Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O pregão de segunda-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 0,74% e 1,38%, respectivamente.
• No Brasil, a Motiva está ampliando seu escopo de atuação em eletromobilidade por meio da oferta de soluções de infraestrutura de recarga para ônibus elétricos – o investimento inicial focou na frota de ônibus elétricos da capital paulista, mas a companhia informou estar em conversas com outras empresas para ampliar o negócio.
• No internacional, (i) as remessas chinesas de imãs de terras raras aos Estados Unidos diminuíram em agosto (-20% M/M e -13% A/A) em meio à expectativa de que o suprimento desses materiais seja um ponto de atrito na reunião de cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping em Washington nesta semana – para os americanos, a queda mostra que a China não cumpriu plenamente seu compromisso de garantir o suprimento ininterrupto, um ponto-chave da trégua comercial de um ano acertada em novembro pelos dois líderes em Busan, na Coreia do Sul; e (ii) a Comissão Europeia propôs ontem novas regras que exigem que os data centers na Europa divulguem a eficiência com que utilizam energia e água, em meio a uma expansão dessas instalações e preocupações com o consumo de recursos – para incentivar as empresas a construir data centers mais eficientes, a Comissão propôs um sistema de classificação para essas instalações, no qual obrigaria os operadores de instalações com capacidade de 500 kW a informar sua eficiência energética e hídrica utilizando um sistema de rotulagem criado pela UE.
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Brasil
Empresas
Motiva entra no mercado de recarga elétrica de olho na frota de ônibus de SP
“A Motiva está ampliando seu escopo de atuação em eletromobilidade por meio da oferta de soluções de infraestrutura de recarga para veículos. A primeira iniciativa foi instalada no pátio Guido Caloi, da Linha Lilás do metrô de São Paulo, e atenderá ônibus elétricos da Viação Campo Belo. O espaço abriga 12 eletropostos, que permitem reabastecer 24 veículos de forma simultânea. O tempo estimado para recarga total é de três horas. O investimento foi de R$ 5 milhões. Ao Valor, a companhia informou estar em conversas com outras empresas para aumentar o negócio, inicialmente, de olho na frota de ônibus elétricos da capital paulista, que hoje é de 1.759 veículos, segundo a Prefeitura de São Paulo. Os ônibus na cidade superam os 13 mil e são objeto de metas de descarbonização nos próximos anos. De acordo com o diretor comercial da Motiva, João Pita, a iniciativa atende uma necessidade imediata dos operadores de ônibus e de infraestruturas relacionadas, com os quais o grupo tem contato por operar seis terminais paulistanos. “A necessidade de eletrificarmos todo este sistema, seja as garagens, os terminais de ônibus e outras áreas, é premente. E vimos que essa linha de negócio que não é especialidade dessas empresas, que transportam pessoas, gerem uma frota de ônibus, mas não são especialistas em sistema elétrico”, apontou.”
Fonte: Valor Econômico; 21/09/2026
Fundo Vale usa R$ 1 como isca e mobiliza R$ 5,9 para a floresta
“Para cada R$ 1 que aportou, o Fundo Vale diz ter mobilizado outros R$ 5,9 de bancos, fundos, organismos internacionais e investidores públicos. Este é o dado central do Relatório de Impacto da Vale ao qual a EXAME teve acesso em primeira mão, a ser divulgado nas próximas semanas, e parece traduzir uma aposta: usar o capital do fundo não como financiamento permanente, mas como capital catalítico, capaz de atrair capital de terceiros. Criado em 2009, o Fundo Vale é o braço de fomento da mineradora para as agendas de natureza e clima. E o novo balanço registra uma mudança em sua função. Nos 16 anos cobertos pelo reporte, o fundo aportou R$ 576 milhões em 169 projetos e 887 negócios. O que o documento sugere é que o valor desse braço deixa de estar no tamanho do cheque e passa a estar na engenharia financeira em torno dele. O mecanismo por trás do multiplicador é familiar a quem trabalha com blended finance. Ao assumir as primeiras perdas de uma operação, dar garantias ou aceitar receber por último, o Fundo tira parte do risco da mesa e melhora a relação entre risco e retorno para os investidores que vêm depois. É o tipo de reforço que soluções baseadas na natureza costumam não conseguir sozinhas, por operarem em cadeias pouco estruturadas, com ciclos longos e sem garantias ou histórico financeiro que um banco reconheça.”
Fonte: Exame; 21/09/2026
Política
A IA tem sede de gigawatts: o Brasil está pronto para a conta?
