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Mercado aguarda ata da última reunião de política monetária nos EUA; No Brasil, atenção voltada para política

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -1,1% | 117.904 Pontos

CÂMBIO 0,7% | 5,30/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em queda de 1,07% ontem, a 117.904 pontos e com volume financeiro negociado de R$ 38,052 bilhões, seguindo exterior e cenário político. O dólar teve leve queda de 0,66% a R$ 5,30. O mercado de juros apresentou forte volatilidade na sessão de ontem, direcionada pelos receios com as questões fiscais e políticas do país. Houve alta nas taxas futuras, mais acentuada nos vencimentos curtos, o que resultou em leve perda de inclinação da curva frente ao dia anterior. DI jan/22 fechou em 6,690%; DI jan/24 foi para 9,24%; DI jan/26 encerrou em 9,87%; e DI jan/28 fechou em 10,26.

Nesta manhã, os principais mercados globais amanhecem sem movimentos expressivos (EUA +0,1% e Europa 0,0%) enquanto investidores aguardam a ata da reunião do FOMC. Na China (+1,2%), a paralisação parcial do Ningbo, terceiro porto mais movimentado do mundo, com o intuito de reduzir novas contaminações pela variante delta, preocupam cadeias de suprimentos globais. O petróleo (+0,7%), amanhece positivo após cinco dias consecutivos de quedas, ao passo que persistem as dúvidas sobre a demanda futura da commodity, caso a pandemia encerre mais tarde que o esperado.

Do lado de indicadores econômicos, dados de atividade dos Estados Unidos emitiram sinais mistos ontem. Por um lado, as vendas no varejo frustraram as expectativas ao registrarem contração disseminada em julho, possivelmente como reflexo da disseminação da variante Delta do coronavírus. Na mesma direção, o índice de sentimento dos construtores de imóveis residenciais atingiu em agosto o menor patamar dos últimos treze meses. A elevação dos custos com matérias-primas e mão de obra qualificada segue afetando o setor, o que pressiona os preços dos imóveis recém-construídos e reduz a demanda das famílias. Por outro lado, os resultados da indústria americana em julho trouxeram alívio aos mercados, com destaque ao aumento da taxa de utilização da capacidade instalada e da produção de veículos. A indústria dos Estados Unidos deve permanecer em trajetória de crescimento moderado nos próximos meses, uma vez que as restrições na oferta de insumos não serão resolvidas rapidamente. Em linhas gerais, prevemos desaceleração do crescimento da economia americana ao longo do segundo semestre. 

A crise no Afeganistão continua em destaque na seara internacional e segue gerando preocupações sobre aumento de riscos geopolíticos. A toma de poder do Taleban no país abre espaço para maior influência da Russia e China na região. O tema repercute negativamente para Joe Biden, cuja liderança é questionada tanto pela esquerda quanto pela direita política nos EUA. 

Na agenda econômica de hoje, os mercados estarão bastante atentos à publicação da ata da última reunião de política monetária nos Estados Unidos (ata do FOMC), com foco nas discussões envolvendo o processo de redução gradual das compras de ativos (tapering) pelo Federal Reserve. Já publicados nesta manhã, os índices de preços ao consumidor da zona do euro e do Reino Unido ficaram em linha com as expectativas e reforçaram o cenário de inflação bem controlada nessas regiões.

No Brasil, as atenções estão voltadas para o ambiente político e questões fiscais, com destaque às negociações em torno da proposta de reforma tributária (alterações na tributação da renda) no Congresso.

Sem acordo, a Câmara decidiu ontem retirar da pauta da sessão o texto da reforma do imposto de renda. A decisão, tomada por 390 a 99, foi apoiada pelo governo para evitar uma derrota maior do Planalto, que seria a rejeição do relatório de Celso Sabino em plenário. Os dois principais pontos de divergência foram o impacto da redução no IRPJ para a arrecadação de estados e municípios e a alíquota para a taxação de dividendos. As concessões feitas no relatório para reduzir as resistências entre deputados, embora insuficientes para garantir a votação, já desagradavam ao time econômico. Sabino disse em plenário que seguiria as conversas para tentar viabilizar um novo texto na próxima semana.

