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Morning Call XP (26.ago): Sentimento melhora após tom ameno sobre guerra comercial

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -2,34% | 97.667 Pontos

CÂMBIO 1,3% | 4,12/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou o pregão da última sexta-feira em queda de 2,3% a 97.667 pontos, impactado pelo anúncio da China de tarifas extras sobre bens americanos e retaliação dos EUA em seguida com elevação de tarifas, aumentando consideravelmente a percepção de risco global.

Hoje, futuros nos EUA negociam em alta em meio à sessão positiva na Europa e negativa na Ásia durante a noite. A melhora no sentimento veio depois que Trump disse, pouco antes da abertura do mercado Europeu, que a China quer reiniciar as negociações comerciais. O Vice-Premier chinês Liu He disse que o país está disposto a resolver a disputa comercial com uma atitude calma através do diálogo.

No Brasil, o governo busca forma de controlar os incêndios que devastam a Amazônia e que são alvo de críticas no internacional. Países integrantes do G-7, que estiveram reunidos em Biarritz, na França, neste final de semana, deliberaram que vão buscar alternativas para ajudar o Brasil no combate aos inúmeros focos de destruição na floresta e posterior reflorestamento.

Sobre reforma da previdência, quase 130 emendas foram protocoladas na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e cabe ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) decidir se acata ou não as sugestões. Jereissati defende que eventuais mudanças devem ser discutidas em uma PEC paralela, reunindo emendas que os senadores fizerem à proposta durante a análise da reforma no Senado. Tanto o relator quanto o governo resistem a mudanças que desidratem a proposta. A expectativa é de que o relatório seja lido nesta semana.

Do lado das commodities, os preços de minério recuperaram parte das perdas na sexta-feira, subindo 4%, para US$87,8/t – queda de 31% do pico visto no início de julho, mas ainda com ganho de 21,4% no ano. O petróleo, por sua vez, opera em leve alta de 0,3% nessa manhã de segunda-feira, em US$59,52/barril.

Do lado das empresas, na última sexta-feira, a Petrobras divulgou fato relevante afirmando que o consórcio formado pela Itaúsa, Copagaz e Nacional Gás Butano apresentou a melhor proposta para adquirir a Liquigás. Fontes apontam que o consórcio apresentou uma proposta de R$3,5 bilhões, acima das nossas expectativas entre R$2,0 a R$2,2 bilhões e implicando uma adição de R$0,20/ação a nossos preços-alvo. Vemos a notícia como positiva, sinalizando o comprometimento da empresa com o programa de venda de ativos e a redução do endividamento.

Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Países do G7 concordaram em ajudar o Brasil
  2. Barômetro do Poder – InfoMoney: Entre analistas, 62% acreditam que reforma da Previdência terá tramitação concluída no Senado em outubro
  3. Fiscal: Governo estuda desbloquear R$ 15 bi do orçamento dos ministérios em setembro e pacto federativo pode impor moratória de precatórios
  4. Governo estuda a possibilidade de alterar o indexador da poupança
  5. Caged: Dados do mercado de trabalho brasileiro em julho  

Internacional

  1. Guerra comercial: Humor do mercado segue instabilidade da fala de Trump

Empresas

  1. Petrobras (PETR4): Recebimento de propostas vinculativas pela Liquigás
  2. SulAmérica (SULA11): Anúncio de aquisição da Allianz, avaliada em R$3 bilhões

Renda Fixa

  1. Emissões bancárias: O que são e como aproveitar
  2. Rating ‘brAAA’ atribuído à proposta de emissão da Natura Cosméticos
  3. INTL FCStone lançará fundo para financiamento de agricultores
  4. Volume de debentures incentivadas soma R$14,3 bilhões até julho
  5. Novo PL para recuperação judicial irá ao Congresso
  6. Nova esperança à Santo Antônio Energia


Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: Países do G7 concordaram em ajudar o Brasil

  • Países do G7 concordaram em ajudar o Brasil e outras nações amazônicas atingidas pelas queimadas, respeitando a soberania. Apesar da crise, o governo Bolsonaro comemora. Para eles, a recusa da maioria de países do G7 de usar o acordo Mercosul-União Europeia para retaliar o Brasil foi um sucesso. A população ainda foi às ruas em, pelos menos, 21 estados para pressionar Bolsonaro a vetar pontos da Lei de Abuso de Autoridade. Sem apoio do presidente e de sua rede de influencers, foram tímidas as manifestações que atacaram o Supremo e apoiaram Sergio Moro e Deltan Dallagnol;
  • A agenda de 26 de agosto a 1° de setembro:  A Câmara deve votar o projeto de lei do governo Bolsonaro que amplia o acesso a armas de fogo e há a possibilidade de a Câmara analisar uma proposta que regulamenta a terceirização da dívida ativa dos estados. Governadores poderiam, assim, vender títulos ao mercado financeiro de dívidas que têm a receber, de maneira a antecipar esses recursos. O Senado discute a proposta de adiar pagamento de precatórios de 2024 a 2028, uma das medidas do chamado pacto federativo pedido pelos governadores e senadores como contrapartida pela votação da reforma da Previdência.

