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Melhora no sentimento externo e indicações da equipe econômica sobre compromisso fiscal seguem no radar

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IBOVESPA 1,10% | 94.603 Pontos

CÂMBIO -0,42% | 5,61/USD

O que pode impactar o mercado hoje


O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em alta de 1,10%, fechando em 94.603 pontos, consolidando uma queda de 4,8% no mês de setembro, segunda baixa mensal consecutiva. As maiores quedas do índice no mês foram as de BTOW (-19,73%), CSAN3 (-17,92%) e PRIO3 (-16,71%), enquanto as maiores altas foram as de RENT3 (+17,70%), VALE3 (+11,87%) e PCAR3 (+9,81%). Por outro lado, mesmo com a queda de 0,42% do Dólar comercial, fechando em R$ 5,61, o Real segue como a pior moeda de 2020, com o Dólar acumulando alta de 40,11% em relação ao Real. As taxas futuras de juros fecharam o dia de ontem em leve queda, refletindo movimento de ajuste mediante percepção de que os prêmios estavam muito elevados. Ajudaram também o bom sentimento externo e indicações da equipe econômica do governo de compromisso fiscal. DI jan/21 fechou em 1,98%; DI jan/23 encerrou em 4,45%; DI jan/25 foi para 6,69%; e DI jan/27 fechou em 7,4%.

Nessa quinta-feira, os mercados globais amanhecem em alta. Bolsas americanas sobem quase 1% diante das negociações do novo pacote de estímulos e PIB em linha com expectativas. Já a Europa sobe +0,5%, enquanto bolsas asiáticas permanecem fechadas: feriado na China e problemas técnicos na bolsa do Japão.

No cenário político internacional, o presidente Donald Trump sancionou um pacote de financiamento de curto prazo para evitar a paralisação parcial do governo até 11 de dezembro. A medida foi aprovada no Senado na noite desta quarta-feira (30) horas antes da data-limite e já havia sido aprovada na Câmara. Na Câmara dos Representantes, os democratas adiaram votação de pacote de estímulo à economia de USD 2.2 trilhões que não contava com apoio republicano para dar continuação a negociações com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. O presidente do Senado, Mitch McConnell (Republicano), disse que as posições dos partidos ainda estão muito distantes.

Na seara eleitoral, o primeiro debate presidencial, realizado na terça-feira (29) continua a repercutir na mídia. O noticiário destaca preocupações reafirmadas por Trump sobre uma possível contestação dos resultados eleitorais, o que geraria volatilidade política após a votação. Ressaltamos também que após o evento caótico desta terça-feira, a comissão de debates presidenciais deve mudar o formato dos debates.

No Brasil, a política repercute ainda a fala do ministro Paulo Guedes, que ontem se opôs à proposta apresentada pelo governo na segunda-feira de usar recursos destinados a precatórios para custear o Renda Cidadã. A equipe econômica, ministros do Planalto e líderes envolvidos nas negociações se reuniram ontem à noite, mas não chegaram a uma nova solução que permita superar o impasse criado pelo veto do Ministério da Economia. As negociações devem seguir hoje.

Além disso, o resultado primário do governo geral divulgado ontem ficou negativo em 8,5% do PIB nos 12 meses encerrados em agosto. O resultado é o pior da série histórica, refletindo os programas do governo de suporte contra a pandemia. Já os dados do mercado de trabalho também divulgados ontem (PNAD Contínua e Caged) trouxeram leituras mistas a respeito do ritmo de recuperação das ocupações formais e informais nos próximos meses. A taxa de desemprego medida pela PNAD passou de 13,3% no trimestre encerrado em junho para 13,8% no trimestre encerrado em julho, enquanto o Caged apontou para um saldo forte das ocupações no mercado de trabalho formal, sustentado principalmente pelo aumento das admissões temporárias em agosto.

Já do lado das empresas, o Banco do Brasil anunciou ontem de noite que a joint venture na área de banco de investimentos com o UBS foi fechada. Apesar de o acordo já ser amplamente divulgado, temos agora a sinalização de que: i) o CEO será Daniel Bassan, veterano do Pactual e Credit Suisse e atual head de investment banking do UBS; ii) o Chairman será Hélio Magalhães, atual chairman do Banco do Brasil e antigo CEO do Citi no Brasil, com boa experiência no atacado; e ii) Sylvia Coutinho, atual CEO do UBS no Brasil, será vice-presidente do conselho.

