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Economia americana, Temporada, Big Techs, Bancos Regionais e Petr√≥leo | ūüĆé Top 5 temas globais da semana

1. Probabilidade de in√≠cio de ciclo de cortes de juros √© adiada em semana de FOMC 2. Temporada de Resultados: Dois pra l√°, dois pra c√°... 3. Big Techs: Meta brilha nos resultados e volta ao ‚Äúclube do trilh√£o‚ÄĚ 4. Bancos Regionais: Alerta do New York Community Bank reascende temores de cont√°gio 5. Petr√≥leo cai em semana de resultados de petroleiras e reuni√£o da OPEP+

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1. Probabilidade de início de ciclo cortes de juros é adiada em semana de FOMC РTreasuries voláteis em semana repleta de eventos

2. Temporada de Resultados: Dois pra lá, dois pra cá… РEstimativas de lucros do S&P 500 no quarto trimestre de 2023 voltam a subir

3. Big Techs: Meta brilha nos resultados e volta ao ‚Äúclube do trilh√£o‚ÄĚ – Microsoft, Apple e Amazon tamb√©m divulgaram resultados

4. Bancos Regionais: Alerta do New York Community Bank reascende temores de contágio РTemores semelhantes aos vistas entre março e maio de 2023 são reacesos

5. Petróleo cai em semana de resultados de petroleiras e reunião da OPEP+ РShell, Chevron e ExxonMobil divulgam reultados, OPEP+ mantém limite de produção inalterado

1. Probabilidade de início de ciclo de cortes de juros é adiada em semana de FOMC

Nesta semana, a curva de juros americana fechou ante uma s√©rie de eventos e dados macroecon√īmicos e pol√≠ticos. A taxa dos t√≠tulos de 10 anos caiu 11 pontos-base e terminou a semana em 4,03%, enquanto os t√≠tulos de 30 anos encerraram a semana em 4,22%, com alta de 15 bps em rela√ß√£o ao fechamento da semana anterior.

Na quarta-feira, o comit√™ de pol√≠tica monet√°ria do Federal Reserve, o FOMC, decidiu por manter inalterada a taxa de juros americana, no intervalo entre 5,25-5,5%. Apesar de j√° ser uma decis√£o amplamente esperada, o comunicado e a coletiva de imprensa trouxeram sinaliza√ß√Ķes importantes e termos do que esperar das pr√≥ximas reuni√Ķes. O comunicado que sucedeu a reuni√£o tamb√©m deixou de mencionar a possibilidade de novas altas.

J√° na coletiva de imprensa, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, declarou que est√° preparado para manter juros elevados por mais tempo caso seja apropriado, que n√£o v√™ cortes at√© que esteja mais confiante que a infla√ß√£o se aproxima da meta de 2%, e que n√£o acha prov√°vel que o Fed corte em mar√ßo. Estas declara√ß√Ķes derrubaram a probabilidade atribu√≠da pelo mercado para um corte de juros em mar√ßo de 75%, na manh√£ de quarta-feira para 35% no fechamento e 22% ao final da semana.

A divulgação de dados de emprego também contribuiu para a alteração da percepção do mercado sobre o curso da política monetária ao longo dos próximos meses. A criação líquida de vagas de emprego urbanas (nonfarm payroll) de janeiro surpreendeu em grande medida as expectativas do mercado: foram adicionados 353 mil vagas em janeiro (contra 185 mil esperadas), e uma revisão levou o dado de dezembro de 216 mil para 333 mil. Os rendimentos médios também surpreenderam para cima. Os salários cresceram 4,5% A/A em janeiro, contra 4,1% em dezembro.

No contexto atual, de expectativa por um in√≠cio de ciclo de cortes de juros, uma not√≠cia positiva para a atividade econ√īmica tem efeito negativo para os mercados, uma vez que uma economia forte √© um risco para a infla√ß√£o, e tende a adiar a flexibiliza√ß√£o da pol√≠tica monet√°ria.

As pesquisas que mostram a din√Ęmica do mercado de trabalho americano sugerem alguma desacelera√ß√£o, mas os dados ainda mostram forte resili√™ncia. As pr√≥ximas divulga√ß√Ķes dever√£o ser observadas de perto pela autoridade monet√°ria e pelo mercado. A din√Ęmica pode ser um obst√°culo para o ciclo de flexibiliza√ß√£o monet√°ria na principal economia do mundo.

