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Delegação do Ministério da Fazenda viaja para a China para discutir mercado de carbono | Café com ESG, 10/09

Brasil vê China como potencial compradora de créditos de carbono

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de quarta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,93% e 1,31%, respectivamente.

• No Brasil, o Ministério da Fazenda se prepara para uma agenda internacional em Wuhan, na China, para dar prosseguimento à Coalizão Aberta para Mercados Regulados de Carbono e às discussões bilaterais entre os governos brasileiro e chinês sobre o tema – um dos principais objetivos da viagem é aprovar o plano de trabalho que vai orientar a coalizão nos próximos seis anos.

• No internacional, (i) o consumo de energia nos EUA deve atingir níveis recordes em 2026 e 2027, impulsionado pela alta demanda de data centers voltados à inteligência artificial e pela eletrificação, segundo dados da Administração de Informações sobre Energia dos EUA (EIA) divulgados ontem – em termos absolutos, a EIA projetou que a demanda por energia crescerá de um recorde de 4.195 bilhões de quilowatts-hora (kWh) em 2025 para 4.270 bilhões de kWh em 2026 e 4.349 bilhões de kWh em 2027; e (ii) a estatal finlandesa de energia Fortum assinou um contrato com o Google para fornecer energia para abastecer os data centers da big tech americana a partir de 2028 – o acordo viabilizará a extensão da vida útil da usina nuclear de Loviisa, complexo responsável atualmente por gerar 10% de toda a eletricidade consumida na Finlândia.

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Brasil

Como transformar o verde em asset class

“Poucos países dispõem de uma combinação de riquezas verdes comparável à do Brasil. Florestas, biodiversidade, água, terras, minerais críticos, bioeconomia, soluções baseadas na natureza, energia renovável abundante e competitiva e condições especialmente favoráveis ao powershoring formam um portfólio difícil de replicar. Mas há uma questão incômoda: se temos tantos ativos e vantagens, por que ainda mobilizamos relativamente pouco capital em torno deles? Parte da resposta está numa confusão entre potencial econômico e ativo investível. O Brasil é rico em ativos verdes, mas ainda é relativamente pobre em asset classes verdes. Uma floresta não é uma asset class. Biodiversidade tampouco. Energia limpa abundante ou uma jazida de minerais críticos também não. São recursos, atributos e vantagens comparativas. Uma asset class pressupõe um universo replicável de ativos, fontes reconhecíveis de retorno e risco, direitos bem definidos, documentação e métricas comparáveis, histórico de desempenho, referências de preço e escala. Dependendo do instrumento, requer, também, liquidez ou rotas previsíveis de saída. Não nasce de um rótulo e nem por decreto.”

Fonte: Valor Econômico; 10/09/2026

IBGC reforça defesa da integridade e pede fortalecimento de mecanismos anticorrupção

“O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) divulgou uma nota pública na qual reforça a importância da integridade e da boa governança para preservar a confiança da sociedade nas instituições, em meio a “fatos e informações recentemente trazidos a público, envolvendo organizações e lideranças dos setores público e privado”. No documento, o IBGC comenta que sua Agenda de Políticas Públicas — construída em “bases técnicas e apartidárias” e lançada este ano — estabelece como prioridade o “fortalecimento da integridade e a efetividade das políticas de combate à corrupção e às fraudes financeiras”. Dentre as medidas propostas para esse tema, a entidade cita o aprimoramento de incentivos à integridade já previstos na Lei Anticorrupção e na Lei de Licitações, por meio do fortalecimento dos mecanismos de reconhecimento público a partir da definição de critérios objetivos e padronizados de avaliação dos sistemas de integridade. Além disso, a agenda propõe o fomento, em todos os entes federativos, à regulamentação e a efetiva aplicação da Lei Anticorrupção, dos mecanismos de combate à infiltração do crime organizado e às fraudes nos mercados financeiros e de capitais, por meio da cooperação entre órgãos de controle, elevando a segurança jurídica e a efetividade das sanções.”

Fonte: Valor Econômico; 09/09/2026

Cosan deve deixar Bolsa de Nova York em 18 de setembro

“A Cosan protocolou nesta terça-feira, 8, o pedido para retirar voluntariamente seus American Depositary Shares (ADSs) da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). Segundo comunicado ao mercado, o último dia de negociação dos papéis na NYSE será 18 de setembro de 2026. A companhia apresentou o Formulário 25 à Securities and Exchange Commission (SEC), órgão que regula o mercado de capitais dos Estados Unidos. A decisão dá continuidade aos fatos relevantes divulgados pela Cosan em 14 e 18 de agosto, nos quais a empresa anunciou o processo de deslistagem. Apesar da saída da NYSE, os investidores norte-americanos ainda poderão negociar os recibos de ações da companhia. A Cosan manterá seu programa de ADSs no Nível 1, permitindo que os papéis sejam negociados no mercado de balcão dos Estados Unidos, conhecido como OTC. No Brasil, as ações da Cosan continuarão sendo negociadas normalmente na B3, sob o ticker CSAN3.”

