Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O pregão de quarta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 1,21% e 3,13%, respectivamente.
• Do lado das empresas, (i) segundo Silvia Wada, diretora de Finanças, RI e Desenvolvimento de Negócios da ISA Energia, as regras do leilão de reserva de capacidade (LRCap) de baterias previsto para dezembro atrapalham a participação de transmissoras, devido à possibilidade de que as empresas sejam obrigadas a repassar parte das receitas obtidas para a modicidade tarifária – em contexto, o entendimento da Procuradoria Federal junto à Aneel estabelece que as transmissoras podem participar do leilão de baterias, desde que repassem parte dos ganhos com o novo negócio; e (ii) a Viridis fechou ontem um acordo de fornecimento de terras raras (“off-take”) de seu projeto em Minas Gerais para a fábrica da química belga Solvay em La Rochelle, na França – o arranjo tem duração de sete anos, com início dos embarques previstos para 2028.
• Segundo dados da Anfavea, o emplacamento de veículos elétricos leves que admitem carregamento na rede (elétricos e híbridos plug-in) atingiu 14,5% do total de veículos leves emplacados entre janeiro e setembro de 2026 no Brasil – nos nove primeiros meses do ano foram emplacados 166,5 mil veículos elétricos, que são movidos apenas a bateria, e mais 137,2 mil veículos híbridos plug-in, que podem ser carregados na rede elétrica.
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Brasil
Empresas
Viridis acelera financiamento e vai vender terras raras à Europa
“A Viridis fechou ontem (4) um acordo de fornecimento de terras raras (“off-take”) de seu projeto em Minas Gerais para a fábrica da química belga Solvay em La Rochelle, na França. O arranjo tem duração de sete anos, com início dos embarques previstos para 2028, e garante que a mineradora australiana terá fluxo de caixa quando entrar em operação. O ativo demanda investimento de US$ 449 milhões (R$ 2,4 bilhões ao câmbio atual) e, atualmente, ainda se encontra em fase pré-operacional. O acordo é importante porque servirá como garantia para bancos com quem a mineradora mantém conversas para obter crédito, etapa desafiadora e mais importante para ativos ainda sem produção seguirem adiante. “Se não há caixa garantido entrando, ninguém quer te dar dinheiro”, disse ao Valor Rafael Moreno, presidente da Viridis. “Não existiríamos em 2030 se não conseguíssemos o ‘off-take’, porque sem ele não conseguimos financiamento”, acrescentou.”
Fonte: Valor Econômico; 05/11/2026
Transição energética impõe desafios e oportunidades para desenvolvimento de comunidades locais
“Iniciativas de transição energética são importantes não apenas para reduzir emissões de gases do efeito estufa que elevam a temperatura média do planeta. O tema também é essencial para promover inclusão econômica e social em comunidades locais, principalmente em regiões como a Amazônia. Durante o evento “Transição Energética – a conta da mudança: quem paga, quem ganha e quem pode ficar para trás”, realizado pelos jornais Valor Econômico e o Globo em Belém, capital do Pará, nesta quarta-feira (4), executivos, empresários e especialistas em desenvolvimento destacaram os desafios e as oportunidades envolvidas no processo de mudar a matriz energética para fontes renováveis. Segundo o gerente de regulação da distribuidora de energia elétrica Equatorial Pará, Gustavo Tavares, o acesso à energia é um dos primeiros passos à cidadania das pessoas, o que impõe ao processo de transição energética o entendimento de que nenhuma família deve ser negligenciada nos esforços de limpar as matrizes energéticas.”
Fonte: Valor Econômico; 04/11/2026
Cade condena farmacêuticas por cartel internacional
“O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica condenou um conjunto de empresas farmacêuticas e pessoas físicas por formação de cartel na cadeia de produção e comercialização de produtos utilizados na composição de medicamentos antiespasmódicos. A decisão foi unânime. Foram condenadas quatro empresas e três pessoas físicas. Foram fixadas multas de R$ 4,184 milhões para a Alchem International; R$ 10 milhões para a Alkaloids of Australia, R$ 75 mil para a Alkaloids Corporation, India e R$ 2,428 milhões para a Vital Laboratories. Para três pessoas físicas foram fixadas multas que somam R$ 662 mil. O processo foi arquivado em relação a outras três empresas e três pessoas físicas que firmaram acordo com o Cade. Também foi extinta a ação punitiva por acordo de leniência feito por três pessoas físicas, as primeiras a admitirem a conduta perante o Conselho e levarem provas. O relator, conselheiro José Levi, considerou no voto que o cartel internacional teve efeitos no Brasil, tendo como objeto fármacos, no caso, o princípio ativo do Buscopan. O relator citou que havia extensão de provas analisada nesse caso. O conselheiro afirmou que o valor baixo de uma das multas se refere ao fato de ser uma empresa que não tem mais atuação.”