Além disso, divulgamos um relatório comentando a questão dos royalties na Klabin. A AGE será no dia 30 de outubro e os acionistas vão decidir se aprovam ou não o encerramento do pagamento de royalties por R$367 milhões. Nós chegamos num valor presente de ~R$1 bilhão para os pagamentos de royalties, podendo ser ainda maior em caso de expansão de capacidade em papel cartão e/ou papelão ondulado. Assim, acreditamos haver boas chances do acordo ser aprovado. Sobre a possibilidade de simplesmente ser criada uma nova marca, acreditamos que os custos estimados em R$150 milhões estejam subestimados, por não incorporarem alguns fatores, como: esforço estratégico da administração para a nova marca, ao invés de canalizar esforço para outras questões relevantes da companhia, esforços de comunicação com as comunidades e agências governamentais e potenciais perdas de volumes e preços, apesar de transitórias.

Por último, publicamos ontem o nosso Panomara de Mercado XP para outubro. Setembro historicamente tende a ser um mês fraco para a performance das Bolsas. Isso foi uma das poucas coisas que em 2020 não foi diferente, com o índice MSCI Global recuando -3,90%, o da Nasdaq -5,16% e o S&P500 -3,92%. No Brasil, o Ibovespa seguiu o movimento global, recuando -4,80% no mês e fechando em 94.603 pontos. Olhando para frente, seguimos otimistas com a Bolsa brasileira, e mantemos o target do Ibovespa em 115 mil pontos dentro dos próximos 3-6 meses. Nesse mês, estamos realizando duas mudanças na nossa Carteira Top 10 XP: entram Omega e Marfrig e saem Iguatemi e Movida.

Tópicos do dia

Coronavírus

Revisamos em agosto o target do Ibovespa para 115.000 pontos
Medidas econômicas para combater o coronavirus no Brasil

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Internacional

  1. Política internacional: Trump aprova pacote de financiamento de curto prazo para evitar a paralisação parcial do governo
    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Panorama XP: Queda em setembro puxada por Bolsas globais e preocupações com o cenário fiscal no Brasil
  2. Petrobras (PETR4): STF ouve todas as partes e agenda para hoje votação sobre venda de refinarias
  3. Klabin (KLBN11): Antes tarde do que nunca: Discutindo a questão dos royalties da Klabin
  4. Sanemaneto: BRK Ambiental vence leilão de saneamento de Alagoas com oferta de R$ 2 bilhões
  5. Petrobras (PETR4): Anúncio de contrato para compartilhar infraestruturas de escoamento de gás
  6. Banco do Brasil (BBAS3): Conclusão da parceria com UBS
  7. SulAmérica (SULA11): Anúncio de JCP


Veja todos os detalhes

Internacional

Política internacional: Trump aprova pacote de financiamento de curto prazo para evitar a paralisação parcial do governo

  • O presidente Donald Trump sancionou um pacote de financiamento de curto prazo para evitar a paralisação parcial do governo até 11 de dezembro. A medida foi aprovada no Senado na noite desta quarta-feira (30) horas antes da data-limite e já havia sido aprovada na Câmara;
  • Na Câmara dos Representantes, os democratas adiaram votação de pacote de estímulo à economia de USD 2.2 trilhões que não contava com apoio republicano para dar continuação a negociações com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. O presidente do Senado, Mitch McConnell (Republicano), disse que as posições dos partidos ainda estão muito distantes;
  • Na seara eleitoral, o primeiro debate presidencial, realizado na terça-feira (29) continua a repercutir na mídia. O noticiário destaca preocupações reafirmadas por Trump sobre uma possível contestação dos resultados eleitorais, o que geraria volatilidade política após a votação. Ressaltamos também que após o evento caótico desta terça-feira, a comissão de debates presidenciais deve mudar o formato dos debates;
  • Ainda sobre temas em foco no pleito eleitoral, o CEO da Moderna disse que a vacina contra o Covid-19 não ficará pronta antes da eleição.

Empresas

Panorama XP: Queda em setembro puxada por Bolsas globais e preocupações com o cenário fiscal no Brasil

  • Setembro historicamente tende a ser um mês fraco para a performance das Bolsas. Nos últimos 20 anos, na realidade, setembro foi – na média – o pior mês para retornos na Bolsa americana! Isso foi uma das poucas coisas que em 2020 não foi diferente. Após um agosto que foi um dos melhores meses para as Bolsas globais, setembro foi um mês negativo, com o índice MSCI Global recuando -3,90%;
  • No Brasil, o Ibovespa seguiu o movimento global, recuando -4,80% em moeda local no mês e fechando no patamar dos 94.603 pontos, ao mesmo tempo em que vimos o Dólar-Real voltando a depreciar no fim do mês, fechando a R$5,61/USD;
  • Olhando para frente, seguimos otimistas com o índice Ibovespa, e mantemos o target da Bolsa em 115 mil pontos dentro dos próximos 3-6 meses. Na nossa visão, o aumento do prêmio de risco no Brasil gerado pela preocupação da trajetória fiscal pode continuar pressionado os múltiplos da Bolsa brasileira (que comprimiram de 13x para 11,5x Preço/Lucro), levando mais tempo para que o índice volte a negociar em um patamar de 14x P/L, nível que baseia nossa estimativa e acreditamos ser o justo. Para outubro, estamos realizando duas mudanças na nossa Carteira Top 10 XP. Entram Omega e Marfrig e saem Iguatemi e Movida. Clique aqui para ver o relatório completo.

