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Volkswagen vai investir em P&D na China com foco em VEs | Café com ESG, 12/04

Volkswagen quer ampliar investimentos na China; Transição energética é um dos focos de investimentos da China no Brasil

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de quinta-feira também terminou em território negativo, com o IBOV e ISE em queda de 0,51% e 0,80%, respectivamente.

• No Brasil, (i) segundo o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), o foco chinês no país visa promover setores de telecomunicações, tecnologia da informação e transição energética nos próximos anos – de forma geral, 50% dos investimentos chineses em 2022 foram direcionados para o campo da eletricidade e 25% para a tecnologia da informação; e (ii) de olho em governança, a Justiça Federal em São Paulo suspendeu, por meio de decisão liminar (provisória), o mandato do presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Pietro Sampaio Mendes, por conflito de interesses, considerando que ele acumula também o cargo de secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do MME – Pietro foi indicado para a vaga no colegiado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e aprovado na assembleia de acionistas da estatal em abril do ano passado.

• No internacional, a Volkswagen vai investir 2,5 bilhões de euros para expandir um campus de produção e pesquisa na China, como parte de sua estratégia para competir no maior mercado automobilístico do mundo – segundo a montadora, o investimento vai acelerar o desenvolvimento de dois modelos de carros elétricos da marca Volkswagen em parceria com a XPeng, com sede na China.

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Brasil

Empresas

Justiça suspende presidente do Conselho de Administração da Petrobras

“A Justiça Federal em São Paulo suspendeu, por meio de decisão liminar (provisória), o mandato do presidente do Conselho de Administração da Petrobras, Pietro Sampaio Mendes, por conflito de interesses — uma vez que Pietro Mendes acumula também o cargo de secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia. A notícia foi antecipada pelo blog da colunista Malu Gaspar. A decisão foi proferida nesta quinta-feira pelo juiz Paulo Cezar Neves Junior, da 21ª Vara Cível Federal de São Paulo, que também ordenou a suspensão dos pagamentos ao executivo. Pietro Mendes foi indicado para a vaga no colegiado pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, que tem travado divergências públicas com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. A indicação havia sido aprovada na assembleia de acionistas da estatal em abril do ano passado. Em entrevista publicada no GLOBO no último domingo, o conselheiro Marcelo Gasparino, representante dos minoritários, citou as discordâncias no colegiado em relação aos rumos que a empresa deve tomar. Segundo ele, as propostas de Prates são sempre refutadas pelos integrantes do conselho que representam a União.”

Fonte: O Globo, 11/04/2024

DNV analisa potencial da eólica offshore no país

“No ano em que completa meio século de operações no Brasil, o grupo de consultoria e certificação norueguês DNV vê o país como um mercado estratégico a médio e longo prazos. As operações brasileiras estão concentradas na área de óleo e gás, mas a companhia vê potencial na futura geração de energia eólica em alto mar, ainda pendente de regulação. A pedido do Banco Mundial, a empresa começou, no ano passado, uma análise sobre os cenários da indústria de energia eólica offshore no Brasil. A iniciativa faz parte do Programa de Desenvolvimento Eólico Offshore do Grupo Banco Mundial, com apoio do Programa de Assistência à Gestão do Setor Energético (ESMAP) e da Corporação Financeira Internacional (IFC). A DNV atua na área de gerenciamento de risco e certificação de projetos. Ajuda as empresas a atenderem padrões internacionais de segurança, faz avaliação de risco e de custo de investimento. Ao menos 96 projetos de exploração eólica no mar foram apresentados ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A DNV calcula que os projetos somam cerca de 190 gigawatts, dos quais 50 gigas foram comercialmente avaliados pela empresa norueguesa.”

Fonte: Valor Econômico, 12/04/2024

Vult entra na categoria de produtos para cabelos com campanha sobre diversidade

“É comum encontrar salões de beleza em todo o Brasil com as paredes cobertas por pôsteres que mostram mulheres com padrões estéticos que, muitas vezes, destoam das feições das clientes que frequentam esses locais. Por isso, em sua estreia na categoria de cabelos, a marca de cosméticos Vult decidiu fazer uma campanha para imprimir pluralidade a essas imagens. Em parceria com o grupo de empreendedores de impacto social G10 Favelas e com a agência de publicidade AlmapBBDO, a companhia — que pertence ao Grupo Boticário — vai substituir os cartazes de 240 salões por retratos de brasileiras de diferentes perfis culturais e étnicos. A iniciativa está em consonância com a nova linha de produtos da marca, que traz 50 opções para consumidores com cabelos crespos, cacheados, ondulados e lisos. “A nossa entrada na categoria foi realizada após estudo que começou em 2021”, conta Marcela De Masi, diretora-executiva de branding e comunicação da holding, sem revelar o investimento. “Isso transcende a mera decoração; é uma expressão tangível de inclusão, empoderamento e celebração da beleza.”.”