Para al√©m da pol√≠tica monet√°ria, a pol√≠tica fiscal tamb√©m tem recebido aten√ß√£o dos mercados. O Congresso americano aprovou uma lei que amplia os benef√≠cios tribut√°rios conhecidos como ‚ÄúChild Tax Credit‚ÄĚ e reestabelece certas dedu√ß√Ķes sobre o lucro de companhias que realizam pesquisa e desenvolvimento at√© 2025, com um impacto de US$ 78 bilh√Ķes sobre a arrecada√ß√£o tribut√°ria. A medida teve um raro apoio bipartid√°rio, ampliando o est√≠mulo fiscal no que √© um movimento contr√°rio ao desejado pela autoridade monet√°ria, de manter a infla√ß√£o sob controle.  Ainda nesta semana, o tesouro americano anunciou que ir√° realizar a rolagem (refunding) de US$ 121 bilh√Ķes, com a venda de US$ 54 bilh√Ķes em t√≠tulos de 3 anos, US$ 42 bilh√Ķes em t√≠tulos de 10 anos e US$ 25 bilh√Ķes em t√≠tulos de 30 anos a ser realizada na pr√≥xima semana. O tesouro anunciou que deve continuar aumentando gradualmente o tamanho dos leil√Ķes at√© abril, quando deve pausar as altas dadas as atuais necessidades de financiamento projetadas. O mercado, entretanto, questiona essa proje√ß√£o dadas as sinaliza√ß√Ķes negativas advindas da frente fiscal.

2. Temporada de Resultados: Dois pra l√°, dois pra c√°…

H√° duas semanas, neste mesmo bat-report semanal (um dos autores entregando a idade), chamamos aten√ß√£o para a pequena ‚Äúajuda‚ÄĚ que os analistas haviam dado √† temporada de resultados, ao baixar as estimativas de lucros poucos dias antes das divulga√ß√Ķes. Pois bem, conforme as empresas anunciam seus resultados e, para a surpresa de poucos, os n√ļmeros est√£o vindo acima das expectativas!

De forma geral, quase metade (46%) das empresas do S&P 500 j√° reportaram seus resultados, com destaques para o setor financeiro, que chega aos 75%, e para Utilidades P√ļblicas, que ainda est√° bem para tr√°s com apenas 13% das empresas reportadas.

Em termos de receita, pouco mais da metade das empresas t√™m mostrado surpresas positivas, com uma m√©dia de apenas 1% acima. Os setores de Comunica√ß√£o e Sa√ļde s√£o os grandes destaques positivos, com um alto percentual de empresas superando as expectativas (90% e 85% respectivamente).

J√° em termos de lucros, 78% das empresas superaram as (rebaixadas) expectativas com m√©dia de 7,1% de beat. Os setores de Energia, Sa√ļde e Bens de Consumo s√£o os grandes destaques da temporada at√© o momento, com cerca de 90% das empresas batendo as expectativas.

Com a incorpora√ß√£o dos n√ļmeros reais √†s estimativas do lucro por a√ß√£o do S&P 500 do 4¬ļ trimestre de 2023, a proje√ß√£o voltou a subir e retomou a casa dos US$ 53 e o mercado, novamente, espera um crescimento de lucros A/A.

3. Big Techs: Meta brilha nos resultados e volta ao ‚Äúclube do trilh√£o‚ÄĚ

Chegamos ao ‚Äúquase‚ÄĚ final dos resultados das Big Techs com 7 das 8 empresas que colocamos nesse seleto grupo j√° tendo divulgado seus resultados.

Em tempo: Muito se fala nas Magnificent 7, que exclui o Netflix da lista. N√≥s nunca fizemos essa exclus√£o e usamos o arcaico acr√īnimo FANGMANT: Facebook (Meta Platforms), Apple, Nvidia, Google (Alphabet), Microsoft, Amazon, Netflix, Tesla. Caso tenham um apelido melhor para essas 8 empresas, mande sua sugest√£o aqui.