Fonte: NovaCana; 09/09/2026

Atlas Lithium contrata 71% do orçamento do Projeto Neves; 16% abaixo do previsto

“A Atlas Lithium contrata 71% dos investimentos diretos previstos para a implantação do Projeto Neves, empreendimento de lítio localizado no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. O anúncio ocorre nesta quarta-feira (9), na Nasdaq. Os 29% restantes do orçamento direto seguem sem contratação. Segundo a companhia, os acordos fechados até o momento têm valores 16% inferiores aos estimados no estudo de viabilidade do projeto. O investimento direto total previsto é de US$ 57,6 milhões (R$ 293 milhões). As contratações cobrem terraplenagem e obras civis, montagem eletromecânica da planta de processamento, britagem, infraestrutura elétrica, engenharia detalhada, supervisão da construção, edifícios administrativos e operacionais e logística da unidade no Brasil. Marc Fogassa, chairman e CEO da Atlas Lithium, afirma que o volume contratado abaixo das estimativas do estudo de viabilidade reflete disciplina na implantação do projeto. Segundo ele, com as licenças obtidas e os principais parceiros de execução contratados, o projeto avança para entrar em produção.”

Fonte: NovaCana; 09/09/2026

Usina São Manoel estima receita adicional de R$ 15 milhões com projetos de captura de carbono

“A usina São Manoel, que fica no município de São Manuel (SP), estima que pode ter uma receita adicional de R$ 15 milhões ao ano com a venda dos créditos de carbono do projeto de captura e armazenamento de carbono que pretende tocar em parceria com a Endura Carbon. A estimativa é do gerente de novos negócios da São Manoel, Rafael Bassetto, que participou na última semana do Carbonless Summit, realizado em Ribeirão Preto (SP). A empresa sucroenergética foi a primeira a firmar uma parceria com a Endura Carbon para tocar um projeto de captura e armazenamento de carbono emitido na produção de bioenergia, tecnologia batizada de BECCS. A usina São Manoel processa 4 milhões de toneladas de cana por ano, e tem uma emissão de 120 mil toneladas do carbono biogênico – ou seja, cuja emissão é compensada pela captura por meio do crescimento das culturas agrícolas. O projeto da Endura Carbon é criar um “hub” que seja capaz de receber carbono de várias usinas e injetá-lo no solo, armazenando-o permanentemente 1 milhão de toneladas de carbono ao ano. Assim, para a operação de BECCS ser viável, seria necessário agregar ao hub o carbono emitido por oito usinas sucroalcooleiras do porte da São Manoel.”

Fonte: NovaCana; 09/09/2026

IBGC reforça defesa da integridade e pede fortalecimento de mecanismos anticorrupção

“O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) divulgou uma nota pública na qual reforça a importância da integridade e da boa governança para preservar a confiança da sociedade nas instituições, em meio a “fatos e informações recentemente trazidos a público, envolvendo organizações e lideranças dos setores público e privado”. No documento, o IBGC comenta que sua Agenda de Políticas Públicas — construída em “bases técnicas e apartidárias” e lançada este ano — estabelece como prioridade o “fortalecimento da integridade e a efetividade das políticas de combate à corrupção e às fraudes financeiras”. Dentre as medidas propostas para esse tema, a entidade cita o aprimoramento de incentivos à integridade já previstos na Lei Anticorrupção e na Lei de Licitações, por meio do fortalecimento dos mecanismos de reconhecimento público a partir da definição de critérios objetivos e padronizados de avaliação dos sistemas de integridade. Além disso, a agenda propõe o fomento, em todos os entes federativos, à regulamentação e a efetiva aplicação da Lei Anticorrupção, dos mecanismos de combate à infiltração do crime organizado e às fraudes nos mercados financeiros e de capitais, por meio da cooperação entre órgãos de controle, elevando a segurança jurídica e a efetividade das sanções.”