Por fim, na frente ESG, publicamos um relatório (link) com a nossa visão acerca do IPCC – relatório da ONU recém divulgado com a atualização do cenário para o clima. Na nossa visão, a nova edição é mais contundente do que os alertas anteriores, subindo o tom da mensagem, e evidenciando a grande responsabilidade do humano nesse processo. É difícil dizer que este cenário já está sendo considerado pelo mercado, mas, na nossa visão, os investidores precisam, e devem, ficar cada vez mais atentos ao risco climático.

Tópicos do dia

Economia

  1. Mercados globais voltam as atenções para a ata do FOMC

Política

  1. A crise no Afeganistão continua em destaque na seara internacional e segue gerando preocupações sobre aumento de riscos geopolíticos
  2. No Congresso americano, a Câmara se prepara para retomar atividades na semana que vem
  3. Câmara adia mais uma vez votação da proposta de reforma do imposto de renda

Empresas

  1. Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3): Valor Econômico noticia que tendência do CADE é por impugnar a fusão proposta
  2. Notícias Diárias do Setor Financeiro
  3. Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

Internacional

  1. Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | NASA nos tribunais

ESG

  1. Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima
  2. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 18/08

Veja todos os detalhes

Economia

Mercados globais voltam as atenções para a ata do FOMC

  • As vendas varejistas nos Estados Unidos ficaram abaixo das expectativas em julho, em que pese algumas revisões altistas nos resultados de junho. O índice geral do varejo registrou contração de 1,1% no mês passado (o consenso de mercado indicava ligeira queda de 0,2% em jul/jun). Por sua vez, as vendas do varejo restrito (excluem veículos, gás e materiais de construção) recuaram 0,6% entre junho e julho, enquanto as vendas do chamado grupo de controle do varejo (também excluem os serviços de alimentação) encolheram 1,0% no período. Os gastos dos consumidores expandiram em 5 dos 13 segmentos varejistas acompanhados em julho (ante 9 segmentos em junho). As atividades de postos de combustíveis e restaurantes apresentaram as maiores taxas de crescimento mensal, enquanto as vendas de veículos exibiram a contração mais acentuada;
  • No mesmo sentido, o índice de sentimento da Associação Nacional dos Construtores de Imóveis Residenciais (NAHB, na sigla em inglês) ficou abaixo das expectativas, ao recuar de 80 para 75 pontos entre julho e agosto (a mediana das projeções do mercado indicava estabilidade no período), o que representou a menor leitura em 13 meses. O índice NAHB mede a opinião dos construtores sobre condições atuais e futuras do mercado imobiliário americano – leituras acima de 50 indicam perspectivas favoráveis para as vendas de imóveis residenciais, enquanto números abaixo de 50 indicam perspectivas negativas. Em relação aos três componentes principais do índice, tanto as condições atuais de vendas quanto o tráfego de compradores potenciais contraíram na comparação mensal, ao passo que as expectativas de vendas nos próximos seis meses ficaram estáveis. Em linhas gerais, a elevação dos custos com matérias-primas e mão-de-obra qualificada segue afetando o setor, o que pressiona os preços dos imóveis recém-construídos e reduz a demanda das famílias;
  • Pelo lado positivo, os resultados da indústria dos Estados Unidos em julho trouxeram alívio aos mercados. Conforme publicado ontem pelo Federal Reserve, a produção industrial americana expandiu 0,9% em relação a junho, após ajuste sazonal, registrando a taxa de crescimento mais alta desde março (consenso de mercado: 0,5% m/m; junho: 0,2% m/m). Apesar da elevação mensal, o volume produzido na indústria situa-se ligeiramente abaixo dos níveis pré-pandemia. A taxa de utilização da capacidade instalada subiu para 76,1% em julho, o maior patamar desde o início da crise sanitária. Com relação à desagregação setorial, a produção de veículos automotores registrou forte expansão de 11,2% no mês passado, uma vez que as principais montadoras do país cancelaram suas paralisações usuais de verão (ainda assim, o nível de produção de veículos permanece cerca de 3,5% aquém do pico visto em janeiro). De maneira geral, a indústria dos Estados Unidos deve seguir em trajetória de crescimento moderado nos próximos meses, uma vez que as restrições na oferta de insumos não serão resolvidas rapidamente;
  • Na agenda econômica de hoje, os mercados estarão muito atentos à publicação da ata da última reunião de política monetária nos Estados Unidos (decisão do Comitê Federal de Mercados Aberto – FOMC – do Federal Reserve, o banco central americano), com foco nas discussões envolvendo o processo de redução gradual das compras de ativos (tapering) pelo Federal Reserve. Destaque também para a divulgação das concessões de alvarás para construção na economia americana referentes a julho. Já publicada nesta manhã, a leitura final do índice de preços ao consumidor (CPI) da zona do euro exibiu ligeiro recuo de 0,1% entre junho e julho, exatamente em linha com as expectativas do mercado. Com isso, a inflação do bloco econômico chegou a 2,2% em 12 meses. Por sua vez, a medida de núcleo da inflação (exclui os itens mais voláteis de alimentos e energia) declinou 0,4% em julho (elevação de apenas 0,7% em 12 meses), o que reforça o cenário de inflação bem controlada na região. Na mesma linha, o índice de preços ao consumidor do Reino Unido ficou estável entre junho e julho (0% m/m), levando a inflação acumulada em 12 meses para 2,0% (desaceleração ante a taxa de 2,5% registrada em junho). A medida de núcleo da inflação britânica também ficou estável na margem, atingindo 1,8% em 12 meses. Por fim, nenhum indicador econômico relevante será publicado no Brasil hoje;
  • Por aqui, as atenções estão voltadas para o ambiente político e questões fiscais, com destaque às negociações envolvendo a proposta de reforma tributária (alterações na tributação da renda) no Congresso. Para evitar derrota governista na Câmara dos Deputados ontem, a votação da reforma foi adiada. Estados e municípios pressionam por mais recursos como forma de compensação às perdas arrecadatórias com eventual aprovação da matéria, aumentando as preocupações do Ministério da Economia.