Fonte: Valor Econômico, 11/04/2024

Margem direita do Porto de Santos é ampliada, com inclusão da ‘Vila dos Criadores’

“O Ministério de Portos e Aeroportos, juntamente com a prefeitura de Santos, decidiu pela inclusão da chamada “Vila dos Criadores” na área de jurisdição da Autoridade Portuária de Santos (APS). Com isso, o parque ganha mais um local à beira-mar, o último disponível para expansão na margem direita, que está prevista para ser o local do futuro projeto “New STS-10”, um mega terminal de contêineres. A decisão foi tomada na quarta-feira (10) pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em reunião com o presidente da Autoridade Portuária, Anderson Pomini. A Vila dos Criadores, com uma área total de 420 mil metros quadrados, fica junto ao Rio Casqueiro, no limite do município de Santos com Cubatão, entre o estuário e a rodovia Anchieta, no bairro Alamoa. No local, há uma ocupação irregular, com cerca de 9 mil pessoas, que serão transferidas para residências adequadas, condição que fará parte da contrapartida exigida do futuro arrendatário da última área não explorada da margem direita do Porto. Para o ministro Costa Filho, a inclusão desta área municipal na Poligonal — ou seja, no Porto Organizado — terá a vantagem de, ao mesmo tempo, resolver um problema social e atender às necessidades de expansão do porto. Analistas do Itaú BBA afirmam que, embora essa notícia possa ser vista de forma negativa, acreditam que não terá impacto nos fundamentos.”

Fonte: Valor Econômico, 11/04/2024

China promove infraestrutura em áreas de TI e transição energética no Brasil, apontam especialistas

“O foco da China na América Latina e no Brasil está em promover setores de telecomunicações, tecnologia da informação e transição energética para os próximos anos. O tema foi debatido nesta quinta-feira (11) durante webinar promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC). Segundo estudo organizado por Tulio Cariello, diretor de conteúdo e pesquisa da CEBC, 50% dos investimentos chineses em 2022 foram direcionados para o campo da eletricidade e 25% para a tecnologia da informação. “Os chineses investiram pesadamente no setor de energia no Brasil, desde 2007. Se considerarmos o setor elétrico e o de extração de petróleo, vemos que ambos representam cerca de 70% de todo o valor investido pela China no Brasil”, revela. Conforme Margaret Myers, diretora de Ásia e América Latina do programa do Inter-American Dialogue, a China vem aplicando um termo conhecido como “nova infraestrutura” na América Latina desde 2018. “Este é um termo que a China usa para descrever indústrias prioritárias. Desde então, tem sido evidente em vários lugares que os chineses, em geral, querem abranger as áreas industriais de telecomunicações e energia renovável. A China promoveu esses setores de forma bastante extensiva nos últimos anos, mas também está deslocando suas fronteiras tecnológicas para fora, especialmente em partes do mundo em desenvolvimento.”.”

Fonte: Valor Econômico, 11/04/2024

Política

Governo cria Estratégia Nacional de Empreendedorismo Feminino

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou a Estratégia Nacional de Empreendedorismo Feminino – Estratégia Elas Empreendem e o Comitê de Empreendedorismo Feminino. O objetivo é promover o empreendedorismo feminino como instrumento de inclusão social e econômica e de desenvolvimento do país por meio da articulação e da coordenação entre órgãos e entidades da administração pública federal, setor privado e sociedade civil. Segundo decreto publicado nesta quinta-feira (11) no Diário Oficial da União (DOU), o governo federal poderá firmar convênios, termos de cooperação, parcerias com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual, distrital e municipal, inclusive consórcios públicos. A estratégia poderá ser custeada pelo Orçamento Geral da União e por recursos por órgãos e entidades da administração pública estadual, distrital ou municipal, observada a disponibilidade financeira e orçamentária. Além disso, poderá contar com recursos de entidades privadas, doações feitas por pessoas físicas ou jurídicas, do País ou do exterior; e outras fontes de recursos nacionais ou internacionais, compatíveis com o disposto na legislação.”