Fonte: Valor Econômico; 09/09/2026

Disputa sobre quem paga a conta ameaça leilão de bateria

“O primeiro leilão de reserva de capacidade para contratar baterias de grande porte no Brasil atraiu mais de seis mil projetos, um número recorde para o setor elétrico. A alta procura sinaliza o apetite para investir em sistemas de armazenamento de energia, mas esbarra em dúvidas sobre um aspecto crucial: quem vai bancar os custos das baterias. Alguns agentes do mercado defenderam o adiamento dos leilões diante das incertezas e alertaram para os riscos de judicialização durante uma audiência pública promovida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no início do mês. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, admitiu a possibilidade de adiamento, mas disse que a pasta trabalha para evitar atrasos. Esses leilões são esperados desde 2024 e estão marcados para dezembro. A urgência cresceu devido à escalada do risco de apagão por excesso de geração de energia renovável, que tem gerado cada vez mais cortes de geração pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) — o curtailment — e prejuízo para as geradoras. A principal dúvida é como será feito o rateio dos encargos das baterias. Hoje vale a Lei 15.269/2025, que determina que os custos devem ser pagos pelas empresas geradoras de energia, mas não detalha como fazer essa divisão. No fim de agosto, técnicos da Aneel recomendaram que a conta seja dividida por todas as empresas geradoras de energia. Pela proposta, fontes com mais flexibilidade para ligar e desligar a geração pagariam menos, caso da maioria das hidrelétricas e termelétricas, enquanto as menos flexíveis, como solares e eólicas sem sistema próprio de armazenamento, ficariam com a maior parte da conta.”

Fonte: Capital Reset; 09/09/2026

Decretos criam reservas de desenvolvimento sustentável no Amazonas e ampliam parque nacional no Piauí

“Decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não só criaram quatro reservas de desenvolvimento sustentável no Estado do Amazonas como também ampliaram o Parque Nacional de Sete Cidades no Estado do Piauí. No caso das reservas no Estado do Amazonas, foram criadas a Tupana Igapó-Açu I, localizada no município de Borba; Tupana Igapó-Açu II, nos municípios de Beruri e Tapauá; Canaã, nos municípios de Careiro e Autazes; e Mirari, município de Humaitá. No Piauí, foi ampliado o Parque Nacional de Sete Cidades, localizado nos municípios de Brasileira e Piracuruca, em aproximadamente 7.192 hectares, de modo que passará a compreender uma área total aproximada de 13.502 hectares. Os decretos foram publicados nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU).”

Fonte: Valor Econômico; 09/09/2026

Fazenda vai à China discutir mercado de carbono e avançar acordo bilateral

“O Ministério da Fazenda se prepara para uma agenda internacional em Wuhan, na China, para dar prosseguimento à Coalizão Aberta para Mercados Regulados de Carbono e às discussões bilaterais entre os governos brasileiro e chinês sobre o tema. A delegação brasileira será liderada pela secretária extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, acompanhada da subsecretária de Regulação e Metodologias, Ana Paula Cavalcante. A equipe viaja na sexta-feira (11), e as agendas começam no domingo (13). A missão termina no dia 19 de setembro. Um dos principais objetivos é aprovar o plano de trabalho que vai orientar a coalizão nos próximos seis anos. A equipe participará da 2ª Reunião de Alto Nível da Coalizão Aberta para Mercados Regulados de Carbono e de uma conferência sobre o mercado de carbono, com representantes de países europeus, africanos e asiáticos. O objetivo é discutir caminhos, desafios e experiências de desenvolvimento dos mercados de carbono nos diferentes países. O Brasil terá espaço de fala no evento. A agenda também inclui reuniões bilaterais, entre elas uma entre a secretária Cristina Reis e o vice-ministro da Ecologia e Meio Ambiente da China, Li Gao. Os dois países devem avançar na proposta de um memorando de entendimento sobre mercado de carbono, com expectativa de viabilizar sua assinatura durante a 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP31), em Antalya, na Turquia.”

Fonte: Valor Econômico; 09/09/2026

Internacional

Biometano pode reduzir emissões do transporte em até 75%, aponta estudo

“O biometano pode se consolidar como uma das principais alternativas para acelerar a descarbonização do transporte pesado e de longa distância em escala global, segundo o estudo internacional Biomethane for Transport Decarbonization, encomendado pelo Instituto MBCBrasil. Produzido a partir da biodigestão de resíduos orgânicos, como vinhaça, dejetos animais, resíduos urbanos e esgoto, o biometano pode reduzir entre 45% e 75% as emissões de gases de efeito estufa no ciclo de vida em comparação ao diesel, de acordo com o levantamento. Em determinadas condições, projetos baseados em resíduos e dejetos podem apresentar balanço negativo de emissões. Segundo o estudo, quando são contabilizados os benefícios relacionados à captura de metano que seria liberado na atmosfera, a redução pode chegar a 246% em relação ao diesel. Além do impacto climático, o combustível pode reduzir em até dez vezes as emissões de material particulado e fuligem frente a combustíveis fósseis líquidos.”

