IBOVESPA +7,70% | 206.912 Pontos
CÂMBIO -4,12% | 5,00/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira (5) em forte alta de 7,7%, aos 206.912 pontos, registrando o maior avanço diário desde março de 2020 e o primeiro fechamento acima dos 200 mil pontos em sua história. O índice chegou a alcançar 209.606 pontos na máxima do dia, enquanto o volume negociado na B3 somou R$ 103,3 bilhões, o maior de toda a série histórica. O resultado do primeiro turno e as expectativas dos investidores de maior disciplina fiscal levaram a uma queda muito acentuada do dólar e dos juros futuros, o que impulsionou as ações brasileiras, especialmente o setor financeiro e as cíclicas domésticas.
Na ponta positiva, Magazine Luiza (MGLU3, +24,2%) liderou as altas, em uma sessão favorável aos papéis sensíveis a juros. Cosan (CSAN3, +23,8%), B3 (B3SA3, +22,6%) e BTG Pactual (BPAC11, +22,5%) também figuraram entre os maiores ganhos.
Na ponta negativa, Suzano (SUZB3, -5,4%) e Embraer (EMBJ3, -3,3%) registraram as maiores quedas, pressionadas pela valorização do real, que prejudica as receitas dos exportadores em moeda local.
Renda Fixa
Os juros futuros registraram direções mistas nesta segunda-feira. Nos EUA, os Treasuries apresentaram inclinação, com a perspectiva de manutenção das pressões inflacionárias, reforçadas pelo ISM de serviços, e o alívio proporcionado pela queda do petróleo. A T-note de dois anos encerrou a 4,82% (-1 bp), enquanto a T-note de 10 anos avançou para 5,31% (+3 bps) e o T-bond de 30 anos subiu para 5,66% (+3 bps). No Brasil, a curva de juros passou por forte compressão dos prêmios de risco após a leitura de maior probabilidade de uma agenda fiscal mais austera. O DI jan/27 encerrou a 13,41% (-10 bps), o DI jan/29 a 12,65% (-104 bps) e o DI jan/31 a 12,70% (-122 bps). O movimento levou os vencimentos mais longos a retornarem para níveis abaixo de 13% pela primeira vez desde 2024 e reforçou a percepção de redução dos riscos fiscais de longo prazo incorporados à curva. A NTN-B também apresentou fechamento relevante, com a B29 a 6,96% (vs. 7,46%), a B35 a 7,04% (vs. 7,65%) e a B50 a 6,76% (vs. 7,27%).
Mercados globais
Nesta terça-feira (6), os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,3%), após o Nasdaq renovar recorde na véspera, puxado pelas big techs. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 1,0%, impulsionado principalmente pelos setores bancário e de tecnologia. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) recuou 0,9%, pressionado pela realização em SK Hynix e Samsung, o Nikkei 225 (Japão) subiu 1,2%, para o maior nível em três meses, puxado por ações ligadas à IA, e o Hang Seng (Hong Kong) avançou 1,0%.
O mercado acompanha a escalada dos juros longos nos EUA, com o Treasury de 10 anos perto de 5,3%, no maior nível desde 2002, em meio a preocupações fiscais e inflacionárias. Apesar disso, a tecnologia segue sustentada pela demanda por infraestrutura de IA: a Nvidia renovou máxima histórica, aproximando-se de US$ 6 trilhões em valor de mercado. O petróleo opera em queda, com o Brent recuando 2,0%, para perto de US$ 98,3/barril, à medida que as exportações do Oriente Médio se aproximam dos níveis pré-guerra e a liberação de reservas estratégicas pelo G7 alivia as preocupações com a oferta. Os investidores também direcionam o foco para a ata da última reunião do Fed, na quarta-feira (7), e para a temporada de resultados, com divulgações esperadas de PepsiCo e Delta Air Lines ao longo da semana.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta segunda-feira em alta de 1,34%, aos 3.822,32 pontos. O movimento acompanhou o fechamento da curva de juros, sustentado por uma percepção mais favorável do mercado em relação ao cenário político.
