Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O pregão de segunda-feira fechou em forte alta, com o IBOV e ISE avançando 7,70% e 9,12%, respectivamente.
• No Brasil, (i) a secretaria de transição energética e planejamento do Ministério de Minas e Energia (MME) concluiu a revisão da capacidade de geração de 146 usinas termelétricas movidas a biomassa que possuem custo variável unitário zerado – as novas diretrizes começam a valer oficialmente no primeiro dia de janeiro de 2027, trazendo previsibilidade para o mercado de sustentabilidade e geração elétrica; e (ii) a mineradora australiana BCM (Brazilian Critical Minerals) fechou um acordo para adquirir 90% de uma fábrica de sulfato de magnésio em Feira de Santana, na Bahia, em uma estratégia para reduzir a dependência de insumos ligados à cadeia chinesa de terras raras – por meio da subsidiária brasileira Mineração BBX do Brasil, a australiana assinou um acordo vinculante para assumir o controle da Sais Nordeste Indústria e Comércio, produtora de sulfato de magnésio que está com as operações suspensas desde fevereiro deste ano.
• No internacional, a Honda, em parceria com a Taisei Corporation, anunciou ontem o desenvolvimento de uma nova tecnologia para carregar veículos elétricos sem o uso de fios – a técnica de transferência de energia é feita por acoplamento magnético permitindo o carregamento de veículos em movimento, na própria rodovia em que o automóvel transitar.
Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mail? Clique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!
Brasil
Empresas
Petrobras sugere que gas release comece somente na próxima década
“A Petrobras sugeriu à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que o programa de desconcentração do mercado de gás natural (o gas release) comece a valer somente a partir de 2031. A estatal defende, no mérito, que a medida não é necessária no atual estágio de maturidade do mercado brasileiro e propôs à ANP, durante a consulta pública, uma série de mudanças no escopo do programa – e que, na prática, reduzem o alcance do gas release em discussão. Em meio ao debate sobre a criação do programa de desconcentração, a Petrobras escalou a pressão política, no Planalto, contra o avanço da agenda regulatória do gás natural. Na semana passada, o diretor da ANP, Pietro Mendes, subiu o tom contra as pressões.”
Fonte: Eixos; 06/10/2026
Vendas de veículos novos têm o melhor setembro da série história, diz Fenabrave
“As vendas de veículos novos continuam em ritmo acelerado, como resultado, principalmente pela demanda aquecida no segmento de automóveis. Em setembro, foram licenciados 281,3 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus. O total representou crescimento de 15,65% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos ( Fenabrave), que divulgou o resultado com base nas informações dos órgãos de trânsito, o resultado revelou o melhor setembro da série história. No acumulado dos três trimestres, as vendas somaram 2,25 milhões de unidades. O volume está muto próximo do volume total de vendas durante todo o ano de 2025: 2,68 milhões de veículos. “O mercado demonstra demanda por veículos novos, mesmo em um ambiente ainda complexo de crédito”, disse Arcelio Junior, presidente da Fenabrave, por meio de nota. Para ele, os programas federais com linhas de crédito especiais para compra de automóveis e comerciais leves têm representado peso importante para estimular o consumidor a trocar o carro. O mesmo acontece no segmento de caminhões e ônibus.”
Fonte: Valor Econômico; 05/10/2026
Aço verde pode ser diferencial nacional em meio a ganho de mercado pela China
“O aço verde, ou com baixa emissão de carbono, pode ser um diferencial do Brasil em nível global em meio a um mercado inundado pelo produto chinês, sugere levantamento do Instituto E+ Transição Energética e Transformação Industrial. Entre os ativos nacionais para viabilizar essa agenda, a instituição destaca a abundância de eletricidade gerada a partir de fontes renováveis, além do biogás como opção de rota de descarbonização. “A gente tem um minério de ferro de altíssima qualidade, melhor do que nossos ‘concorrentes mundiais’. As reservas no Pará são tidas como de alta concentração de minério de ferro. E temos a energia limpa. Por que a gente não deslancha nisso?”, questiona a diretora executiva da instituição, Rosana Santos. A instituição admite que, especialmente diante de um mercado com cadeias de suprimento em disputas geopolíticas, a necessidade de uma demanda para os produtos é uma realidade ainda mais flagrante, mas cita segmentos de nicho como automóveis de luxo ou festivais que já apostam no insumo verde como diferencial. Destaca também a contribuição que as contas públicas podem ter como incentivadoras. Há, no entanto, gargalos como a própria divergência na definição de aço verde, além de dificuldade de financiar iniciativas de descarbonização, a necessidade de investimento em infraestrutura para eventuais adaptações e as dificuldades envolvendo soluções regionais, já que rotas de maior viabilidade nacional, como a do biogás, têm mais resistência que a que sugere a adesão de hidrogênio verde, que ainda não decolou mesmo em nível global.”