Fonte: NovaCana; 09/09/2026

Fortum faz acordo de 22 anos com o Google para fornecer energia nuclear a data centers

“A estatal finlandesa de energia Fortum assinou um contrato com o Google para o fornecimento de energia a data centers na Finlândia. O acordo que tem início em 2028 viabilizará a extensão da vida útil da usina nuclear de Loviisa, complexo responsável atualmente por gerar 10% de toda a eletricidade consumida na Finlândia, segundo a estatal. Pelos termos do contrato, com o avanço da operação, o Google passará a adquirir 50% de toda a capacidade de geração da usina de Loviisa entre os anos de 2030 e 2049. Paralelamente, o Google anunciou hoje que investirá ao menos 13 bilhões de euros em infraestrutura de inteligência artificial no território finlandês ao longo dos próximos dois anos.”

Fonte: Valor Econômico; 09/09/2026

Google tem solução de US$ 15 bilhões para o problema energético da inteligência artificial

“O Google encontrou uma maneira interessante de combater os altíssimos custos de energia dos centros de dados: construí-los em um país extremamente frio. O gigante da tecnologia anunciou nesta quarta-feira (9), em uma publicação em seu blog, um investimento de 13 bilhões de euros (US$ 15 bilhões) em infraestrutura de inteligência artificial na Finlândia. O país é um dos mais frios da Europa, com temperaturas médias no inverno que chegam a 20 graus Celsius negativos, ou 4 graus Fahrenheit negativos, em algumas regiões, segundo a organização local de turismo Visit Finland. O clima mais frio deve reduzir os custos de resfriamento dos servidores que superaquecem. A Alphabet, assim como outras gigantes da tecnologia, como Meta Platforms, Microsoft e Amazon, está investindo pesadamente em inteligência artificial. A empresa, no entanto, lidera entre suas pares ao se comprometer com gastos de longo prazo de US$ 811 bilhões em infraestrutura técnica e estoques, além de contratos de energia e licenças de conteúdo, conforme noticiado recentemente pela Barron’s. Um quarto desse montante será gasto nos próximos 12 meses.”

Fonte: Valor Econômico; 09/09/2026

Consumo de energia nos EUA deve superar recordes em 2026 e 2027 com a disparada do uso de IA, diz EIA

“O consumo de energia nos EUA atingirá níveis recordes em 2026 e 2027, impulsionado pela alta demanda de centros de dados voltados à inteligência artificial e pela eletrificação, informou a Administração de Informações sobre Energia dos EUA (EIA) em sua Perspectiva de Energia de Curto Prazo (STEO), divulgada na quarta-feira. A EIA projetou que a demanda por energia crescerá de um recorde de 4.195 bilhões de quilowatts-hora (kWh) em 2025 para 4.270 bilhões de kWh em 2026 e 4.349 bilhões de kWh em 2027. A demanda está aumentando em grande parte devido a centros de dados dedicados à inteligência artificial e a criptomoedas, bem como ao fato de residências e empresas utilizarem mais eletricidade e menos combustíveis fósseis para aquecimento e transporte. “Apesar de uma pausa na conexão de novos projetos de centros de dados à rede elétrica no Texas, a região Centro-Sul-Oeste responde pela maior parcela do crescimento total das vendas de eletricidade em nossa previsão”, afirmou a EIA no relatório. A EIA previu que as vendas de energia em 2026 subirão para 1.527 bilhões de kWh para consumidores residenciais, 1.542 bilhões de kWh para clientes comerciais e 1.059 bilhões de kWh para clientes industriais. Essas previsões comparam-se aos recordes históricos de 1.515 bilhões de kWh para consumidores residenciais e 1.493 bilhões de kWh para clientes comerciais em 2025, e de 1.064 bilhões de kWh para clientes industriais em 2000. À medida que a produção de energia renovável aumenta, a EIA informou que a participação da geração a carvão cairá de 17% em 2025 para 16% em 2026 e 14% em 2027, enquanto a participação do gás natural permanecerá em 40% em 2026 e 2027, o mesmo nível de 2025.”

Fonte: Reuters; 09/09/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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