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Bolsas em queda repercutindo balanços mistos e discursos do Fed; no Brasil, investidores acompanham nova regra fiscal

Discursos dos diretores do Fed e nova regra fiscal são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 20/04/2023

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Na agenda do dia, além dos discursos dos diretores do Federal Reserve, temos a divulgação dos dados de vendas de residências usadas (expectativa -1,8% ante o mês anterior), de pedidos de auxílio-desemprego (244 mil ante 239 mil da semana anterior) e do indicador econômico antecedente do Conference Board. Na zona do euro será divulgado o índice de confiança do consumidor e a ata da última reunião do Banco Central Europeu. No Brasil continuamos acompanhando a recepção do Congresso à proposta de nova regra fiscal e as possíveis medidas de aumento de receitas, em meio a ruídos políticos que envolveram a primeira demissão de um ministro no governo.

Brasil

O Ibovespa fechou esta quarta-feira (19) em queda forte de -2,1% aos 103.913 pontos, com o mercado reagindo negativamente ao novo arcabouço fiscal apresentado ao Congresso. Ainda que as diretrizes da proposta apresentada no mês passado tenham sido mantidas, a percepção dos investidores é de que o texto é mais frouxo do ponto de vista dos gastos. Com percepção de maior risco, o dólar subiu para R$ 5,08, alta de +2,0% no dia, maior alta diária desde novembro do ano passado.  

As taxas futuras de juros também fecharam em alta, em meio à recepção cautelosa dos participantes do mercado ao texto do projeto de arcabouço fiscal. DI jan/24 subiu de 13,25% para 13,275%; DI jan/26 avançou de 11,745% para 12,10%; DI jan/26 passou de 11,745% para 11,925%; DI jan/27 saltou de 11,825% para 12,06%; e DI jan/33 subiu de 12,46% para 12,75%.

Mundo

Mercados globais amanhecem em queda (EUA -0,7% e Europa -0,2%) após resultados mistos das principais companhias e preocupações com as perspectivas da taxa de juros no Estados Unidos.

Ontem, o resultado do Morgan Stanley fechou o setor de grandes bancos americanos com resultados que bateram estimativas, mas mostrou uma forte contração nos lucros de 19%, impactados por menor atividade no mercado de capitais que afetou o segmento de investment banking. Com isso, a ação começou o dia em queda, mas se recuperou e terminou o dia em leve alta de 0,7%. Além disso, a Tesla divulgou lucros e receitas em linha com expectativas, porém decepcionou na margem operacional e geração de caixa, levando a ação a cair 6% no after market. Outro destaque foram os resultados dos bancos regionais, que apresentaram números melhores que o temido, com o KRE (principal ETF de bancos regionais) subindo 4%, puxado pela alta de 24% de Western Alliance.

Na Europa, a montadora Renault cai quase 7% depois de reportar resultados. Além disso, investidores aguardam a ata da última reunião do Banco Central Europeu e discurso da presidente Christine Lagarde hoje. 

Já na Ásia, as bolsas encerraram o dia mistas. Destaque para as montadoras chinesas como BYD, Xpeng e NIO, que caíram fortemente depois da Tesla afirmar que vai continuar com a estratégia de corte de preços. 

Discursos do Fed e dados de atividade nos EUA

Em um dia com poucos indicadores sendo divulgados no exterior, o destaque fica por conta dos discursos dos diretores do Federal Reserve. Ontem, o presidente do Fed de Nova York, John Willians, disse que a inflação ainda está em níveis problemáticos e demanda ação do banco central para reduzi-la. Ele observou que as previsões do Fed divulgadas recentemente sinalizaram a perspectiva de mais aperto na política monetária. Disse ainda que a crise do setor bancário já mostra sinais de acomodação depois das intervenções. O presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, reforçou que a autoridade monetária ainda está aguardando para ver possíveis problemas de crédito depois da quebra de dois bancos, e que será necessário prudência e paciência na formulação de políticas. Destacou ainda que as restrições de crédito decorrentes da crise bancária acabam por atuar como indutores da desaceleração da atividade e da inflação, fazendo o papel da política monetária. Hoje, discursam a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, a presidente do Fed de Dallas, Lorie Logan, e o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic.