Fonte: Valor Econômico; 04/11/2026
“Mineradoras cobram do governo as regras que vão definir quais negócios com estrangeiros precisam do aval do novo conselho de minerais críticos. O primeiro grande caso na fila é a compra da Meteoric, dona de um projeto de terras raras em Minas Gerais, pela australiana Lynas, por cerca de R$ 3,5 bilhões. A cobrança foi feita nesta terça (3/11), em seminário na Câmara dos Deputados. No mesmo evento, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Márcio Elias Rosa, disse que a regulamentação da triagem virá depois da definição da lista de minerais e das diretrizes da política. O conselho deve se reunir pela primeira vez em menos de 30 dias. Marisa Cesar, presidente do conselho da Associação de Minerais Críticos (AMC) e diretora da australiana PLS, citou a Meteoric e lembrou que ocorrem no país mais de 4 mil operações por ano, muitas de fundos menores, que ficam sem critério enquanto as regras não saem. “Quanto tempo vamos ter essa regulamentação? Quanto tempo demorará para ter a implementação?”, questionou. A AMC, criada em novembro de 2025 por mineradoras de menor porte, tem na vice-presidência do conselho Marcelo Carvalho, diretor executivo da Meteoric Brasil, segundo a Agência iNFRA.”
Fonte: Eixos; 04/11/2026
Regras do LRCap de baterias para transmissoras ‘não fazem sentido’, diz ISA Energia
“As regras do leilão de reserva de capacidade (LRCap) de baterias previsto para dezembro atrapalham a participação de transmissoras, devido à possibilidade de que as empresas sejam obrigadas a repassar parte das receitas obtidas para a modicidade tarifária, segundo a ISA Energia. “A gente entende que não faz sentido, considerando que isso praticamente inviabiliza a participação desse tipo de player, diminuindo a competição”, disse a diretora de Finanças, Relações com Investidores e Desenvolvimento de Negócios da ISA Energia, Silvia Wada. De acordo com o entendimento da Procuradoria Federal junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), as transmissoras podem participar do leilão de baterias, desde que repassem parte dos ganhos com o novo negócio. Além disso, Wada avalia que há incertezas regulatórias no rateio do encargo. “Mesmo com a publicação do edital, a gente tem algumas incertezas regulatórias, principalmente relacionadas ao rateio do encargo, que vai remunerar o certame. A gente tem, em paralelo, um projeto de lei transitando em caráter de urgência na Câmara, onde a lei que determina quem são os pagadores, que são os geradores hoje, poderia ser revertida”, disse Wada nesta quarta-feira, 4 de novembro, durante teleconferência com acionistas sobre os resultados da ISA Energia no terceiro trimestre de 2026.”
Fonte: MegaWhat; 04/11/2026
Elétricos representam 14% dos emplacamentos de veículos leves em 2026
“O emplacamento de veículos elétricos leves que admitem carregamento na rede (elétricos e híbridos plug-in) representa 14,5% do total de veículos leves emplacados no Brasil, entre janeiro e setembro de 2026. Os dados são da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). De acordo com os dados da associação, nos nove primeiros meses do ano foram emplacados, no Brasil 166,5 mil veículos elétricos, que são movidos apenas a bateria, e mais 137,2 mil veículos híbridos plug-in, que podem ser carregados na rede elétrica. Somadas, estas categorias respondem por 14,5% dos 2,1 milhões de veículos leves emplacados até setembro de 2026. Entre janeiro e setembro deste ano houve, ainda, mais 130,1 mil emplacamentos de veículos leves híbridos, que usam bateria, mas não são carregados na rede de eletricidade. Nestes casos, o carregamento ocorre, por exemplo, por meio de frenagem regenerativa.”
Fonte: MegaWhat; 04/11/2026
Brasilcom pede corte de 15% nas metas anuais do RenovaBio ao governo
“A associação de distribuidoras de combustíveis Brasilcom pediu ao governo, em consulta pública, uma redução de 15% nas metas anuais propostas para o programa federal RenovaBio, alegando que perspectivas mais fracas para a economia, avanço dos veículos elétricos e o crescimento dos biocombustíveis devem reduzir a demanda por combustíveis fósseis. A redução das metas diminuiria a necessidade de compra de créditos de descarbonização (CBios) pelas distribuidoras de combustíveis. Os títulos representam um custo para o setor, uma vez que as empresas precisam adquiri-los para cumprir suas obrigações anuais de descarbonização. “Eles (governo) estão com uma visão muito otimista de venda de gasolina e diesel que a gente não está enxergando”, argumentou o presidente da Brasilcom, Abel Leitão, em entrevista à Reuters. No caso do diesel, combustível mais consumido do Brasil, o comportamento está muito associado à evolução do Produto Interno Bruto (PIB), lembrou.”