O desempenho dos segmentos foi amplamente positivo ao longo da sessão. As lajes corporativas lideraram os ganhos do dia, com valorização de 2,42%, seguidas pelos fundos de fundos (+2,03%), pelo segmento de multiestratégia/FOFs (+1,92%) e pela categoria multiestratégia (+1,89%). Os ativos logísticos (+1,68%), os fundos de shoppings (+1,63%) e os fundos híbridos (+1,36%) também registraram forte desempenho, enquanto os fundos de recebíveis avançaram 0,72%. No agregado, os fundos de tijolo encerraram o pregão com alta de 1,74%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram BBIG11 (+9,3%), VGHF11 (+5,8%) e TEPP11 (+4,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por TRBL11 (-1,7%), MFII11 (-1,4%) e CACR11 (-1,0%).
Economia
No ambiente global, a valorização das ações de grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos levou o S&P-500 para perto das máximas históricas ontem. Na Europa, por sua vez, preocupações fiscais e turbulências políticas – principalmente na França e na Espanha – levaram o euro ao menor patamar frente ao dólar desde maio de 2025 (1,12). Além disso, os impasses no Oriente Médio persistem, com os preços do petróleo oscilando em torno de US$ 100 por barril (Brent).
No Brasil, os mercados financeiros reagiram aos resultados do primeiro turno das eleições. O Ibovespa subiu 7,7%. Já o DI futuro operou em queda em toda a curva. A taxa de câmbio se apreciou em mais de 4%, encerrando a sessão da segunda-feira em R$ 5,00 por dólar.
Na agenda econômica internacional, destaque para o relatório semanal de empregos privados ADP e a balança comercial dos Estados Unidos. No Brasil, atenções também voltadas para a divulgação do saldo comercial.
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Economia
Ativos financeiros se valorizam fortemente no início da semana
- No ambiente global, a valorização das ações de grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos levou o S&P-500 para perto das máximas históricas ontem (+0,7%). Na mesma linha, o Nasdaq avançou 1,1%. Por sua vez, as taxas de juros de títulos públicos americanos (Treasuries) voltaram a subir, com os vértices de 10 e 30 anos mostrando aumentos moderados (3-4 pontos-base). Na Europa, preocupações fiscais e turbulências políticas – principalmente na França e na Espanha – levaram o euro ao menor patamar frente ao dólar desde maio de 2025 (1,12). Além disso, os impasses no Oriente Médio persistem, com os preços do petróleo oscilando em torno de 100 dólares por barril (Brent);
- O setor de serviços dos Estados Unidos demonstra resiliência. O índice geral da sondagem ISM atingiu 54,9 pontos em setembro, um pouco abaixo da leitura de agosto (55,4) e da expectativa de mercado (55,0). Resultados acima de 50 pontos indicam expansão do setor terciário. O componente de novas encomendas ficou praticamente estável em 60 pontos, enquanto a medida de emprego avançou de 47,8 (zona de recuo) para 50,1 (crescimento). A métrica de preços de serviços também subiu (de 72,6 para 74,0), sugerindo persistência da pressão inflacionária;
- No Brasil, os mercados financeiros reagiram aos resultados do primeiro turno das eleições. O Ibovespa subiu 7,7%, a maior elevação desde março de 2020, chegando a 206,9 mil pontos. Já o DI futuro operou em queda em toda a curva, com o vértice Janeiro/29 fechando cerca de 110 pontos-base e o Janeiro/35 ao redor de 130 pontos-base. A taxa de câmbio se apreciou em 4,3%, encerrando a sessão em 5,00 reais por dólar;
- O Boletim Focus do Banco Central mostrou piora adicional nas expectativas para a inflação de curto prazo em meio a revisões baixistas para a atividade. A mediana para o IPCA de 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, enquanto a leitura dos últimos cinco dias úteis chegou a 5,07%, o que sugere continuidade das revisões altistas. Já a previsão para o IPCA de 2027 oscilou de 4,31% para 4,30%. No que diz respeito à atividade, as estimativas de crescimento do PIB recuaram para 1,85% em 2026, 1,40% em 2027 e 1,81% em 2028 (antes: 1,86%; 1,41%; 1,83%). Enquanto isso, a mediana para a taxa Selic permaneceu em 13,50% no final deste ano, mas a leitura dos últimos cinco dias aponta 13,25%. As projeções para o final de 2027 e 2028 continuaram em 12,00% e 10,50%, respectivamente;
- Hoje, na agenda econômica internacional, destaque para o relatório semanal de empregos privados ADP e a balança comercial dos Estados Unidos. No Brasil, atenções também voltadas para a divulgação do saldo comercial – esperamos superávit de US$ 7,3 bilhões em setembro.