Fonte: Valor Econômico, 11/04/2024

Internacional

Empresas

Os desafios da VinFast, fabricante de EVs do Vietnã, aumentam o risco para a controladora Vingroup

“À medida que o maior conglomerado do Vietnã, o Vingroup, dobra seu negócio de veículos elétricos com ambiciosos planos de expansão global, ele enfrenta riscos financeiros crescentes decorrentes da unidade deficitária VinFast Auto. O rápido crescimento da VinFast se baseou nas vendas para empresas afiliadas, que devem continuar este ano, de acordo com a análise da Reuters de um recente arquivamento de títulos e informações fornecidas pela empresa, enquanto ela luta para atrair compradores de varejo e enfrenta o enfraquecimento da demanda global de VEs. As descobertas também destacam os riscos para a controladora Vingroup, já que a VinFast perdeu um total de US$ 5,7 bilhões nos últimos três anos. O preço das ações do Vingroup caiu 38% desde a listagem da VinFast nos EUA em agosto passado, e seus custos de empréstimos aumentaram. A VinFast recebeu US$ 11,4 bilhões em injeções de capital da Vingroup, de suas afiliadas e do bilionário fundador do grupo, Pham Nhat Vuong, entre sua criação em 2017 e 31 de dezembro de 2023, de acordo com um registro da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA no final de março. O Vingroup anunciou no mês passado uma participação de US$ 1,6 bilhão e a venda de ativos em sua unidade de varejo Vincom Retail, um de seus principais motores de lucro, juntamente com a subsidiária imobiliária Vinhomes, que continua lucrativa, mas enfrenta um mercado imobiliário desafiador.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

Mais especialistas em clima se opõem à política de compensações do órgão de controle de metas de emissões

“O grupo de verificação de metas climáticas que anunciou nesta semana um plano para permitir que as empresas compensem as emissões de gases de efeito estufa de sua cadeia de suprimentos com créditos de carbono sofreu nova pressão na quinta-feira para abandonar a política. Um grupo de 21 consultores técnicos pediu ao conselho de administração da iniciativa Science Based Targets (SBTi), em uma carta vista pela Reuters, “que se retrate imediatamente dessa decisão”, porque ela foi tomada sem a sua consultoria. Na terça-feira, a SBTi disse que aceitaria “certificados de atributos ambientais (EACs) para fins de abatimento” para as chamadas emissões de Escopo 3, incluindo o uso de produtos de uma empresa. A decisão marcou uma reviravolta na política e provocou uma carta indignada da equipe da SBTi para a liderança da organização global sem fins lucrativos na quarta-feira. A carta criticava a medida e pedia a renúncia do executivo-chefe e dos membros da diretoria que a apoiaram.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

Volkswagen investirá 2,5 bilhões de euros em expansão na China

“A Volkswagen vai investir 2,5 bilhões de euros (US$ 2,69 bilhões) para expandir um campus de produção e pesquisa na China, como parte de sua estratégia para competir no maior mercado automobilístico do mundo. A gigante alemã de carros disse, nesta quinta-feira (11), que investirá o dinheiro em suas instalações industriais em Hefei, província de Anhui, para acelerar a inovação e fortalecer as capacidades locais de pesquisa e desenvolvimento. O investimento vai acelerar o desenvolvimento de dois modelos de carros elétricos da marca Volkswagen em parceria com a XPeng, com sede na China, disse a empresa. A estratégia da Volkswagen busca desenvolver novos veículos no país que agradem aos consumidores locais e cheguem ao mercado mais rapidamente.”

Fonte: Valor Econômico, 11/04/2024

Vendas de carros elétricos estacionam na Europa e têm futuro incerto

“O carro elétrico é um elo-chave do plano climático europeu, mas sua popularização nas estradas do continente colide com importantes obstáculos a uma década da proibição da venda, em 2035, de novos veículos a combustão. As vendas de veículos recarregáveis de “emissões zero” na União Europeia estacionaram, ou, até mesmo, retrocederam, nos últimos meses. Ao longo do ano, os veículos elétricos representam 12% ou menos do total de vendas na Europa, contra 14,6% no ano passado. O retrocesso é explicado principalmente pelos dados da Alemanha, o principal mercado europeu, que pôs fim aos subsídios para a compra desse modelos no final de 2023. Menos de 30% dos europeus dizem estar dispostos a comprar um veículo elétrico, segundo a ACEA, e mais da metade não pensam em gastar mais de 35.000 euros em um carro, um patamar de preço com muito poucos modelos elétricos.”

