🌎 RADAR GLOBAL: Disney e Alibaba divulgam resultados

Disney+ alcança 104 milhões de usuários, Alibaba reporta seu primeiro prejuízo e roupas do Walmart.


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MACRO

Mercados internacionais recuperam-se parcialmente nesta manhã (EUA +0,6% e Europa +0,6%) após maior recuo das últimas 11 semanas, reflexo de preocupações com a alta da inflação americana. O Federal Reserve permanece reforçando a sua capacidade de manter os estímulos monetários.

Coronavírus: Ontem, o CDC americano flexibilizou a exigência de  uso de máscaras e distanciamento social entre indivíduos totalmente imunizados em ambientes fechados. A recomendação de proteção será mantida para locais fechados com muitas pessoas, como o transporte público, aviões, hospitais e abrigos.

EMPRESAS

Disney (DISB34): A gigante do entretenimento reportou os resultados do 1T21 ontem e, como já se tornou de costume, todos os olhos se voltaram para a performance do Disney+, segmento de streaming da empresa. A plataforma alcançou 103,6 milhões de assinantes, abaixo dos 109 milhões esperados pelo mercado, em um possível sinal de arrefecimento do crescimento do mercado de streaming de vídeos e filmes. A cia. ainda espera alcançar 250-260 milhões de usuários até o final de 2024.

No último mês, a Netlfix também reportou um aumento do número de usuários menor que o esperado. Do lado positivo, o segmento de parques temáticos da Disney reportou receitas de US$ 3,2 bilhões, 33% acima vs. 2020 e acima do consenso. Hoje, apenas as atrações de Paris estão fechadas.

As ações da cia chegaram a cair 4% no after market.  

Alibaba (BABA34): A gigante do varejo chinês reportou receitas de US$ 28,6 bilhões, 4% acima do esperado e +64% a/a, impulsionadas pela resiliência do segmento de e-commerce, responsável por 86% das receitas, e que cresceu 72% a/a. Do lado negativo, a empresa reportou seu primeiro prejuízo líquido (-US$ 850 milhões) trimestral desde sua abertura de capital em 2014, reflexo da cobrança não recorrente de uma multa de US$ 2,8 bilhões aplicada por reguladores chineses no final de março.

A empresa espera que as receitas totalizem US$ 144 bilhões no ano fiscal que se encerrará em março/22, o que representaria um avanço de 33% a/a, além de mirar o patamar de 1 bilhão de usuários ativos em sua plataforma de e-commerce no período. Por fim, a cia. se comprometeu a reinvestir grande parte do lucro do próximo ano em novas tecnologias, e modelos de negócio, como o de vendas coletivas.

Walmart (WALM34): No ano passado, a varejista americana anunciou o lançamento de uma marca de roupas própria, chamada Free Assembly, com a proposta de ser acessível e com forte presença online. Para escalar a expansão da categoria, que traz maior recorrência de compra para a plataforma de e-commerce, a empresa adquiriu a Zeekit, startup que serve como “provador virtual” e facilita o processo de escolha de modelos e tamanhos das peças online.

Hoje, a Amazon domina as vendas online de vestuário nos EUA, com mais de 35% de participação do mercado.

Disney, Alibaba e Walmart fazem parte de nossa Carteira Top 10 Ações Internacionais (BDRs).  

ANÁLISES

Fonte: Chase

Retomada do consumo: De acordo com dados do J.P. Morgan, os gastos com cartão de crédito nos EUA já superam em ~7% o nível observado no mesmo período de 2019 (pré-pandemia). O forte movimento pode ser explicado pela nova rodada de auxílios emergenciais, que começou a ser distribuída ao final de março.

A retomada acelerada do consumo já traz consequências – a inflação americana divulgada essa semana acumula alta de 4,2% em 12 meses (vs. 3,6% esperados pelo mercado), impactando negativamente as ações de tecnologia.

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