Commodities
Mineração e siderurgia | Papel e celulose: pressões de custos persistem; Gerdau como destaque; Aura apresentando melhora
- Com as pressões de custos permanecendo em destaque no 3T26, vemos Gerdau e Aura como destaques positivos entre as empresas de nossa cobertura;
- Para as siderúrgicas, o desempenho relativamente fraco da Gerdau no Brasil deve ser compensado por outro resultado sólido na América do Norte, com o ambiente ainda forte de preços sugerindo espaço para novas melhoras no 4T26E;
- A Usiminas deve apresentar maiores volumes de aço, embora o aumento dos custos de placas e o desempenho mais fraco da operação de mineração devam limitar a rentabilidade (com implicações negativas para o 4T26E, em nossa visão);
- Para as mineradoras, fretes elevados e preços realizados mais fracos do minério de ferro devem pressionar a Vale e, de forma mais significativa, a CMIN, embora os maiores embarques da Vale e os resultados sólidos de Metais Básicos devam oferecer algum suporte;
- A Aura deve se beneficiar da melhora da produção, apesar dos desafios operacionais em MSG e Minosa;
- Por fim, em Papel e Celulose, os menores preços realizados da celulose devem pesar sobre os resultados, com a Suzano devendo se beneficiar de maiores volumes, menores custos caixa e da consolidação da Arbex pela primeira vez;
- Enquanto a Klabin deve apresentar melhores volumes de papel e embalagens, embora compensados por um ambiente de custos pressionado;
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Empresas
Telecom: Data Expert | Monitor Anatel
- A Anatel divulgou a base de assinantes de agosto de 2026;
- Segmento móvel (ex-M2M): O pós-pago continuou ganhando participação em agosto, atingindo ~58% da base móvel total. As adições líquidas no pós-pago chegaram a 926 mil no mês, enquanto o pré-pago recuou em 354 mil, com o total de acessos móveis alcançando 221 milhões. Entre as incumbentes, a Claro permaneceu como o principal destaque positivo, adicionando 375 mil acessos, seguida pela Vivo, com +208 mil, enquanto a TIM perdeu 147 mil;
- A Vivo adicionou 291 mil acessos no pós-pago e perdeu 83 mil linhas no pré-pago. Nos últimos 12 meses, as adições líquidas chegaram a 1,4 milhão, com +3,1 milhões no pós-pago, parcialmente compensados por uma queda de 1,8 milhão no pré-pago;
- A Claro adicionou 420 mil acessos no pós-pago e perdeu 45 mil linhas no pré-pago. Nos últimos 12 meses, as adições líquidas chegaram a 2,9 milhões, o melhor desempenho entre as incumbentes, com ganhos contínuos de participação tanto no pré-pago quanto no pós-pago;
- A TIM adicionou 83 mil acessos no pós-pago, mas perdeu 231 mil linhas no pré-pago, resultando em uma queda líquida de 147 mil. Nos últimos 12 meses, a companhia perdeu 1,4 milhão de acessos, continuando a apresentar desempenho inferior ao dos pares nas tendências de assinantes;
- A NuCel atingiu 1,19 milhão de acessos em agosto, adicionando ~83 mil linhas na comparação mensal e mantendo um sólido ritmo de crescimento;
- Banda larga fixa: A Vivo liderou as adições líquidas totais de banda larga entre as incumbentes, com +64 mil acessos em agosto;
- Em FTTH, a Claro liderou, com +121 mil, seguida pela Vivo, com +69 mil;
- Entre os provedores independentes, o crescimento permaneceu fraco, com Brisanet e Unifique registrando adições modestas, enquanto Alloha, Vero e Alares continuaram apresentando perdas líquidas;
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WEG (WEGE3): data centers em destaque para a próxima fase de crescimento
- A WEG realizou seu Investor Day 2026 em sua sede em Jaraguá do Sul, com Data Centers sendo o tema de crescimento mais discutido durante o evento;
- Essa oportunidade impulsionada por IA conecta negócios historicamente analisados de forma separada, incluindo T&D, geradores, motores e automação, com o portfólio da WEG potencialmente atendendo a ~15% do capex de infraestrutura de Data Centers (excluindo data halls);
- A companhia também forneceu detalhes adicionais sobre seus investimentos em andamento em T&D e equipamentos de grande porte, que devem ampliar sua exposição a projetos de maior valor, ao mesmo tempo em que sustentam o crescimento futuro;
