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XP Morning Call 01/07/2019: Trégua no G20 sustenta os mercados

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Panorama de Mercado

  1. Bolsa em julho – O que você precisa saber para investir

Brasil

  1. Política Brasil: Protestos reforçaram a posição de Moro e agenda do governo
  2. Acordo comercial entre União Européia e Mercosul está na direção correta, mas sua implementação tende a ser demorada

Internacional

  1. G-20: EUA e China concordam em retomar negociações comerciais
  2. Petróleo: OPEP deve estender cortes de oferta por 6 a 9 meses 
  3. PMI chinês entra em território de contração

Empresas

  1. Frigoríficos: Acordo comercial entre Mercosul e União Europeia
  2. Itaú (ITUB4): Não há “bala de prata” para ter sucesso no futuro, diz CEO
  3. Magazine Luiza (MGLU3): Frederico Trajano comenta mais detalhes sobre os planos para a Netshoes

Coe News

  1. Apple transfere produção de novo Mac Pro para China

IBOVESPA +0,24% | 100.967 Pontos

CÂMBIO +0,8% | 3,85/USD

Trégua no G20 sustenta os mercados

Futuros nos EUA iniciam a semana em alta, em meio a sessões positivas na Europa e Ásia durante a noite. Destaque para os Estados Unidos e a China, que concordaram no encontro do G20 neste final de semana em retomar as negociações comerciais.

Os EUA vão postergar indefinidamente a implementação de novas tarifas a produtos chineses, enquanto também reduziram as restrições à empresa de tecnologia Huawei, a fim de diminuir as tensões com Pequim. Do outro lado, a China concordou em aumentar as compras de produtos agrícolas dos EUA e retornar à mesa de negociações.

Apesar de um cessar fogo ter sido antecipado pelos mercados na semana passada, o avanço é bem recebido e traz alivio às tensões globais, o que deve dar sustentação aos mercados globais (com foco em emergentes como o Brasil) no curto prazo.

Destaque também no internacional para o preço do petróleo, que sobe +2,4% com base em notícias de que a OPEP e seus aliados deverão estender seu acordo de redução da produção por mais 6 ou 9 meses.

Por último, os dados de atividade na China, PMI, recuou de 50,2 em maio para 49,4 em junho, levemente abaixo das expectativas de mercado (49,5). A leitura abaixo dos 50 pontos apontou para a primeira contração do setor manufatureiro em quatro meses. Apesar de negativo, a notícia fica em segundo plano com o avanço das negociações comerciais.

No Brasil, o acordo firmado entre a União Europeia e o Mercosul prevê que 90% dos produtos exportados pelo Brasil entrarão no bloco europeu livre de tarifas de importação (vs 24% hoje). Vemos o avanço como positivo, mas o efeito deve demorar a ser sentido.
Além da aprovação pelo parlamento europeu, a medida depende da aprovação dos congressos de todos os países envolvidos, o que é complexo. Além disso, as tarifas serão reduzidas de forma muito gradual (algo entre 10 e 15 anos), o que retarda ainda mais o efeito positivo do acordo.
Na política, com a leitura da complementação do voto de Samuel Moreira (PSDB-SP) prevista para terça-feira, a votação da reforma da previdência na comissão especial pode acontecer nesta semana. As condições políticas para a votação dependem de ajustes no texto – destaque para a tentativa de reincluir estados e municípios – e da liberação de verbas prometidas pelo governo às bases dos parlamentares.

Manifestações deste domingo em apoio à Lava Jato tiveram alcance menor que demonstrações anteriores, mas reforçam a posição do ministro Sergio Moro e da agenda do governo no Congresso.

Por fim, publicamos nosso Panorama de Mercado para julho, mantendo nossa carteira Top 10 ações inalterada. Junho foi um mês histórico para o Ibovespa, com o índice ultrapassando a marca dos 100 mil pontos. Na nossa visão, isso é só o começo. Como temos destacado, vemos a bolsa como o melhor ativo para se investir, com potencial de atingir 115 mil pontos até o final do ano e 140 mil até o final de 2020.

