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Vibra (VBBR3) quer levantar R$1,5bi em debêntures verdes | Café com ESG, 11/04

23 empresas são selecionadas para o Mover e outras 18 aguardam autorização; MP de prazo adicional para operação de projetos de fontes renováveis foi assinado

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de quarta-feira também terminou em território negativo, com o IBOV e ISE em queda de 1,41%% e 2,18%, respectivamente, seguindo o movimento dos índices americanos, que recuaram após a divulgação de dados de inflação ao consumidor acima do esperado.

• Do lado das empresas, (i) a Vibra começou ontem uma rodada de reuniões com investidores para uma emissão de R$1,5 bilhão em debêntures verdes – segundo informações enviadas à CVM, a oferta será feita em duas séries, com prazo de sete e dez anos; e (ii) a Petrobras descobriu uma acumulação de petróleo em águas ultra profundas da Bacia Potiguar, na Margem Equatorial brasileira – essa é a segunda descoberta anunciada na área pela empresa.

• Ainda no setor privado, a Vale comunicou ao mercado que propôs um plano de ação, a ser implementado nos próximos dias, para mitigação da anomalia detectada na barragem Forquilha III, em Ouro Preto, Minas Gerais – segundo a companhia, foi detectado acúmulo de material sedimentado na saída de um dentre os 131 dispositivos de drenagem instalados na barragem, embora todos os instrumentos de monitoramento indicam que as condições gerais da estrutura seguem inalteradas.

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Brasil

Empresas

‘Padrão ouro’ do net zero vai aceitar créditos de carbono

“Numa guinada que deve ter reflexos nos projetos privados de proteção da Amazônia, a entidade que concede o mais respeitado selo de qualidade para os planos net zero corporativos vai passar a aceitar compensações com créditos de carbono como parte das estratégias de descarbonização das empresas. A iniciativa Science Based Targets (SBTi) anunciou que os créditos poderão ser usados para abater emissões de gases de efeito estufa do escopo 3 das companhias, ou seja, aquelas da cadeia de valor de produtos e serviços. “A SBTi reconhece que, devidamente sustentado por políticas, padrões e procedimentos baseados em evidências científicas, o uso de certificados de atributos ambientais pode funcionar como uma ferramenta adicional para lidar com a mudança climática”, afirmou o conselho gestor da entidade. Certificados de atributos ambientais são os créditos de carbono negociados no mercado voluntário, segundo a SBTi, mas não se limitam a esse instrumento.”

Fonte: Capital Reset, 11/04/2024

Mitsui e Geo se unem para explorar potencial do biometano no agro

“A Mitsui Gás e Energia do Brasil e a Geo bio gas&carbon (grupo Geo Biogás) anunciaram nesta quarta (10/4) a criação da GeoMit, uma joint venture para construir e operar plantas de biometano a partir de resíduos de cana-de-açúcar e do agronegócio. A intenção da GeoMit é estabelecer parcerias com produtores de biomassa, para o uso sustentável dos resíduos orgânicos. A nova empresa reúne as experiências da Mitsui na distribuição de gás natural e da Geo na tecnologia e operação de usinas de biogás e biometano. A Geo já investiu mais de R$ 450 milhões na criação e instalação de projetos para produção de biogás. Hoje, tem quatro plantas operando nos estados do Paraná e São Paulo.”

Fonte: Epbr, 10/04/2024

BMW vai produzir carros híbridos plug-in no Brasil

“A BMW sai na frente na produção de carros híbridos plug-in no Brasil. A montadora alemã anunciou nesta quarta-feira (10) que fabricará o utilitário esportivo X5 plug-in em Araquari (SC) no último trimestre de 2024. Provavelmente será a primeira a fabricar esse tipo de carro no país. A diferença entre um híbrido convencional e o plug-in é que o último permite recarregar as baterias também em tomada, o que garante melhor aproveitamento do sistema elétrico. A preços em torno de R$ 740 mil, o veiculo que será produzido na fábrica de Araquari será similar ao que já é feito na Europa. Não há previsão de uma adaptação, por enquanto, para a tecnologia flex, que permite o uso de etanol para o funcionamento do motor a combustão. “Trata-se do mesmo carro fabricado nos Estados Unidos, com pequenas adaptações, mas o mesmo desempenho de motor”, destacou Reiner Braun, presidente do BMW Group na América Latina, que veio ao Brasil para anunciar a produção do veículo no país. O modelo vendido hoje é importado dos EUA. Os dirigentes da montadora destacaram a flexibilidade da linha em Araquari. Segundo Michael Nikolaides, diretor de produtos e logística do grupo BMW, a fábrica brasileira é facilmente adaptável a qualquer produto. “É a única das nossas fábricas a produzir modelos a combustão, flex e, agora, híbrido plug-in”, destacou. Segundo ele, na média, o índice de nacionalização dos carros produzidos em Araquari gira em torno de 40%.”

