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China propõe controle de exportação de tecnologias solares | Café com ESG, 19/10

China restringe tecnologia fotovoltaicas em destaque

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou a semana passada em território negativo, com o Ibovespa e o ISE recuando 1,73% e 3,81%, respectivamente. O pregão de sexta-feira fechou em alta, com o IBOV subindo 0,54%, e o ISE 0,32%.

• No Brasil, o BNDES comunicou a aprovação de R$ 20,2 milhões em financiamento à Zen Indústria Metalúrgica para executar um plano de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) para autopeças de veículos eletrificados – o investimento será destinado para o desenvolvimento de componentes voltados às tendências de eletrificação veicular, soluções para sistemas híbridos e elétricos e tecnologias para sistemas start-stop de nova geração.

• No internacional, (i) a fabricante taiwanesa de eletrônicos Foxconn e a japonesa Mitsubishi Electric pretendem desenvolver um negócio global de plataformas para veículos elétricos por meio de uma joint venture com participação igualitária – segundo Jun Seki, diretor de estratégia da Foxconn para veículos elétricos, a nova empresa, chamada Mitsubishi Electric Mobility, combinará a escala da Foxconn com a tecnologia e a capacidade de produção japonesa; e (ii) citando preocupações com a segurança nacional, a China propôs controles de exportação sobre 12 tecnologias utilizadas na fabricação de equipamentos solares, como parte de uma revisão mais ampla que também abrange inteligência artificial e biotecnologia – segundo o Ministério do Comércio, o país precisa ter maior supervisão das tecnologias solares dado que elas vêm sendo cada vez mais utilizadas em áreas sensíveis, como a aeroespacial e a de defesa nacional.

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Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!

Brasil

Super El Niño invade calls de resultados de empresas

“Na teleconferência de resultados do primeiro trimestre do Banco do Brasil, em maio, houve duas menções ao “El Niño”. O termo apareceu em meio a perguntas de analistas sobre o risco da carteira de crédito da agropecuária. Três meses depois, na call do segundo trimestre, foram 14 menções. A própria CEO do banco, Tarciana Medeiros, abordou o tema. A virada no BB resume o que aconteceu com as empresas listadas na bolsa brasileira. Em 2026, o termo apareceu em 56 teleconferências de resultados e reuniões com investidores, segundo dados da AlphaSense, plataforma de inteligência de mercado, levantados a pedido do Reset. O volume é recorde da série histórica, iniciada em 2016, e superior ao registrado em todo o ano de 2023 (44) e de 2024 (33), quando o país viveu seu último El Niño. Entre 2016 e 2022, o número nunca passou de cinco por ano. A busca considerou apenas o termo “El Niño”, sem sinônimos, até o dia 22 de setembro.”

Fonte: Capital Reset; 19/10/2026

O futuro do planeta também é decidido nas empresas

“O Brasil de 2026 discute floresta, clima, água e biodiversidade em lugares onde, há trinta anos, esses temas praticamente não existiam. Conselhos de administração, comitês de risco e mesas de negociação internacional passaram a lidar com questões que antes ficavam restritas a ambientalistas e especialistas. A pauta socioambiental começa a entrar nas decisões econômicas. Essa mudança não acontece apenas no discurso. Desmatamento, escassez hídrica, emissões e perda de biodiversidade são fatores capazes de afetar custos, mercados, crédito e continuidade das operações. O quadro, porém, está longe de ser resolvido. O desmatamento persiste em áreas críticas, a conversão de vegetação nativa continua pressionando biomas e ainda existe distância entre compromissos corporativos e o que acontece na ponta das cadeias produtivas. Há trinta anos, o desafio já era evidente. Em 1996, quando o WWF-Brasil se tornou uma organização nacional e independente, a experiência mostrava que projetos isolados não dariam conta de problemas como desmatamento e perda de biodiversidade. A escala exigia políticas públicas, presença no território e articulação entre diferentes setores. Foi assim que começamos a articular o diálogo e a colaboração entre ciência, governos, comunidades e organizações da sociedade civil. E também empresas: sem a participação do setor produtivo não será possível transformar os atuais modelos de produção e consumo que estão levando a uma exploração do planeta além de sua capacidade de regeneração.”

