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Preocupação com coronavírus volta a impactar mercados

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -0,9% | 115.385 Pontos

CÂMBIO 0,8% | 4,23/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa teve queda de 0,9% ontem, fechando aos 115.385 pontos, dado renovados temores acerca do coronavírus. O dólar comercial subiu 0,8% a R$ 4,23, no maior patamar de fechamento em dois meses.

Nessa manhã, mercados internacionais operam em queda com os temores com relação ao coronavírus. Como falamos, esperamos pressão ainda no curto prazo mas mantemos nossa visão estrutural positiva no longo-prazo para o Ibovespa. Veja mais detalhes aqui. No Brasil, o Ministério da Saúde informou que monitora nove casos suspeitos de coronavírus, mas nenhum deles foi confirmado ainda. Hoje, a Organização Mundial da Saúde volta a avaliar se declara a doença emergência global.

Duas horas atrás, o primeiro ministro russo decretou o fechamento das fronteiras do Leste do país, com o objetivo de prevenir o contágio por coronavírus. Adicionalmente, ontem, a American Airlines cancelou alguns voos para China, citando declínio na demanda, o que prejudicou o ânimo dos mercados. O governo chinês informou que o número de pessoas infectadas ultrapassou sete mil, das quais 170 morreram. 

As companhias aéreas locais, como Azul e Gol, não possuem exposição direta ao mercado Chinês. No entanto, a volatilidade cambial pode continuar exercendo pressão de curto prazo no preço das ações, dada a alta exposição das empresas ao Dólar (cerca de metade dos custos é atrelada à moeda).

Já há um real impacto na atividade chinesa neste primeiro trimestre de 2020. Além das companhias aéreas, sobretudo chinesas e europeias, e da indústria de luxo, Starbucks, Uniqlo e Toyota também apresentaram significativo impacto nestes útimos 30 dias de pandemia.

Depois de ter sido reaberta ontem, a bolsa de Hong Kong caiu 2,8%, menos do que se esperava diante da ameaça do coronavírus. A queda foi amenizada, em partes, pelo anúncio do Banco Central da China, que prometeu promover mais liquidez para incentivar a economia do país.

Vale também destacar que o Fed manteve sua política monetária inalterada e as taxas de juros nos Estados Unidos seguem entre 1,50 e 1,75% ao ano. Houve ligeira mudança de linguagem em relação à inflação: Powell afirmou que não está confortável com os preços abaixo da meta, enquanto o mercado já segue precificando um potencial corte adicional de 0,05%. Também no radar está a decisão do BC inglês e potencial corte de juros nesta quinta-feira.

Outro destaque americano é que a temporada de resultados continua, sendo que 45% do índice S&P 500 já reportou até ontem, com destaque para os resultados positivos da Microsoft e Tesla, enquanto a leitura para Facebook foi mista. Hoje teremos: Amazon, Visa, Verizon, Coca-Cola, Royal Dutch Shell, The Blackstone Group, DuPont, MSCI e Deutsche Bank.

Do lado econômico, na Zona do Euro, a taxa de desemprego caiu de 7,5% em novembro para 7,4% em dezembro, atingindo o menor nível desde maio de 2008 e surpreendendo as expectativas de mercado, que previam estabilidade do indicador. O resultado ajudou a reforçar a mensagem de que, apesar do recente aumento das incertezas globais, o risco de recessão das principais economias tem se tornado menor.

Do lado de política, após quase quatro anos do referendo, o parlamento da União Europeia ratificou o acordo do Brexit, abrindo caminho para saída do Reino Unido da União Europeia. O Brexit finalmente entra em vigor nesta sexta-feira (31), iniciando o período de transição de 11 meses em que Londres e Bruxelas devem negociar seu relacionamento.

Já no Brasil, Rodrigo Maia criticou os atrasos no envio da reforma administrativa e sinalizou mais uma vez prioridade para a reforma tributária. Uma solução que coloque o texto da Câmara à frente tem ganhado simpatia, inclusive, entre líderes no Senado, ainda que depende de acertos entre Maia e Davi Alcolumbre sobre o encaminhamento de outras medidas, como as PECs do pacote Mais Brasil.

Do lado corporativo, o Santander Brasil divulgou ontem bons lucros neste último trimestre de 2019. O resultado foi auxiliado por maiores receitas, custos sob controle e melhoras na inadimplência, porém nossa preocupação é principalmente com a qualidade das receitas. Mantemos nossa recomendação neutra para o banco. Para mais detalhes, clique aqui.

Tópicos do dia

Temporada de resultados do 4º trimestre

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Brasil

  1. Política Brasil: prioridade para a reforma tributária na Câmara

Internacional

  1. Política Internacional: OMS avalia hoje se declara coronavírus emergência global
  2. Banco Central norte-americano decide manter política monetária inalterada
  3. Taxa de desemprego e índice de confiança da Zona do Euro surpreendem as expectativas

Empresas

  1. Santander (SANB11): lucro sólido no 4T19 apesar de preocupações com sua qualidade
  2. Frigoríficos (JBSS3, MRFG3, BRFS3): BRF e Seara podem vir a elevar preços de carnes no Brasil; coronavírus seria oportunidade

Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: prioridade para a reforma tributária na Câmara

  • Rodrigo Maia criticou os atrasos no envio da reforma administrativa e sinalizou mais uma vez prioridade para a reforma tributária. Uma solução que coloque o texto da Câmara à frente tem ganhado simpatia, inclusive, entre líderes no Senado, ainda que depende de acertos entre Maia e Davi Alcolumbre sobre o encaminhamento de outras medidas, como as PECs do pacote Mais Brasil.