Fonte: Exame, 11/04/2024

A energia global a carvão cresceu 2% no ano passado, o maior crescimento desde 2016, diz pesquisa da GEM

“A capacidade mundial de geração de energia a carvão cresceu 2% no ano passado, o maior aumento anual desde 2016, impulsionado por novas construções na China e atrasos no descomissionamento em outros lugares, de acordo com pesquisa publicada na quinta-feira. Apesar dos acréscimos recordes de energia renovável, quase 70 gigawatts (GW) de nova capacidade de energia a carvão foram comissionados em todo o mundo no ano passado, incluindo 47,4 GW na China, informou o think tank Global Energy Monitor, com sede nos EUA, em sua pesquisa anual. A capacidade de produção de energia a carvão fora da China também cresceu pela primeira vez desde 2019, enquanto em todo o mundo apenas 21,1 GW foram desligados, segundo a pesquisa. Desde que o Acordo de Paris foi assinado em 2015, 25 países reduziram a capacidade de energia movida a carvão, mas 35 a aumentaram, e muito mais precisa ser feito, disse Flora Champenois, principal autora do relatório do GEM. “O mundo está indo na direção certa em termos do papel do carvão no setor de energia, mas não com rapidez suficiente e com alguns desvios arriscados ao longo do caminho”, disse Champenois. Para manter o aumento médio da temperatura global dentro do limite fundamental de 1,5 graus Celsius (2,7 graus Fahrenheit), a capacidade global de geração de energia a carvão precisa ser eliminada até 2040, de acordo com as projeções da Agência Internacional de Energia.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

EUA apostam em agricultura favorável ao clima; especialistas duvidam que ela seja suficientemente favorável ao clima

“O governo do presidente Joe Biden está oferecendo dinheiro aos agricultores para que adotem práticas que armazenem carbono no solo para combater as mudanças climáticas, mas entrevistas da Reuters com especialistas em ciência do solo e uma análise da pesquisa do Departamento de Agricultura dos EUA indicam dúvidas de que a abordagem será eficaz. Práticas agrícolas como o plantio de culturas de cobertura e a redução da lavoura em terras agrícolas são fundamentais para o plano do USDA de reduzir a contribuição de 10% da agricultura para as emissões de gases de efeito estufa dos EUA, à medida que os EUA buscam o zero líquido até 2050. Os produtores de etanol também esperam que essas práticas os ajudem a garantir os lucrativos créditos fiscais para combustível de aviação sustentável (SAF) aprovados na Lei de Redução da Inflação (IRA). Mas as técnicas agrícolas, que receberão um impulso extra de financiamento da lei climática assinada por Biden, podem não sequestrar permanentemente muito carbono atmosférico no solo, de acordo com cinco cientistas e pesquisadores do solo que falaram à Reuters sobre a ciência atual. Quatro outros cientistas do solo e o USDA disseram que as práticas podem armazenar várias quantidades de carbono no solo, mas as circunstâncias ditarão quanto e por quanto tempo.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

Lloyd’s of London é inadequado em ESG, diz relatório

“Os padrões ambientais, sociais e de governança do mercado de seguros do Lloyd’s de Londres são fracos, pois seus membros estão expostos a projetos de combustíveis fósseis e armas, afirmou a organização sem fins lucrativos ShareAction em um relatório na quinta-feira. A comunidade do Lloyd’s, composta por mais de 50 membros, forma coletivamente uma das maiores seguradoras comerciais do mundo. Ela tem alguma supervisão regulatória sobre eles e o relatório disse que a orientação ESG para seus membros era inadequada. O Lloyd’s ficou em terceiro lugar em uma tabela de 29 seguradoras globais de propriedades e acidentes em termos de subscrição responsável e desempenho de investimento. Em uma contagem separada dos padrões de subscrição de 13 grandes membros do Lloyd’s, seis obtiveram nota F, a nota mais baixa. As seguradoras registraram seu desempenho em até 30 métricas sobre questões que incluem se elas têm metas líquidas zero e se restringem a subscrição de petróleo e gás ou excluem investimentos em armas e tabaco. Um porta-voz do Lloyd’s disse que o Lloyd’s estava “comprometido em assegurar a transição”. O porta-voz disse que o Lloyd’s havia alinhado sua abordagem à política governamental para atingir o zero líquido até 2050, mas que cabia “às empresas individuais que operam no mercado do Lloyd’s tomar suas próprias decisões comerciais e estratégicas”.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

