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Natura capta R$ 700 milhões em SLBs com metas para uso de plástico reciclado | Café com ESG, 21/09

Emissão de debênture da Natura em destaque

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou a semana passada em território negativo, com o Ibovespa caindo 1,05% e o ISE 0,18%. O pregão de sexta-feira fechou em leve queda, com o IBOV e o ISE recuando 0,41% e 0,05%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a Natura captou R$ 700 milhões por meio da emissão de debêntures com custo atrelado a uma meta de sustentabilidade, com o comprometimento de aumentar a participação de plástico reciclado e de fonte renovável nas embalagens das marcas Natura e Avon para 43% em 2028 e 46% em 2029 – caso a companhia não atinja a meta em 2028, a taxa de juros paga aumenta 0,20 ponto percentual e, se não cumpri-la em 2029, há um acréscimo adicional de 0,25 pp; e (ii) a Mombak, startup brasileira de remoção de carbono, anunciou que concluiu a primeira etapa de captação de seu segundo fundo de reflorestamento, o “Amazon Reforestation Fund II”, que contará com uma linha de crédito de R$ 200 milhões do Fundo Clima, operado pelo BNDES – além disso, a empresa anunciou que assinou um novo contrato de compra de créditos de carbono com a Salesforce, embora dados comerciais não tenham sido divulgados.

• Na política, os governadores do Amazonas e Sergipe enviaram ofícios ao presidente Lula pedindo que a regulamentação do Redata considere o gás natural entre as fontes elegíveis para abastecer futuras instalações que receberão o incentivo – os políticos defendem que o governo federal adote critérios de desempenho ambiental e energético, em vez de excluir previamente determinadas tecnologias, como o gás fóssil.

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Brasil

Natura capta R$ 700 mi com título que atrela juros a uso de plástico sustentável

“A Natura captou R$ 700 milhões por meio da emissão de debêntures com custo atrelado a uma meta de sustentabilidade: o aumento da participação de plástico reciclado e de fonte renovável nas embalagens de seus produtos. Os títulos foram emitidos como sustainability-linked bonds (SLB) pela Natura Cosméticos. Diferentemente dos green bonds, em que os recursos são carimbados para projetos com benefícios ambientais específicos, os SLBs permitem o uso livre do dinheiro, mas vinculam o custo da dívida ao cumprimento de metas ambientais, sociais ou de governança pré-definidas. No caso da Natura, a companhia se comprometeu a aumentar a participação de plástico reciclado e de fonte renovável nas embalagens das marcas Natura e Avon para 43% em 2028 e 46% em 2029. O ano-base das metas é 2022, em que a participação do plástico sustentável era de 21%. A companhia mantém ainda uma meta pública de atingir 50% até 2030. A debênture tem prazo de cinco anos e remuneração inicial de CDI + 1,10% ao ano. Se a Natura não atingir a meta em 2028, a taxa de juros paga aumenta 0,20 ponto percentual. Se não alcançar os 46% em 2029, há um acréscimo adicional de 0,25 ponto percentual. Ou seja, em caso de descumprimento das duas metas, a remuneração chega a CDI + 1,55%. Esse mecanismo é chamado de “step up” de taxa.”

Fonte: Capital Reset; 18/09/2026

Mombak, do Brasil, capta novo fundo e inclui a Salesforce como compradora de créditos de carbono

“A Mombak, startup brasileira de remoção de carbono, anunciou na segunda-feira que concluiu a primeira etapa de captação de seu segundo fundo de reflorestamento e assinou um novo contrato de compra de créditos de carbono com a Salesforce, apostando que a demanda se expandirá para além das empresas de tecnologia que ajudaram a criar esse mercado. A empresa informou que seu fundo “Amazon Reforestation Fund II” visa captar US$ 150 milhões para financiar projetos de restauração na Amazônia brasileira e contará com uma linha de crédito de R$ 200 milhões (US$ 38,88 milhões) do Fundo Clima, operado pelo BNDES. Investidores acompanham as tendências de demanda no nascente mercado de remoção de carbono, no qual empresas como Google, Microsoft e Meta surgiram como grandes compradoras ao buscarem lidar com as emissões associadas à rápida expansão da infraestrutura de IA. “Só estamos captando este segundo fundo porque provamos, ao longo dos últimos cinco anos, que existe um negócio, uma indústria e um mercado para este produto”, disse à Reuters o CEO da Mombak, Gabriel Silva.”