Fonte: Valor Econômico; 19/10/2026

Aço brasileiro na era da competitividade climática

“A transição para uma economia de baixo carbono tem colocado a indústria no centro do debate climático global. O carbono deixou de ser apenas uma externalidade ambiental para se tornar uma variável de acesso a mercado, formação de preços e alocação de capital. Base da infraestrutura e das cadeias industriais, o aço ocupa lugar central nessa transformação, mas sua produção também está entre as atividades industriais mais desafiadoras de descarbonizar. O Brasil é o nono maior produtor mundial de aço, com uma produção anual superior a 30 milhões de toneladas. Durante décadas, a competitividade do setor foi explicada principalmente pelo acesso ao minério de ferro, pelo custo da energia, pela escala das plantas e pela logística, fatores que continuam decisivos. Uma nova variável, entretanto, passou a integrar essa equação: a quantidade de carbono incorporada em cada tonelada de aço e a capacidade de demonstrá-la por meio de dados confiáveis. Essa mudança já começa a aparecer nas regras do comércio, nas decisões de compra e na avaliação de investimentos.”

Fonte: Eixos; 19/10/2026

BNDES aprova R$ 20 milhões para inovação em componentes de carros elétricos em Santa Catarina

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comunicou nesta sexta (16/10) a aprovação de R$ 20,2 milhões em financiamento à Zen Indústria Metalúrgica. Instalada em Brusque (SC), a empresa irá executar um plano de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) para autopeças de veículos eletrificados. Os recursos serão repassados à empresa pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O projeto prevê investimento total de R$ 21,5 milhões e contempla sete iniciativas de inovação. Serão desenvolvimento componentes voltados às tendências de eletrificação veicular, soluções para sistemas híbridos e elétricos, tecnologias para sistemas start-stop de nova geração e processos produtivos associados à manufatura de componentes automotivos.”

Fonte: Eixos; 16/10/2026

Ministério dá novo passo na busca por investimento sustentável

“O Ministério da Fazenda dá mais um passo para colocar o Brasil na dianteira dos países em busca de investimentos sustentáveis. A pasta lança esta semana a segunda etapa da Taxonomia Sustentável Brasileira com novos objetivos ambientais e sociais que englobam biodiversidade, economia circular e redução das desigualdades regionais e territoriais do país. Taxonomia é uma espécie de dicionário que classifica atividades econômicas por critérios socioambientais. A ideia é que estabeleça padrões de referência para o país que possam nortear investidores externos e domésticos. Não só é uma ferramenta que direciona o investimento para que as economias possam se descarbonizar, mas é uma política industrial e um mecanismo a ser usado no comércio global.”

Fonte: Valor Econômico; 19/10/2026

Área técnica da Aneel quer repasse de transmissoras no leilão de baterias

“A área técnica da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) defende que a participação de transmissoras nos leilões de baterias depende da reversão de parte da receita da atividade para reduzir as tarifas. O entendimento consta de Ofício Conjunto obtido pela reportagem que também exige autorização prévia da agência para participação nos certames e separação contábil, financeira e contratual entre os negócios. A orientação se apoia em um parecer da Procuradoria Federal junto à Aneel. O documento corrobora o entendimento da procuradoria de que estaria sendo prestado um serviço de engenharia pelas Transmissoras. O ofício responde a uma consulta apresentada pela Taesa sobre a participação de concessionárias de transmissão no leilão de baterias, previsto para ocorrer em dezembro. A Taesa apresentou contribuições na Consulta Pública instaurada pela Aneel sobre o leilão afirmando que condicionar a participação de transmissoras nos eventos à reversão de receitas para reduzir as tarifas de transmissão torna a entrada desses agentes economicamente inviável e impõe uma retenção ilegítima de receita autorizada em outra modalidade de atuação (armazenador).”

Fonte: CNN; 19/10/2026

Logística reversa depende de mudança de hábitos

“A participação do consumidor é decisiva para ampliar a logística reversa no Brasil, e o comércio pode funcionar como elo entre a população e os sistemas de coleta. Entidades gestoras também buscam ampliar a conscientização e estimular o descarte correto dos resíduos. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) incentiva empresas a receber materiais e divulgar orientações sobre a destinação adequada, aproximando os pontos de entrega do cotidiano das pessoas. “Pequenos e médios empresários não têm um gestor ambiental na folha de pagamento, mas podem participar do processo. Ser um ponto de divulgação é excelente”, afirma Cristiane Cortez, assessora do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP. A entidade orienta os estabelecimentos a aderirem a sistemas coletivos e, quando houver demanda e estrutura disponível, instalarem pontos de entrega voluntária (PEVs), com apoio dos materiais de divulgação fornecidos pelas entidades gestoras.”