Fonte: Valor Econômico; 05/10/2026
Biocombustíveis somam R$ 289 bilhões em investimentos no Brasil
“Os projetos relacionados a biocombustíveis e à transição energética já somam R$ 289 bilhões em investimentos cadastrados no Brasil, segundo dados apresentados durante o painel “Biocombustíveis e Transição Energética”, realizado durante a terceira edição do GAFFFF, em São Paulo (SP). O volume reflete a expansão do setor e a busca por novas aplicações para combustíveis de menor intensidade de carbono, em um cenário de crescimento da demanda global por energia. O painel reuniu Plínio Nastari, presidente da Datagro e moderador do debate; Roberto Ardenghy, presidente do (IBP) Instituto Brasileiro de Petróleo; Arnaldo Jardim, deputado federal e presidente da Comissão de Transição Energética e Hidrogênio Verde; Mário Campos Filho, presidente executivo da Bioenergia Brasil; e Carlos Eduardo Hammerschmidt, vice-presidente do Grupo Potencial.”
Fonte: NovaCana; 05/10/2026
Toyota baixa preço do Corolla Cross híbrido para enfrentar chineses
“A Toyota prepara uma nova mudança depois do alinhamento de valores do SW4. A marca troca a estratégia comercial do Corolla Cross no Brasil. A CNN apurou que a nova versão XRV Hybrid não deve chegar aos R$ 213.990 que vêm sendo vinculados. A expectativa é de que o SUV seja anunciado por R$ 194.950, criando uma opção híbrida de entrada mais competitiva. Apuramos que a XRV Hybrid será posicionada como um produto de combate direto a modelos como BYD Song Plus e Jaecoo 7, justamente em uma faixa de preço na qual os híbridos e híbridos plug-in chineses ganharam espaço. A versão XRV Hybrid já fez parte da gama do SUV, mas foi retirada de linha no início de 2025. O retorno, agora com preço potencialmente inferior ao inicialmente previsto, recoloca o Corolla Cross híbrido em uma posição mais competitiva dentro do segmento.”
Fonte: CNN; 05/10/2026
BCM compra fábrica de sulfato na Bahia para reduzir dependência da China
“A BCM (Brazilian Critical Minerals) fechou um acordo para adquirir 90% de uma fábrica de sulfato de magnésio em Feira de Santana, na Bahia, em uma estratégia para reduzir a dependência de insumos ligados à cadeia chinesa de terras raras. Por meio da subsidiária brasileira Mineração BBX do Brasil, a australiana assinou um acordo vinculante para assumir o controle da Sais Nordeste Indústria e Comércio, produtora de sulfato de magnésio que está com as operações suspensas desde fevereiro deste ano. O produto é o principal reagente previsto para o processo de recuperação do projeto Ema, de terras raras, localizado próximo a Apuí, no Amazonas. Segundo a BCM, garantir uma fonte doméstica do insumo deve reduzir de forma relevante a exposição do projeto às cadeias chinesas de fornecimento e ampliar o controle da companhia sobre a disponibilidade, qualidade e continuidade do reagente.”