Ainda nos Estados Unidos, a divulgação do Livro Bege do Fed ontem trouxe poucas novidades. Em linhas gerais, o crescimento do emprego continuou moderando um pouco, os preços parecem desacelerar e os efeitos da quebra de dois bancos afetaram pouco as condições de crédito fora de suas regiões.

Taxas de juros na China

A China manteve suas taxas de juros de referência inalteradas pelo oitavo mês consecutivo na quinta-feira, em linha com as expectativas, já que a recuperação econômica reduziu a necessidade de qualquer suporte monetário imediato. A segunda maior economia do mundo cresceu em um ritmo mais rápido do que o esperado no primeiro trimestre, quando o fim das rígidas restrições do COVID tirou empresas e consumidores das paralisantes interrupções da pandemia. A taxa preferencial de empréstimo de um ano (LPR) foi mantida em 3,65%, enquanto a LPR de cinco anos permaneceu inalterada em 4,30%. No entanto, alguns analistas dizem que os dados econômicos otimistas do primeiro trimestre mascaram a fraqueza subjacente na demandas doméstica e externa, o que sugere que o estímulo ainda pode ser necessário.

Veja todos os detalhes

Economia

Os discursos das autoridades do Fed são o destaque nos EUA. No Brasil, acompanhamos as discussões da nova regra fiscal no Congresso

  • O presidente do Federal Reserve Bank de Nova York, John Williams, disse na quarta-feira que a inflação ainda está em níveis problemáticos e que o banco central dos EUA agirá para reduzi-la, em comentários que observaram que o recente estresse no setor bancário provavelmente pesará na atividade econômica. Ele observou que as previsões do banco central divulgadas recentemente sinalizaram a perspectiva de mais aperto na política monetária para ajudar a reduzir a inflação, e ele não contrariou a visão do que os mercados esperam que o Fed faça com as taxas. Williams também disse que o estresse do setor bancário que começou no mês passado e resultou em extensos empréstimos de emergência do Fed aos bancos parece estar esfriando. Por sua vez, o presidente do Federal Reserve Bank de Chicago, Austan Goolsbee, disse que depois que a falência de dois grandes bancos regionais do Fed no mês passado abalou o setor financeiro, ele está esperando para ver há outros problemas de crédito esperando para acontecer. Ele também pediu prudência e paciência na formulação de políticas, e na entrevista repetiu essas palavras, dizendo que o aperto nas condições de crédito pode acabar desacelerando a inflação e a economia, substituindo o que poderia ser a necessidade de mais aperto na política monetária;
  • A atividade econômica dos EUA mudou pouco nas últimas semanas, uma vez que o crescimento do emprego moderou um pouco e os aumentos de preços pareceram desacelerar, de acordo com o relatório Beige Book do Fed publicado na quarta-feira. No geral, o relatório indicou pouca mudança a trajetória da atividade econômica: os empréstimos diminuíram e as pressões de preços elevados diminuíram, mas nenhuma das tendências foi dramática ou parecia sugerir uma economia à beira de uma desaceleração econômica ou um aumento acentuado do desemprego, agora no nível historicamente baixo nível de 3,5%. A queda nos empréstimos foi mais pronunciada em San Francisco, onde ficava o Silicon Valley Bank, mas outros distritos foram menos abalados;
  • A China manteve suas taxas de juros de referência inalteradas pelo oitavo mês consecutivo na quinta-feira, em linha com as expectativas, já que a recuperação econômica reduziu a necessidade de qualquer suporte monetário imediato. A segunda maior economia do mundo cresceu em um ritmo mais rápido do que o esperado no primeiro trimestre, quando o fim das rígidas restrições do COVID tirou empresas e consumidores das paralisantes interrupções da pandemia. A taxa preferencial de empréstimo de um ano (LPR) foi mantida em 3,65%, enquanto a LPR de cinco anos permaneceu inalterada em 4,30%. No entanto, alguns analistas dizem que os dados econômicos otimistas do primeiro trimestre mascaram a fraqueza subjacente na demanda doméstica e externa, o que sugere que o estímulo ainda pode ser necessário.
  • No Brasil, a produção manufatureira registrou a terceira queda mensal consecutiva em fevereiro, em linha com as expectativas. As estatísticas desagregadas mostraram sinais mistos nas principais categorias industriais. A produção de bens de capital caiu cerca de 4% na comparação trimestral no trimestre móvel até fevereiro, refletindo condições monetárias mais apertadas, menor rentabilidade empresarial e perspectivas de baixo crescimento econômico. A atividade de bens de consumo duráveis também vem perdendo fôlego em função do elevado endividamento das famílias, das condições de crédito menos favoráveis e do aumento da inadimplência. Do lado positivo, a produção de mineração se recuperou fortemente nos últimos meses, enquanto os bens de consumo não duráveis (mais sensíveis à renda disponível) ainda estão crescendo. Segundo nossos cálculos, a produção industrial avançará 0,5% em 2023;
  • No calendário econômico de hoje nos EUA, o consenso do mercado espera uma queda nas vendas de casas existentes em março (-1,8% na comparação mensal), um leve aumento nas reivindicações iniciais de desemprego (de 239k na semana passada para 244k) e alguma piora na margem no indicador econômico antecedente do Conference Board. Também nos EUA, os analistas estarão de olho no discurso de autoridades do Fed como a presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, a presidente do Fed de Dallas, Lorie Logan, e o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic. Na área do euro será divulgado o índice de confiança do consumidor. No Brasil, continuamos buscando mais sinalizações do Congresso sobre a proposta de arcabouço fiscal e as medidas do governo para aumentar a arrecadação nos próximos anos.

