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Dólar renova máxima histórica no Brasil; Negociações comerciais continuam em destaque no internacional

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA -0,2% | 108.424 Pontos

CÂMBIO 0,8% | 4,23/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ontem o Ibovespa fechou em queda de 0,25% aos 108.423 pontos em meio às notícias de que o governo do presidente Jair Bolsonaro estuda taxar dividendos. Além disso, o dólar renovou sua máxima histórica, subindo 0,53% para R$4,21, após dados de conta corrente do Brasil apontarem para um déficit de 3% ao final do ano com o investimento estrangeiro abaixo do esperado.

Nesta manhã de terça-feira, as bolsas europeias operam em queda ao lado dos futuros de ações dos EUA e bolsas asiáticas operam em direções mistas à medida que investidores procuram sinais de progresso nos comentários da China sobre perspectivas de um acordo comercial de “primeira fase”.

A expectativa de que um acordo comercial parcial esteja próximo de se materializar ajudou a sustentar uma recuperação das ações globais nos últimos três meses. No entanto, enquanto o Ministério do Comércio da China apontou para o progresso comercial, Hong Kong continua sendo uma fonte de tensão, com Pequim convocando o embaixador dos EUA para expressar sua oposição a interferência americana neste assunto.

No Brasil, TSE julga hoje permissão para coleta de assinaturas digitais para formação do novo partido de Jair Bolsonaro, mas ainda que seja dada a autorização, custos e dificuldades técnicas e procedimentais da justiça eleitoral podem impedir que a legenda seja formalizada a tempo de participar das eleições de 2020.

Do lado das commodities, os preços de celulose de fibra curta na China mostraram estabilidade (+US$0,1/t) nessa terça-feira, fechando em US$458,3/t. Na nossa visão, embora a visibilidade permaneça baixa, os preços parecem estar próximos de um piso e sinais de desestocagem por parte da Suzano são positivos. Seguimos com uma visão positiva para a dinâmica de oferta/demanda no médio-longo prazo.

Do lado das empresas, publicamos um conteúdo especial destacando as ações do setor de varejo preferidas para o próximo ano. Estamos otimistas em relação ao desempenho das ações das varejistas e nossas preferências no setor são: Via Varejo (VVAR3), Vivara (VIVA3), Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) e Lojas Renner (LREN3). Além disso, rebaixamos a nossa recomendação de B2W para Neutro.

Por fim, as ações de frigoríficos subiram significativamente ontem, seguindo notícias de potencial redução das tarifas de importação de carne bovina para a China e dados positivos de importações de proteínas do país. JBS subiu +9,6% ao longo do dia, seguida por Minerva (+6,6%), BRF (+5,9%) e Marfrig (+5,3%).

Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: TSE julga hoje permissão para coleta de assinaturas digitais para formação do novo partido de Jair Bolsonaro
  2. Bancos renegociarão dívidas de consumidores com descontos de até 92%
  3. Dados piores que o esperado da conta corrente em outubro pressionam a negociação do dólar no Brasil

Empresas

  1. Setor de Varejo: Nossas Ações Preferidas do Varejo em 2020
  2. Frigoríficos: ações em alta nesta segunda-feira devido a dados positivos de importações da China
  3. Petrobras (PETR4): Greve dos petroleiros provoca atrasos e cortes na rendição de turnos

Renda Fixa

  1. Mercado imobiliário avança, mas segue preocupação com financiamento ao MCMV


Veja todos os detalhes

Brasil

Política Brasil: TSE julga hoje permissão para coleta de assinaturas digitais para formação do novo partido de Jair Bolsonaro

  • TSE julga hoje permissão para coleta de assinaturas digitais para formação do novo partido de Jair Bolsonaro, mas ainda que seja dada a autorização, custos e dificuldades técnicas e procedimentais da justiça eleitoral podem impedir que a legenda seja formalizada a tempo de participar das eleições de 2020.

Bancos renegociarão dívidas de consumidores com descontos de até 92%

  • De acordo com O Globo, os maiores bancos do país farão um mutirão para renegociar as dívidas de consumidores com descontos de até 92%. A ação faz parte de um acordo entre o Banco Central e a Federação Brasileira de Bancos (Febrafan) e coincide com o pagamento da primeira parcela do décimo terceiro salário;
  • O mutirão acontecerá entre os dias 2 e 6 de dezembro e terá a participação do Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica, Itaú, Santander e Banrisul. Os bancos Votorantim e Safra participação apenas por meios digitais;
  • A ideia central da ação é reduzir o atual nível de endividamento das famílias brasileiras e estimular a retomada de crédito em um cenário de juros baixos. O impacto da medida, entretanto, deve ser limitado, uma vez que o mutirão tende a liberar uma medida reprimida de consumo cujos efeitos devem ser sentidos apenas no curto prazo. 

Dados piores que o esperado da conta corrente em outubro pressionam a negociação do dólar no Brasil

  • O fortalecimento do dólar no exterior e dados piores que o esperado da conta corrente em outubro pressionaram a negociação do dólar no Brasil, que fechou ontem em novo recorde, a R$ 4,213, com atla de 0,5%;
  • De acordo com o Valor Econômico, o real foi a moeda que mais se desvalorizou no dia contra o dólar, empatado com o florim da Hungria. O principal motivo dessa desvalorização foi o resultado pior do que o esperado das transações correntes, que atingiram o nível de US$ 7,9 bilhões em outubro, contra expectativa de US$ 5,475.
  • Puxadas pela queda das exportações, as contas externas tiveram em outubro o pior resultado do mês em cinco anos. Os dados voltam a chamar atenção para a saída de divisas do país, movimento que enfraquece o câmbio.