Fonte: Valor Econômico, 10/04/2024

Vale propõe plano de mitigação de ocorrência em barragem Forquilha III, em Ouro Preto

“A Vale comunicou ao mercado que propôs um plano de ação, que será implementado nos próximos dias, para mitigação da anomalia detectada na barragem Forquilha III, em reunião realizada nos dias 8 e 9 de abril entre representantes da empresa e autoridades que acompanham o caso. Segundo a Vale, foi detectado acúmulo de material sedimentado na saída de um dentre os 131 dispositivos de drenagem instalados na barragem Forquilha III, em Ouro Preto, Minas Gerais, e todos os instrumentos de monitoramento indicam que as condições gerais da estrutura seguem inalteradas. A empresa diz que participaram da reunião representantes da Fundação Estadual do Meio Ambiente de Minas Gerais, da Defesa Civil de Minas Gerais, das Defesas Civis municipais, da Agência Nacional de Mineração e da empresa de auditoria que assessora o Ministério Público de Minas Gerais, bem como o vice-presidente técnico da Vale e o engenheiro responsável pela estrutura.”

Fonte: Valor Econômico, 10/04/2024

Vibra inicia ‘roadshow’ para emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures verdes

“A Vibra iniciou nesta quarta-feira (10) apresentações a investidores para uma emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures verdes. A companhia definiu algumas categorias de investimentos de transição verde com o intuito de contribuir com a agenda climática e os recursos serão usados para essa finalidade, segundo informações enviadas à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A oferta será feita em duas séries, com prazo de sete e dez anos. A remuneração ainda será definida. A Vibra pretende pagar, no máximo, CDI com acréscimo de 1,07% na série mais curta e CDI mais 1,25% na série mais longa. Atuam na operação UBS BB (líder), Santander, Itaú BBA e Bradesco BBI.”

Fonte: Valor Econômico, 10/04/2024

BNDES seleciona projetos para proteção de corais na costa brasileira

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lança nesta quarta-feira (10) uma chamada pública para selecionar e investir em projetos de proteção de corais na costa brasileira. A iniciativa é um braço da agenda ambiental e de sustentabilidade do BNDES Azul, que visa fomentar a economia ligada aos oceanos. Chamado de “BNDES Corais”, o programa irá destinar até R$ 60 milhões para projetos apresentados por organizações sem fins lucrativos, em recursos não reembolsáveis. Do total, R$ 30 milhões serão aplicados pelo próprio BNDES, por meio do Fundo Sociombiental do banco, e o restante virá da contrapartida de parceiros privados. “A preservação dos corais é uma agenda praticamente submersa. Nós estamos assumindo uma agenda inovadora, com recursos muito importantes para enfrentar um tema estratégico, mas pouco valorizado”, disse ao Valor a diretora socioambiental do BNDES, Tereza Campello.”

Fonte: Valor Econômico, 10/04/2024

Repsol compra participação de 40% em produtora de biometano na Espanha

“A Repsol comprou uma participação de 40% na produtora espanhola de biometano Genia Bionergy. O biometano produzido pela companhia será utilizado pela Repsol e também vendido a clientes da petrolífera espanhola. A Genia produz biometano em 19 usinas na Espanha e Portugal por meio de resíduos agrícolas e tem capacidade de 1,5 terawatt-hora por ano de energia.”

