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MME abre consulta pública para metas decenais de CBIOs | Café com ESG, 16/09

Créditos de Descarbonização para distribuidoras de combustíveis em destaque

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de terça-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 0,54% e 0,2%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o Ministério de Minas e Energia (MME) abriu a consulta pública sobre as metas decenais de Créditos de Descarbonização (CBIOs) a serem adquiridos por distribuidoras de combustíveis de 2027 a 2036, totalizando 665,11 milhões de créditos no período – ao longo dos anos, há um aumento no total de CBIOs exigidos, chegando a 73,54 milhões de créditos em 2036, quando é projetada uma redução de 1,12% nas emissões do segmento; e (ii) o presidente Lula sancionou o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center, o chamado Redata, aprovado pelo Senado há duas semanas – a medida cria incentivos fiscais para empresas que instalarem ou ampliarem os centros de processamento de dados no país, reduzindo a cobrança de impostos sobre equipamentos usados na instalação e na expansão de data centers. 

• No internacional, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) revogou os limites de emissões de gases de efeito estufa de usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis do país, a segunda maior fonte de emissões no país, atrás somente do setor de transportes – a ação inclui ainda a proposta de anular a determinação federal que define os gases de efeito estufa como uma fonte significativa de poluição do ar.

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Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!

Brasil

Renault e Geely investirão R$ 2 bi em primeiro híbrido conjunto

“A velocidade chinesa impôs novo ritmo na indústria automobilística. O caso da união entre Renault e Geely no Brasil é um exemplo de que não é mais possível levar cinco anos para desenvolver um novo carro, muito menos sem alianças. A parceria entre as duas montadoras começou em novembro de 2025, com investimento conjunto de R$ 3,8 bilhões e produção de dois modelos da marca chinesa na fábrica da francesa no Paraná. Na terça-feira (15), foi anunciado um novo aporte, de R$ 2 bilhões. Os recursos serão usados no desenvolvimento do primeiro carro fruto da parceria e também de tecnologia híbrida a etanol. O investimento total de R$ 5,8 bilhões será concluído até o fim de 2027. “Quando vim ao Brasil há dois anos, pensei que estava na hora de despertar e saber para onde ir”, afirma François Provost, CEO do grupo Renault. Provost foi um dos idealizadores da parceria firmada no Brasil na época em que chefiava a área de compras. “Tínhamos que seguir a mesma velocidade dos competidores chineses”, diz. Em julho de 2025, ele assumiu o comando global do grupo. Brasil e América do Sul são, ao lado da Índia, prioridades do grupo Renault para expandir vendas fora da Europa. A Geely, afirma Provost, “mostrou maturidade” para uma parceria rumo a esse objetivo. A francesa ofereceu sua estrutura industrial e comercial de 26 anos no Brasil para a chinesa entrar no país mais rapidamente. Já a Geely traz conhecimento avançado em eletrificação.”

Fonte: Valor Econômico; 16/09/2026

99 integra mais de 150 estações de recarga elétrica no Rio e oferece até 20% de desconto

“Colocar mais veículos elétricos nas ruas é apenas uma parte da transição para uma mobilidade de baixo carbono. Para que a frota avance, também é necessário criar uma rede de recarga acessível, com estações fáceis de encontrar e condições que reduzam o custo de quem usa o carro como ferramenta de trabalho. É nesse ponto que a 99, empresa de transporte por aplicativo, tenta avançar com a solução 99Recarga Elétrica. A plataforma chega ao Rio de Janeiro reunindo mais de 150 estações das redes Tupi e EzVolt, após uma experiência inicial bem-sucedida em São Paulo. Em parceria com a EzVolt, a empresa oferece descontos de 10% a 20% para motoristas parceiros.Pelo aplicativo, o usuário pode localizar eletropostos por região, verificar a disponibilidade dos carregadores em tempo real e acessar as ofertas das redes integradas.”

Fonte: Exame; 15/09/2026

Alta do frete para China pressiona pequenas mineradoras brasileiras

“Pequenos produtores brasileiros de minério de ferro enfrentam dificuldades com a disparada dos custos de transporte até a China, principal mercado consumidor, o que reduz as margens e leva empresas a cortar a produção. A Mineração Usiminas SA suspendeu em 2 de setembro as operações da planta de Samambaia, em Minas Gerais. A medida faz parte de uma série de ações para “enfrentar condições externas desafiadoras, incluindo a queda dos preços do minério de ferro e a alta dos custos do frete marítimo”, informou a empresa em comunicado. Custos de transporte para a China sobem e levam Usiminas e Itaminas a reduzir operações Guerra no Oriente Médio, combustível mais caro e problemas climáticos elevam custos de transporte. A Itaminas Comércio de Minérios SA afirmou que vai interromper, em outubro, as operações de uma planta de beneficiamento a úmido e colocar um terço de seus trabalhadores em licença para preservar caixa. A mineradora, que exporta 90% de sua produção, está à frente de seu plano de produção e afirmou que a medida não afetará seus compromissos comerciais.”

