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Petrobras abre chamada para aquisição de biometano | Café com ESG, 03/11

Petrobras e busca biometano para descarbonização em destaque

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou a semana passada em território negativo, com o Ibovespa caindo 18,1% e o ISE 26,34%. O pregão de sexta-feira também fechou em queda, com o IBOV e o ISE recuando 0,75% e 1,61%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a Petrobras abriu uma chamada de propostas para aquisição de biometano, com fornecimento a partir de 2027 e contratos de até dez anos para a substituição de parte do gás natural consumido nas refinarias e em outras instalações industriais da companhia – a estatal também poderá comprar Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs), em contratos de até dois anos; e (ii) a chinesa Envision Energy está avaliando a possibilidade de instalar uma fábrica no Brasil para produzir baterias e turbinas eólicas, dois negócios de seu portfólio de soluções para o setor de energia que estão no foco dos planos de crescimento do país – a decisão de um eventual investimento para fabricação local dependeria de uma demonstração de interesse do governo brasileiro, segundo Marcello Trombelli, diretor de soluções e de relações institucionais e governamentais da Envision no Brasil. 

• Na política, a diretoria da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou a inclusão da ação “Regulamentação do Sistema Brasileiro de Certificação de Hidrogênio de Baixo Carbono” na Agenda Regulatória 2025-2026 – segundo a ANP, a antecipação da regulamentação do sistema de certificação, inicialmente prevista na proposta da agenda regulatória 2027-2028, ocorre em razão de sua importância para os investidores do setor e para a implementação de políticas públicas de incentivo à produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono.

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Brasil

Chinesa Envision Energy estuda fábrica no Brasil para baterias e turbinas eólicas

“A chinesa Envision Energy está avaliando a possibilidade de instalar uma fábrica no Brasil para produzir baterias e turbinas eólicas, dois negócios de seu portfólio de soluções para o setor de energia que estão no foco dos planos de crescimento para o país, disse um executivo da companhia à Reuters. A decisão de um eventual investimento para fabricação local dependeria de uma demonstração de interesse do governo brasileiro, segundo Marcello Trombelli, diretor de soluções e de relações institucionais e governamentais da Envision no Brasil. “Nós estamos em constante contato com os governos, estaduais e federal, no intuito de demonstrar as soluções que nossas tecnologias podem trazer para o sistema elétrico brasileiro. Já seria possível termos nossas fábricas aqui, mas também é preciso que demonstrem interesse”, afirmou ele à Reuters, à margem do evento Brazil Windpower, na terça-feira.”

Fonte: Folha de São Paulo; 02/11/2026

EDP Brasil conclui aquisição de ações da EDP Renováveis Brasil

“A EDP Brasil anunciou nesta sexta-feira a conclusão da operação de aquisição das ações da EDP Renováveis Brasil em uma transação que foi avaliada em R$ 9 bilhões. As ações da EDP Renováveis Brasil eram detidas pela EDP Renewables, que tinha como acionista majoritária a Energias de Portugal (EDP), mesma controladora da EDP Brasil. O preço final da transação foi fixado em R$ 5,6 bilhões, representando um ajuste positivo ao preço causado pelos aportes de capital da EDP Renewables na EDP Renováveis Brasil. Em maio, a EDP havia anunciado a integração dos seus negócios no mercado brasileiro sob a subsidiária EDP Brasil, buscando reforçar sua competitividade no mercado livre de energia.”

Fonte: Valor Econômico; 30/10/2026

Petrobras abre chamada para aquisição de biometano

“A Petrobras abriu nesta sexta-feira (30/10) uma chamada de propostas para aquisição de biometano, com fornecimento a partir de 2027 e contratos de até dez anos. O combustível será destinado principalmente à substituição de parte do gás natural consumido nas refinarias e em outras instalações industriais da companhia. A estatal também poderá comprar Certificados de Garantia de Origem de Biometano (CGOBs), em contratos de até dois anos. A iniciativa busca preparar a Petrobras para cumprir as obrigações da Lei do Combustível do Futuro, que criou o programa nacional de descarbonização dos produtores e importadores de gás natural. As propostas serão não vinculantes e poderão contemplar empreendimentos em operação ou em desenvolvimento, com diferentes pontos de entrega no país. A Petrobras informou que avaliará a competitividade, a maturidade dos projetos e a data de início do fornecimento antes de encaminhar as ofertas para negociação comercial.”