Fonte: CNN; 05/10/2026
O que é o CS-SAF, certificado que pode impulsionar a aviação sustentável
“As companhias aéreas brasileiras terão que reduzir gradualmente as suas emissões de gases de efeito estufa a partir do ano que vem. A principal forma de fazer isso é com o uso do combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês), que hoje tem baixa oferta e alto custo. Uma peça fundamental desse novo regime é o Certificado de Sustentabilidade do SAF (CS-SAF). Todo SAF produzido no Brasil será atrelado a esse certificado para que as companhias aéreas possam comprovar sua redução de emissões. Mas seu potencial é maior: ele ajuda a resolver entraves logísticos e pode se tornar um ativo negociado com outros mercados, contribuindo para financiar a expansão do SAF no Brasil. Para isso, no entanto, faltam ajustes na regulamentação. Esse potencial vem do chamado book and claim, mecanismo que permite que o atributo ambiental do SAF seja negociado separadamente do combustível físico, e está previsto na regulamentação publicada em agosto do Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV), criado pela Lei do Combustível do Futuro, de 2024.”
Fonte: Capital Reset; 05/10/2026
Política
‘Segurança, desenvolvimento e proteção ambiental são uma só agenda
“O que está em jogo é a chance de o Brasil assumir seu lugar como superpotência da natureza, ou desperdiçá-la. Disso dependem setores econômicos como o agro e a geração de energia. E exigirá respeito aos marcos jurídicos e compromissos internacionais e duas decisões inadiáveis. A primeira é priorizar o enfrentamento ao crime organizado e aos crimes ambientais, entrelaçados na Amazônia. O caminho é cooperação interinstitucional, inteligência, combate à corrupção e asfixia das finanças ilícitas. A militarização não ataca a raiz do problema e pode fragilizar nossa soberania. Isso significa consolidar o que já funciona em comando e controle e fechar brechas existentes. É preciso também assegurar a rastreabilidade das cadeias produtivas – mineral, florestal e agropecuária – e acelerar alternativas para populações locais para pôr fim ao desmatamento ilegal.”
Fonte: Valor Econômico; 06/10/2026
Ministério de Minas e Energia revisa garantia física de térmicas a biomassa para 2027
“A secretaria de transição energética e planejamento do Ministério de Minas e Energia (MME) concluiu a revisão da capacidade de geração de 146 usinas termelétricas movidas a biomassa que possuem custo variável unitário zerado. A medida, oficializada em edição extra do Diário Oficial da União, também fixou os volumes iniciais para mais dois empreendimentos, elevando para 148 o total de plantas contempladas. As novas diretrizes começam a valer oficialmente no primeiro dia de janeiro de 2027, trazendo previsibilidade para o mercado de sustentabilidade e geração elétrica. No total, o conjunto de empreendimentos alcançados pela portaria ministerial soma uma capacidade de 1.485,9 MW médios. Desse montante, 133 unidades tiveram seus índices recalculados com base no histórico de geração, totalizando 1.350,8 MW médios calculados diretamente no ponto de conexão. Outros 13 complexos produtivos passaram por reavaliação no ponto de medição individual, respondendo conjuntamente por 134,1 MW médios. Já as duas recém-incluídas na norma – as usinas Della Coletta, localizada no estado de São Paulo, e Itacoatiara, no Amazonas – receberam a definição de 0,5 MW médio cada.”
Fonte: NovaCana; 05/10/2026
Internacional
Empresas
Mitsui Fudosan construirá data center em túnel desativado no Japão
“A incorporadora imobiliária japonesa Mitsui Fudosan construirá um data center em um túnel desativado na cidade de Kobe, em uma iniciativa para revitalizar infraestruturas ociosas e superar os desafios associados à construção de data centers na superfície. A instalação será construída no “Suma Belt Conveyor”, um túnel originalmente criado para transportar terra destinada à construção de ilhas artificiais, como a que hoje abriga o Aeroporto de Kobe. O local esteve em operação entre 1964 e 2005. A Mitsui Fudosan firmará parceria com a empreiteira Kumagai Gumi — responsável pela construção original do Suma Belt Conveyor — e com a operadora de data centers Getworks, sediada em Tóquio. As empresas arrendarão cerca de 3 quilômetros do túnel de 14,5 quilômetros junto à prefeitura de Kobe, abrangendo uma área de aproximadamente 17 mil metros quadrados. Segundo os termos da licitação anunciada pelo governo municipal de Kobe em julho, o valor mínimo do aluguel mensal pelo uso do túnel foi fixado em 600 mil ienes (US$ 3.800), com um prazo de contrato variando entre 10 e 20 anos. Mais de dez contêineres contendo servidores serão instalados no túnel, a uma profundidade superior a 40 metros. O data center terá capacidade para receber até 20 megawatts de energia.”