Barômetro do Poder – InfoMoney: Entre analistas, 62% acreditam que reforma da Previdência terá tramitação concluída no Senado em outubro

  • Um levantamento divulgado pelo site Infomoney na semana passada mostra que, entre casas de análise de risco político, 62% acreditam que a PEC da reforma da Previdência deve ter tramitação concluída no Senado Federal em outubro;
  • O otimismo com a aprovação final da PEC da reforma da Previdência tem crescido mensalmente no levantamento. Quanto ao impacto fiscal em 10 anos do texto aprovado pelos parlamentares, a estimativa dos analistas é de uma economia de R$899,2 bilhões – nosso time econômico espera R$800-850 bilhões;
  • Na nossa visão, a conclusão da tramitação da PEC da reforma abre novos horizontes para o mercado financeiro brasileiro, com a Bolsa sendo o melhor ativo para se investir neste momento. Para saber mais sobre o levantamento, clique aqui e acesse o levantamento na íntegra na nossa plataforma de conteúdos.

Fiscal: Governo estuda desbloquear R$ 15 bi do orçamento dos ministérios em setembro e pacto federativo pode impor moratória de precatórios

  • De acordo com o noticiário local, o governo estuda desbloquear até R$15 bilhões (de um total de R$34 bilhões) do orçamento dos ministérios em setembro. Para que isso ocorra, o governo conta com três possibilidades: i) crescimento da receita tributária em decorrência do maior crescimento econômico previsto para o 3T19, ii) aumento dos dividendos das empresas estatais federais pagos ao Tesouro e iii) reduzir a despesa prevista com o aumento de capital de empresas estatais federais;
  • Além disso, o Senado prepara uma moratória no pagamento de precatórios como parte do pacto federativo em negociação com o Executivo. De acordo com o presidente do Senado, Davi Acolumbre, o prazo para que estados e municípios quitem suas dívidas será prorrogado de 2024 para 2028. A medida teria potencial de prejudicar um total de um milhão de credores que detém aproximadamente R$ 141 bilhões de créditos a receber;
  • A emenda que autoriza o novo adiamento nos pagamentos foi assinada por 29 dos 81 senadores e a justificativa é que estados e municípios precisam de auxílio para equilibrar as contas públicas em decorrência da continuidade da crise fiscal.

Governo estuda a possibilidade de alterar o indexador da poupança

  • De acordo com matérias divulgadas pela mídia no final de semana, o governo está discutindo a possibilidade de alterar o indexador da poupança em paralelo à mudança no indexador dos contratos imobiliários;
  • Ainda que a discussão esteja em uma fase preliminar, a ideia seria fazer com a caderneta também passasse a ser atrelada à inflação e não mais à TR (taxa referencial);
  • Apesar de o governo considerar a TR pouco transparente e pouco atrativa para os investidores, os bancos privados estão pouco animados com as linhas atreladas ao IPCA. Um dos principais motivos do desânimo é o risco de inadimplência em caso de disparada da inflação, o que já chegou a acontecer em outros momentos da história brasileira.

Caged: Dados do mercado de trabalho brasileiro em julho  

  • O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é um dispositivo legal utilizado pelo Programa de Seguro-Desemprego para conferir os dados referentes aos vínculos trabalhistas. De forma simplificada, ele mostra a evolução das admissões e demissões no mercado de trabalho formal brasileiro, ou seja, sob o regime CLT;
  • O resultado de julho de 2019 mostrou que, pela quarta vez consecutiva, o número de admissões ultrapassou o de demissões, mantendo o saldo de empregos positivo. O total de postos de trabalho gerados em julho foi de 43.820 e ficou acima do que era esperado pelo mercado (43.335 vagas). O setor de Construção Civil foi o principal destaque positivo, registrando 12.464 novos postos formais de trabalho (na série dessazonalizada);
  • Em síntese, o mercado formal de trabalho brasileiro ainda não recuperou seu patamar pré-crise, mesmo que os números recentes apresentem recuperação de boa parte das perdas que caracterizaram os últimos anos. Em julho de 2019, o número de admissões ultrapassou o de demissões pela quarta vez consecutiva, mantendo o saldo de empregos positivo e corroborando o argumento de que a economia segue em ritmo gradual de recuperação. Clique aqui para ler nossa análise na íntegra.