Fonte: NovaCana; 04/11/2026
Política
Marinha amplia vigilância de área rica em minerais críticos no mar
“A Marinha do Brasil ampliou sua capacidade de vigilância no Atlântico Sul com a ativação de um centro internacional de informações voltado à identificação de embarcações suspeitas, combate a atividades ilícitas e proteção de recursos naturais. A iniciativa também busca reforçar a segurança de rotas comerciais e instalações estratégicas em uma região que concentra reservas de petróleo, gás e minerais críticos. Inaugurado na terça-feira (3), no Rio de Janeiro, o Centro Internacional de Fusão de Informações (IFC Atlântico Sul) será responsável por reunir e analisar dados de diferentes instituições brasileiras e estrangeiras para identificar possíveis ameaças às atividades marítimas. Segundo a Marinha, o novo centro terá como área de interesse aproximadamente 40,3 milhões de quilômetros quadrados do Atlântico Sul, abrangendo águas internacionais e regiões marítimas de diferentes países. Desse total, cerca de 5,7 milhões de quilômetros quadrados correspondem à chamada Amazônia Azul, área marítima de interesse estratégico brasileiro que concentra recursos naturais, rotas comerciais e instalações essenciais à economia nacional.”
Fonte: CNN; 05/11/2026
Por que a euforia com os data centers já corre risco
“Após a aprovação do Redata gerar uma euforia inicial com uma potencial onda de investimentos em data centers no País, a demora na regulamentação da lei está acendendo um sinal de alerta. Até o momento, nenhum novo projeto foi anunciado – e a consultoria Rystad Energy acaba de reduzir suas projeções para a instalação de data centers no Brasil em dois terços: de 21 gigawatts para 7 gigawatts até 2035, citando a falta de detalhes sobre os critérios para enquadramento no plano de incentivo fiscal. A proposta original do Governo para o Redata beneficiaria apenas data centers que contratassem 100% de sua energia com fontes renováveis. No Congresso, o texto foi alterado para contemplar projetos com fontes “de baixa emissão”. O Ministério de Minas e Energia defendeu publicamente que instalações movidas a gás pudessem ser enquadradas na lei, com essa nova redação. Mas o Ministério da Fazenda tem defendido limitações ou compensações para o uso do combustível fóssil, fontes a par do assunto disseram ao Brazil Journal.”
Fonte: Brazil Journal; 04/11/2026
Ministério pede adiamento de meta de combustível sustentável na aviação
“O início da obrigação de reduzir as emissões de gases de efeito estufa na aviação, prevista para janeiro de 2027, poderá ser adiado. Um pedido formal para que a exigência seja postergada partiu do Mpor (Ministério de Portos e Aeroportos) porque o sistema de certificação necessário para operar o programa ainda não está pronto. Conforme informações obtidas pela Folha, a proposta foi enviada na semana passada ao comitê do Combustível do Futuro, ligado ao MME (Ministério de Minas e Energia). O pedido se apoia em uma análise da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), que encontrou indefinições sobre a distribuição do combustível no país, comprovação das compras pelas companhias aéreas e o modelo de fiscalização das metas.”
Fonte: Folha de São Paulo; 04/11/2026
ANP espera começar a rodar sistema de emissão dos CGOBs até fim do ano
“A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) trabalha para colocar em operação até o fim de 2026 o sistema de emissão dos Certificados de Garantia de Origem do Biometano (CGOBs) para, na sequência, implementar a plataforma de emissão dos Certificados de Sustentabilidade de Combustível Sustentável de Aviação (CS-SAF). Em entrevista ao estúdio eixos, durante a EVEx Lisboa 2026, a diretora da ANP, Symone Araújo, reconhece as complexidades de se regulamentar, em prazo exíguo, o Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV), mas destaca que o compromisso é concluir o trabalho “o mais rapidamente possível”. As plataformas do CGOBs e do CS-SAF são infraestruturas digitais desenvolvidas pela ANP em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para operacionalizar o sistema de emissão dos certificados dos dois programas, de incentivo ao biometano e SAF, respectivamente, conforme previsto na lei do Combustível do Futuro.”