Fonte: Reuters; 18/09/2026

Apesar de promessas, riscos do El Niño persistem

“As enchentes no Rio Grande do Sul em 2024 e a seca na Amazônia no mesmo ano deixaram lições que ajudam a fortalecer a preparação do país para enfrentar os efeitos do Super El Niño, segundo o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes. Em vez de reagir aos impactos, agora a ordem é agir antecipadamente, levando em conta o risco de ocorrer um período de chuvas abundantes em áreas do país e secas intensas em outras regiões. Mesmo assim, o governo federal vê riscos de perda de produção agrícola no Centro-Oeste e no fornecimento de água no Nordeste no ano que vem. Também já admitiu possíveis impactos negativos na navegação e no fornecimento de energia elétrica na região do rio Amazonas, por exemplo. “O Brasil está definitivamente caminhando para lidar com a cultura do risco, e não da resposta”, afirmou Góes. Causado pelo aquecimento das águas do oceano Pacífico, o El Niño tende a gerar no Brasil chuvas no Sul, estiagem no Norte e no Nordeste e aumento nas temperaturas do Centro-Oeste. O fenômeno deste ano poder ainda mais forte, com impactos mais severos.”

Fonte: Valor Econômico; 21/09/2026

PPSA apresenta ao mercado o primeiro leilão de gás natural da União

“A Pré-Sal Petróleo SA (PPSA) vai apresentar ao mercado, na segunda (21/9), o 1º Leilão de Gás Natural da União. A palestra será conduzida pelo superintendente de Comercialização de Gás Natural, Luiz Marcelo Freitas, às 16h30, no estande da estatal na ROG.e 2026, no Riocentro. Segundo a PPSA, a apresentação vai abordar as características do certame e as oportunidades oferecidas ao mercado. O leilão está previsto para outubro, com oferta esperada de 1 milhão de m³/dia, e é o primeiro de uma série de certames de curto prazo do gás da União até 2030. Em 10/9, o Ministério de Minas e Energia (MME) colocou em consulta pública as regras e a PPSA fechou acordo para que a Petrobras atue como agente comercializador do gás, um dos principais impasses até então. O foco é a indústria de base: química e petroquímica; fertilizantes; siderúrgica, metalúrgica e mineração; e vidreira e ceramista A minuta do MME divide o gás em lotes para pulverizar o acesso e impedir que um único grande consumidor leve todo o volume. Ao todo, a PPSA fará 13 palestras em seu estande ao longo dos quatro dias da ROG.e. Além da produção e da comercialização das parcelas da União, a programação inclui oportunidades no pré-sal, contratos de partilha, acordos de individualização da produção (AIPs) e inovação tecnológica. A 4ª Oferta Permanente de Partilha (OPP) aparece em duas apresentações: na terça (22/9), com o superintendente de Exploração, Rudy Ferreira, e na quarta (23/9), com o coordenador de Exploração, Jair Rodrigues de Salles Soares Filho.”

Fonte: EIxos; 18/09/2026

Estados pedem gás no Redata; MPTCU quer auditoria sobre terras raras

“Os governadores do Amazonas e Sergipe enviaram ofícios ao presidente Lula (PT) na quinta (17/9), pedindo que a regulamentação do Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata) considere o gás natural entre as fontes elegíveis para abastecer futuras instalações que receberão o incentivo. A preocupação é que a limitação ou bloqueio da fonte pode restringir investimentos nos seus estados. Em dois ofícios separados, Roberto Cidade (União/AM) e Fábio Mitidieri (PSD/SE) defendem que o governo federal adote critérios de desempenho ambiental e energético, em vez de excluir previamente determinadas tecnologias — isto é, o gás fóssil. Enquanto o governador do Amazonas argumenta a favor do aproveitamento das reservas e infraestrutura de gás natural do estado — que ainda precisa resolver como levar eletricidade a mais de 150 mil pessoas no escuro — para viabilizar a instalação desses centros de processamento de dados ultraeletrointensivos. Fábio Mitidieri está de olho na expansão da produção de gás com o projeto Sergipe Águas Profundas (SEAP), que prevê duas plataformas com capacidade conjunta de processamento de até 22 milhões de metros cúbicos por dia. Autor da emenda de redação que abriu caminho para o gás nos data centers, o senador Laércio Oliveira (PP/SE) estima uma demanda de 6 milhões de m3 de gás por dia com a construção de um centro de processamento de dados na ZPE.”