Fonte: Valor Econômico, 10/04/2024

Petrobras anuncia segunda descoberta de petróleo na Margem Equatorial

“A Petrobras descobriu uma acumulação de petróleo em águas ultra profundas da Bacia Potiguar, no poço exploratório Anhangá. O poço está situado próximo à divisa entre os estados do Ceará e do Rio Grande do Norte, a cerca de 190 km de Fortaleza e 250 km de Natal, em profundidade d’água de 2.196 metros, na Margem Equatorial brasileira. Essa é a segunda descoberta anunciada na área pela empresa. A 3R Petroleum assinou memorando de entendimento que encaminha a fusão dos negócios com a Enauta. O acordo inclui a participação da Maha Energy Offshore. Pelo memorando, a proposta celebrada entre as partes prevê a incorporação da totalidade das ações da Enauta pela 3R, com os acionistas da Enauta recebendo ações ordinárias da 3R. A 3R também informou produção de 43,7 mil barris de óleo equivalente por dia em março, uma alta de 147,7% na comparação anual. Sobre fevereiro, houve crescimento de 5,3% na produção.”

Fonte: Valor Econômico, 10/04/2024

CEO da Orizon: ‘O negócio é ser dono do biogás’

“Quando os caminhões carregados de resíduos atravessam os portões da Orizon, a expressão “o lixo de uns é o tesouro de outros” é elevada a outro patamar – o das centenas de milhões de reais em receita. A empresa de valorização de resíduos está se transformando. Além de reciclagem e aterramento, a Orizon produz fertilizantes e gera energia elétrica a partir do lixo. A companhia ainda se prepara para vender créditos de carbono neste ano e biometano no próximo. O objetivo é multiplicar o valor de cada tonelada de lixo, aterrando cada vez menos. Em 2023, a companhia recebeu um volume de resíduos 5% menor do que no ano anterior. Mesmo assim, elevou a receita em 24%, para R$ 776 milhões. O prejuízo de R$ 143 mi de 2022 deu lugar a um lucro líquido de R$ 50 mi. “As nossas plantas serão ‘hubs’ industriais”, disse o CEO da Orizon, Milton Pilão, em entrevista ao Reset antes da publicação dos resultados no último dia 27 de março. “Estamos estudando diversas tecnologias que devem ser implementadas ao longo dos próximos dez anos”.”

Fonte: Capital Reset, 10/04/2024

Setor solar: empreendedores vão ter acesso a qualificação para alavancar resultado

“A Oracle e a Sunhub Educação, hub de soluções e inovação para o setor solar e pertencente ao Bonö Group, fecharam parceria para oferecer qualificação aos empreendedores do mercado fotovoltaico nacional. As áreas de gestão, controladoria e governança serão o foco do treinamento. Para quem está à frente das empresas que atuam com projetos e instalação de painéis solares no território nacional, vai ser uma oportunidade de ter contato com as experiências e processos da multinacional conhecida por cases importantes, como Spotify, FedEx, Bosch, Toyota e TIM. A Oracle é dona da maior ERP do mundo, trabalhando junto à gestão de negócios. Segundo a Sunhub, na prática, a proposta da parceria é reforçar o desenvolvimento de habilidades essenciais para criar soluções inovadoras para o mercado fotovoltaico nacional. Será a oportunidade de ter contato com ferramentas de aprimoramento da análise de dados e de redução de custos para de negócios complexos.”

Fonte: Exame, 10/04/2024

Startup desenvolve solução feita com resíduos para captar CO2 da mineração

“Parceira do Instituto SENAI de Inovação em Biomassa (ISI Biomassa) e da Anglo American para o desenvolvimento do protótipo da sua tecnologia, a startup DeCARB está em fase de customização da sua tecnologia de descarbonização para a cadeia industrial de mineração em parceria com a multinacional. Especializada em tecnologia ambiental, a DeCARB articula a captação R$ 20 milhões. O objetivo é aplicar os recursos no processo de fabricação dos materiais de captura, financiar a produção de três equipamentos (projetados como o início da sua produção em série) e ter capital de giro. A estimativa da startup é que sejam capturadas 166 mil toneladas de CO2 anualmente em cada um dos equipamentos instalados quando estiverem funcionando de forma ininterrupta. A DeCARB foi fundada em 2022, em Salvador, e é uma spin-off da startup RECICLI. A empresa está em fase de prototipação tecnológica para capturar o CO2 diretamente das tubulações e chaminés industriais. Com a tecnologia, segundo a startup, será possível fazer a captura antes de o gás chegar à atmosfera. Um resíduo de origem biológica, reciclado e gerado em grande volume no Brasil, é o principal material empregado dentro do equipamento.”