A grande estrela at√© o momento foi a Meta Platforms (Nvidia sempre pode surpreender). Com um resultado muito forte, a empresa fundada e capitaneada por Mark Zuckerberg tirou nota 10 no quesito agradar o acionista. Em primeiro lugar, entregou o famoso Beat&Raise com resultados acima do esperado e um aumento de guidance para o pr√≥ximo trimestre (indicou receita de US$ 34,5bi a 37,0bi ante uma estimativa de estimava US$ 33,6bi do mercado). Al√©m disso, aumentou a quantidade de buyback de a√ß√Ķes e anunciou, pela primeira vez na hist√≥ria, o pagamento de dividendos. A√ß√Ķes subiram mais de 20% para mostrar sua gratid√£o ao novo, e sem del√≠rios de metaverso, Zuck.

A Amazon tamb√©m foi bem no 4¬ļ tri de 2023 e, embora os n√ļmeros n√£o tenham sido t√£o estratosf√©ricos como os da Meta, a margem operacional bem acima do esperado foi uma excelente not√≠cia, especialmente porque a companhia mostrou que o seu segmento de computa√ß√£o na nuvem (AWS) est√° reacelerando o crescimento se tornando mais lucrativo. As a√ß√Ķes subiram cerca de 8% no preg√£o ap√≥s a divulga√ß√£o.

A Microsoft foi s√≥lida. A maior empresa do mundo vem consistentemente entregando bons resultados e, dessa vez, n√£o foi diferente. Apresentando crescimento e resultados acima das expectativas nas suas tr√™s linhas de neg√≥cios (Produtividade, Computadores Pessoais e Intelligent Cloud), as a√ß√Ķes fecharam em queda de 2,7% no preg√£o p√≥s resultados (um pouco atrapalhada pelo Fed) mas j√° se recuperaram e fecharam a semana na m√°xima hist√≥rica.

A Apple reportou resultados mistos pois, apesar de surpreender em lucros e receita (inclusive, interrompendo uma sequ√™ncia de 4 trimestres de queda no faturamento), os n√ļmeros de vendas na China e do seu segmento de servi√ßos foram mais fracos. Os n√ļmeros foram compensados por vendas mais fortes de iPhones e em outras regi√Ķes, mas o mercado v√™ com ceticismo a capacidade dessa tend√™ncia se manter. A√ß√Ķes chegaram a cair 4% e fecharam pr√≥ximas do 0x0 no preg√£o ap√≥s a divulga√ß√£o.

J√° a Alphabet ganhou o pr√™mio de pior resultado dentre as Big Techs da semana. Apresentando uma receita no seu principal segmento, o de publicidade, abaixo do esperado nem mesmo os melhores n√ļmeros na promissora √°rea de computa√ß√£o na nuvem foram capazes de reverter o sentimento negativo dos investidores, dado que publicidade representa 75% da receita e quase a totalidade do lucro da cia. As a√ß√Ķes ca√≠ram 7,5% no preg√£o ap√≥s a divulga√ß√£o.

Comentamos sobre Tesla (-12,1% no pregão após a divulgação) e Netflix (+10,7% no pregão após a divulgação) no Top 5 da semana passada.

Nvidia reportar√° no dia 21 de fevereiro.

4. Bancos Regionais: Alerta do New York Community Bank reascende temores de cont√°gio

A semana foi bastante tumultuada para os bancos regionais dos EUA. O ETF KRE, que segue um √≠ndice com 141 bancos de menor porte, caiu 7,2% e trouxe de volta preocupa√ß√Ķes semelhantes √†s vistas entre mar√ßo e maio de 2023, quando algumas institui√ß√Ķes financeiras sofreram interven√ß√Ķes por parte dos reguladores, entre elas o Silicon Valley Bank, First Republic e o Signature Bank.

Desta vez, foi a vez do New York Community Bank assustar o mercado. Ap√≥s a aquisi√ß√£o da carteira do Signature, no ano passado, o banco ultrapassou a barreira dos USS$ 100bi em ativos e tornou-se um banco de categoria IV. Essa mudan√ßa ocasionou uma exig√™ncia maior de capital e liquidez, dado o maior risco sist√™mico. Aliado a isso, o banco viu o seu √≠ndice de inadimpl√™ncia aumentar no √ļltimo trimestre do ano e reportou um preju√≠zo de US$ 260 milh√Ķes. A m√° performance operacional e a maior exig√™ncia de capital fizeram o banco cortar dividendos e mandou um sinal ruim para o mercado, que puniu as a√ß√Ķes com uma desvaloriza√ß√£o de 42% na semana.