“A inteligência artificial generativa opera na nuvem, mas respira gigawatts no chão de fábrica da economia digital. Segundo análises da Agência Internacional de Energia (IEA), o consumo global de eletricidade de data centers deve mais que dobrar até 2030, aproximando-se da marca de 1.000 TWh anuais, impulsionado pela computação intensiva de servidores acelerados (GPUs) para treinamento e inferência de modelos de IA. Esse avanço acelerado inaugurou um choque de realidade na transição energética: não basta substituir a matriz fóssil legada; é preciso atender a uma demanda contínua, massiva e concorrencial por eletricidade descarbonizada. Para o Brasil, cuja matriz elétrica conta com mais de 80% de fontes renováveis, abre-se uma janela geopolítica singular – cercada, contudo, por restrições operacionais severas. O apetite do mercado reflete essa corrida. Dados do Ministério de Minas e Energia (MME) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontam que os pedidos de conexão à rede elétrica para projetos de data centers já superam a marca de 38 GW em potência demandada, com mais de 7 GW já formalizados ou com pareceres favoráveis emitidos. Todavia, a conversão desse interesse em polos sustentáveis de processamento esbarra em exigências regulatórias mandatórias e na física do Sistema Interligado Nacional (SIN).”
Fonte: Valor Econômico; 22/09/2026
Leilão de baterias: agentes divergem sobre rateio de custos, acesso à rede e temem conteúdo local
“O rateio dos custos da contratação de baterias, a participação de projetos de armazenamento localizados junto a usinas existentes e medidas para evitar pressões sobre atrasos e aumento de custos devido às exigências de conteúdo local estão entre as principais discussões levantadas por agentes do setor elétrico na consulta pública da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre os leilões de baterias (BESS) previstos para dezembro. A consulta sobre a minuta do edital ficou aberta de 30 de julho a 14 de setembro e recebeu 88 contribuições, que foram divulgadas na segunda-feira (21/9). Com mais de 6 mil projetos cadastrados nos leilões, um dos temas que divide os agentes é a possibilidade de os custos da contratação das baterias serem rateados com os consumidores, e não apenas entre os geradores, conforme prevê a legislação atual. O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania/SP) apresentou um projeto para revogar o dispositivo da lei vigente e redistribuir os custos, o PL 3.716/2026. A discussão já levanta a hipótese no setor de adiamento dos certames. Nas contribuições à Aneel, associações de geradores e desenvolvedores propõem que o edital adote uma redação neutra para acomodar eventuais revisões legislativas que visem compartilhar os custos com os consumidores finais.”
Fonte: Eixos; 21/09/2026
Internacional
Empresas
Kuehne+Nagel firma parceria com a Amazon para logística de data centers
“A Kuehne+Nagel fechou um acordo de longo prazo com a Amazon para expandir sua atuação na infraestrutura global de data centers e fortalecer os serviços prestados à gigante norte-americana de tecnologia. A parceria aprofunda a relação comercial já existente entre os dois grupos e engloba o fornecimento de serviços à Amazon Web Services (AWS), cobrindo o transporte, a instalação, a manutenção e a modernização de equipamentos em escala mundial. Pela estrutura do acordo, a Amazon recebeu uma opção de compra sobre ações já existentes da Kuehne+Nagel, com prazo de vigência de até sete anos e vinculada ao atingimento de metas comerciais e à prestação de serviços logísticos. O instrumento confere à gigante americana a flexibilidade de liquidar os contratos por meio de entrega física de papéis ou em dinheiro.”
Fonte: Valor Econômico; 21/09/2026
Investidores pressionam big techs por ‘IA limpa’
“O apetite energético da inteligência artificial das big techs subiu rapidamente no ranking de prioridades de investidores. E o motivo apresentado liga riscos climáticos a riscos financeiros. Gestores de recursos enxergam o consumo de energia da IA como um risco concreto de precificação — de eletricidade, de insumos e, no limite, de inflação — que pode corroer o valor das empresas em que investem. Um levantamento da empresa de pesquisa e análise Morningstar com donos de ativos (asset owners) no montante de US$ 20 trilhões trouxe, como um dos pontos de destaque, a preocupação com o aumento da demanda por data centers e energia pela IA e como isso pode elevar os custos de energia e inflação. Ao todo, 60% dos entrevistados manifestaram essa preocupação. O número de asset owners preocupados com o impacto ambiental do uso da tecnologia cresceu exponencialmente: passou de 12% dos entrevistados, em 2025, para 25%, neste ano. É a única preocupação ambiental que subiu na pesquisa: qualidade do ar, preparação para a transição climática e agricultura sustentável, por exemplo, recuaram. A preocupação tem levado alguns investidores a agir para proteger seus portfólios. A gestora britânica Legal and General (L&G), que tem US$ 1,2 trilhão em ativos, iniciou uma ação de engajamento acionário com as hyperscalers (big techs que operam infraestruturas massivas de data centers) desde o ano passado, pressionando para que elas divulguem suas práticas e exposições a riscos. “A Meta poderia aprimorar suas divulgações sobre como equilibra a necessidade de ‘rapidez no fornecimento de energia’ com a necessidade de energia limpa e confiável”, afirmou em relatório publicado neste mês.”