Fonte: Valor Econômico; 06/10/2026
Carros híbridos asiáticos ganham mercado nos EUA com alta dos combustíveis
“Bastou o preço da gasolina chegar a US$ 4 o galão para os americanos aderirem aos carros híbridos. Mas, com poucas opções oferecidas pelas grandes montadoras de Detroit, as pessoas estão migrando em massa para as rivais asiáticas. A montadora sul-coreana Hyundai informou na quinta-feira, 1º, que as vendas de híbridos cresceram 39% no terceiro trimestre, enquanto as vendas de híbridos da Kia mais do que dobraram, com alta de 152%. As montadoras japonesas também registraram vendas de híbridos excepcionalmente fortes no trimestre, com a Toyota crescendo 29% e a Honda, 21%. Os preços da gasolina dispararam desde o início da guerra com o Irã, no final de fevereiro. Os compradores americanos de automóveis estão agora em busca de carros mais econômicos, como os híbridos. Mas, ao contrário de suas concorrentes japonesas e sul-coreanas, a maioria das montadoras americanas vende poucas linhas de veículos híbridos. “Isso apenas reforça o quanto é importante ter o produto certo na hora certa, mas você não consegue prever isso tão bem quanto gostaria”, disse o diretor de insights do site de compra de carros Edmunds, Ivan Drury. As vendas de veículos puramente elétricos, no entanto, caíram acentuadamente ao longo do último ano. Eles são mais caros do que os carros movidos a gasolina, ainda mais após o fim de um crédito fiscal de US$ 7,5 mil para compradores de veículos elétricos, em setembro passado.”
Fonte: NovaCana; 05/10/2026
Hyundai supera Honda nas vendas de híbridos nos EUA pela primeira vez
“O Hyundai Motor Group superou a Honda Motor pela primeira vez no mercado de veículos híbridos dos EUA no primeiro semestre, com rápida expansão das vendas, beneficiada pelos preços elevados da gasolina e pressionando as marcas japonesas. Na semana passada, a Hyundai apresentou em Nova York uma versão renovada do Tucson, seu SUV médio. Os EUA são o maior mercado da montadora, respondendo por cerca de 30% das vendas globais, e o Tucson é seu modelo mais vendido no país. A escolha de uma cidade americana para o lançamento reforça a importância do mercado para a Hyundai. O segmento de SUVs médios nos EUA é bastante competitivo, com modelos como o RAV4, da Toyota Motor, o CR-V, da Honda, e o Rogue, da Nissan Motor. A versão híbrida convencional do Tucson faz 42 milhas por galão, próxima das 43 milhas por galão do RAV4 híbrido. A Hyundai planeja ampliar sua linha de híbridos e lançar dez modelos na América do Norte até 2030. A meta é que os híbridos representem metade das vendas de veículos novos.”
Fonte: Valor Econômico; 05/10/2026
Honda cria carregamento sem fio para veículos elétricos em movimento
“A Honda Motors anunciou esta segunda-feira (5) que desenvolveu uma nova tecnologia para carregar veículos elétricos sem o uso de fios. A tecnologia está sendo feita em parceria com a Taisei Corporation e a Taisei Rotec Corporation, conforme comunicado oficial da empresa. A técnica de transferência de energia é feita por acoplamento magnético e permitirá o carregamento de veículos em movimento, na própria rodovia em que o automóvel transitar. As três empresas planejam realizar testes de demonstração do sistema a partir do ano fiscal japonês de 2027 (que começa em 1º de abril de 2027). O sistema une tecnologias de alta potência e facilidade de instalação em pavimentos rodoviários, prevendo aplicações para uma ampla gama de veículos, desde elétricos de passageiros até grandes veículos elétricos comerciais. O sistema é dividido em três partes principais: Bobinas no Asfalto (Transmissores): Pequenos módulos magnéticos com geradores de energia são embutidos diretamente debaixo da pavimentação das rodovias; Receptores no Veículo: O carro elétrico possui um receptor na parte inferior que capta essa energia eletromagnética transmitida pelo chão; Rede de Distribuição (Corrente Contínua): Usa sistemas de energia de alta eficiência para alimentar as placas embutidas na pista de forma estável. De acordo com a Reuters, um engenheiro da Honda recusou-se a comentar sobre o custo em comparação com uma rede convencional de carregamento rápido, afirmando que a viabilidade econômica precisaria ser avaliada.”