- Além das discussões operacionais, o evento reforçou os princípios de longo prazo que têm orientado a expansão da WEG ao longo dos anos, incluindo alocação disciplinada de capital, competitividade e uma forte cultura orientada a retornos;
- No geral, saímos do evento (mais uma vez) impressionados com o posicionamento de longo prazo da WEG, reforçando seu perfil de multiplicador;
- Dito isso, sendo negociada a múltiplos P/E 2027-28E de 30-25x, acreditamos que esse crescimento de qualidade já esteja parcialmente refletido nos preços atuais das ações;
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Ultrapar | Um portfólio disciplinado com visão de longo prazo
- Na última sexta-feira (2), a Ultrapar realizou seu Investor Day 2026 na sede da companhia em São Paulo;
- O evento reuniu a alta liderança da Ultrapar para apresentar atualizações estratégicas e operacionais de seus negócios;
- Entre as principais mensagens do evento, destacamos: (i) alocação de capital disciplinada e eficiente; (ii) crescimento focado em rentabilidade e geração de valor no longo prazo; e (iii) continuidade do apoio a iniciativas de combate às práticas ilegais no setor de distribuição de combustíveis;
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Saúde
XP Saúde | Atualização de dados: NIPs (ANS) e CNJ
- As reclamações regulatórias atingiram 32,7 mil em ago/26, alta de 23% (A/A), enquanto os novos processos envolvendo a saúde suplementar recuaram para 19,1 mil no mês;
- Todas as principais operadoras registraram aumento nas reclamações, lideradas por Porto Seguro (+50% A/A) e Hapvida (+26%), seguidas por Bradesco Saúde (+22%), Amil (+18%) e SulAmérica (+17%);
- Questões relacionadas a acesso e cobertura impulsionaram o crescimento, com destaque para Rol de Procedimentos e Cobertura Contratual (+58% A/A) e Rede de Prestadores (+54%);
- São Paulo concentrou 34% das NIPs e registrou crescimento de 31% (A/A), enquanto o Rio de Janeiro, responsável por 14% do total, apresentou queda de 16%;
- Enxergamos as NIPs como um indicador antecedente da judicialização e esperamos que os processos permaneçam em níveis elevados, mantendo a pressão sobre a linha de contingências das operadoras;
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XP Saúde | Prévia do 3T26: operadoras seguem como destaque; Fleury permanece forte
- Esperamos mais um trimestre forte para o setor de saúde, com as operadoras continuando a se beneficiar da melhora da sinistralidade, refletindo tanto uma sazonalidade favorável quanto um sólido momento operacional;
- Entre os prestadores de serviços, o segmento de diagnósticos permanece como o principal destaque, liderado pelo forte crescimento do Fleury, enquanto as operações hospitalares da Rede D’Or devem apresentar resultados resilientes, apesar dos níveis mais baixos de ocupação;
- As adições líquidas de beneficiários devem permanecer como o principal vetor de expansão da receita, com SulAmérica e Bradesco Saúde devendo adicionar vidas sequencialmente, enquanto o crescimento do ticket médio permanece moderado, em aproximadamente 3% (A/A);
- O Fleury continua sendo o principal destaque entre os prestadores de serviços de saúde, com crescimento de receita de 13,4% (A/A), sendo 9% orgânico, e margem EBITDA de 26,9%, uma queda de 30 pontos-base (A/A) devido à consolidação da Femme;
- Excluindo a aquisição, as margens teriam permanecido praticamente estáveis (A/A);
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- ANP realiza leilões com mais de 300 blocos de óleo e gás (Valor Econômico);
- Emissões crescem em setembro, mas seguem bem abaixo do ano passado, mostra pesquisa do ABC (Valor Econômico);
- Depois de Itaú e BTG, XP monta Fiagro de R$ 5,3 bilhões (The Agribiz);
- Moody’s Local Brasil atribui ratings AAA.br à Sulgás; perspectiva estável (Moody’s Local).
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Estratégia
XP Short Scout: monitor de short selling no Brasil – 05/10/2026
- O short interest mediano no Ibovespa caiu 31 bps, para 6,8%. As posições em aberto recuaram para R$ 118,1 bilhões (-4,6%).
- YDUQS (YDUQ3) viu sua taxa de aluguel subir para 36,4%, um aumento de 36,0 p.p. em relação a 18 de setembro. O short interest também avançou 1,4 p.p., para 10,0% do free float, enquanto o days to cover ficou em 4,1 dias de ADTV, uma alta de 3,7% frente a duas semanas atrás.