Fonte: Folha de São Paulo; 15/09/2026

Bioenergia, comércio internacional e compliance

“Depois de mais de duas décadas de negociação, o Acordo Mercosul-União Europeia consolida uma nova fase do comércio entre os dois blocos e abre uma janela concreta de oportunidade na área de bioenergia e biocombustíveis para o Brasil, país que reúne, ao mesmo tempo, escala produtiva, matriz energética predominantemente renovável e décadas de experiência na produção de etanol, biodiesel, biogás e, mais recentemente, combustíveis sustentáveis de aviação (SAF). O acordo não cria um capítulo dedicado à bioenergia, mas seus efeitos sobre o setor são relevantes. As concessões tarifárias previstas para o etanol, via cotas específicas para uso industrial e para etanol combustível, reduzem barreiras historicamente sensíveis nas negociações entre os blocos. E o Capítulo 18, sobre Comércio e Desenvolvimento Sustentável, eleva o cumprimento do Acordo de Paris à condição de elemento essencial da relação bilateral, reforçando a convergência entre política comercial e agenda climática que já orienta a estratégia europeia. Ocorre que abertura comercial e acesso efetivo ao mercado são coisas distintas. O direito de exportar com tarifa reduzida não equivale ao direito de vender: o ingresso real dos biocombustíveis brasileiros no mercado europeu continua condicionado ao cumprimento de um arcabouço regulatório denso, construído ao longo de mais de uma década pelas Diretivas de Energias Renováveis (RED II e, agora, RED III). É nesse ponto que a conversa deixa de ser apenas sobre comércio exterior e passa a ser, também, sobre compliance.”

Fonte: Valor Econômico; 16/09/2026

Setor de minerais críticos mira regulamentação pós-sanção

“A aprovação do projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) foi recebida com mistura de otimismo e cautela pelo setor. Para a Associação de Minerais Críticos (AMC), o marco traz avanços, mas a falta de critérios sobre o conselho vinculado à Presidência da República, que teria participação na triagem de operações consideradas sensíveis à soberania nacional, gera insegurança que poderia desestimular aportes. A expectativa da entidade é que a regulamentação após a sanção, prevista para esta quarta-feira (16), estabeleça parâmetros para atenuar incertezas. “Estamos ao máximo interagindo com os ministérios que estão à frente dessa regulamentação, nos colocando à disposição e contribuindo com dados técnicos de como é que realmente funciona toda essa questão de mecanismo de investidores, de como é que outros países conduziram essa discussão”, disse ao Valor Marisa César, presidente do conselho da AMC, cuja maior parte das associadas é ligada ao capital estrangeiro. A entidade reúne empresas da cadeia produtiva de minerais como lítio, níquel, grafite, terras raras e cobre, e disse que o projeto tem mecanismos positivos de fomento. Citou como exemplo o fundo garantidor de até R$ 2 bilhões, além de incentivos escalonados para o beneficiamento local, debêntures incentivadas e recursos para pesquisa e desenvolvimento. “É positivo porque o projeto traz instrumentos importantes, que foi algo que tanto buscamos”, disse a dirigente.”

Fonte: Valor Econômico; 16/09/2026

Lula sanciona programa que reduz impostos para instalação e ampliação de data centers

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta terça-feira (15) o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center, o chamado Redata. A medida cria incentivos fiscais para empresas que instalarem ou ampliarem os centros de processamento de dados no Brasil. Na prática, o programa reduz a cobrança de impostos sobre equipamentos usados na instalação e na expansão de data centers. O texto também prevê benefícios tributários para a exportação de serviços prestados pelo setor. A intenção do governo é atrair investimentos, ampliar a infraestrutura digital e aumentar a capacidade do Brasil de armazenar e processar dados, demanda que ganhou ainda mais importância com o avanço da inteligência artificial.”

