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Meta de déficit zero, discurso de Powell, PIB da China: o que move os mercados hoje

Discurso do presidente do Fed nos Estados Unidos é um dos temas de maior destaque nesta terça-feira, 16/04/2024

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IBOVESPA -0,49% | 125.334 Pontos

CÂMBIO +1,23% | 5,18/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa na segunda-feira, aos 125.334 pontos (-0,5%), repercutindo uma série de eventos ao longo do dia: (i) tensões no Oriente Médio, (ii) dados de vendas no varejo nos EUA mais fortes do que esperado, e (iii) o anúncio de mudança da meta fiscal de 2025 pelo governo. O dólar também reagiu, continuando o movimento de alta da semana passada e chegou a encostar nos R$ 5,21, fechando a sessão a R$ 5,19, perto dos níveis de março de 2023. 

No pregão de ontem, o principal destaque positivo do Ibovespa foi BRF (BRFS, +10,2%), após elevação de recomendação por dois bancos de investimento, o que acabou também puxando as ações da Marfrig (MRFG3, +4,8%). Por outro lado, empresas cíclicas marcaram as maiores quedas do dia, principalmente pressionadas pela abertura da curva de juros futuros, com CVC (CVCB3, -9,4%) registrando seu maior recuo das últimas 15 semanas, e Magalu (MGLU3, -7,8%).

Para a sessão desta terça-feira, temos dados econômicos como o IGP-10 de abril e a produção industrial dos EUA referente ao mês de março. O mercado também deve repercutir os dados de atividade da China publicados na noite anterior. Do lado corporativo, a temporada de resultados nos EUA continua, com companhias do setor financeiro reportando seus números, como Bank of America e Morgan Stanley, além de Johnson & Johnson e UnitedHealth.

Renda Fixa

A curva de juros encerrou em forte alta, devido a uma combinação de aspectos globais e domésticos, que trouxeram volatilidade à sessão. O cenário internacional foi marcado, desde o final de semana, por uma aversão ao risco nos mercados, após o acirramento do conflito entre Israel e Irã. Além disso, dados robustos do varejo americano contribuíram para a piora de humor. O rendimento das Treasuries de 10 anos encerraram em 4,63%, ante 4,50% na sexta-feira. Por aqui, a mudança da meta fiscal de 2025 foi o principal catalisador. Com isso, a curva de juros local ganhou inclinação. DI jan/25 fechou em 10,16% (9,5bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 10,44% (22,5bps); DI jan/27 em 10,805% (27,5bps); DI jan/29 em 11,35% (27bps).

Mercados globais

Os mercados operam em alta nos Estados Unidos (S&P 500: -0,4%; Nasdaq 100: -0,3%), no aguardo de resultados de Bank of America, Morgan Stanley, Johnson&Johnson e UnitedHealth. Ontem, Goldman Sachs divulgou o balanço do primeiro trimestre de 2024, apresentado resultados melhores que o esperado.

Mercados globais apresentam queda na expectativa de desenvolvimentos no Oriente Médio, após o ataque de Irã a Israel no fim de semana. Na Europa, os mercados operam em forte queda (Stoxx 600: -1,5%); enquanto na China as bolsas de Xangai e Hong Kong fecharam o dia negativas (CSI 300: -1,1%; HSI: -2,1%), mesmo após o PIB chinês do primeiro trimestre superar as expectativas.

Economia

No Brasil, o governo enviou ontem ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), estabelecendo uma meta de déficit zero para o próximo ano. Isto representa uma redução no ritmo de ajuste fiscal inicialmente previsto pelo governo quando apresentou o novo arcabouço fiscal, que previa um superávit de 0,5% do PIB após atingir um saldo neutro em 2024 (0,0% do PIB). O anúncio representa um aumento do risco fiscal e, consequentemente, das taxas de juro de longo prazo.

Nos Estados Unidos, as vendas nominais no varejo aumentaram 0,7% em março, enquanto as vendas do grupo de controle (ex-automóveis) cresceram 1,1%. O resultado superou as expectativas do mercado. Na China, o PIB avançou 5,3% no 1º trimestre de 2024 em relação ao mesmo trimestre do ano passado, superando as expectativas do mercado de 5,0%. No entanto, os dados publicados referente a março mostraram um crescimento mais fraco do que o esperado na produção industrial (consenso: 5,4% a/a; real: 4,5% a/a) e nas vendas no varejo (consenso 4,5% a/a; real: 3,1), indicando que estímulos adicionais podem ser necessários. Enquanto isso, a taxa de desemprego atingiu 5,2% em março, permanecendo perto da máxima de 7 meses de fevereiro, de 5,3%.