- Já a Ecorodovias (ECOR3) apresentou taxa de aluguel de 12,8%, alta de 12,7 p.p. em relação à atualização anterior, enquanto o short interest subiu 3,0 p.p., para 15,0% do free float. O days to cover recuou 18,5%, para 4,9 dias de ADTV.
- Também destacamos a alta da taxa de aluguel do Pão de Açucar (PCAR3) para 9,1%, um avanço de 9,0 p.p. nas últimas duas semanas. Seu days to cover está em 9,3 dias de ADTV (+49,9%), enquanto o short interest atualmente representa 7,2% do free float (+0,6 p.p.).
- Outros nomes para acompanhar: AZZA3, BBDC4, LIGT3, MBRF3, MOVI3, MULT3, RENT3, VIVA3.
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- No embalo de eleições e Ibovespa, IFIX salta 1,34% (FIIs);
- FIIs sobem forte após 1º turno da eleição presidencial; veja maiores altas (InfoMoney);
- VISC11 sobe e movimenta R$ 13,7 mi em pregão pós-eleitoral (FIIs);
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- Carteira Recomendada XP FIIs – Renda Total – Outubro/26
- Atualizamos a carteira Renda Total para o mês de outubro de 2026;
- Em setembro, a carteira recuou 0,79%, enquanto o IMA-B 5+ apresentou alta de 3,82% no mesmo período. Além disso, gerou dividend yield mensal de 1,03% (equivalente a 12,3% a.a.);
- Com isso, acumula valorização de 6,1% nos últimos 12 meses, correspondendo a 47,5% do retorno do IMA-B 5+;
- Clique aqui para mais informações.
ESG
Honda anuncia desenvolvimento de carregamento sem fios para veículos elétricos | Café com ESG, 06/10
- O pregão de segunda-feira fechou em forte alta, com o IBOV e ISE avançando 7,70% e 9,12%, respectivamente.
- No Brasil, (i) a secretaria de transição energética e planejamento do Ministério de Minas e Energia (MME) concluiu a revisão da capacidade de geração de 146 usinas termelétricas movidas a biomassa que possuem custo variável unitário zerado – as novas diretrizes começam a valer oficialmente no primeiro dia de janeiro de 2027, trazendo previsibilidade para o mercado de sustentabilidade e geração elétrica; e (ii) a mineradora australiana BCM (Brazilian Critical Minerals) fechou um acordo para adquirir 90% de uma fábrica de sulfato de magnésio em Feira de Santana, na Bahia, em uma estratégia para reduzir a dependência de insumos ligados à cadeia chinesa de terras raras – por meio da subsidiária brasileira Mineração BBX do Brasil, a australiana assinou um acordo vinculante para assumir o controle da Sais Nordeste Indústria e Comércio, produtora de sulfato de magnésio que está com as operações suspensas desde fevereiro deste ano.
- No internacional, a Honda, em parceria com a Taisei Corporation, anunciou ontem o desenvolvimento de uma nova tecnologia para carregar veículos elétricos sem o uso de fios – a técnica de transferência de energia é feita por acoplamento magnético permitindo o carregamento de veículos em movimento, na própria rodovia em que o automóvel transitar.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Feedback do fórum político XP
- Em 1º de outubro, realizamos o Fórum Político da XP com foco no setor de utilities, que contou com a participação do Sr. Sandoval Feitosa (Diretor-Geral da ANEEL), do Sr. Alexandre Zucarato (Diretor do ONS) e do Sr. João Daniel Cascalho (Secretário de Energia Elétrica do MME).
- Nossas principais conclusões são:
- (i) a agenda para o aprimoramento dos sinais de preço está evoluindo gradualmente e sendo tratada em múltiplas frentes;
- (ii) a metodologia do WACC regulatório será debatida em 2028, mas não devemos esperar um congelamento, a menos que as condições se deteriorem e a agência identifique a necessidade de intervir;
- (iii) outros temas regulatórios para as distribuidoras, como o fator Pd, a inadimplência e as perdas em áreas de alto risco, devem avançar até o fim do ano;
- (iv) os sistemas BESS e outras formas de atendimento à demanda de ponta continuam em destaque e devem desempenhar um papel mais relevante, incluindo térmicas, usinas hidrelétricas reversíveis, entre outras; e
- (v) o processo de renovação ou leilão das concessões de usinas hidrelétricas provavelmente avançará apenas em 2027.
- Clique aqui para o relatório completo.

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