Petrobras (PETR4): STF ouve todas as partes e agenda para hoje votação sobre venda de refinarias

  • Na sessão do STF de ontem (30/09), foram apresentadas as sustentações orais de todas as partes envolvidas na discussão a respeito da autorização para a venda pela Petrobras de suas refinarias e da alienação de subsidiárias de empresas estatais sem necessidade de autorização legislativa. O julgamento deve ser retomado hoje (01/10) as 14hrs, com o voto do relator, ministro Edson Fachin, e dos demais ministros;
  • Do lado desfavorável a venda das refinarias, o advogado-geral do Senado, Thomaz Gomma de Azevedo, defendeu a tese de que o governo manobra para tentar driblar tanto o Congresso Nacional quanto a própria Corte. Do outro lado, o advogado da Petrobras, Tales David Macedo, alegou que as oito refinarias em processo de desinvestimento representam apenas 7,5% dos ativos imobilizados da companhia, o controle acionário da atividade permaneceria com a estatal, o que a desobrigaria de obter aval prévio do Congresso;
  • Na mesma linha, o advogado-geral da União, José Levi, argumentou que o programa de privatização de refinarias da Petrobras não afronta a decisão do STF – apenas segue a conveniência dos objetos sociais e das estratégias empresariais da companhia. Já o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, argumenta que o processo de venda dessas unidades de refino acontece de acordo com o artigo da Constituição, segundo o qual as estatais devem se sujeitar ao regime jurídico de empresas privadas. Além disso, Jacques afirma não ver no caso da Petrobras a denúncia feita na ação apresentada pelo Congresso, de que a estatal estaria sendo repartida em várias pequenas subsidiárias para burlar a decisão do STF;
  • Como citamos ontem, Diante da possibilidade de um revés no julgamento, após três votos desfavoráveis no plenário virtual (Fachin, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski), o governo reforçou sua interlocução com o STF e passou a nutrir expectativa mais otimista, de acordo com o jornal Valor Econômico.

Klabin (KLBN11): Antes tarde do que nunca: Discutindo a questão dos royalties da Klabin

  • Primeiramente, é importante ressaltar que não estamos emitindo nenhuma opinião sobre as razões por trás do início dos royalties (ver seção “Linha do tempo”). O objetivo desse relatório é providenciar mais informações sobre uma potencial incorporação da Sogemar pela Klabin, a partir da AGO a ocorrer em 30 de outubro. Acreditamos existir uma boa chance de a incorporação da Sogemar ser aprovada pelos acionistas. Avaliamos os pagamentos de royalties da Klabin pela metodologia de fluxo de caixa descontado e chegamos no valor de R$1.033 milhões, acima da proposta dos controladores de R$367 milhões. Na nossa visão, a aprovação deve gerar um resultado muito positivo para a companhia para finalmente migrar para o Novo Mercado da B3, apesar de não estar no radar da companhia no curto/médio prazo, num importante avanço nos planos da fabricante de papel e celulose para deixar de pagar royalties por uso de marcas. Mantemos nossa recomendação de Compra, com preço-alvo de R$32/ação para Klabin;
  • Acreditamos em uma reação neutra para levemente negativa dos preços de Klabin caso a incorporação não seja aprovada. Claro, votar contra a incorporação em 30 de outubro e tentar criar uma nova marca é uma possibilidade. Contudo, o argumento de que “é somente uma commodity” soa muito simplista quando analisamos o relatório produzido pelo Grupo de Trabalho do Conselho de Administração formado pela Klabin para avaliar os potenciais custos associados à criação de uma nova marca. De acordo com a documentação divulgada pela companhia, a substituição da marca Klabin deverá custar R$150 milhões. Contudo, existem outros custos adicionais que devem ser considerados: (1) o tempo e o trabalho gasto transferindo os valores da marca atual para a nova. Por exemplo, esforços da Administração no planejamento estratégico da nova marca ao invés de trabalhar em outros assuntos importantes para a companhia; (2) os esforços de comunicação com os stackeholders, como: comunidades e agências governamentais, e (3) Ainda que os potenciais impactos sejam transitórios, a perda de volumes e preços deve ser considerada;
  • De acordo com o comunicado realizado em 22 de julho, a negociação apoia-se na emissão de 92,9 milhões de ações ordinárias pela Klabin em favor dos acionistas da Sogemar, correspondendo a um montante de R$367 milhões. Uma vez aprovado, todas as marcas da Sogemar compreendendo o termo “Klabin” serão transferidas à companhia. Além disso, a empresa Klabin Irmãos & Cia (“KIC”) também deve transferir o registro mais antigo da marca, abrangendo os segmentos de papel e papelão ondulado, além de garantir a autorização para o uso do patronímico Klabin como marca e nome empresarial, além do direito de deter pedidos de registro e de apresentar novos pedidos de registro para a marca para o segmento de papel e papelão.