No Reino Unido, a taxa de desemprego subiu para 4,2% entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024, acima dos 3,9% nos três meses até novembro e superando o consenso de mercado de 4,0%. Os dados globais mostram que a economia do Reino Unido está a enfraquecer num contexto de política monetária restritiva.

Hoje, a agenda de indicadores econômicos está relativamente vazia. Os mercados estarão concentrados no discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, na tarde de hoje.

Veja todos os detalhes

Economia

PLDO estabelece meta de déficit zero para 2025; PIB da China supera expetativas

  • No Brasil, o governo enviou ontem ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), estabelecendo uma meta de déficit zero para o próximo ano. Isto representa uma redução no ritmo de ajuste fiscal inicialmente previsto pelo governo quando apresentou o novo arcabouço fiscal, que previa um superávit de 0,5% do PIB após atingir um saldo neutro em 2024 (0,0% do PIB). O governo terá que apresentar novas estimativas mostrando que a meta zero pode ser alcançada, e a proposta ainda poderá ser alterada. A proposta também reduziu o esforço fiscal para os próximos anos. As metas foram estabelecidas num superávit de 0,25% do PIB em 2026, de 0,5% do PIB em 2027 e de 1% do PIB em 2028. Isto representa um atraso de 2 anos para alcançar os mesmos resultados indicados anteriormente no orçamento de 2024, o que significa que a estabilização da dívida só deverá ocorrer a partir de 2028, de acordo com as projeções do governo. Alcançar um déficit zero em 2025 exigirá receitas adicionais. Segundo nossas estimativas, o governo central deverá atingir um déficit de R$ 86,1 bilhões ou 0,7% do PIB em 2025 (excluindo os precatórios acima do limite). Isso exigirá que o governo apresente novas medidas, provavelmente quando apresentar o orçamento do próximo ano, em agosto. Ao todo, o anúncio representa um aumento do risco fiscal e, consequentemente, das taxas de juro de longo prazo.
  • Nos Estados Unidos, as vendas nominais no varejo aumentaram 0,7% em março, enquanto as vendas do grupo de controle (ex-automóveis) cresceram 1,1%. O aumento de março para o grupo de controle marcou o maior ganho mensal em mais de um ano. Tendo em conta a inflação, parece que os gastos reais do consumidor registam um aumento mensal de 0,6% em março. Além disso, dados passados tiveram revisão altista. As vendas no varejo no grupo de controle caíram 0,2% em média entre janeiro e fevereiro, mas com as revisões, agora aumentaram 0,1% em média nesses meses. A leitura de março não marca uma tendência de reaceleração, embora representem evidências adicionais da resiliência do consumo e da atividade económica nos EUA.
  • Na China, o PIB avançou 5,3% no 1T24 em relação ao mesmo trimestre do ano passado, superando as expectativas do mercado de 5,0%. Foi a expansão anual mais acentuada desde o segundo trimestre de 2023, impulsionada pelas medidas contínuas de apoio do governo de Pequim e pelos gastos relacionados às festas do Ano Novo Lunar. Nos primeiros três meses do ano, o investimento fixo cresceu 4,5%, a maior variação anual em três anos e acima do consenso de 4,3%. Os resultados mostram uma base sólida para atingir a meta de crescimento do PIB de 5% para este ano. No entanto, os dados publicados referente a março mostraram um crescimento mais fraco do que o esperado na produção industrial (consenso: 5,4% a/a; real: 4,5% a/a) e nas vendas no varejo (consenso 4,5% a/a; real: 3,1), indicando que estímulos adicionais podem ser necessários. Enquanto isso, a taxa de desemprego atingiu 5,2% em março, permanecendo perto da máxima de 7 meses de fevereiro, de 5,3%.
  • No Reino Unido, a taxa de desemprego subiu para 4,2% entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024, acima dos 3,9% nos três meses até novembro e superando o consenso de mercado de 4,0%. O número de desempregados aumentou em 85 mil, para um total de 1,44 milhões. A taxa de inatividade econômica aumentou 0,3 pontos percentuais para 22,2%. Os dados globais mostram que a economia do Reino Unido está a enfraquecer num contexto de política monetária restritiva.
  • Hoje, a agenda de indicadores econômicos está relativamente vazia. Os mercados estarão concentrados no discurso do presidente do Fed, Powell, esta tarde.

Commodities

Comentário Semanal Agro | Intenção nos EUA é reduzir área

  • Grãos. O WASDE da quinta-feira passada foi baixista para cotações em Chicago com estoques acima da expectativa para soja, milho e trigo nos EUA. Na Argentina, cigarrinha segue derrubando estimativas de safra de milho;
  • Açúcar e Etanol. Alta do petróleo e valorização do dólar impactaram preços na última semana. Etanol teve alta expressiva mas segue competitivo na bomba, enquanto a queda do real pressionou açúcar em NY, estimulando vendas de exportadores no Brasil. No Centro-Sul, clima é positivo para colheita da safra 24/25;
  • Carnes. Embarques de abril começam com volumes fortes e melhora de preços em relação a março para frango e suíno, mas queda na carne bovina;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

O Complexo Grãos do Brasil é um caso de “short” conjuntural?