Fonte: CNN; 05/10/2026
BYD leva a outros mercados minicarro elétrico criado para o Japão
“A BYD levará a outros mercados seu minicarro elétrico Racco, desenvolvido para o Japão, informou a montadora chinesa no domingo (4). As vendas começarão no Sri Lanka e em Macau. O anúncio foi feito durante uma cerimônia em uma concessionária da BYD na cidade de Hiratsuka, na província de Kanagawa, perto de Tóquio, para marcar a entrega do veículo de número 10 mil da montadora no Japão. As reservas do Racco já estão abertas em Macau. No Sri Lanka, uma entrevista coletiva e o início das vendas estão previstos para sexta-feira (9). O Racco foi desenvolvido pela BYD do zero para o mercado japonês, seguindo os padrões dos kei cars, categoria de minicarros do país. A BYD planeja ampliar as vendas para outros países e regiões conforme avalia a demanda, principalmente em mercados com direção à direita, semelhantes ao Japão.”
Fonte: Valor Econômico; 05/10/2026
Política
“Aragão, uma região pouco povoada do nordeste da Espanha, tornou-se um dos polos de infraestrutura digital que mais crescem na Europa, graças ao que empresas de tecnologia classificam como uma legislação local ágil para licenciamentos e processos de tomada de decisão céleres. Situada em um ponto estratégico de conexão de grandes cabos internacionais, a região oferece abundância de energia renovável e espaço territorial, com previsão de receber mais de 60 bilhões de euros (67,55 bilhões de dólares) em investimentos em data centers e infraestrutura digital na próxima década. Representantes de empresas, especialistas e ativistas afirmaram à Reuters que o fator decisivo para atrair investimentos à região é uma governança favorável à instalação de data centers. Grandes empresas de tecnologia acreditam que Aragão pode servir de modelo para a União Europeia, que busca triplicar sua capacidade de data centers em sete anos e reduzir a defasagem em infraestrutura de IA em relação aos EUA e à China. No entanto, crescem as preocupações globais quanto ao consumo de recursos, ao impacto ambiental e à pressão que os data centers exercem sobre as comunidades locais, levando o governo espanhol a buscar a imposição de novas exigências relacionadas ao uso de recursos.”
Fonte: Reuters; 06/10/2026
Suprema Corte dos EUA analisa tentativa de petroleiras de barrar ação judicial sobre o clima
“Os ministros da Suprema Corte dos EUA debateram questões complexas sobre permitir que governos locais tentem responsabilizar empresas de petróleo pelos danos causados pelas mudanças climáticas, ao iniciarem, na segunda-feira, seu novo mandato de nove meses. Os ministros ouviram argumentos em um recurso apresentado pela ExxonMobil (XOM.N), sediada nos EUA, e pela Suncor Energy (SU.TO), sediada no Canadá, depois que a mais alta corte do Colorado autorizou uma ação judicial movida por autoridades de Boulder, no Colorado; o processo acusa as empresas de violar a legislação estadual e pleiteia indenizações financeiras de valor não especificado. As empresas, apoiadas pelo governo do presidente Donald Trump, argumentam que a autoridade do governo federal para regular a poluição do ar inviabiliza as alegações de Boulder. As perguntas feitas pelos ministros refletiram uma série de preocupações, incluindo o receio de limitar indevidamente a autoridade dos estados para mover ações judiciais relacionadas ao clima, bem como o potencial de gerar um caos caso governos locais de todo o país recebessem permissão para processar essas empresas.”
Fonte: Reuters; 05/10/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
Ainda não tem conta na XP? Clique aqui e abra a sua!