Fonte: Eixos; 30/10/2026

Financiamento climático precisa chegar à indústria de ferro e aço, diz Climate Finance Hub

“A indústria brasileira de ferro e aço precisa de financiamento com juros menores e prazos mais longos para avançar na descarbonização, além de infraestrutura para levar combustíveis de baixo carbono às plantas industriais, afirma a diretora-executiva do Climate Finance Hub Brasil, Christinne Maroun. O diagnóstico acompanha os resultados de uma pesquisa da organização — Caderno Setorial de Ferro & Aço — com sete empresas responsáveis por 85% da produção nacional de aço. Embora 86% desenvolvam iniciativas para ampliar o uso de energia de baixo carbono, 43% não possuem metas formais de redução de emissões. Em entrevista à agência eixos, Maroun avalia que os instrumentos de financiamento climático disponíveis no país ainda precisam alcançar mais projetos do setor.”

Fonte: Eixos; 30/10/2026

BYD nacionaliza produção de carros no Brasil e se prepara para exportações no Mercosul

“Em julho de 2025, a BYD inaugurou a fábrica de Camaçari (BA) em meio a questionamentos sobre o que, de fato, seria produzido no Brasil. Passados 16 meses, a empresa confirma a chegada de 17 fornecedores instalados no complexo e apresenta as unidades de pintura, estamparia de peças e soldagem. Os investimentos na região já ultrapassaram os R$ 11 bilhões, conforme dados divulgados pela empresa. Com as novas etapas fabris, os regimes CKD e SKD —em que os veículos chegam desmontados ou parcialmente montados no país— serão gradativamente substituídos pela produção local. Os carros considerados nacionais começam a ser feitos entre novembro e dezembro, e o índice de 50% de localização deve ser atingido em janeiro. A estratégia abre a possibilidade de exportações para países do Mercosul, cujo acordo prevê um conteúdo nacional mínimo de 35%.”

Fonte: Folha de São Paulo; 30/10/2026

Usina Santa Terezinha compra insumos da Syngenta com CBios

“A usina Santa Terezinha, dona de sete usinas sucroenergéticas no Paraná, realizou uma operação de compra de insumos da Syngenta por meio da entrega de créditos de descarbonização (CBios). A empresa de açúcar e etanol acertou a compra de insumos químicos e biológicos por um volume de CBios equivalente a R$ 370 mil. Cada transação é detalhada em um termo de adesão específico, no qual se definem as condições comerciais e o volume de créditos a serem liquidados para aportar na aquisição de produtos da Syngenta. O coordenador de sustentabilidade da Syngenta, Gabriel Moura, ressaltou em nota que o uso de CBios como modalidade de pagamento reforça “a importância de instrumentos financeiros na transição para uma economia de baixo carbono”. Segundo o diretor comercial para cana-de-açúcar na companhia de insumos, Henrique Franco, esta foi a primeira negociação com CBios realizada pela empresa no setor canavieiro.”

Fonte: NovaCana; 30/10/2026

Cocal prevê emissões negativas de 11g de CO2 por megajoule com captura de carbono

“Enquanto a gasolina europeia emite cerca de 94 gramas de CO2 equivalente por megajoule e o combustível fóssil brasileiro registra 87,4 gCO2/MJ, o etanol de uma sucroenergética consegue 20,46 gCO2/MJ. Com uma planta de biogás, essas emissões podem cair para 15,01 gCO2/MJ e, ao incluir biofertilizantes nos canaviais e biometano na frota que anteriormente utilizava diesel, seria possível atingir 2,69 gCO2/MJ. Os números foram apresentados pelo diretor-presidente da Cocal, Abel Uchoa, durante evento da consultoria Datagro realizado em São Paulo (SP). Para o futuro, com a inclusão de tecnologias de captura de carbono, ele calcula que a companhia possa registrar emissões negativas de 11 gCO2/MJ.”

