a gasolina e ao diesel); 2) a taxa de distribuição e revenda; 3) impostos estaduais (ICMS) e federais (PIS e COFINS); 4) além do próprio custo de aquisição do combustível pela Petrobras.

Fonte: Petrobras, XP Research.

Aumento no preço do petróleo

Em janeiro deste ano, o preço do barril de petróleo Brent foi negociado acima de 90 dólares, o maior dos últimos 7 anos. Os preços do barril de petróleo no mercado internacional têm se recuperado nos últimos meses, influenciados principalmente devido ao desequilíbrio entre oferta e demanda – o crescimento do consumo esperado no pós-pandemia é maior que o aumento da produção. E recentemente, os preços têm sido pressionados ainda mais pelas tensões geopolíticas entre a Ucrânia e a Rússia, sendo esta última o terceiro maior produtor da commodity globalmente.

O petróleo Brent, mais leve e negociado na Bolsa de Londres com produção no mar do norte da Europa e na Ásia, é usado como preço de referência no mundo.

Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate) é um tipo de petróleo mais pesado, produzido nos Estados Unidos, especialmente na região do Texas, Louisiana e Dakota do Norte. Ele é negociado na Bolsa de Nova York e sua cotação é referência para o mercado norte-americano.

O desequilíbrio no mercado de petróleo no mundo pós pandêmico teve sua origem em duas frentes:

Do lado da demanda, o aumento da vacinação em massa nos países permitiu o afrouxamento das restrições antes implementadas na pandemia, enquanto estímulos monetários e fiscais impulsionaram a retomada da economia e crescimento do PIB e, consequentemente, a demanda por petróleo. Além disso, devido à uma série de intempéries climáticas, alguns países apresentaram uma produção de energia renovável pior do que o esperando, impulsionando a demanda por energia fóssil.

Já do lado da oferta, o aumento contínuo na produção de barris pelos países da Opep, grupo de 13 países responsável por 80% da produção de petróleo no mundo, que foi reduzida no início da pandemia, não tem sido suficiente para suprir a demanda. Mesmo após inúmeras reuniões para acordarem sobre o aumento ainda maior da produção, a Organização não consegue entregar o número diário de barris prometido, devido ao aumento dos conflitos geopolíticos.

Fonte: Bloomberg, XP Research. Dados até 16/02/2022.

O preço do combustível e a inflação

A Petrobras, que fornece o combustível para as distribuidoras, calcula o preço do produto com base na cotação do petróleo e taxa de câmbio, já que a commodity é cotada em dólar. Essa política de ajuste de preços foi implementada em 2016, e é denominada política da “Paridade de Preços Internacionais” (PPI). Antes da implementação da PPI, a Petrobras, entre 2011 e 2014 perdeu, pelo menos, US$ 40 bilhões com subsídios ao preço dos combustíveis. Porém, desde a implementação da paridade de preços, a empresa vem registrando lucros, voltando inclusive a pagar dividendos em 2018.

Com o aumento do preço do barril de petróleo, devido à balança desajustada entre oferta e demanda globalmente, o valor que o consumidor final passou a ver na bomba de combustível está em seu maior patamar da história.

Conforme já apresentado acima, além do preço indicado pela Petrobras, também incidem impostos, tanto federais (PIS/COFINS) quanto estaduais (ICMS), no litro do combustível em bomba.

O ICMS é um imposto estadual e, no caso do combustível, seu cálculo percentual é flutuante, ou seja, varia conforme o estado. É o principal imposto arrecadatório dos governadores, e boa parte dele vem da incidência sobre gasolina e diesel. Conforme esses preços aumentam, a arrecadação estadual de ICMS no combustível também aumenta.

Fonte: Petrobras, XP Research.

Dentre itens que compõem o IPCA, indicador oficial de inflação no país, o combustível fóssil apresenta importante percentual. O aumento do preço destes combustíveis, como consequência, impacta diretamente no aumento da inflação.

No ano de 2021, o IPCA subiu 10,1%, sendo que só as altas de gasolina, diesel e gás contribuíram com 3,9 p.p, depois de registrarem altas de preços ao redor de 50%. Para 2022, projetamos que o IPCA desacelere e varie 5,2%. Parte importante do movimento de desinflação no ano deve ocorrer graças ao avanço bem mais moderado dos preços destes combustíveis – projetamos que gasolina e diesel subam perto de 5% no ano, enquanto o gás deve subir perto de 8%.