Sanemaneto: BRK Ambiental vence leilão de saneamento de Alagoas com oferta de R$ 2 bilhões

  • A BRK Ambiental venceu o leilão de saneamento do governo de Alagoas, realizado nesta quarta-feira na B3, com uma oferta de R$ 2 bilhões — cerca de R$ 500 milhões acima do segundo colocado. O valor da outorga fixa será pago ao Estado. A realização do leilão se deu depois de o governo de Alagoas conseguir reverter ontem a liminar que suspendia que ele ocorresse;
  • A companhia – que tem como sócios a Brookfield (70%) e o FI-FGTS (30%) – conquistou um contrato de 35 anos para operar serviços de água e esgoto em 13 cidades da região metropolitana de Maceió. Além da outorga, o grupo terá que fazer R$ 2,6 bilhões de investimentos nas cidades, sendo R$ 2 bilhões já nos oito primeiros anos. A companhia alega que aprovou na terça-feira em Assembleia Geral um aumento de capital de R$ 636,94 milhões, e pretende financiar o pagamento da outorga e os investimentos bilionários com uma mistura de equity, empréstimos e emissões;
  • Em segundo lugar na concorrência, ficou o consórcio Jangada – formado por Iguá Saneamento e Sabesp-, que ofereceu uma outorga de R$ 1,48 bilhão. Em terceiro, ficou o consórcio EQS, formado por Equatorial e Sonel, com proposta de R$ 1,29 bilhão. Na sequência, veio a oferta da Aegea, de R$ 1,21 bilhão.

Petrobras (PETR4): Anúncio de contrato para compartilhar infraestruturas de escoamento de gás

  • A Petrobras informou nesta quarta-feira (30), via fato relevante, que fará a assinatura junto a Petrogal Brasil, Repsol Sinopec Brasil e Shell Brasil de contratos de compartilhamento de infraestruturas de escoamento e processamento de gás natural;
  • Os contratos preveem a interligação física e compartilhamento das capacidades de escoamento nas Rotas 1, 2 e 3 (a última de propriedade da Petrobras e em fase de construção), dando origem ao Sistema Integrado de Escoamento de gás natural (SIE). Além do SIE, também estão previstos contratos que constituem o Sistema Integrado de Processamento de gás natural (SIP), que contempla o acesso das empresas às unidades de processamento, de propriedade da Petrobras, localizadas em Caraguatatuba, São Paulo, Cabiúnas e Itaboraí (em construção), ambas no Rio de Janeiro;
  • Com assinatura destes contratos, as empresas poderão escoar o gás produzido nos campos do pré-sal da Bacia de Santos por qualquer uma das rotas de exportação e processá-lo nas plantas de propriedade da Petrobras. A combinação do SIE e do SIP é mais um passo fundamental para que as empresas possam comercializar seus volumes de gás natural diretamente a seus clientes;
  • Vemos a iniciativa como positiva para o desenvolvimento do setor de gás natural, dado que faz parte de um conjunto de ações que viabilizam a abertura do mercado de gás, resultando em aumento da concorrência e na redução da participação da Petrobras em todos os elos da cadeia de gás, em cumprimento aos compromissos assumidos junto ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) em julho de 2019. 

Banco do Brasil (BBAS3): Conclusão da parceria com UBS

  • Ontem, o Banco do Brasil informou em fato relevante a formalização dos documentos definitivos para o início da parceria com o UBS nas atividades de banco de investimento e corretora;
  • Lembramos que, em nossa visão, o Banco do Brasil possui: i) expertise em renda fixa; ii) distribuição no varejo; iii) grande corretora; iv) relacionamentos no corporate; e v) grande e capitalizado balanço. Porém possui um market share abaixo do justo, parcialmente devido a estrutura de empresa estatal, que possui dificuldade em contratação, demissão e remuneração/retenção;
  • A parceria com o UBS agrega: i) expertise em renda variável; ii) alcance global, que reflete em boas parcerias comerciais; iii) profissionais de mercado; iv) e com o UBS sendo controlador, a possibilidade de contratar, remunerar/reter, demitir pessoas;
  • Sendo assim, consideramos a parceria como positiva, apesar de já esperada devido ao anúncio ainda em 2019.

SulAmérica (SULA11): Anúncio de JCP

  • Ontem, a SulAmérica anunciou o pagamento no valor de R$ 75 milhões em JCP;
  • Se anualizado o valor total já distribuído em 2020, corresponderia a um dividend yield de 2,0%.

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