Fonte: NovaCana; 30/10/2026

MME propõe elevar fatia mínima de renováveis no leilão Sisol de 2027

“O Ministério de Minas e Energia (MME) propôs elevar de 22% para 30% a participação mínima de fontes renováveis na energia gerada pelas soluções de suprimento que disputarão o Leilão dos Sistemas Isolados (Sisol) de 2027. A exigência, adotada pela primeira vez no certame realizado em setembro de 2025, foi ampliada na minuta de portaria colocada em consulta pública nesta quinta-feira, 29 de outubro. A proposta em consulta prevê oito lotes, com disponibilidade de potência requerida de aproximadamente 123,66 MW, para atender 31 localidades no Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia e Acre. Segundo o MME, o leilão abrange uma população estimada de 482,7 mil habitantes. As contribuições à Consulta Pública 240/2026 poderão ser apresentadas até 17 de novembro. Pela minuta, o percentual mínimo de renováveis deverá ser observado individualmente por projeto que componha a solução de suprimento. A exigência não será aplicada às soluções com período de suprimento igual ou inferior a 60 meses ou que utilizem gás natural como combustível principal. A parcela de biodiesel adicionada obrigatoriamente ao óleo diesel não será considerada no cálculo do percentual renovável.”

Fonte: Eixos; 30/10/2026

ANP antecipa regulamentação da certificação de hidrogênio de baixa emissão de carbono

“A diretoria da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou nesta quinta-feira, 29, a inclusão da ação “Regulamentação do Sistema Brasileiro de Certificação de Hidrogênio de Baixo Carbono” na Agenda Regulatória 2025-2026 e a atualização do documento “Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono – Manual para Solicitação de Autorizações”. A decisão faz parte das medidas adotadas pela ANP para implementar as competências regulatórias relativas ao hidrogênio de baixa emissão de carbono, atribuídas pela Lei nº 14.948/2024 e pelo Decreto nº 13.096/2026, publicado em agosto deste ano. Segundo a ANP, a antecipação da regulamentação do sistema de certificação, inicialmente prevista na proposta da agenda regulatória 2027-2028, ocorre em razão de sua importância para os investidores do setor e para a implementação de políticas públicas de incentivo à produção de hidrogênio de baixa emissão de carbono. “A futura regulamentação estabelecerá as regras para a certificação do hidrogênio de baixo carbono, incluindo a definição da metodologia a ser utilizada para verificar seu enquadramento nos parâmetros estabelecidos pela legislação”, disse a agência, em nota.”

Fonte: NovaCana; 30/10/2026

MME estima que biocombustíveis terão investimentos de R$ 142 bilhões até 2036

“O Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publicaram nesta quinta-feira, 29, o Caderno de Biocombustíveis e Combustíveis Sintéticos do Plano Decenal de Expansão de Energia 2036 (PDE 2036). Nele, os órgãos estimam investimentos de R$ 142 bilhões no setor entre 2027 e 2036. O documento também mostra que a oferta brasileira de etanol deve crescer 2,5% ao ano na próxima década, saltando de 41,6 bilhões para 53,1 bilhões de litros. A consulta pública do PDE 2036 está aberta até 6 de novembro de 2026. A demanda por biodiesel deve alcançar 14,7 bilhões de litros em 2036, de acordo com as projeções. A produção de etanol de segunda geração (E2G) deverá alcançar 600 milhões de litros em 2036. Já a demanda total de etanol deverá atingir 50,7 bilhões de litros em 2036, considerando a mistura obrigatória de 30% de etanol anidro na gasolina C.”

Fonte: NovaCana; 30/10/2026

Lula, participará da cúpula climática COP31 da ONU na Turquia

“O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva participará da cúpula climática COP31 em Antalya, na Turquia, informou a Presidência do Brasil nesta sexta-feira. A confirmação ocorreu pouco depois de Lula ter sido reeleito presidente do Brasil, no último domingo. A chegada de Lula a Antalya está prevista para o dia 10 de novembro, para a cúpula de líderes que ocorrerá nos dias 11 e 12 de novembro, no âmbito das negociações anuais da ONU sobre o clima. No dia 13 de novembro, ele seguirá para as Filipinas para a cúpula da ASEAN, para a qual foi convidado pelo segundo ano consecutivo.”

Fonte: Reuters; 30/10/2026

Internacional

Montadoras pedem ao Congresso dos EUA que aprove proibição permanente de veículos chineses

“Um grupo que representa quase todas as principais montadoras instou, nesta segunda-feira (2), os parlamentares dos Estados Unidos a aprovarem uma proibição permanente de veículos chineses quando retornarem na próxima semana para uma sessão rápida após as eleições legislativas de meio de mandato. Em setembro, os autores da proposta bipartidária no Senado para proibir veículos chineses concordaram em adiar a tentativa de acelerar a tramitação do projeto de lei até novembro, apesar do apoio esmagador. “Precisamos proteger o mercado dos EUA de uma enxurrada de importações chinesas que trazem riscos de vigilância e prejudicam os fabricantes atuais, que fizeram investimentos de gerações nas comunidades americanas”, disse John Bozzella, que lidera a Aliança para a Inovação Automotiva, que representa a General Motors, a Toyota, a Volkswagen e outras grandes montadoras. Alguns assessores do Congresso e lobistas do setor automotivo acreditam que, caso os democratas conquistem o controle do Congresso, talvez não haja tempo suficiente para aprovar a proibição de veículos chineses antes do fim desta sessão, em dezembro. Bozzella citou os grandes ganhos chineses no mercado europeu.”