  • O Complexo Grãos do Brasil parece apresentar um caso de “short” conjuntural, com ocorrências crescentes de processos de Recuperação Judicial (RJs) entre os agricultores, gerando preocupações entre os investidores. Nosso recente Crop Tour no MT, o principal estado produtor do Brasil e o epicentro da atual crise, lançou luz sobre a situação;
  • Neste relatório, compartilhamos as percepções reunidas em extensas discussões com as partes interessadas em toda a cadeia de suprimento de grãos: agricultores, players de insumos agrícolas, indústria, empresas de especialidades, tradings e outros players do setor. Embora tenhamos reservas em relação à saúde financeira de algumas entidades, acreditamos que não se trata de uma crise sistêmica e que se justifica uma abordagem criteriosa na avaliação das empresas do setor;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

Mercado de Capitais: Destaques Operacionais da B3 – Março 2024

  • No geral, vemos março e o 1T como piores do que o esperado, frustrando um pouco a expectativa de aumento nos volumes médios negociados em 2024;
  • O ADTV para Ações à vista caiu 7,2% A/A e 5,6% M/M, e terminou março em R$ 24,6 bilhões, o mês de março mais fraco desde 2019;
  • No lado da Renda Fixa, as novas emissões diminuíram 12,9% A/A, mas aumentaram 7,2% em relação ao mês anterior. O estoque manteve seu forte ritmo (+15,5% A/A);
  • Os resultados operacionais divulgados em março indicam que o primeiro trimestre continua a apresentar volumes fracos, o que deve levar a números fracos de linha de base no 1T24.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

MRV (MRVE3): Dados operacionais robustos compensados por uma piora na queima de caixa

  • A MRV apresentou dados operacionais mistos no 1T24, com um forte desempenho de vendas da MRV Inc. compensado por uma piora no cenário de queima de caixa;
  • Do lado positivo:
    • Os lançamentos tiveram um desempenho razoável, apesar de uma fácil comparação A/A (+150% A/A e -23% T/T), com maior participação do Grupo 1 do MCMV (45% do total de lançamentos);
    • As vendas líquidas foram robustas (+18% A/A), levando a VSO a 33,1% (+11,1 p.p. A/A);
    • Os preços mantiveram o crescimento sequencial, atingindo R$ 248 mil (+14% A/A), sinalizando um melhor poder de precificação;
  • Por outro lado:
    • A MRV Inc. registrou uma maior queima de caixa de R$ 19 milhões (~R$ 416 milhões de queima de caixa ajustada; Estimativas XP), representando uma piora de R$ 208 milhões na queima de caixa ajustada T/T;
    • A Resia registrou uma queima de caixa maior T/T em R$ 275 milhões (vs. R$ 40 milhões de queima de caixa no 4T23), impactada por uma falta de vendas no trimestre;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: financeiro, varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), agro, alimentos e bebidas e energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do setor financeiro
    • Bancos querem que CMN decida sobre teto de juros do empréstimo consignado (Valor);
    • Stark Bank entra em adquirência e mira R$ 1 bilhão em transações este ano (Valor);
    • Estrangeiros sacam R$ 879,7 milhões na B3 em 11 de abril e déficit anual vai a R$ 25,6 bilhões (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de telecom e tecnologia
    • IDC: Samsung passa Apple e lidera envio de smartphones ao mercado (Mobile Time);
    • Anatel aprova minuta de acordo para que Oi faça migração do contrato (Valor);
    • FiBrasil vai emitir R$ 865 milhões em debêntures incentivadas (Valor);
    • Para XP, reajustes de preços vão puxar receitas de Vivo e TIM (Telesíntese);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Em encontro com Lula, Mercado Livre anuncia investimento de R$ 23 bilhões no Brasil (Exame);
    • Governo anuncia salário mínimo de R$ 1.502 para 2025 ao custo de R$ 35,3 bi: A cada R$ 1 conta sobe de R$ 391,8 milhões (Folha de São Paulo);
    • Banco Carrefour amplia oferta de crédito pessoal e seguro para clientes (Mercado & Consumo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, alimentos & bebidas: confira as principais notícias
    • Alimentos
      • Nos EUA, estados ainda livres começam a restringir importação de gado daqueles com casos de Influenza Aviária (AviSite);
      • Queda na demanda chinesa deve afetar o mercado internacional de carnes, aponta USDA (AviSite).
    • Agro
      • “Es algo muy atípico”: las fuertes lluvias trajeron complicaciones en un momento decisivo del año para el campo (La Nación);
      • No primeiro teste de estresse, ao menos sete Fiagros renegociam dívidas (Pipeline).
    • Biocombustíveis
      • Nos EUA, híbridos ampliam liderança sobre veículos elétricos em corrida de veículos verdes (udop).
    • Clique aqui para acessar o relatório completo
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Venda de novos planos de saúde Hapvida em Goiás são suspensos pelo Procon (Diário de Goiás);
    • Comissão debate cobertura de tratamento de pessoas com autismo pelos planos de saúde (Câmara);
    • SulAmérica chega aos R$ 70 bilhões sob gestão na onda da renda fixa (NeoFeed);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • ‘Há espaço na política monetária para corte na Selic’, diz Haddad (Valor);
    • Caixa prevê suplementação para habitação de R$ 20 bilhões sobre o orçamento de R$ 105,6 bilhões do FGTS (CBIC);
    • CBIC participa de anúncio de medidas do MCMV para região Norte (CBIC);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Privatização da Emae atrai 3 interessados, e Eletrobras fica fora do leilão desta sexta (Folha de S. Paulo);
    • Portaria que antecipa recursos da Eletrobras para reduzir tarifa sai em 10 dias, afirma ministro (Valor Econômico);
    • Dívida dos Estados: projeto de renegociação começará a tramitar em abril (O Tempo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Estratégia