Fonte: Valor Econômico; 16/10/2026

Internacional

Foxconn e Mitsubishi Electric criam joint venture para veículos elétricos

“A fabricante taiwanesa de eletrônicos Foxconn e a japonesa Mitsubishi Electric pretendem desenvolver um negócio global de plataformas para veículos elétricos (VEs) por meio de uma joint venture com participação igualitária, anunciaram as duas empresas nesta segunda-feira (19). A parceria marca uma importante aliança internacional em um segmento automotivo em rápida expansão. A nova empresa, chamada Mitsubishi Electric Mobility e atualmente subsidiária integral da Mitsubishi Electric, combinará a escala e a agilidade da Foxconn com a tecnologia e a capacidade de produção da parceira japonesa, afirmou Jun Seki, diretor de estratégia da Foxconn para veículos elétricos, em entrevista coletiva. A parceria ocorre em um momento em que fabricantes chinesas de veículos elétricos, como a BYD, ampliam rapidamente sua presença em um mercado historicamente dominado por montadoras japonesas e alemãs. Essas empresas enfrentam dificuldades para migrar de sua tradicional especialização em motores a combustão.”

Fonte: Valor Econômico; 19/10/2026

Para Nissan, ritmo chinês impõe mais gastos nas montadoras

“A chegada das marcas chinesas impôs novo ritmo na indústria automobilística, principalmente no desenvolvimento e renovação de produtos. Para acompanhar essa velocidade, as montadoras tradicionais “têm que gastar muito mais dinheiro”, diz o novo presidente da Nissan do Brasil, Ricardo Gondo. “Porque não estão saindo do zero. Já têm suas fábricas e custos e precisam se adaptar à transformação”, destaca. Gondo lembra que até a chegada dos chineses a indústria trabalhava para um novo modelo de carro ficar no mercado durante sete anos, com mais um “face lift” de três anos. Não só isso mudou. O desenvolvimento de um projeto, que levava três ou quatro anos, agora tem que sair em menos de 24 meses. Gondo é um velho conhecido da comunidade automotiva. Formado em engenharia mecânica, o brasileiro carrega o conhecimento de uma carreira de quase 30 anos na Renault do Brasil, empresa da qual foi presidente até meados do ano passado.”

Fonte: Valor Econômico; 19/10/2026

Investimentos de US$10 tri em data centers nos EUA enfrentam atrasos, dúvidas e críticas

“Começam a surgir problemas no boom de US$ 10 trilhões (R$ 50,73 trilhões) da infraestrutura de inteligência artificial
nos Estados Unidos, gerado por dívidas, atrasos em projetos, reação negativa da população e a incerteza dos investidores sobre uma possível “bolha no setor” provocam uma reavaliação para a expansão dos data centers que sustenta a economia norte-americana. A corrida por capacidade computacional nos últimos anos criou o que várias pessoas envolvidas descreveram como um mercado de “Velho Oeste”. Segundo elas, o dinheiro inundou empresas recém-criadas, e os processos de diligência prévia para novos projetos foram acelerados, com laboratórios de IA como Anthropic e OpenAI aceitando custos mais altos no curto prazo para avançar o mais rapidamente possível.”

Fonte: Folha de São Paulo; 18/10/2026

Índia busca atrair empresas de data centers e corre para aumentar energia limpa

“Os fornecedores de energia renovável da Índia estão prestes a registrar um salto na demanda dos data centers, à medida que a crescente reação contrária nos EUA e os riscos decorrentes do conflito no Oriente Médio levam as operadoras a buscar novos mercados. A energia limpa necessária para abastecer a infraestrutura que atende à inteligência artificial é “enormemente subestimada”, afirmou Kuldeep Jain, diretor-geral e fundador da CleanMax Enviro Energy Solutions, uma das principais fornecedoras de energia renovável do país. “Mesmo que apenas cinco gigawatts (GW) de capacidade de data centers venham para a Índia, o que é uma estimativa conservadora, serão necessários cerca de 30 a 40 GW de energia renovável”, afirmo. “É um caso de demanda superior à oferta”.”