Política

A crise no Afeganistão continua em destaque na seara internacional e segue gerando preocupações sobre aumento de riscos geopolíticos

  • A crise no Afeganistão continua em destaque na seara internacional e segue gerando preocupações sobre aumento de riscos geopolíticos. A toma de poder do Taleban no país abre espaço para maior influência da Russia e China na região. O tema repercute negativamente para Joe Biden, cuja liderança é questionada tanto pela esquerda quanto pela direita política nos EUA.

No Congresso americano, a Câmara se prepara para retomar atividades na semana que vem

  • A presidente da Casa, Nancy Pelosi, se enfrentam a grupo de moderados que buscam avançar o pacote de Infraestrutura antes da resolução orçamentária do Plano das Famílias Americanas.

Câmara adia mais uma vez votação da proposta de reforma do imposto de renda

  • Sem acordo, a Câmara decidiu ontem retirar da pauta da sessão o texto da reforma do imposto de renda. A decisão, tomada por 390 a 99, foi apoiada pelo governo para evitar uma derrota maior do Planalto, que seria a rejeição do relatório de Celso Sabino em plenário. Os dois principais pontos de divergência foram o impacto da redução no IRPJ para a arrecadação de estados e municípios e a alíquota para a taxação de dividendos. As concessões feitas no relatório para reduzir as resistências entre deputados, embora insuficientes para garantir a votação, já desagradavam ao time econômico. Sabino disse em plenário que seguiria as conversas para tentar viabilizar um novo texto na próxima semana.

Empresas

Localiza (RENT3) e Unidas (LCAM3): Valor Econômico noticia que tendência do CADE é por impugnar a fusão proposta

  • O que aconteceu?
    • Segundo o Valor Econômico, sem citar fontes, o relatório técnico em elaboração pelo órgão antitruste sugere atualmente a impugnação do negócio;
    • A tendência recente era pela aprovação (considerando o mercado com baixa barreira de entradas), no entanto o CADE estaria vendo maiores riscos à competitividade do setor após analisar mais a fundo acordos de exclusividade com empresas do setor (como por exemplo o da Unidas com a Enterprise);
    • Lembramos o rito do CADE, que tem até 330 dias no total para dar o seu parecer (até 6 de janeiro de 2022). O que deve acontecer em breve é o envio de relatório do corpo técnico do órgão para o seu tribunal tomar a decisão final (é a esse relatório que a notícia faz referência).
  • Nossa visão:
    • A notícia é negativa para Localiza e Unidas por sugerir menor chance de aprovação da proposta de fusão. Porém, lembramos que:
      • essa não é a primeira vez que vemos noticiado na mídia sugestões de não-aprovação da proposta (na verdade desde o início do processo todas as notícias seguiram tom negativo quanto à aprovação);
      • hoje vemos as ações não precificando os benefícios da materialização da fusão (RENT3+5%, LCAM3 +15% VS. IBOV+22% desde a proposta de fusão). Portanto, por fundamentos, vemos mais upside do que downside para as ações da Localiza e da Unidas na resolução desse caso (estimamos ~R$8,2 bilhões em sinergias se a fusão for aprovada, ainda não precificado na nossa visão).
    • Reiteramos visão positiva com o setor e recomendação de compra para as 3 empresas (Localiza, Unidas e Movida).