Fonte: Valor Econômico; 02/11/2026

TotalEnergies avalia que guerra no Irã pode acelerar transição energética

“A TotalEnergies vê potencial para que a guerra no Irã acelere a transição energética após um aumento nas vendas de veículos elétricos nos últimos meses, afirmou nesta segunda-feira (2) o diretor de sustentabilidade da empresa, embora a tendência precise se manter para que a empresa revise suas previsões. O presidente Patrick Pouyanne disse que a empresa ainda espera que os preços do petróleo atinjam seu pico em algum momento das décadas de 2030 ou 2040, embora tenha acrescentado que a empresa não poderia ser mais precisa. A guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã abalou os mercados globais de energia, fazendo os preços do petróleo e do gás dispararem e levando os consumidores a migrarem para veículos elétricos a fim de reduzir o custo do combustível caro. Em sua perspectiva anual de energia, a TotalEnergies afirmou que a crise poderia atuar como um “acelerador” da transição energética, apontando para um aumento acentuado nas vendas de veículos elétricos na Ásia, América Latina e Europa, além de um aumento nas exigências de mistura de biocombustíveis que estavam influenciando os padrões de consumo de energia.”

Fonte: Valor Econômico; 02/11/2026

COP31 aposta no desperdício zero e na economia circular

“Sem um grande tema de negociação nem revisão de metas do Acordo de Paris na pauta, a COP31, Conferência do Clima da ONU que acontece de 9 a 20 de novembro em Antalya, na Turquia, quer se firmar como a conferência da implementação. E a presidência turca escolheu resíduos, economia circular e desperdício zero como um dos caminhos para mostrar resultados práticos. “Essa será a COP da ação e da implementação”, afirma Carlos Silva Filho, assessor especial do Campeão de Alto Nível para o Clima da COP31 (Climate High-Level Champion). O brasileiro integra a equipe de quatro assessores de Samed Agirbas, o campeão climático da COP31. Silva Filho é responsável pela agenda de Desenvolvimento Sustentável e Economia Circular e participou da formatação das metas para o setor anunciadas em setembro, na Semana do Clima de Nova York.”

Fonte: Valor Econômico; 03/11/2026

Centro de dados no interior da Austrália retira cronograma após entrave por parte do órgão regulador

“O desenvolvedor de um dos maiores data centers planejados na Austrália descartou a data prevista para o início das operações, após um órgão regulador informar que precisaria de mais tempo do que o habitual para definir os parâmetros ambientais — um contratempo para as ambições do país de se tornar um destino ágil para investimentos em inteligência artificial. A startup Energy North, que afirma contar com financiamento para o desenvolvimento de um amplo data center — movido a gás e energia solar — em uma fazenda de gado no remoto norte do país, a 683 km da cidade mais próxima, havia indicado, em documentos regulatórios apresentados há quatro meses, a data de 28 de junho de 2028 para o início do fornecimento de energia.”

Fonte: Reuters; 03/11/2026

Países chegam a acordo na COP17 para acelerar ações em prol da biodiversidade, mas ainda faltam recursos financeiros

“Governos reunidos em uma conferência da ONU, encerrada no sábado, concordaram em intensificar os esforços para proteger a biodiversidade global — após negociações que se estenderam durante a noite —, embora o financiamento necessário para concretizar essas metas continue incerto. A conferência COP17, realizada ao longo de duas semanas na capital da Armênia, ocorreu em um cenário político marcado por tensões, justamente quando o mundo se prepara para novas negociações sobre o clima, com início em 9 de novembro, na Turquia. O encontro em Yerevan promoveu a primeira avaliação global do Marco Global para a Biodiversidade, estabelecido em Montreal há quatro anos. Embora tenha havido avanços, os delegados reconheceram que eles são insuficientes, uma vez que o mundo está longe de alcançar a quase totalidade de suas metas.”

Fonte: Reuters; 31/10/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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