Resumo Semanal de FIIs – 08/05

Saiba todos os acontecimentos da semana no universo de FIIs


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Panorama da Semana

O IFIX, índice de fundos imobiliários, fechou a semana com pequena queda de -0,8%. No Brasil, na quarta-feira, a agência Fitch Ratings revisou a perspectiva para a nota de crédito soberano no Brasil de estável para negativa, mas o grande destaque foi a decisão do COPOM de cortar a taxa Selic em 75 pontos base, chegando a 3,0% com expectativas de adicionais cortes na próxima reunião.

Para os fundos imobiliários, a semana foi marcada pelo anunciou sobre o pagamento de proventos referente ao resultado do mês de abril. Em geral, os fundos que compõe o IFIX apresentaram queda de -27% na distribuição de dividendos em relação aos patamares pré-crise do coronavírus. Em nossa opinião, a deterioração da situação financeira de alguns inquilinos impactou consideravelmente o resultado operacional dos fundos imobiliários, resultando em queda na distribuição de dividendos. Para mais detalhes, acesse nosso relatório sobre o pagamento de dividendos

Radar de Mercado

GGRC (link): O fundo anunciou, via fato relevante, que a locatária CEPALGO Embalagens regularizou o pagamento de aluguel referente ao mês de abril. No entanto, as locatárias JEFER Produtos Siderurgicos -EIRELI e Sanches Participações adimpliram o pagamento de aluguel referente ao mês de abril/2020 em duas parcelas (sendo a primeira paga dentro do mês de abril e a segunda no mês de maio). Por fim, a Farmácia e Dragaria Nissei não realizou o pagamento do aluguel mensal.

SPTW (link): O fundo anunciou, via fato relevante, que a administradora e a gestora estão em contato direto com a Atento, locatária dos imóveis “Belenzinho” e “Badaró”, em busca de negociar um acordo que se adeque a crise do coronavírus e que busque reduzir ao máximo eventual impacto causado aos rendimentos distribuído aos contistas. A gestora espera um impacto negativo de R$0,3/cota na distribuição de rendimento no mês de maio/2020 em comparação ao mês de março/2020

HGLG (link): O fundo anunciou, via fato relevante, o ajuste no cronograma e condições de pagamento para aquisição da integralidade de três imóveis logísticos localizados na cidade de Extrema por meio de um aditivo. De acordo com o aditivo, o valor da transação permanece em R$89 milhões, sendo que i) R$9,2 milhões se refere a título de sinal; ii) 45 milhões serão pagos mediante a celebração da Escritura Publica de Compra e Venda do imóvel e consequente conclusão efetiva da compra; iii) 5 milhões a serem pagos no prazo de até 180 dias a partir da assinatura da escritura; iv) 5 milhões a serem pagos no prazo de até 360 dias; v) 12 milhões a serem pagos no prazo de até 540 dias; vi) 12 milhões a serem pagos em até 720 dias. Até o momento, o Fundo será remunerado pelo valor de R$68.311 equivalente a 10% das receitas de locação do imóvel.

XPIN (link): O fundo anunciou, via fato relevante, a aquisição de uma unidade no Edifício Topázio no Condomínio Empresarial de Atibaia com área privativa de 1830 m² e as unidades autônomas do Edificio Brahms no Condomínio Empresarial de Atibaia com área privativa de 3175 m² por R$11 milhões. Os imóveis se encontram 100% locados com contratos típicos. O fundo estima um impacto de R$0,0105/cota na distribuição mensal de dividendos.

MGFF (link): O fundo anunciou, via fato relevante, o preço unitário das cotas referente à 5ª emissão de cotas no valor de R$86,94/cota (incluindo os custos de emissão).

CPTS (link): O fundo anunciou, via comunicado ao mercado, alteração da 6ª emissão de cotas. O fundo visa levantar um montante de R$350 milhões com preço de emissão de R$94,10 (incluindo os custos de emissão) e anunciou o novo cronograma da oferta

PORD (link): O fundo anunciou, via comunicado ao mercado, que: 1) a cota patrimonial do fundo sofreu uma queda e março por conta das despesas da 2ª emissão de cotas do fundo e pelo fato de a emissão ter ocorrido abaixo do valor patrimonial; 2) no dia 06/04 ficou efetivada a conversão dos recibos de subscrição; 3) aquisição de R$ 4 milhões de CRIs pulverizados; R$22 milhões em CRIs corporativos e R$13 milhões em cotas de FIIs; 4) a distribuição de abril ficou abaixo da média histórica dado que o capital não havia sido inteiramente alocado em abril; há operações com juros trimestrais dentro da carteira do fundo; a distribuição de dividendos das cotas dos fundos imobiliários ocorrem somente no início de maio referentes ao mês de abril, gerando descasamento.

GGRC (link): O fundo anunciou, via fato relevante, a regularização da inadimplência da locatária Fármacia e Drogaria Nissei referente ao mês de abril. Foram pagos o valor de R$297 mil referente ao aluguel devido acrescido de juros.

VISC (link): Em razões das condições de mercado atuais, as tratativas para aquisição das cotas de emissão do fundo imobiliário IPS PB foram interrompiadas.

RCRB (link): O fundo anunciou, via fato relevente, o compromisso de compra e venda de imóvel (“CCV”) para uma possível alienação de sua participação em um dos imóveis que compõem o portfólio do fundo. A gestão espera que a operação deverá gerar um resulta extraordinário de aproximadamente R$1,6/cota, que serpa em parte utilizado para a linearização da distribuição de rendimentos no semestre.

Carteira Recomendada

3.1 Desempenho Semanal

Fonte: XP Investimentos, Economatica e Bloomberg
* Os fundos imobiliários em destaque se encontram restritos por recomendação do Compliance

Últimos Materiais Publicados

Carteira Recomendada de FIIs | Maio de 2020
Enquanto março foi um mês de grandes perdas no mercado de fundos imobiliários com o IFIX acumulando perdas de -16%, o mês de abril ensaiou uma pequena recuperação (+4% em abril). Para o próximos meses, não descartamos a possibilidade do mercado continuar volátil, dependendo das discussões sobre o controle do contágio e das discussões acerca da retomada das atividades consideradas não-essenciais.

Em razão das incertezas e aversão ao risco no curto prazo, continuamos com baixa exposição ao segmento de shopping centers e alta alocação em papéis mais defensivos. Desse modo, a distribuição segue recebíveis (37,5%), Logística (30,0%), Híbridos (10,0%), Shoppings (10,0%), Lajes Corporativas (7,5%) e Fundo de Fundos (5,0%).

Sobre as mudanças da carteira, retiramos o fundo CSHG Logística (HGLG11) substituindo-o pelo fundo CSHG Renda Urbana (HGRU11). Para mais detalhes sobre a carteira recomendada, acesse o link

Guia de FIIs

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