Notícias Diárias do Setor Financeiro

  • Acesse este relatório com notícias do setor financeiro que complementam nossos comentários publicados no Morning Call, mas que não consideramos relevantes o suficiente para serem analisadas. Aqui você encontra o título com o link para a fonte original da notícia, além de uma breve descrição do conteúdo;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

  • Nesta publicação diária, trazemos as principais notícias do setor de varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.) nacional e internacional, complementando nossa visão sobre as tendências e acontecimentos mais importantes do dia. Além disso, o relatório contém um resumo dos múltiplos e recomendações para as empresas de nossa cobertura;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Internacional

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | NASA nos tribunais

  • Home Depot reporta desaceleração de crescimento após ser beneficiada pela pandemia. Walmart supera o consenso e apresenta forte volume de vendas por loja.
  • Após a aquisição do Slack em 2020, a Salesforce anuncia integrações entre às duas plataformas.
  • A Blue Origin, do Jeff Bezos, processou a NASA por conceder um contrato exclusivo à rival SpaceX.
  • O indicador do Citi sobre surpresas econômicas dos 10 países mais afluentes do mundo acaba de ficar negativo pela primeira vez desde a pandemia;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima

  • O Painel Intergovernamental sobre o Clima da ONU (IPCC) divulgou na semana passada o relatório com a mais recente atualização em relação às mudanças climáticas. Na nossa visão, a nova edição é mais contundente do que os alertas anteriores, subindo o tom da mensagem, e evidenciando a grande responsabilidade do humano nesse processo;
  • A Terra está esquentando mais rápido do que era previsto e se prepara para atingir 1,5°C acima do nível pré-industrial já na década de 2030, dez anos antes do que era esperado. Para ter chance de estabilizar o aumento em 1,5°C até 2100, será preciso emitir no máximo 500 bilhões de toneladas de CO2 durante este período. Contudo, na velocidade atual, isso equivale a apenas mais 12 anos de emissões mundiais (vs. mais 79 anos até o fim deste século). Além disso, eventos climáticos extremos ocorrerão em maior frequência. Enchentes, ondas de calor e frio incomuns são alguns dos exemplos, mas fato é que a lista vai além. Se as emissões não forem reduzidas, cerca de um terço das áreas terrestres globais deverão sofrer pelo menos uma seca moderada até 2100. E o Brasil deve sofrer as consequências, como estiagens no Nordeste e no Centro-Oeste, e enchentes em cidades do Sudeste, além de um impacto considerável na produção agrícola do país;
  • É difícil dizer que este cenário alarmante já está sendo considerado pelo mercado. Elencamos três principais razões pelas quais acreditamos que o mercado ainda não está precificando o custo das emissões nas empresas: (i) dificuldade de mensuração, principalmente do escopo 3; (ii) inexistência de um preço global de carbono; e (iii) falta de visibilidade do quanto deste custo será repassado ao consumidor e quanto impactará os lucros das companhias. Mas, na nossa visão, o mercado precisa, e deve, ficar cada vez mais atento a este risco. Os riscos a que o mercado estará exposto no futuro serão muito diferentes daqueles que já se fizeram presentes no passado. E, na nossa opinião, o risco climático é um deles e ele precisa ser levado em conta;
  • Sabemos que a pressão pelo combate à mudança climática existe e é responsabilidade de todos: governos, empresas, investidores e sociedade em geral. O que o mundo fará imediatamente com essa informação irá definir o tamanho do impacto, mas uma coisa é certa: os efeitos do aquecimento já estão sendo vistos, com parte deles irreversíveis, e tendem a se intensificar adiante se nada for feito. Clique aqui para ler o conteúdo completo.

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 18/08

  • Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo falam sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança;
  • Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance histórica do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP;
  • Por que essas informações são importantes? Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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