Fonte: Globo G1; 15/09/2026

MME abre consulta sobre meta de CBIOs até 2036

“O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta terça-feira (15/9), a consulta pública sobre as metas decenais de Créditos de Descarbonização (CBIOs) a serem adquiridos por distribuidoras de combustíveis de 2027 a 2036. Ao todo, são 665,11 milhões de créditos. Ao longo dos anos, há um aumento no total de CBIOs exigidos, chegando a 73,45 milhões de créditos em 2036, quando é projetada uma redução de 12,1% nas emissões do segmento. Esses créditos são a parte material da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), que define objetivos de descarbonização para distribuidores de combustíveis líquidos derivados de petróleo, com o objetivo de incentivar a produção de renováveis. As distribuidoras de combustíveis precisam adquirir CBIOs que são gerados pelas usinas de biocombustíveis certificadas para emissão. Cada CBIO equivale a uma tonelada de carbono que deixou de ser emitida no ciclo de vida de produção de etanol, biodiesel e biometano.”

Fonte: Eixos; 15/09/2026

Internacional

Zach Dell aposta que uma frota de baterias pode resolver a escassez de energia para IA nos EUA

“Um herdeiro do bilionário da Dell, Michael Dell, está tentando construir uma usina de energia “uma casa de cada vez”, instalando milhares de baterias em residências para abastecer a rede elétrica enquanto os EUA enfrentam uma crise energética impulsionada pela inteligência artificial. A Base Power, empresa de Zach Dell que acaba de concluir uma rodada de financiamento de US$ 1 bilhão — avaliando a companhia em US$ 13 bilhões —, instala sistemas de baterias em residências e atua como fornecedora de energia no varejo em mercados desregulamentados, como o do Texas. O conjunto de baterias instaladas nas casas representa uma nova forma de geração de energia que, além de atender às necessidades domésticas, pode adicionar capacidade à rede elétrica em um momento em que esta sofre forte pressão devido à proliferação de centros de dados. As baterias estão mais baratas graças aos rápidos avanços tecnológicos, o que viabiliza instalações em larga escala. Esse modelo revolucionou o funcionamento de tais baterias: além de servirem como reserva de energia para emergências, elas agora funcionam como um ativo ativo da rede, gerenciadas por um software que determina o momento de fornecer energia ao sistema durante picos de demanda. A empresa instala suas baterias de 39,2 kWh por um valor de até US$ 650 e cobra uma mensalidade, tal como uma fornecedora tradicional de energia. Ela mantém o controle da bateria para lucrar por meio de arbitragem: compra eletricidade para carregar as baterias quando os preços estão baixos e as descarrega para vender a energia quando os preços estão altos.”

Fonte: Financial Times; 15/09/2026

Exxon obtém aprovação no Texas para projeto de captura de carbono de US$ 5 bilhões

“A ExxonMobil obteve autorização para armazenar emissões de dióxido de carbono em poços subterrâneos no Texas, após uma disputa acirrada com opositores que levantaram questões de segurança e econômicas. Órgãos reguladores do Texas aprovaram o pedido da empresa por uma margem estreita em votação realizada na terça-feira, abrindo caminho para o avanço de um plano de mais de US$ 5 bilhões destinado a construir a maior rede de dutos para captura de carbono do mundo, na Costa do Golfo dos EUA. A licença para o projeto Rose CCS permitirá à Exxon injetar cerca de 53 milhões de toneladas de emissões de CO₂ de seus clientes em três poços subterrâneos perfurados no Condado de Jefferson, a cerca de 90 milhas (aprox. 145 km) a leste de Houston. Segundo a empresa, os compradores de seus produtos de petróleo e gás emitem cerca de 700 milhões de toneladas métricas de CO₂ anualmente. A companhia busca conectar clientes industriais a uma rede de dutos de 900 milhas (aprox. 1.450 km) capaz de transportar o CO₂ para formações rochosas porosas em grandes profundidades no subsolo. Essa estratégia reflete a aposta mais ampla do grupo petrolífero de que empresas historicamente associadas à produção e venda de combustíveis fósseis também podem lucrar com a descarbonização.”

Fonte: Financial Times; 15/09/2026

Boom de data centers de IA nos EUA exige US$110 bi em novas usinas de energia, diz Moody´s

“O boom dos data centers nos Estados Unidos exigirá investimentos de US$ 110 bilhões (R$ 565,8 bi) para construir 45 gigawatts de nova capacidade de geração de energia até 2030, segundo análise da agência Moody’s Ratings. A maioria dessa nova oferta —mais de 30 gigawatts— virá de unidades movidas a gás natural e representará uma demanda adicional de cerca de 4 bilhões de pés cúbicos de gás, de acordo com relatório divulgado na segunda-feira (14). A maioria da oferta restante virá das energias solar e de armazenamento, enquanto a reativação de usinas nucleares responderá por menos de 5%. Um gigawatt equivale à Gás natural lidera expansão e responde por mais de 30 gigawatts do total necessário. Contas de luz podem subir; problema é dor de cabeça para o governo Trump produção de um reator nuclear convencional.”