Na tentativa de conter o aumento dos preços do petróleo, está tramitando a conhecida “PEC dos Combustíveis” na qual, por sugestão do governo, haveria a desoneração de cobrança do PIS/COFINS dos combustíveis e gás de cozinha, gerando um impacto que pode chegar a R$65 bilhões nos cofres públicos. Essa atitude prejudicaria a arrecadação histórica de impostos obtida em 2021, de R$ 193,9 bilhões em dezembro, na qual o PIS/COFINS teve grande contribuição, graças ao desempenho de atividades como extração mineral e extração de petróleo e gás, que apresentam preços mais altos devido à alta das commodities.

Além disso, a desoneração de impostos federais não é uma alternativa sustentável a longo prazo. A perda de arrecadação de impostos por uma fonte, que no caso seriam os combustíveis, teria que ser compensada com a elevação de outros impostos. Caso isso não seja feito, esse déficit de arrecadação se torna dívida e o aumento da dívida pública reflete em piora da percepção fiscal, que pode afetar o preço da moeda brasileira e a inflação futura.

E como o mercado está reagindo?

Como abordamos em detalhes no Raio XP da Bolsa, a contínua alta nos preços das commodities, dentre elas o petróleo, tem beneficiado os mercados de países exportadores de commodities e, consequentemente, a Bolsa brasileira, já que ela está fortemente exposta a esses setores.

Fonte: Bloomberg, XP Research. Dados 16/02/2022.
Fonte: MSCI, XP Research.

Além disso, começou a ocorrer uma rotação nos mercados globais de invetidores saindo de setores de crescimento e indo em direção aos setores de valor em meio à postura mais hawkish do Fed. Esse movimento fez com que os investidores passassem a buscar investir ativos mais cíclicos, que também englobam os setores de commodities.

Como investir

Falando diretamente sobre o setor de Petróleo e Gás, que está mais atrativo graças a alta das commodities e a rotação entre setores de crescimento e valor, retomamos recentemente a cobertura de Petrobras. Temos uma visão positiva do papel e recomendação de Compra, com preço alvo de R$ 45,30 para PETR3/PETR4. As razões para nossa visão positiva são:

1.Valuation descontado

Atualmente, a Petrobras é negociada a 2,8x EV/EBITDA 12 meses à frente, bem abaixo dos 3-4,8x EV/EBITDA dos seus pares globais. Em um cenário mais estressado (que inclui 15 de desconto nos preços de paridade internacional para derivados de petróleo), chegamos a um preço justo de R$ 33,30 para PETR3/PETR4, mostrando que muito de um potencial cenário negativo já está embutido nos preços atuais.

Fonte: XP Research.

2. Dividendos

Como abordamos no relatório de ações com dividendos que pagam acima da Selic, a companhia possui 19,6% de Dividend Yield esse ano, muito acima dos 10,75% a.a. da Selic, e também muito acima dos 14% de seus pares russos e 5% das major ocidentais. Além disso, caso a companhia continue operando da forma que vem atuando nos últimos anos (nosso cenário base), vemos a soma dos dividendos de 2022 a 2026 totalizando aproximadamente 100% do Market cap.

Fonte: XP Research.

3. Aumento de produção do pré-sal

Projetamos uma taxa de crescimento anual composta (também conhecida como “CAGR”, Compound Annual Growth Rate em inglês) da produção de petróleo da Petrobras no Brasil, de 2021 a 2026 de 4%. A companhia possui diversas reservas a serem exploradas na próxima década em projetos de alto retorno e baixo risco de execução.

Fonte: ANP, Petrobras, XP Research.

Riscos

O risco político segue sendo o principal ponto de atenção, especialmente com as eleições presidenciais esse ano. Ainda que não seja possível descartar que a Petrobras seja utilizada para controlar artificialmente o preço dos combustíveis e/ou tenha projetos de investimento com estouros de orçamento como já ocorrido, vemos a empresa mais protegida do que no passado.

Clique para acessar o relatório completo de Petrobras

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua aqui.
XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Newsletter
Newsletter

Gostaria de receber nossos conteúdos por e-mail?

Cadastre-se e receba grátis nossos relatórios e recomendações de investimentos

Telegram
Telegram XP

Acesse os conteúdos

Telegram XP

pelo Telegram da XP Investimentos

Disclaimer:

Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório. Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor. O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.

O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.