Fonte: EIxos; 18/09/2026

Extremos climáticos na Amazônia exigem governança forte e preventiva

“As secas severas dos últimos anos evidenciam os limites da capacidade de resposta aos extremos climáticos na Amazônia. Como aponta o recente estudo desenvolvido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces), a intensificação das estiagens acumuladas entre os anos 2023 e 2024, associada à crise climática global e ao fenômeno do El Niño, impulsionou temperaturas elevadas e níveis historicamente baixos dos rios em toda a bacia amazônica. Os impactos das estiagens afetam diretamente a infraestrutura e a dinâmica socioeconômica da Amazônia. Em uma região estruturada em torno de seus cursos d’água para circulação, abastecimento e escoamento da produção, a redução de seus níveis compromete a mobilidade de pessoas e mercadorias e dificulta o acesso a serviços essenciais, como saúde e educação. Também pressiona a segurança hídrica e alimentar e amplia a vulnerabilidade da floresta a incêndios. Esse cenário ganha complexidade diante da amplitude territorial da Amazônia, do difícil acesso a muitas localidades e das diferenças de capacidade institucional e financeira entre os governos subnacionais. Com a possibilidade de novos eventos extremos associados ao super El Niño, torna-se necessário fortalecer uma governança climática preventiva, capaz de articular, antes da emergência, órgãos, políticas públicas e diferentes níveis de governo.”

Fonte: Valor Econômico; 18/09/2026

Internacional

BYD faz recall de mais de 183 mil veículos na China por defeito no pedal de freio

“A BYD realizará o recall de mais de 183 mil veículos na China devido a riscos de segurança no pedal de freio, informou o órgão regulador de mercado do país nesta sexta-feira (18). A montadora chinesa está convocando 183.211 unidades das linhas Tang e Qin. O chamado inclui modelos elétricos e híbridos da linha Tang fabricados a partir de 2015, além de abranger 40.316 veículos da série Qin produzidos entre os anos de 2014 e 2019. A medida decorre de uma falha de fabricação que pode provocar trincas ou a quebra do batente do pedal de freio após uso prolongado, segundo a Administração Estatal de Regulação de Mercado da China (SAMR). “Em casos extremos, o componente pode se soltar, fazendo com que as luzes de freio permaneçam acesas mesmo sem o pedal estar pressionado”, alertou a autoridade regulatória, apontando que a falha pode induzir outros motoristas a erro e gerar riscos de acidentes.”

Fonte: Valor Econômico; 18/09/2026

Anthropic monta laboratório de biologia para acelerar experimentos baseados em IA

“A Anthropic montou discretamente um laboratório para realizar pesquisas sobre biologia, à medida que expande suas ambições em inteligência artificial (IA) para o mundo da ciência farmacêutica. Em um momento em que o receio em relação à segurança da IA domina a opinião pública, a startup construiu um laboratório de experimentos físicos na região da Baía de São Francisco, na Califórnia, segundo duas pessoas a par do assunto. A Anthropic afirmou que pretende desenvolver tratamentos para doenças raras, e seu trabalho na área de biologia já foi além das avaliações “in silico” — meramente computacionais. Em entrevista à Reuters na terça-feira, o chefe de ciências da vida da Anthropic, Eric Kauderer-Abrams, confirmou a existência do laboratório de experiências práticas da startup. “Acreditamos que, para se trabalhar com biologia, o teste final ainda é, e continuará sendo por um tempo, o trabalho de laboratório real”, disse. “Estamos, sem dúvida, fazendo isso hoje, e eu descreveria nossa abordagem como típica do que se vê na maioria das empresas de biotecnologia, em que parte desse trabalho é realizada em nossas próprias instalações e outra parte é feita em parceria com parceiros externos.” Um porta-voz esclareceu posteriormente que o laboratório da Anthropic não se destina especificamente à descoberta de medicamentos, recusando-se a dar mais detalhes. “A missão da empresa é desenvolver uma IA poderosa de forma a beneficiar o mundo”, disse Kauderer-Abrams. “De longe, vemos a maior oportunidade para isso nas ciências da vida, e isso está motivando tudo o que estamos fazendo.”