Após recentes atrasos da reforma na Comissão Especial, a votação na plenária da Câmara deve ficar para após o recesso do Congresso (agosto), o que pode trazer um pouco de volatilidade para este mês. Entretanto, seguimos vendo a aprovação da reforma com uma economia de pelo menos R$700bi em 10 anos como o cenário base, o que sustenta a nossa tese estruturalmente positiva para a Bolsa.

Panorama de Mercado

Bolsa em julho – O que você precisa saber para investir

  • Junho foi um mês histórico para o Ibovespa, com o índice ultrapassando a histórica marca dos 100 mil. Na nossa visão, isso é só o começo. Como temos destacado, acreditamos que estamos em meio a uma transformação no Brasil, e vemos a bolsa como o melhor ativo para se investir, com potencial de atingir 115 mil pontos até o final do ano, 140 mil até o final de 2020;
  • O Ibovespa negocia a 15% de desconto em relação ao seu múltiplo histórico olhando para 2020 – 10,5x Preço/Lucro vs. histórico de 12,3x – ou seja, está barato. Mais do que isso vemos potencial de negociar a 14,0x em um Brasil após aprovação da reforma da previdência;
  • Todos os olhos seguem voltados para a reforma da previdência. Após recentes atrasos, a votação na plenária da Câmara deve ficar para após o recesso, ou seja, agosto. Isso pode trazer um pouco de volatilidade para julho. Entretanto, seguimos vendo a aprovação da reforma com uma economia de pelo menos R$700bi em 10 anos como o cenário base. Quando a data dessa votação ficar clara, é muito provável que vejamos uma alta relevante da Bolsa, mas ainda há muitas incertezas antes do recesso de julho e esse movimento deve ficar para agosto, ou até setembro, a depender do clima político pós recesso;
  • Para o mês de julho mantivemos os mesmos nomes de junho. Os principais temas da nossa carteira Top 10 Ações XP são: 1. SELIC baixa por mais tempo do que está precificado (RENT, ENBR e CPLE) – vimos um fechamento expressivo da curva de juros no último mês, mas ainda vemos espaço para quedas e reflexo nas ações da Bolsa; 2. Crescimento acelerando (BBDC, BBAS e GGBR) – acreditamos que esse tema deve começar a ganhar tração após reforma da previdência; 3. Nomes de qualidade (LREN, RENT e AZUL) – protegem a carteira no curto prazo, mas também se beneficiam da retomada econômica adiante; e 4. Cíclicos globais descontados (VALE e JBSS) – mas de forma seletiva, dadas as incertezas globais ainda elevadas. Para mais detalhes, acesse o relatório completo no link.

Brasil

Política Brasil: Protestos reforçaram a posição de Moro e agenda do governo

  • Manifestações deste domingo em apoio à Lava Jato tiveram alcance menor que demonstrações anteriores, mas reforçam a posição do ministro Sergio Moro e da agenda do governo no Congresso;
  • Com a leitura da complementação do voto de Samuel Moreira (PSDB-SP) prevista para terça-feira, a votação da reforma da previdência na comissão especial pode acontecer nessa semana. As condições políticas para a votação dependem de ajustes no texto – destaque para a tentativa de reincluir estados e municípios – e da liberação de verbas prometidas pelo governo às bases dos parlamentares.
     

Acordo comercial entre União Européia e Mercosul está na direção correta, mas sua implementação tende a ser demorada

  • ​O acordo firmado entre a União Européia e o Mercosul prevê que 90% dos produtos exportados pelo Brasil entrarão no bloco europeu livre de tarifas de importação. Atualmemte, apenas 24% das mercadorias têm alíquota zero;
  • Do lado brasileiro, produtos agrícolas, como suco de laranja, frutas, café solúvel, peixes, crustáceos e óleos vegetais terão tarifas eliminadas em um período de 10 anos. Do lado do Mercosul, o bloco sulamericano se compromete a não taxar compras de produtos industrializados europeus, tais como veículos, maquinários, produtos químicos e farmacêuticos, vestuário e calçados e tecidos;
  • Segundo estimativas do governo, em quinze anos, as exportações para o bloco aumentarão em US$ 100 bilhões ao ano. No entanto, acreditamos que o efeito benéfico do acordo demorará a ser sentido pelos dois blocos comerciais, pois, além da aprovação pelo parlamento europeu, a medida depende da aprovação dos congressos dos países envolvidos. Além disso, as tarifas serão reduzidas de forma muito gradual (algo entre 10 e 15 anos), o que retarda ainda mais o efeito positivo do acordo.