Fonte: Folha de São Paulo; 15/09/2026

AWS não consegue restaurar data centers no Bahrein e nos Emirados Árabes

“A Amazon Web Services (AWS) não consegue restabelecer o acesso à sua infraestrutura de computação em nuvem no Bahrein e a uma das três zonas de hospedagem de dados nos Emirados Árabes Unidos após os danos sofridos durante o conflito com o Irã, de acordo com um relatório de status obtido com exclusividade pela Reuters. O braço de computação em nuvem da Amazon informou que os estragos no Bahrein atingiram múltiplas zonas de disponibilidade (AZ, na sigla em inglês), conjuntos formados por um ou mais data centers dentro de uma mesma região geográfica. “Os danos à nossa infraestrutura abrangeram múltiplas Zonas de Disponibilidade e superaram a capacidade de tolerância para a qual nossos serviços regionais e multi-AZ foram projetados”, afirmou a AWS no comunicado. A companhia acrescentou que vem auxiliando os clientes baseados no Bahrein a restabelecerem suas operações em outras regiões. Nos Emirados Árabes Unidos, a AWS informou ser incapaz de recuperar o acesso a recursos e dados hospedados exclusivamente na zona de disponibilidade denominada “mec1-az2”. A empresa segue trabalhando para recuperar sistemas em toda a região mais ampla do país e nas outras duas zonas impactadas.”

Fonte: Valor Econômico; 15/09/2026

Legisladores da UE avançam para eliminar o mecanismo de freio de emergência da taxa de carbono na fronteira

“Os legisladores da União Europeia votaram, na terça-feira, pela eliminação de uma cláusula que permitiria ao bloco suspender sua taxa de carbono na fronteira caso ela encarecesse produtos importados, preparando o terreno para um confronto com os países-membros favoráveis ​​a esse mecanismo de salvaguarda. A taxa de carbono na fronteira da UE, que entrou em vigor em 1º de janeiro, impõe cobranças sobre as emissões de CO2 na importação de aço, fertilizantes e outros produtos, visando garantir que não tenham uma vantagem desleal em relação aos itens fabricados na Europa, onde as indústrias pagam pelas suas emissões de CO2. O Parlamento Europeu votou, na terça-feira, a favor da remoção de uma cláusula que permitiria à UE isentar temporariamente certos produtos da taxa no futuro, caso “circunstâncias graves e imprevistas” elevassem os preços dessas mercadorias. Em vez disso, propuseram utilizar a receita gerada pela taxa de fronteira para compensar as indústrias caso o mecanismo provoque um aumento de preços.”

Fonte: Reuters; 15/09/2026

Trump abre espaço para carvão e gás na corrida por energia

“A saga de Donald Trump para reverter as políticas climáticas dos Estados Unidos ganhou um capítulo que deve atrasar o corte de emissões do país em pelo menos uma década. A Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA, na sigla em inglês) revogou os limites de emissões de gases de efeito estufa de usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis do país, a segunda maior fonte de emissões no país, atrás somente do setor de transportes. A ação inclui ainda uma outra proposta mais drástica: anular a determinação federal que define os gases de efeito estufa como uma fonte significativa de poluição do ar. Na prática, isso significaria desobrigar a agência de regular a poluição climática de usinas de energia. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (14) durante uma reunião de ministros de energia do G20, realizada em Houston, sobre “abundância energética”. A EPA retirou a exigência de que as usinas adotem tecnologias de controle de emissão de carbono. Segundo a agência, essas tecnologias não haviam sido “adequadamente comprovadas”.”

Fonte: Capital Reset; 15/09/2026

China estabelece meta para veículos de nova energia chegarem a 70% das vendas de carros até 2030

“Um novo plano para a indústria automotiva chinesa estabelece que os veículos de nova energia deverão representar 70% das vendas de carros novos de passageiros até 2030. Para os veículos comerciais, a meta é chegar a 40% das vendas. O documento foi publicado por nove órgãos do governo chinês. O documento também prevê a adoção em larga escala de veículos com funções de direção autônoma. A meta é permitir condução altamente automatizada em rodovias, vias expressas urbanas e determinadas vias das cidades. As medidas fazem parte do “Plano de Desenvolvimento da Indústria de Veículos de Nova Energia Inteligentes e Conectados para o 15º Plano Quinquenal”, publicado por órgãos como o Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação e a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma. Até 2030, o governo também pretende ter várias montadoras chinesas entre as dez maiores do mundo em volume de vendas e empresas de componentes automotivos entre as 100 maiores.”

Fonte: Exame; 15/09/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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