Fonte: Eixos; 04/11/2026
BNDES pede que União comece já no primeiro ano aporte de até R$ 2 bi no fundo da mineração
“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pediu que a União comece a aportar já no primeiro ano o valor de até R$ 2 bilhões previstos para o fundo garantidor da mineração. O pedido foi feito nesta terça (3/11) por Pedro Paulo Dias Mesquita, gerente do Departamento de Indústria de Base Extrativa do BNDES, em seminário na Câmara dos Deputados sobre a Lei 15.506 (PL 2.780/2024), sancionada em setembro. Segundo o banco, boa parte dos projetos de minerais críticos, que somam US$ 6,3 bilhões, vão fechar financiamento em 2027 e 2028. O crédito fiscal criado pela mesma lei começa a valer em 2030. “Uma grande parte das decisões de investimento que precisam já ter a negociação do financiamento, vão ocorrer em 2027, 2028”, disse. Pela lei, as empresas do setor vão aplicar no Fundo Garantidor da Atividade Mineral (FGAM) 0,2% da receita bruta por seis anos, contados da regulamentação.”
Fonte: Eixos; 04/11/2026
Setor elétrico do Brasil deve emitir 66% mais gases até 2036, com seguro de usinas térmicas
“Dono de uma matriz elétrica considerada uma das mais limpas do mundo, o Brasil vai ampliar o volume de poluição produzida pelo setor elétrico em 66% na próxima década, de acordo com reportagem da Folha de S. Paulo. O que parece ser um paradoxo — já que a energia que mais cresce no país é aquela produzida por usinas eólicas e solares— está ligado ao tipo de produção elétrica que passou a predominar na matriz nacional. É preciso garantir a entrega de cada quilowatt, independentemente de haver vento ou sol. Nestas horas, entra em cena a energia térmica, produzida por gás e carvão, no momento em que for necessário. Até mesmo a fonte hidrelétrica, que ainda é a maior do país, oscila anualmente com o regime das chuvas, jogando parte da responsabilidade sobre o parque de geração termelétrica.”
Fonte: MegaWhat; 04/11/2026
Internacional
Empresas
Bayer foca em forte crescimento do mercado de bioinsumos da América Latina
“A alemã Bayer anunciou nesta quarta-feira, 4, que quer ampliar seu protagonismo na agricultura da América Latina com o lançamento até 2030 de 17 produtos biológicos, que atuam como biopesticidas e estimuladores de safras, de olho em um mercado na região que cresce acima da média global. Enquanto o setor de bioinsumos avança a taxas anuais de 8% no mundo, o avanço é de 14% ao ano na América Latina. No Brasil, o faturamento do segmento aumentou 15% em 2025, somando R$ 6,2 bilhões, segundo dados da associação CropLife Brasil – a Bayer não divulga números detalhados de suas vendas ou sua posição no segmento. “Somos protagonistas neste mercado, mas queremos uma posição de um pouco mais de destaque. A chegada de novos produtos para nós é a grande alavanca”, disse o vice-presidente sênior de proteção de cultivos e biológicos da Bayer para a América Latina, Luis Offa, em entrevista à Reuters.”
Fonte: NovaCana; 04/11/2026
Política
Data centers do Texas enfrentam futuro incerto após vitória democrata
“O setor de data centers do estado norte-americano do Texas foi mergulhado na incerteza pela promessa da governadora eleita, a democrata Gina Hinojosa, de frear seu crescimento acelerado. Hinojosa, que derrotou o republicano Greg Abbott em uma virada dramática na terçafeira (3), reforçou essa mensagem nas últimas semanas de sua campanha, pedindo uma moratória em todo o estado e prometendo, dias antes da votação, “impedir a invasão
dos data centers”.”
Fonte: Folha de São Paulo; 04/11/2026
Trump paga o preço da energia cara (e suja) nas urnas
“A conta de luz chegou às urnas nos Estados Unidos, em uma eleição de meio de mandato que funcionou como referendo sobre o governo de Donald Trump. A frustração dos eleitores com a alta nos preços de eletricidade e gás e com a expansão desordenada dos data centers impulsionou uma onda de vitórias democratas na Câmara, no Senado e em governos estaduais estratégicos. Os democratas fizeram da política energética de Trump um de seus alvos de campanha: atacaram o desmonte das regulações climáticas, o corte de verbas para descarbonização da indústria, a corrida pela construção de data centers e o bloqueio a eólicas offshore. Em estados vitais como Texas, Ohio e Geórgia, candidatas a governadora que defenderam regras rígidas e moratórias contra projetos intensivos em recursos de água e energia venceram corridas eleitorais decisivas. A campanha deu certo e o Partido Democrata terá maioria nas duas casas do Congresso. “Embora o clima raramente tenha sido mencionado explicitamente nas urnas, as políticas anticlimáticas de Trump moldaram o resultado”, disse Lisa Sachs, professora da Escola do Clima da Universidade Columbia, ao site Euronews. Segundo ela, segurança energética, preço acessível e emprego de qualidade passaram a formar uma agenda só.”
Fonte: Capital Reset; 04/11/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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