Empresas

Bens de Capital: Prévia de resultados do 1T23

  • Esperamos que a Randon seja uma surpresa positiva no 1T23, com resultados mais resilientes do que o esperado apesar de um mercado desfavorável, com receita de R$ 2,5 bilhões +2% A/A sustentada por: (i) impactos mais suaves do que o esperado do Euro 6 no 1T23; (ii) crescimento do volume externo (e incorporação da Hercules); e (iii) sólido desempenho da Fras-le;
  • Ainda do lado positivo, esperamos resultados sólidos da Marcopolo, com recuperação contínua de receita favorecida por ônibus rodoviários e melhores níveis de margem, e da WEG , registrando forte crescimento de vendas em GTD externo e sólido desempenho de EEI.
  • Do lado negativo, esperamos que Embraer e Kepler Weber apresentem resultados fracos, com entregas de aeronaves e investimentos de produtores agrícolas impactados por uma sazonalidade mais fraca no 1T;
  • Para a Aeris, prevemos resultados pressionados, mas melhorando (com os problemas de produção começando a diminuir);
  • Por fim, esperamos resultados pressionados da Tupy e da Iochpe-Maxion, refletindo o desempenho desfavorável do mercado de veículos, bem como margens pressionadas em ambas as empresas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Natura&Co. (NTCO3): Mudança de CEO da The Body Shop