A grande preocupa√ß√£o com o NYCB decorre da sua exposi√ß√£o ao segmento de propriedades comerciais (CRE ‚Äď Commercial Real Estate). Este √© um mercado gigantesco, estimado em cerca de US$ 5,8 trilh√Ķes, que vem enfrentando dificuldades desde a pandemia com altas vac√Ęncia e inadimpl√™ncia. Esses CREs s√£o desproporcionalmente grandes nos bancos regionais, representando aproximadamente 30% da carteira de cr√©dito do setor (ante apenas 6,5% dos maiores bancos).

A preocupa√ß√£o com CREs n√£o se conteve aos bancos americanos. O Aozora Bank, do Jap√£o, caiu 33% na semana ap√≥s revisar o valor da sua carteira de cr√©dito imobili√°rio nos EUA 58% para baixo. O banco japon√™s tem exposi√ß√£o √†s regi√Ķes de New York, Washington D.C., Los Angeles, Chicago e S√£o Francisco.

Apesar de haver um problema bastante específico do New York Community Bank, com o aumento das exigências regulatórias e a aquisição de uma carteira de crédito problemática, o alerta dessa semana assustou os investidores, que ainda tem as perdas massivas de março a maio de 2023 na memória. Na ocasião, o problema foi diferente e foi prontamente endereçado pelo Fed: perdas nos títulos governamentais longos motivaram corrida bancária e obrigaram os bancos a aumentar a remuneração dos depósitos. Desta vez, o problema é diferente: perdas no portfólio de imóveis comerciais podem ser grandes demais para serem resgatadas pela mão amiga do banco central.

5. Petróleo cai em semana de resultados de petroleiras e reunião da OPEP+

A divulga√ß√£o de resultados de petroleiras, tens√Ķes no mar vermelho e reuni√£o da OPEP+ provocaram volatilidade nos pre√ßos do petr√≥leo (Brent), que tiveram queda de 7,3% na semana, passando de US$ 83,55 por barril para US$ 77,49 devido ao intenso fluxo de not√≠cias relacionadas √† commodity.

No in√≠cio da semana, ocorreu a reuni√£o da OPEP+, em que foi anunciado que o cartel ir√° manter inalterado o n√≠vel de produ√ß√£o at√© mar√ßo, quando ter√° nova reuni√£o. A OPEP, liderada pela Ar√°bia Saudita, vem tentando limitar a produ√ß√£o de petr√≥leo em meio √† redu√ß√£o da demanda para evitar queda de pre√ßos. Membros do grupo anunciaram cortes de produ√ß√£o da ordem de 1,7 milh√Ķes de barris de petr√≥leo por dia em abril de 2023, que v√™m sendo renovados desde ent√£o. Adicionalmente, a petroleira Saudi Aramco anunciou que ir√° abandonar um plano de expans√£o da capacidade produtiva, o que pode causar impactos a longo prazo para a oferta.

Tr√™s grandes petroleiras divulgaram resultados e guidances nesta semana. Shell apresentou surpresa positiva, enquanto Chevron e ExxonMobil reportaram n√ļmeros mistos, com lucros melhores que o esperado, por√©m decep√ß√£o na receita, com queda da demanda e acomoda√ß√£o de pre√ßos. Na pr√≥xima semana, as petroleiras europeias BP e TotalEnergies ir√£o divulgar resultados referentes ao quarto trimestre de 2024.

A semana ainda foi marcada por mais desenvolvimentos geopol√≠ticos no Oriente M√©dio, passando por ataques de grupos ligados ao Ir√£ a uma base militar americana na Jord√Ęnia, que vitimaram tr√™s soldados americanos e feriram mais de 40, e promessa de retalia√ß√£o dos Estados Unidos, que realizou ataques a alvos ligados ao Ir√£ em territ√≥rio da S√≠ria e do Iraque.

O impacto dos conflitos nos preços de energia e fretes pode representar riscos para a continuidade da desinflação global de custos do pós-pandemia.

Agenda de resultados da próxima semana

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