Fonte: Capital Reset; 21/09/2026
Empresas ocidentais ficam atrás da China na corrida das baterias de sódio
“O Ocidente ficou atrás da China no desenvolvimento do mais recente avanço científico em baterias — que utiliza sais de sódio dissolvidos em água para competir com as baterias de íon-lítio —, segundo especialistas. Cientistas descobriram que manter a solução salina em um componente-chave da bateria, permitindo que ela circule entre os eletrodos positivo e negativo, aumenta drasticamente o desempenho. Isso poderia ajudar a quebrar o domínio chinês sobre os metais necessários para as baterias de íon-lítio, utilizadas em veículos elétricos e sistemas de energia de reserva. A China já domina a produção de células de bateria de íon-sódio. A montadora chinesa Changan está desenvolvendo o primeiro veículo elétrico produzido em massa no mundo movido a baterias de íon-sódio fabricadas pela líder do setor, a CATL. A capacidade produtiva do país superou em muito a demanda, à medida que a China busca manter sua posição como potência global na fabricação e no design de baterias. “O Ocidente perdeu o bonde” na corrida para ser pioneiro na tecnologia de íon-sódio, afirmou Max Reid, chefe da área de custos de baterias da consultoria CRU Group. Ampliar a cadeia de suprimentos exigiria “investimentos de 100 milhões de dólares por fábrica, no mínimo, e não estamos vendo nada disso fora da China”, disse ele. Startups de baterias da Europa e dos EUA depositavam suas esperanças na chance de superar seus rivais chineses utilizando baterias de íon-sódio, visto que elas podem ser fabricadas a partir de materiais abundantes, incluindo a água do mar. Já as baterias à base de lítio dependem de metais como grafite e cobalto, cuja produção é dominada pela China.”
Fonte: Financial Times; 21/09/2026
Política
Takaichi enfatizará investimentos japoneses nos EUA em conversas com Trump
“A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, planeja destacar o compromisso do Japão com investimentos vultosos nos Estados Unidos e suas contribuições para a economia americana ao se reunir com o presidente americano, Donald Trump, nesta terça-feira (22), em Nova York. O encontro, a ser realizado paralelamente à Assembleia Geral da ONU, marcará a primeira cúpula formal entre os dois líderes desde que Takaichi visitou Washington em março. Eles tiveram uma conversa informal de cinco minutos durante a reunião dos líderes do G7 na França, em junho deste ano. O Japão comprometeu-se a investir US$ 550 bilhões nos Estados Unidos como parte de um acordo tarifário com a administração Trump. O governo japonês e empresas privadas decidiram, até o momento, investir em infraestrutura ligada ao setor de petróleo e em projetos de geração de energia para inteligência artificial (IA). Takaichi enfatizará os empregos que serão criados nos Estados Unidos graças aos investimentos japoneses.”
Fonte: Valor Econômico; 22/09/2026
Envios de terras raras da China aos EUA diminuem antes do encontro entre Trump e Xi
“As remessas chinesas de imãs de terras raras aos Estados Unidos diminuíram em agosto, em meio à expectativa de que o suprimento de materiais cruciais para setores industriais de ponta seja um ponto de atrito na reunião de cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping em Washington nesta semana. Os envios de imãs de terras raras da China aos EUA recuaram para 512 toneladas em agosto, 13% a menos do que no mesmo mês de 2025 e 20% a menos do que em julho, segundo dados oficiais da alfândega chinesa divulgados no domingo (20). As terras raras estão entre as dezenas de minerais críticos que são controlados em grande medida pelos chineses e são indispensáveis para a produção de materiais avançados e aparelhos de alta tecnologia. A China é a maior produtora mundial de terras raras e Pequim tem usado o acesso a esses minerais e aos ímãs feitos a partir deles como uma importante ferramenta de pressão nas negociações desde que o presidente dos EUA impôs tarifas alfandegárias em 2025. Os EUA entendem que a China não cumpriu plenamente seu compromisso de garantir o suprimento ininterrupto, um ponto-chave da trégua comercial de um ano acertada em novembro pelos dois líderes em Busan, na Coreia do Sul.”