  • Ontem, a Natura&Co. anunciou a saída de David Boynton como CEO da The Body Shop (TBS), a partir de 21 de abril, sendo substituído de forma interina por Ian Martin Bickley;
  • Ian possui um histórico no setor de varejo e bens de consumo, possuindo experiência no gerenciamento e crescimento de franquias internacionais, além de já ter integrado o conselho de adminstração da Natura&Co;
  • Enxergamos o anúncio como positivo, em linha com a estratégia de reestruturação para a TBS. Segundo a companhia, Ian trabalhará para refinar a agenda de transformação da unidade, bem como focará nas inciativas para recuperação de rentabilidade e geração de caixa da marca;
  • Mantemos nossa recomendação de compra e preço-alvo de R$22.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Febraban: saldo total da carteira de crédito deve subir 1,1% em março (Broadcast);
    • Santander integra Open Finance a plataforma de gestão integrada de caixa para empresas (Broadcast);
    • Dívida no rotativo do cartão de crédito se multiplica por cinco em um ano (Folha);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • BYD vai abrir centros de distribuição de equipamentos solares e elevar sua capacidade no Brasil (Valor)
    • FNDCT terá crédito suplementar de R$ 4,1 bilhões em 2023 para projetos de inovação (Teletime)
    • Portabilidade numérica: 2,16 milhões de clientes trocaram de operadora no 1º trimestre de 2023 (Telesíntese)
    • BrasilAgro escolhe a TIM para levar conectividade 4G a fazendas no Maranhão (Telesíntese)
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Depois de vender a Aesop, Natura mexe na The Body Shop (O Globo);
    • C&A lança linha própria de maquiagem, de olho em rentabilidade (Exame);
    • Recuo sobre isenção vai exigir do governo esforço maior em combater ilegalidades, diz Instituto do Varejo (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Alimentos e Bebidas
      • World meat consumption will increase by 14%, according to the United Nations – EuroMeat;
      • Laticínios reduzem a captação de leite – Valor;
    • Agro
      • Ukraine’s Black Sea Crop Exports Resume After Latest Halt – Bloomberg;
      • Indústria de agroquímicos elevou em 33% receita com vendas para canaviais em 2022 – Valor;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Com mais um déficit, Petros aguarda novo CEO. (Valor Econômico);
    • Negociação de dívida da Santo Antônio Energia com bancos não afetará balanço, diz Eletrobras. (Valor Econômico);
    • Acionistas da Alupar aprovam aumento de capital social no valor de R$ 328 milhões. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Mercados
    • Governo lança pacote de medidas para melhorar acesso ao crédito e baixar juros (Valor Econômico).
    • Queda de juro no país não depende só de inflação e EUA podem impactar, diz JGP (Bloomberg Línea).
  • Noticiário Corporativo
    • Na Light, RJ à espreita (Pipeline).
    • Nova versão da lista de credores da Oi traz R$ 44,3 bilhões em dívidas (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Gigante do entretenimento rompe contrato com fundo imobiliário (MoneyTimes);
    • Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Gramado Parks, emissora de CRIs presentes em FIIs (InfoMoney);
    • Fundos imobiliários: IFIX fecha pregão em leve queda nesta quarta (19), com baixa do KNIP11; confira (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Eletrificação em pauta: Entendendo a BYD, empresa que superou a Tesla em veículos elétricos

  • Nessa semana, o time ESG do Research da XP se reuniu com Peipei Cao (CFO) e lideranças da equipe da BYD no Brasil para discutir o papel da empresa na transição energética global, com foco nos planos para o país, o principal mercado da companhia na América Latina. Sendo a terceira maior montadora do mundo, no ano passado, a BYD superou a Tesla, fundada e liderada pelo Elon Musk, se tornando a marca de veículos elétricos mais vendida no mundo;
  • Diante de tamanha expressividade, a companhia está interessada em expandir sua presença no Brasil, o que ao mesmo tempo que gera oportunidades localmente, também aumenta a concorrência nos setores expostos à eletrificação. Neste relatório, compartilhamos as principais mensagens da reunião, destacando razões para prestar atenção aos movimentos da BYD no Brasil, ao mesmo tempo em que identificamos nomes dentro da cobertura da XP que provavelmente serão influenciados pelas operações (crescentes) da companhia;
  • Clique aqui para acessar o conteúdo completo.

EUA e UE seguem se movimentando em prol da agenda climática | Café com ESG, 20/04

  • No Brasil, a Toyota anunciou ontem um investimento de R$ 1,7 bilhão para produzir um novo carro no interior de São Paulo, um compacto híbrido flex, ou seja, além do motor a gasolina e etanol, ele contará também com uma bateria carregada automaticamente quando o carro freia ou desacelera – o lançamento está previsto para o final de 2024 e deve se beneficiar do programa de incentivos ProVeículo Verde, do governo do Estado.
  • No internacional, (i) a Casa Branca anunciou hoje pela manhã que o presidente Joe Biden pedirá um aporte de US$ 500 milhões para o Fundo Amazônia – além do Fundo Amazônia, o Presidente dos EUA deve anunciar um depósito de US$ 1 bilhão no Green Climate Fund, fundo global que apoia os países em desenvolvimento a enfrentarem os desafios relacionados ao aquecimento global; e (ii) como esperado pela comunidade internacional, o Parlamento Europeu aprovou ontem uma legislação que vai proibir a entrada de itens produzidos a partir da destruição ambiental na União Europeia, e vai exigir que empresas apresentem documentos “verificáveis” que comprovem que seus produtos não foram cultivados em terras desmatadas após 2020 – inicialmente a lei será aplicada para produtos como gado, cacau, café, óleo de palma, soja, madeira, borracha, carvão vegetal e produtos impressos.
  • Clique aqui para acessar o conteúdo completo.
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