Empresas

Setor de Varejo: Nossas Ações Preferidas do Varejo em 2020

  • Às vésperas do início de 2020, preparamos um conteúdo especial destacando as ações do setor de varejo preferidas para o próximo ano. Estamos otimistas em relação ao desempenho das ações das varejistas em 2020 e nossas preferências no setor são: Via Varejo (VVAR3), Vivara (VIVA3), Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) e Lojas Renner (LREN3);
  • Nossas recomendações se baseiam em três temas principais, que discutimos em mais detalhes no relatório juntamente com um panorama sobre consumo no Brasil: (1) Recuperação econômica: posicionamento em nomes com maior exposição a melhora no ambiente de consumo; (2) Dinâmica de resultados favorável: empresas com maior potencial de crescimento de lucro, reflexo da expansão de lojas e/ou alavancagem operacional; (3) Valor: múltiplos descontados que oferecem risco-retorno assimétrico;
  • Também rebaixamos a nossa recomendação de B2W (BTOW3) para Neutro, em função do forte desempenho das ações acumulado no ano. Para as demais empresas da nossa cobertura, mantemos nossas recomendações de Neutro inalteradas para Lojas Americanas (LAME4), Magazine Luiza (MGLU3) e Carrefour Brasil (CRFB3);
  • Para mais detalhes, acesso nosso relatório completo clicando aqui.

Frigoríficos: ações em alta nesta segunda-feira devido a dados positivos de importações da China

  • As ações de frigoríficos subiram significativamente ontem (25/11): JBS subiu +9,6% ao longo do dia, seguida por Minerva (+6,6%), BRF (+5,9%) e Marfrig (+5,3%).
  • O Departamento de Alfândegas da China (GACC) divulgou dados positivos: as importações chinesas de carnes e miúdos cresceram 68,5% versus outubro de 2018. Já no mês passado, na comparação anual, as importações de carne suína subiram 113,9%, seguidas pelas de carne bovina (+ 63,2%) e as de frango e miúdos congelados (+64%).
  • Além disso, em evento para investidores, o diretor de Relações com Investidores (RI) da Minerva, João Sampaio, comentou que o governo federal está considerando reduzir as tarifas de importação de carne bovina para a China, o que aumentaria a competitividade das empresas brasileiras. Atualmente, os países da América do Sul têm uma tarifa de 24% para embarcar carne bovina para a China, enquanto outros países, como a Nova Zelândia, tem taxa zero. Clique aqui pra acessar o relatório completo.

Petrobras (PETR4): Greve dos petroleiros provoca atrasos e cortes na rendição de turnos

  • A greve dos sindicatos ligados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) teve início nesta madrugada com atrasos e cortes na rendição dos turnos em diversas unidades da Petrobras. As ações ocorreram apesar da decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que proibiu a greve por meio de liminar;
  • As paralizações pela FUP são uma resposta contra as demissões de funcionários e venda de ativos da Petrobras. A entidade acrescentou que a greve prosseguirá até a próxima sexta-feira (29), mas informou que “não comprometerá as necessidades essenciais da população, pois não afeta o abastecimento de combustíveis”;
  • Não vemos um impacto material sobre nossas estimativas a paralização parcial nos próximos dias, e mantemos nossa recomendação de Compra nas ações da Petrobras, com preços-alvo de R$36 e R$35 para PETR4 e PETR3, respectivamente.

Renda Fixa

Mercado imobiliário avança, mas segue preocupação com financiamento ao MCMV

  • Segundo noticiado na Folha de São Paulo, o mercado imobiliário aumentou em 4,1% os lançamentos no terceiro trimestre de 2019 (3T19) em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar de números animadores de forma geral, a preocupação que continua é em relação ao financiamento à habitação popular (Minha Casa Minha Vida; MCMV);
  • O programa respondeu por cerca de 57% dos lançamentos no trimestre. No entanto, de acordo com o presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), o crédito para a população de baixa renda ainda precisa de soluções, principalmente por ser onde se concentra o déficit habitacional brasileiro. O receio é maior ainda para quem tem renda abaixo de R$2.600,00, faixa que tem a maior dependência de subsídios do governo;
  • O ano de 2019 foi marcado por cortes e atrasos em repasses de recursos para obras do programa habitacional, além de ter enfrentado redução no orçamento do FGTS. Com isso, o governo vem estudando redução do acesso ao programa. Para 2020, o MCMV terá o menor volume de recursos públicos da história, sendo que o governo ainda está devendo R$500 milhões a empresas que focam na faixa 1 do programa (famílias com renda mensal de até R$1.800,00);
  • As informações reforçam a necessidade de monitoramento a respeito de novas soluções de financiamento ao programa, principalmente para as incorporadoras que tenham concentração nas faixas mais baixas do MCMV e baixa flexibilidade para uma eventual saída do programa, pelo menos de forma parcial, para garantir a continuidade de suas operações.

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