Internacional

Guerra comercial: Humor do mercado segue instabilidade da fala de Trump

  • O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nessa segunda em coletiva da cúpula do G7 que um eventual adiamento das tarifas contra a China seria possível. Além disso, teceu elogios ao presidente chinês, Xi Jiping, e disse que as negociações comerciais serão retomadas “em breve” e de ”forma muito séria”;
  • O tom mais brando contrasta com o tom ameaçador adotado na última sexta. Apesar disso, Trump sinalizou possíveis retaliações à Alemanha e disse que mais empresas americanas poderiam ser retiradas da China;
  • Dessa forma, ainda que as tensões comerciais estejam mais amenas do que na última semana, o rumo dos conflitos comerciais permanece incerto e precisa ser acompanhado de perto.

Empresas

Petrobras (PETR4): Recebimento de propostas vinculativas pela Liquigás

  • Em 23 de agosto, a Petrobras divulgou fato relevante afirmando que o consórcio formado pela Itaúsa, Copagaz e Nacional Gás Butano apresentou a melhor proposta vinculante para a aquisição da Liquigás. A partir de agora, o grupo passará a negociação de condições contratuais;
  • Com base em nossos cálculos, estimamos que a Liquigás valha entre R$2,0 a R$2,2 bilhões, com sua venda implicando uma adição entre R$0,13 e R$0,14 a nosso preços-alvo. Embora tal ativo seja menos representativo em nossas estimativas entre R$77 e R$91 bilhões para o programa de venda de ativos da Petrobras, vemos a notícia como positiva, sinalizando o comprometimento da administração com a redução do endividamento. Reiteramos nossa recomendação de Compra.

SulAmérica (SULA11): Anúncio de aquisição da Allianz, avaliada em R$3 bilhões

  • Sexta-feira passada (23/08), a SulAmérica anunciou um acordo de venda dos segmentos Auto e ramos elementares (~15% do faturamento) por R$3 bilhões para a alemã Allianz Seguros. De acordo com o fato relevante, a transação consistirá na estruturação de uma nova seguradora com patrimônio líquido avaliado em R$700 milhões voltado a estas linhas de negócio e, ao fim da conclusão da transação prevista para os próximos 12 meses seu controle será alienado à Allianz;
  • Esta transação reforça a estratégia da SULA de focar em seu principal segmento de saúde & odontologia e concentrar esforços também vida, previdência e gestão de ativos. Além disso, o montante relevante da aquisição representa para a companhia um momento para aproveitar oportunidades de crescimento orgânico e inorgânico no futuro, ou seja, monitoraremos a possibilidade de novas aquisições e expansões nos ramos estratégicos. Contudo, a transação ainda está condicionada ao cumprimento de condições previstas no contrato e também dos órgãos reguladores e anticoncorrenciais;
  • Em outro fato relevante, a SULA confirmou convite de distribuição de seguros saúde e odontológico para o setor corporativo pela plataforma do Itaú, mas ainda não há acordo e avaliam as outras oportunidades comerciais também;
  • O valor acordado próximo da máxima estimada pelo nosso time de análise em paralelo aos avanços em sua estratégia, geraram reação positiva nas ações que subiram +5,4% na sexta-feira. Apesar da rápida valorização da empresa desde o relatório de início da cobertura (+42,1%), mantemos recomendação de Compra.

Renda Fixa

Emissões bancárias: O que são e como aproveitar

  • Em relatório publicado, falamos sobre as emissões bancárias: o que são e o que é preciso entender para aproveitar esse tipo de investimento. As emissões bancárias são CDBs, LCIs, LCAs e LCs e são uma forma de os bancos captarem recursos;
  • Essas emissões possuem as mesmas garantias de investimentos em poupança, porém podem oferecer rentabilidades muito mais atraentes;
  • Saiba mais acessando o relatório completo aqui

Rating ‘brAAA’ atribuído à proposta de emissão da Natura Cosméticos

  • No dia 23 de julho, a S&P Global Ratings atribuiu rating ‘brAAA’ à proposta da 10ª emissão de debêntures da Natura Cosméticos. A emissão pode chegar a R$1,7 bilhão em até quatro séries. O vencimento será em 2024;
  • Segundo comunicado da agência, os recursos serão utilizados para refinanciamento de dívidas que vencerão nos próximos dois anos, alongando o perfil de vencimento das dívidas da companhia;
  • O rating foi atribuído com CreditWatch negativo, o que indica, de acordo com metodologia da agência, que há risco de 50% de rebaixamento dos ratings nos próximos 90 dias. Isso reflete potencial deterioração na qualidade de crédito da empresa em função da aquisição da Avon Products Inc.