Fonte: Valor Econômico; 18/09/2026

Scott Bessent e He Lifeng iniciam neste domingo negociações sobre IA, comércio e minerais críticos

“O Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, devem se reunir neste domingo (20) para tentar preparar o terreno para possíveis acordos sobre IA, tarifas e minerais críticos, visando à cúpula de grande importância que ocorrerá nesta semana em Washington entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping. As reuniões na sede do JP Morgan Chase, em Manhattan — que também contarão com a presença do Representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer — estão previstas para começar por volta das 14h30 (GMT) e devem durar o dia todo. Os principais tópicos serão a situação da trégua comercial entre EUA e China, que expira em 10 de novembro; o fluxo de ímãs de terras raras e minerais críticos chineses, considerado insuficiente por autoridades americanas; e possíveis salvaguardas para a inteligência artificial, após relatos de falhas de segurança significativas envolvendo modelos de IA. ”

Fonte: Valor Econômico; 21/09/2026

Biodiesel para o setor de transporte marítimo agora está mais barato que combustíveis convencionais após queda de preços

“O preço do biodiesel para o setor de transporte marítimo caiu para o nível mais baixo da história nesta semana, tornando-se mais barato do que a maioria dos combustíveis marítimos convencionais, uma vez que o conflito no Oriente Médio impulsiona a alta dos custos do diesel. O preço desse combustível alternativo no porto de Rotterdã — sede do maior polo de produção de biocombustíveis do mundo — chegou a US$ 985 por tonelada na segunda-feira, segundo a agência de preços Argus; esse foi o valor mais baixo já registrado, uma queda em relação aos US$ 1.388 observados em julho, à medida que os produtores reduziram preços para estimular as vendas e ajudar a cumprir as metas de emissões da União Europeia. Desde então, o preço recuperou-se para US$ 1.240. Esse movimento ocorre em um momento em que o custo do marine gasoil (óleo diesel marítimo), um combustível essencial para o transporte marítimo, disparou para US$ 1.528,50 por tonelada nesta semana — ante US$ 714,50 por tonelada pouco antes do início da guerra envolvendo o Irã, em fevereiro —, em meio a interrupções crescentes no abastecimento.”

Fonte: Financial TImes; 20/09/2026

Setor automotivo pressiona EUA a barrar concorrência da China antes de encontro entre Trump e Xi

“Grandes montadoras, fornecedores e concessionárias pressionaram nesta sexta-feira o presidente Donald Trump a manter as montadoras chinesas fora do mercado americano, antes de seu encontro com o presidente da China, Xi Jinping, na próxima semana. Na semana passada, Trump disse à Fox News que não se oporia à instalação de fábricas de montadoras chinesas nos EUA. “Pedimos que seu governo mantenha políticas que deixem a porta firmemente fechada às montadoras chinesas que buscam vender, importar ou fabricar veículos dentro dos Estados Unidos”, afirmou uma carta enviada a Trump por seis grupos que representam General Motors, Toyota, Volkswagen, Ford, Hyundai, Stellantis, Tesla e outras empresas. A Casa Branca e a Embaixada da China em Washington não responderam imediatamente a pedidos de comentário. “As montadoras chinesas têm participação de mercado zero nos Estados Unidos. Permitir que abram uma fábrica no país lhes daria uma porta de entrada no mercado americano às custas dos fabricantes que já operam aqui”, afirmou a carta, assinada pela Alliance for Automotive Innovation, American Automotive Policy Council, Autos Drive America, MEMA — The Vehicle Suppliers Association, National Automobile Dealers Association e Zero Emission Transportation Association.”

Fonte: Valor Econômico; 18/09/2026

Turquia liquida 131 fundos envolvidos em ‘esquema Ponzi’ que gerou prejuízo para 300 mil investidores

“A Turquia mobilizou dois dos maiores bancos do país para liquidar 131 fundos de investimento envolvidos no colapso de uma bolha especulativa que abalou seus mercados de capitais e colocou em risco bilhões de dólares em investimentos de dezenas de milhares de investidores. O İş Bankası e o banco estatal Ziraat Bankası supervisionarão a liquidação dos fundos, informaram os órgãos reguladores. Dados recentes indicam que os fundos a serem liquidados possuem cerca de US$ 17 bilhões em investimentos, mantidos em mais de meio milhão de contas em nome de 300 mil investidores. “Colocamos a área problemática em quarentena”, disse o ministro das Finanças, Mehmet Şimşek, em entrevista nesta sexta-feira, acrescentando que não havia “risco sistêmico” e que os fundos afetados representavam apenas 10% do setor de fundos de investimento. Os outros 90% “continuaram a operar de forma saudável”, afirmou.”

Fonte: Valor Econômico; 18/09/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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