Internacional

G-20: EUA e China concordam em retomar negociações comerciais

  • Os EUA e a China concordaram neste sábado em retomar as negociações comerciais após o presidente Donald Trump oferecer concessões, o que inclui o não estabelecimento das tarifas sobre os produtos chineses e a flexibilização das restrições à empresa de tecnologia Huawei, a fim de reduzir as tensões com o país;
  • A China concordou em adquirir produtos agrícolas dos EUA não especificados e também retornar à mesa de negociações, disse Trump. Nenhum prazo foi estabelecido para o progresso das conversas, e as duas economias continuam em desacordo sobre partes do acordo;
  • Os mercados parecem aliviados na esteira do encontro do G-20, embora a decisão de adiar tarifas e retomar as negociações não ofereça clareza sobre questões críticas.

Petróleo: OPEP deve estender cortes de oferta por 6 a 9 meses

  • Os preços do petróleo tipo Brent subiram + 2,4%, uma vez que a OPEP e seus aliados deverão estender seu acordo de corte de fornecimento até o final de 2019 ou março de 2020, a fim de compensar o ambiente de fraca demanda global;
  • As reuniões da OPEP em Viena devem acontecer até amanhã, mas notícias apontam que o Irã, a Arábia Saudita, o Iraque e a Rússia chegaram a um acordo para a produção futura. Em particular, o presidente russo, Vladimir Putin, mencionou no sábado que concordou com a Arábia Saudita em estender os cortes de produção de 1,2 milhão de toneladas por 6 a 9 meses;
  • Combinado com o maior apetite ao risco após a conclusão da cúpula do G20 e notícias sobre acordos comerciais, esperamos uma reação positiva para os preços do petróleo e para as ações relacionadas à commodity.

​PMI chinês entra em território de contração

  • A atividade industrial da China encolheu em junho e entrou em território de contração;
  • O PMI industrial recuou de 50,2 em maio para 49,4 em junho, levemente abaixo das expectativas de mercado (49,5). A leitura abaixo dos 50 pontos apontou para a primeira contração do setor manufatureiro em quatro meses;
  • O resultado sugere que a economia chinesa, mesmo após uma série de medidas de estímulo ao longo do último ano, segue impactada pelas quedas nas encomendas industriais, pela desaceleração do consumo interno e pelas tensões comerciais com os Estados Unidos.

Manifestantes em Hong Kong ainda exigem a renúncia do líder da cidade

  • Centenas de cidadãos de Hong Kong continuam a protestar a favor da renúncia da atual líder Carrie Lam. Na semana passada, manifestantes invadiram consulados estrangeiros para entregar petições pedindo a líderes mundiais, incluindo o presidente Trump, que intervenham em nome de Hong Kong;
  • Já pela manhã de hoje, manifestantes atacaram a sede do governo de Hong Kong, incitando a polícia dentro do prédio. Protestos esporádicos da oposição ao Governo continuam a atrapalhar a vida dos cidadãos, mesmo depois de autoridades terem anunciado o arquivamento do projeto de lei que poderia extraditar suspeitos de crimes;
  • O protesto dá sequência a uma manifestação em massa no domingo contra o polêmico projeto de lei que permitiria que suspeitos de crimes fossem extraditados para a China.

Argentina começa a exportar petróleo de xisto de “Vaca Muerta”

  • O esforço ambicioso da Argentina para replicar o boom do xisto nos EUA está avançando depois que o país entregou suas primeiras exportações de petróleo e gás natural de xisto, conhecido como Vaca Muerta na Patagônia, no início do mês passado;
  • A Riverstone, do Reino Unido, e o Southern Cross Group, da Argentina, anunciaram na quinta-feira planos de investir US$ 160 milhões em uma participação de 78,4% na primeira empresa exclusivamente de “midstream (armazenamento e transporte de óleo e gás) para operar na formação rochosa de Vaca Muerta;
  • Recentemente, as grandes petrolíferas Shell e Exxon Mobil anunciaram sua intenção de aumentar as operações na região. Um aumento gradual nas exportações é esperado, com exportações de petróleo leve da Argentina previstos para chegar a 70.000 barris por dia no próximo ano.