Calendário de resultados do 1º trimestre de 2024

Factor Pulse: Momentum segue à frente, mas Baixo Risco vem logo atrás

Neste relatório, atualizamos nossos modelos de fatores e apresentamos uma lista atualizada de cestas de fatores, resultados do nosso modelo proprietário, oferecendo insights sobre seus desempenhos recentes;

  • Os principais destaques incluem:
  • nossos fatores de estilo continuam positivos neste ano, com destaque para Momentum que já acumula retornos 25 pontos percentuais acima do Ibovespa; 
  • notavelmente, Baixo Risco é o segundo melhor fator em desempenho no ano, com a ponta vendida da estratégia contribuindo significativamente para retornos positivos em abril; e 
  • Valor ainda está para trás em relação aos outros fatores, com desempenho fraco tanto na ponta vendida quando na comprada (baixo e alto Valor, respectivamente).
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • De café a petróleo, alta de matérias-primas atrapalha perspectiva de juro menor (Bloomberg Linea);
  • Análise: Revisão da meta mostra esgotamento da estratégia de ajuste pelo lado das receitas (Valor);
  • Grupo de credores com R$ 3 bi deve ditar rumos da assembleia da Light (Estadão);
  • Fitch Afirma Rating ‘AA-(bra)’ da Ânima; Perspectiva Revisada para Positiva (Fitch);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FII do BTG Pactual negocia a compra de 11 imóveis em operação de R$ 1,75 bi (InfoMoney)
    • FIIs ficam próximos da estabilidade na semana passada, apenas papel sobe (Investing);
    • GGRC11, KNRI11: Veja a agenda de ofertas de fundos imobiliários desta semana (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Frigoríficos brasileiros de olho em norma da Febraban sobre rastreamento | Café com ESG, 16/04

  • O pregão de segunda-feira fechou em queda, com o IBOV e ISE recuando 0,5% e 0,9%, respectivamente.
  • Do lado das empresas, (i) a Vale anunciou ontem que atingiu a meta de 100% de consumo de energia renovável no Brasil dois anos antes do previsto – o feito significa que a Vale zerou suas emissões indiretas de dióxido de carbono, correspondente ao Escopo 2, no Brasil, embora a empresa ainda tenha o desafio de alcançar a totalidade de consumo de energia renovável em operações globais até 2030; e (ii) de olho em governança corporativa, segundo informações publicadas no relatório 20-F da Petrobras e enviado a SEC no final da última semana, a política de remuneração a acionistas da companhia, que prevê a distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio, está sujeita a alterações por parte do conselho de administração a qualquer momento – segundo a empresa, eventuais alterações poderão impactar parâmetros como periodicidade de pagamentos, fórmulas de cálculo, indicadores financeiros e valores mínimos para pagamento, entre outros fatores;
  • Ainda no setor privado, grandes frigoríficos brasileiros começaram a atender uma norma de autorregulação da Febraban lançada em maio passado para garantir que os animais abatidos não tenham passado por áreas desmatadas na Amazônia – a medida prevê que as empresas que não fizerem o rastreamento completo de suas cadeias de fornecimento não poderão mais receber crédito a partir de janeiro de 2026, embora a adesão das instituições financeiras seja voluntária;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG. 

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