Morgan Stanley se compromete a doar US$ 20 milhões para uma iniciativa de saúde mental infantil

“O Morgan Stanley prometeu US$ 20 milhões ao longo de cinco anos para sua iniciativa de saúde mental infantil, elevando seu compromisso para US$ 50 milhões desde que começou em 2020, disse o banco em um comunicado na quinta-feira. A Morgan Stanley Alliance for Children’s Mental Health financia grupos sem fins lucrativos que realizam pesquisas e programas voltados para a saúde mental dos jovens. Como parte do novo compromisso, o banco financiará um centro educacional administrado pela Academia Americana de Pediatria e a Sesame Workshop, a organização sem fins lucrativos por trás da Vila Sésamo, voltada para crianças de comunidades marginalizadas dos EUA. “O foco do Morgan Stanley na saúde das crianças é uma parte essencial do compromisso da empresa de retribuir”, disse Ted Pick, CEO do Morgan Stanley e presidente do conselho consultivo do grupo. A promessa é um dos primeiros grandes compromissos de caridade da empresa desde que Pick assumiu o comando em janeiro.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

Política

As emissões de gases de efeito estufa do Japão caíram 2,5% no AF22/23, atingindo um recorde de baixa

“As emissões de gases de efeito estufa do Japão caíram 2,5% para uma baixa recorde no ano fiscal até março de 2023, mostraram dados do governo na sexta-feira, ajudadas pela redução das emissões nos setores industrial e de serviços. As emissões para o ano de 2022/23 caíram para o equivalente a 1,135 bilhão de toneladas métricas de dióxido de carbono, de 1,164 bilhão de toneladas no ano anterior, mostraram os dados do Ministério do Meio Ambiente. O valor mais recente foi o mais baixo desde o início da coleta de dados em 1990/91 e ocorreu depois que as emissões aumentaram em 2021/22 pela primeira vez em oito anos. O setor industrial viu um declínio de 5,3%, enquanto o setor comercial e de serviços experimentou uma queda de 4,2%, embora o setor de transporte tenha testemunhado um aumento de 3,9% devido ao aumento do tráfego de passageiros em meio à recuperação das atividades socioeconômicas da pandemia, disse o ministério. O Japão, o quinto maior emissor do mundo, tem como objetivo reduzir as emissões em 46% em relação aos níveis de 2013 até 2030. Se alcançado, as emissões de 2030 serão de 0,76 bilhão de toneladas.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

Parlamento da UE adota propostas para reforma do mercado de energia

“Na quinta-feira, o Parlamento Europeu votou a favor de propostas para tornar os preços da eletricidade menos dependentes dos preços dos combustíveis fósseis, em uma tentativa de impulsionar a energia renovável e proteger os consumidores contra picos de preços. As novas regras buscam mudar para contratos de preço fixo de prazo mais longo para proteger os consumidores da volatilidade dos mercados de energia. Elas também visam melhorar o clima de investimento para novos projetos de energia renovável e, por sua vez, melhorar a segurança energética do bloco. A Comissão Europeia propôs mudanças no mercado de eletricidade da UE no ano passado, depois que os preços da energia na UE atingiram níveis recordes com o corte do fornecimento de gás russo após a invasão da Ucrânia.”

Fonte: Reuters, 11/04/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Relatórios temáticos

O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG? (link)

Abastecendo o futuro: O papel dos biocombustíveis na transição energética(link)

COP28 chega ao fim: O que você precisa saber? (link)

ESG Updates

Destaques da reunião com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) (link)

Destaques da reunião com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) (link)

Destaques do evento da ABRAINC e SecoviSP: Construindo uma São Paulo mais sustentável (link)

Brunch com ESG

Vendas de elétricos caem globalmente, enquanto China entra em peso no mercado local; EUA anuncia novo investimento em energia limpa (link)

Governança em destaque: VIVA3 e ASAI3 passam por mudanças (link)

Governo acelera programa de transição energética; CMIG4 capta R$2bi em emissão verde (link)


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