Empresas

Frigoríficos: Acordo comercial entre Mercosul e União Europeia

  • O acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, fechado na última sexta-feira, em Bruxelas (Bélgica), determinou que exportadores do Mercosul de carnes, açúcar, etanol, arroz, ovos e mel, terão acesso preferencial ao mercado europeu — por meio de cotas;
  • Segundo a ABPA, o acordo prevê uma cota de exportação de carne de frango de 180 mil toneladas no ciclo de 12 meses, sendo metade da cota de frango com osso (muito pouco exportado) e metade sem osso. A quota sem osso será dividida entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, sendo que o Brasil deve ficar com 80% disso. Entretanto, tais valores ainda podem ser negociados;
  • Na carne bovina, a cota de 99 mil toneladas se compara a 55 mil toneladas atualmente, mas ainda não há uma definição tributária. Em suínos, a cota é de 25 mil toneladas, mas ainda não há acordo sanitário entre o Brasil e a UE que viabilize o uso da cota; 
  • Vemos o anúncio como positivo, mas não há impacto de curto prazo, dado que deve levar de 03 e 05 anos para o acordo se tornar efetivo.

Itaú (ITUB4): Não há “bala de prata” para ter sucesso no futuro, diz CEO

  • Candido Bracher, CEO do Itaú, deu uma entrevista ao Estadão e falou sobre o futuro dos bancos e do mercado financeiro, fintechs e outros assuntos. O principal destaque é que o Itaú está focado em constante inovação e transformação para ter um papel ativo e não passivo nessa mudança secular do setor financeiro;
  • Apesar de não apostar em como o mercado financeiro será em cinco anos, Bracher é bastante confiante de que este ainda terá papel vital para empresas e famílias. Sua opinião é que não existe uma “bala de prata” para ter sucesso nesse cenário, mas sim uma atitude positiva e uma inclinação cultural para pensar nas necessidades do cliente e oferecer os melhores produtos / serviços com preços adequados;
  • Sobre as agências, ele disse que elas ainda serão úteis por muitos anos, já que nem todos os clientes são jovens ou digitais. Sobre fintechs, fusões e aquisições são uma opção valiosa em situações em que o banco não pode replicar facilmente o serviço. Em relação a preços agressivos, Bracher afirmou que as taxas zero não são viáveis ​​para o banco e que competirá para conquistar clientes através de serviços e uma experiência diferenciada. Nossa visão sobre o assunto é que os bancos estão se adaptando ao setor financeiro em rápida mudança e permanecerão relevantes para o setor no longo prazo, apesar de perderem participação de mercado e margens à medida que surgem novas tecnologias e empresas.
     

Magazine Luiza (MGLU3): Frederico Trajano comenta mais detalhes sobre os planos para a Netshoes

  • Em entrevista ao Valor Econômico, o Frederico Trajano (presidente do Magazine Luiza) comentou sobre a aquisição da Netshoes;
  • A expectativa é que a operação deixe de gerar prejuízo (atingindo o breakeven) em um ano e meio. Isso deve acontecer pela combinação de: (1) redução de despesas, que representam 30% da receita da Netshoes contra 21% no Magazine Luiza; e (2) aporte de R$ 200 milhões para quitar 100% da dívida bancária, reduzindo as despesas financeiras e destravando os recebíveis com os bancos;
  • A integração dos sistemas deve ser executada ao longo de 2020. Porém, uma medida menos complexa que já foi adotada para impulsionar as vendas foi a integração de 100% do portfolio da Netshoes no site do Magazine Luiza;
  • Com relação a abertura de lojas da Netshoes, a empresa comentou que é uma possibilidade, mas não uma certeza. Com as lojas do próprio Magazine Luiza é possível oferecer a retirada de itens comprados pelo site;
  • Apesar de termos visão positiva para o Magazine Luiza, acreditamos que boa parte do crescimento esperado já esteja refletido nas ações. Por isso temos recomendação de Neutro e preço-alvo de R$ 205/ação. Para mais detalhes, acesso nosso relatório.