Fonte: Folha de São Paulo; 16/10/2026

Investidores não conseguem combater a crise climática sozinhos, aponta estudo da LSE

“A mobilização do mercado financeiro se tornou uma das principais apostas para acelerar o combate às mudanças climáticas na última década. Desde o Acordo de Paris, em 2015, bancos, gestoras de recursos e fundos de pensão passaram a anunciar compromissos para alinhar seus investimentos à meta de neutralidade de carbono. A expectativa era que a capacidade de direcionar bilhões de dólares em capital ajudasse a transformar as empresas e a economia global. Mas essa estratégia tem limites. Uma pesquisa liderada por Tom Gosling, professor e diretor da Iniciativa em Finanças Sustentáveis do grupo de mercados financeiros da London School of Economics (LSE), no Reino Unido, argumenta que investidores não podem liderar, sozinhos, a transição para uma economia de emissões líquidas zero. O papel central, segundo o estudo, cabe aos governos, responsáveis por estabelecer políticas públicas, regras e incentivos capazes de orientar as decisões do mercado.”

Fonte: Um Só Planeta; 16/10/2026

Mundo se depara com a realidade da natureza em conferência da ONU sobre biodiversidade

“Líderes mundiais, diplomatas e especialistas em natureza reúnem-se na Armênia esta semana para avaliar os esforços, que avançam de forma insuficiente, para conter a perda de biodiversidade. Os países estão longe de atingir a maioria das metas globais, e divergências sobre o financiamento permanecem sem solução. A 17ª “Conferência das Partes” da ONU, conhecida como COP17, representa a primeira grande revisão do progresso alcançado no âmbito do Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal — um acordo histórico firmado em 2022 que visa proteger 30% das áreas terrestres e marinhas até 2030. A COP31, voltada para questões climáticas, terá início em 9 de novembro em Antalya, na Turquia. Embora a previsão seja de que o mundo alcance cerca de 27,5% de proteção das áreas terrestres até 2030, cientistas alertam que muitas das metas mais amplas, necessárias para deter a perda de biodiversidade, estão longe de ser cumpridas. Desde o uso de agrotóxicos e a pesca insustentável até subsídios para uma série de atividades prejudiciais, a degradação dos ecossistemas ameaça a produção de alimentos, a segurança hídrica e a estabilidade econômica em todo o planeta. Um rascunho de relatório da ONU revelou que, atualmente, os países não estão no caminho certo para cumprir 22 das 23 metas estabelecidas no Marco de Kunming-Montreal.”

Fonte: Reuters; 19/10/2026

China propõe controlar exportações de tecnologias para equipamentos solares

“A China propôs controles de exportação sobre 12 tecnologias utilizadas na fabricação de equipamentos solares, citando preocupações com a segurança nacional, como parte de uma revisão mais ampla que também abrange inteligência artificial e biotecnologia. O Ministério do Comércio do país propôs acrescentar as tecnologias fotovoltaicas à lista chinesa de controle de exportações, acrescentando que é necessária maior supervisão porque as tecnologias solares vêm sendo cada vez mais utilizadas em áreas sensíveis, como a aeroespacial e a de defesa nacional. O anúncio foi feito na útlima sexta-feira (16). Autoridades chinesas mantiveram conversas iniciais com fabricantes sobre possíveis
restrições a tecnologias avançadas de fabricação de painéis solares, havia informado a Reuters em abril. A medida pode ameaçar os planos de empresas dos Estados Unidos, como a Tesla, de ampliar a produção no país.”

Fonte: Folha de São Paulo; 18/10/2026

UE vai propor novas restrições às importações da China, diz von der Leyen

“A Comissão Europeia vai propor restrições às importações provenientes da China que vão além das medidas de salvaguarda acordadas com Pequim para reduzir pela metade as importações de carros híbridos chineses, afirmou nesta sexta-feira (16) a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Von der Leyen disse em entrevista coletiva após uma cúpula da União Europeia que o acordo firmado com a China não resolveria o desequilíbrio estrutural. O déficit comercial da UE com a China no comércio de bens supera 1 bilhão de euros (US$ 1,12 bilhão) por dia. “E é por isso que precisamos agir”, afirmou. “Nossas indústrias pediram medidas, nós as ouvimos e vamos responder, inclusive com mais algumas salvaguardas.” Ela disse que havia um apoio claro dos líderes da UE a essa iniciativa. O presidente francês, Emmanuel Macron, disse a jornalistas após a cúpula que a UE deveria se concentrar em medidas voltadas aos setores de produtos químicos, plásticos e ferroligas.”

Fonte: Valor Econômico; 16/10/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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