INTL FCStone lançará fundo para financiamento de agricultores

  • De acordo com o Valor Econômico, produtores rurais e cerealistas ganharão nova fonte de recursos para operações de capital de giro e produtores rurais e cerealistas: a americana INTL FCStone. A empresa é uma das maiores que atuam com corretagem e consultoria de commodities no mundo;
  • Segundo o CEO da companhia, Fábio Solferini, há uma mudança no perfil de crédito rural no Brasil atualmente, com a redução de fontes de recursos oficiais com juros subsidiados e migração para o mercado de capitais, o que levou à identificação da oportunidade no país. Em consequência, a empresa começou a estruturar operações de crédito com seus clientes, como CRAs e FIDCs;
  • Inicialmente, o fundo contará com R$50 milhões, podendo ser ampliado no futuro com a participação de outros investidores. O foco serão produtores e cerealistas que movimentam principalmente soja, milho, algodão, café, açúcar e etanol e as operações poderão ter prazo de até três anos;
  • A entrada de novas fontes de captação para o capital de giro do setor é positiva de forma geral, porém não há informações adicionais acerca das taxas que serão cobradas desses produtores.

Volume de debentures incentivadas soma R$14,3 bilhões até julho

  • Segundo o Valor Econômico, de janeiro a julho de 2019 já foram emitidos R$14,3 bilhões em debêntures incentivadas, sendo 83% no setor de energia. O volume de emissões deve continuar crescendo, segundo o coordenador-geral de Reformas Microeconômicas do Ministério da Economia, Cesar Frade, podendo superar o recorde de R$21,6 bilhões de 2018. Considerando as emissões já previstas para agosto, o volume chega a R$20 bilhões;
  • Frade comenta que, apesar de ser uma preocupação, o risco de recessão mundial não deve afetar emissões no curto prazo e que o avanço do programa de concessões e as expectativas favoráveis no mercado doméstico são os principais motivos da alta recente;
  • Esse tipo de instrumento é utilizado para investimentos em infraestrutura e são isentos de imposto de renda, além de apresentarem, em geral, retornos mais elevados do que outros produtos financeiros atrelados a títulos públicos. Por esse motivo, as pessoas físicas correspondem a quase 70% dos investidores. O risco envolvido nesse tipo de investimento é o dos próprios empreendimentos.

Novo PL para recuperação judicial irá ao Congresso

  • Conforme noticiado no Valor Econômico, mais de 20 entidades ligadas à indústria (“grupo de consenso”), comércio e profissionais de advocacia devem dar apoio ao acordo para que a reforma na Lei de Recuperação Judicial e Falências avance no Congresso Nacional, visando aumento de eficiência do processo de falência. A versão final deverá ser apresentada amanhã na Câmara dos Deputados, seguindo ao presidente Rodrigo Maia e lideranças partidárias. O início do processo legislativo deve ocorrer em até 20 dias;
  • Um dos pontos que ficou de fora do projeto foi o da alienação fiduciária (garantia oferecida aos bancos em empréstimos e financiamentos), pois os bancos são contrários à inclusão dessas garantias no processo de recuperação. Sua inclusão pode travar o andamento do projeto;
  • O projeto substitutivo inclui como novidade a previsão de condições especiais para o pagamento das dívidas tributárias com a União. De acordo com texto preliminar, as empresas em recuperação poderiam então parcelar os débitos em até 120 meses, podendo usar créditos decorrentes de prejuízo fiscal para abater da dívida;
  • Outros pontos que serão inclusos são a fixação de período de três anos para habilitação dos credores no processo de falência. Hoje o prazo é de cinco anos. Além disso, o projeto prevê venda imediata dos bens da empresa, em leilão único e sem limite de valor pré-fixado.

Nova esperança à Santo Antônio Energia

  • Após derrota no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Santo Antônio Energia (Saesa) obteve vitória em primeira instância na Justiça Federal no Distrito Federal, podendo abrir novo round na disputa de R$1 bilhão com conjunto de distribuidoras. Segundo o Valor Econômico, na prática a última decisão do STJ continua valendo, mas o TRF ou o STJ podem confirmar o mérito julgado na primeira instância;
  • A decisão favorável se refere à terceira ação movida pela Saesa, com base na publicação da Lei 13.306 e no entendimento de que todas as ocorrências de caso fortuito ou força maior são reconhecidos como excludentes de responsabilidade. Essas ocorrências incluem greves, que foi o motivo de paralização das obras no caso da Saesa;
  • Reiteramos que, mesmo que a Saesa perca os pleitos, não haveria efeito negativo em seu caixa, ou seja, não haveria desembolso financeiro.
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