BRF (BRFS3): Empresa recebe oferta de US$350mi por ativos no Oriente Médio
 

  • De acordo com o Valor Econômico, a BRF recebeu uma oferta da ordem de US$ 350 milhões (R$ 1,3 bilhão) por ativos no Oriente Médio, o que representaria uma fatia minoritária de 17% do negócio Halal, considerando valor total US$2bi, assumindo EBITDA dos últimos 12 meses e um múltiplo de 8x EV/EBITDA;
  • Segundo a notícia, a Saudi Agricultural & Livestock Investment Company (Salic), gestora vinculada ao Reino da Arábia Saudita, desponta como uma das principais interessadas. Ainda não há uma decisão e, segundo fontes, o negócio no Oriente Médio ainda levará algum tempo para ser definido;
  • As negociações da BRF no Oriente Médio já estavam em curso há alguns meses e ocorrem de forma desvinculada das tratativas para uma fusão com a brasileira Marfrig, que seguem em andamento. A venda de uma fatia minoritária no Oriente Médio ajudaria a BRF a acelerar o processo de desalavancagem e a cumprir objetivos estratégicos;
  • Com um parceiro no Oriente Médio, a BRF pretende fortalecer a presença na região, ingressando na produção de frango na Arábia Saudita para deixar de ser apenas uma grande exportadora, já que a intenção da Arábia Saudita é que, até 2020, a produção local abasteça 60% de seu consumo de frango.

Via Varejo (VVAR3): Nova Diretora Multicanal, Marketing e Comunicação

  • Mais uma mudança na gestão da Via Varejo foi anunciada. Ilca Sierra será a nova Diretora Multicanal, Marketing e Comunicação;
  • Anteriormente, ela trabalhou por 9 anos no Magazine Luiza e também teve passagens pela Pernambucanas e pelo GPA;
  • O acompanhamento de quem serão os responsáveis por liderar e executar a estratégia de recuperação na Via Varejo é um dos temas que na nossa visão devem ser monitorados para termos mais convicção na tese de investimento positiva. Temos recomendação de Neutro para a empresa, com preço-alvo de R$5,70/ação. Para mais detalhes, acesse nosso relatório link.

GPA (PCAR4): Empresa planeja abrir loja digital do Minuto Pão de Açúcar em contêiner

  • O Grupo Pão de Açúcar (GPA), em parceria com a Microsoft, pretende abrir até seis unidades da bandeira Minuto Pão de Açúcar em contêineres com um conceito de loja digital. As lojas “beta” serão inauguradas na capital paulista no período de 12 meses e terão tecnologias como reconhecimento facial, “self-checkout” e “scan & go”;
  • As novas lojas do Minuto Pão de Açúcar terão sortimento menor, com foco em itens frescos e prontos para consumo, além de adega e categoria de mercearia. Os pontos de venda estarão localizados próximos de edifícios corporativos, por exemplo, e a primeira loja será na zona sul da cidade de São Paulo;
  • ​Além disso, segundo Antonio Salvador, Diretor de Transformação Digital e Ecommerce da empresa, o GPA estuda parceria com o Itaú para oferecer serviços de meios de pagamento. Segundo o executivo, a estratégia ainda está sob discussões e outras instituições podem ser ouvidas.

Coe News

Apple transfere produção de novo Mac Pro para China

  • Mesmo em meio as tensões comerciais, dirigentes da Apple pretendem transferir a produção do novo modelo de computador Mac Pro do Texas para  Xangai;
  • Vale lembrar que a produção dos aparelhos e dispositivos da gigante produtora de iPhones ainda não foram incluídos na lista de produtos importados a serem tarifados por Trump, e este recente anúncio pode ser visto como positivo;
  • A gigante da tecnologia contratou a Quanta Computer para fabricar o computador de preço final US$ 6mil, aproximadamente, e vai aumentar a produção em uma fábrica perto de Xangai. A vantagem das instalações da Quanta é a proximidade com os outros fornecedores asiáticos, o que reduz custos de frete para a companhia americana. O modelo anterior do Mac Pro estava sendo produzido nas fábricas da Flex, em Austin, no Texas, com investimento de US$ 100 milhões da Apple em ferramentas e outros equipamentos.
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