Fonte: Valor Econômico; 21/09/2026
A corrida para 2030: energia limpa bate recorde no mundo, mas capacidade precisa mais que dobrar
“A transição energética é irreversível, mas ainda não avança na velocidade exigida pela crise climática. O alerta foi feito por Simon Stiell, secretário-executivo da ONU para Mudanças Climáticas, em discurso durante a Semana do Clima de Nova York, ao comentar os novos dados da Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA). Divulgado nesta segunda-feira, 21, o relatório dimensiona o desafio: apesar do recorde de energias renováveis no mundo em 2025, a capacidade de geração precisará mais que dobrar até 2030. A corrida até o final desta década busca alcançar um acordo firmado por quase 200 países na COP28, em Dubai: triplicar a capacidade global de fontes limpas e dobrar o ritmo de melhoria da eficiência energética até 2030. Para cumprir a primeira meta, o mundo precisa alcançar 11,2 terawatts (TW) de capacidade renovável instalada. Ao fim de 2025, havia chegado a 5,15 TW. Isso significa que, nos próximos cinco anos, será necessário adicionar mais capacidade do que em todos os anos anteriores somados. Em 2025, foram instalados 693 gigawatts (GW) de nova capacidade renovável, o maior volume já registrado. Ainda assim, a média anual terá de subir para 1.200 GW entre 2026 e 2030, ou cerca de 73% acima do resultado do último ano.”
Fonte: Exame; 21/09/2026
UE exigirá que centros de dados divulguem dados sobre eficiência energética e hídrica
“A Comissão Europeia propôs, na segunda-feira, regras que exigem que os centros de dados na Europa divulguem a eficiência com que utilizam energia e água, em meio a preocupações crescentes com o consumo de recursos por essas instalações. A UE pretende triplicar sua capacidade de centros de dados nos próximos sete anos para apoiar o rápido desenvolvimento da inteligência artificial e tentar reduzir a dependência das gigantes tecnológicas dos EUA. Isso traz o risco de sobrecarregar as redes de energia da Europa, esgotar recursos hídricos e aumentar as emissões de CO2, caso o consumo de energia e água dessas enormes instalações não seja controlado. Para incentivar as empresas a construir centros de dados mais eficientes no uso de energia e água, a Comissão propôs um sistema de classificação para essas instalações, visando tornar tais informações mais transparentes. O sistema não imporia limites ao consumo de energia e água nem exigiria a divulgação do consumo total de eletricidade, mas obrigaria os operadores de instalações com capacidade de 500 kW a informar sua eficiência energética e hídrica utilizando um sistema de rotulagem criado pela UE. Os centros de dados também teriam de divulgar informações sobre a relação entre seu consumo de água e os níveis de estresse hídrico da região, bem como se estão aptos a oferecer serviços ao sistema energético local — por exemplo, por meio do reaproveitamento do calor residual gerado em suas operações.”
Fonte: Reuters; 21/09/2026
“A implementação global de energia renovável precisa mais do que dobrar para cumprir a meta climática de expansão das renováveis até 2030 — apesar de ter atingido um nível recorde no ano passado —, segundo um relatório divulgado na segunda-feira por organizações do setor de energias renováveis. Mais de 100 países concordaram, durante a conferência do clima COP28 em Dubai, em 2023, em triplicar a capacidade de energia renovável até 2030. O mundo adicionou pouco mais de 690 gigawatts de capacidade de energia renovável em 2025. Ainda é necessário acelerar as instalações para uma média de cerca de 1.200 GW anuais até 2030 para cumprir o compromisso de triplicação, afirmou o relatório elaborado pela Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), pela Presidência da COP31 e pela Global Renewables Alliance. A capacidade global instalada de energia renovável atingiu 5,15 terawatts no final de 2025 — ainda menos da metade da meta de 11,2 TW necessária para cumprir o compromisso. As medidas de eficiência energética também estão aquém do necessário: a intensidade energética melhorou cerca de 2% em 2025, índice abaixo da taxa anual de 4% exigida para atingir as metas de dobrar a eficiência. “As energias renováveis ainda podem suprir essa lacuna até 2030, mas a eficiência energética está ficando para trás, a demanda por eletricidade cresce mais rápido do que o esperado e a infraestrutura da rede não tem acompanhado esse ritmo”, afirmou Francesco La Camera, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Renovável, no relatório. São necessários, em média, quase US$ 1 trilhão por ano em investimentos na rede elétrica entre 2026 e 2030, aponta o relatório — um aumento em relação aos US$ 525 bilhões investidos em 2025.”
Fonte: Reuters; 21/09/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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