Internacional

Política Internacional: OMS avalia hoje se declara coronavírus emergência global

  • Com mais de 7 mil casos confirmados na China e outros 97 fora do país, o coronavírus continua sendo destaque das notícias. Hoje, a OMS volta a avaliar se declara a doença emergência global;
  • Após quase quatro anos do referendo, o parlamento da União Europeia ratificou o acordo do Brexit, abrindo caminho para saída do Reino Unido da União Europeia. O Brexit finalmente entra em vigor nesta sexta-feira (31), iniciando o período de transição de 11 meses em que Londres e Bruxelas devem negociar seu relacionamento;
  • Nos EUA, a Casa Branca informou que não autoriza a publicação de livro do ex-assessor de segurança, John Bolton, por conter informações confidenciais. A decisão provocou reações dos democratas, já que o manuscrito do livro em questão pode ser utilizado para reforçar as acusações contra Donald Trump no processo de impeachment.

Banco Central norte-americano decide manter política monetária inalterada

  • Os integrantes do comitê de política monetária dos Estados Unidos (Fomc) decidiram ontem, por unanimidade, manter a taxa de juros norte-americana entre 1,50% e 1,75% ao ano, em linha com as expectativas de mercado;
  • Em sua fala realizada logo após o anúncio da decisão, o presidente do Banco Central dos Estados Unidos (Fed), Jerome Powell, afirmou que o Fed não está confortável com a inflação sistematicamente abaixo da meta de 2% ao ano e que, por isso, espera que haja uma revisão da política monetária do país até meados de 2020;
  • Powell também afirmou que a incerteza sobre política comercial ainda permanece como risco elevado e que é necessário ter paciência até que a economia absorva o efeito dos acordos firmados recentemente.

Taxa de desemprego e índice de confiança da Zona do Euro surpreendem as expectativas

  • A taxa de desemprego da Zona do Euro caiu de 7,5% em novembro para 7,4% em dezembro, atingindo o menor nível desde maio de 2008 e surpreendendo as expectativas de mercado, de estabilidade do indicador;
  • O índice de sentimento econômico da região, que mede a confiança dos setores corporativos e dos consumidores, passou de 101,3 em dezembro para 102,8 em janeiro, também surpreendendo as expectativas de mercado, de 101,9 em janeiro;
  • Os resultados reforçaram a mensagem de que, apesar do recente aumento das incertezas no mundo, o risco de recessão das principais economias globais tem se tornado menor.

Empresas

Santander (SANB11): lucro sólido no 4T19 apesar de preocupações com sua qualidade

  • O Santander Brasil divulgou ontem bons lucros neste último trimestre de 2019. O resultado foi auxiliado por maiores receitas, custos sob controle e melhoras na inadimplência. O lucro veio em linha com as nossas estimativas, em R$3,7 bilhões, o que implica em um retorno sob patrimônio líquido de 21,3% (vs. 19,9% no mesmo trimestre do ano anterior);
  • Porém, nossa preocupação é principalmente com a qualidade das receitas. Receitas de serviço pararam de crescer, e ainda sim ajudadas por linhas que consideramos de pouca sustentabilidade. Já a margem financeira foi novamente ajudada por ganhos de tesouraria, enquanto a margem financeira que vêm do crédito tem consistentemente crescido menos do que a carteira devido ao menor spread. Consideramos estes sinais negativos, principalmente levando em conta o cenário que vemos pela frente, que é de: (1) maior competição em serviços, principalmente devido a maior competição de fintechs, corretoras independentes e novos entrantes; e (2) SELIC mais baixa da história e o teto do juro no cheque especial, que devem continuar afetando a margem financeira do banco em 2020.
  • Para mais detalhes sobre o resultado, clique aqui.

Frigoríficos (JBSS3, MRFG3, BRFS3): BRF e Seara podem vir a elevar preços de carnes no Brasil; coronavírus seria oportunidade

  • Segundo o Valor Econômico, para compensar o impacto da disparada do milho no mercado doméstico, as agroindústrias de aves e suínos terão de repassar a alta aos consumidores, conforme sinalizado ontem por Gilberto Tomazoni, CEO da JBS, e Lorival Luz, da BRF, em evento;
  • De acordo com Lorival, como o cereal mais caro afeta a todos os competidores, a recomposição das margens acabará sendo feita, ainda que o período de reajuste possa variar de acordo com a estratégia de cada empresa. Para as indústrias processadoras de frangos e suínos, o milho costuma representar em torno de 30% do custo de produção;
  • Já Tomazoni avaliou que 2020 será o “pico” da demanda chinesa por carnes importadas – não somente do Brasil. No entanto, de acordo com ele, o forte ritmo das exportações de milho, que bateram recorde no ano passado, tornou o cereal brasileiro mais caro do que o americano, o que é incomum;
  • O executivo da BRF disse ainda que o coronavírus poderia aumentar as exportações brasileiras: “Pode ser que tenha uma demanda maior pela segurança alimentar. Não gosto de dizer um resultado positivo, mas vamos dizer que podemos ter um incremento de volume, dado a segurança alimentar do nosso produto.”
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