Fonte: Exame, 10/04/2024

COP30: ONU Clima aposta no papel do Brasil em desenho de modelos de financiamento

“O G20, fórum integrado por 20 países desenvolvidos e em desenvolvimento, não pode “deixar de lado” a mudança climática “que dizimará” suas economias, advertiu, nesta quarta-feira, 10, em Londres, o secretário da agência ONU Clima, Simon Stiell. “Necessitamos de um novo acordo para o financiamento da luta contra a mudança climática entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento”, declarou em discurso na Chatham House, organização não governamental também conhecida como Instituto Real de Assuntos Internacionais. “Culpar uns aos outros não é estratégico” e “deixar de lado o clima não é solução para uma crise que dizimará todas as economias do G20 e que já começou a causar danos”, acrescentou o secretário executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) em seu discurso, “Dois anos para salvar o mundo”.”

Fonte: Exame, 10/04/2024

Política

Governo trabalha para manter acordo para biodiesel e biometano no Senado, diz Alckmin

“O vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), disse na manhã desta quarta (10/4) que vai trabalhar para manter o texto aprovado na Câmara para o projeto de lei do Combustível do Futuro. O relatório do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania/SP) foi aprovado em março após negociação com o governo de um piso de 13% para a mistura de biodiesel no diesel fóssil Dois pontos, no entanto, desagradaram o setor de óleo e gás, que se movimenta para alterar a matéria no Senado: o capítulo do biometano, que obriga supridores a reduzir emissões por meio do aumento da participação do gás renovável, com um teto de 10%; e a exclusão do diesel coprocessado com óleos vegetais das políticas que tratam de biodiesel e diesel verde. “Nós temos que trabalhar para manter o texto do relator Arnaldo Jardim no Senado”, disse Alckmin durante evento do setor de cana em Brasília. “É um bom texto [o que foi aprovado pela Câmara]. É claro que cabe ao Senado discutir, amadurecer, mas é um bom trabalho feito pelo deputado Arnaldo Jardim, que traz avanços importantes para a agroindústria”, completou.”

Fonte: Epbr, 10/04/2024

Estados aliados ditam edição (e cortes) em MP para tarifas e renováveis

“O texto final da medida provisória que autoriza o governo a aportar recursos para reduzir tarifas de energia foi alterado de última hora antes de ser oficializado na terça (8/4), em mais uma demonstração da força da representação dos estados de Lula no Senado Federal. Encabeçada pelo Ministério de Minas e Energia (MME), de Alexandre Silveira (PSD), a MP destina fundos de desenvolvimento regional, criados na privatização da Eletrobras, para reduzir tarifas na região Norte. O plano foi iniciado ano passado, para contornar o reajuste de 44% previsto – e na prática, congelado – no Amapá, estado do senador Davi Alcolumbre (União). O dinheiro será usado para quitar os empréstimos feitos pelo governo passado a fim de rolar o custo da covid-19 (2020) e a crise energética provocada pela escassez hídrica (2022). Na reta final, foram retirados os artigos que autorizavam o MME a utilizar recursos dos fundos da área de influência de Furnas e da bacia hidrográfica do São Francisco. Senadores aliados alertaram o governo da oposição dos estados em comprometer recursos para as obras com a redução de tarifas.”

Fonte: Epbr, 10/04/2024

Conselho avaliará distribuição de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu o Conselho Consultivo do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal, que tem como objetivo opinar sobre a distribuição dos recursos do fundo e, ao mesmo tempo, avaliar sua aplicação. Segundo decreto publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União (DOU), o conselho consultivo será composto por representante do Serviço Florestal Brasileiro (que será responsável pela coordenação), dos ministérios da Agricultura e Pecuária; da Ciência, Tecnologia e Inovação; Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar; do Meio Ambiente e Mudança do Clima. Também participarão do conselho representante dos Estados, dos Municípios, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas; movimentos sociais; organizações ambientalistas; de povos e comunidades tradicionais; do setor empresarial; e dos trabalhadores.”

Fonte: Valor Econômico, 10/04/2024

Internacional

Empresas

GPTW apresenta as companhias que se destacam ao tratar da diversidade

““Pela primeira vez, temos um equilíbrio entre fatos a celebrar e fatos a lamentar”. É assim que Mariana Belchior, Chief Customer Officer, do Great Place to Work, define os resultados da 5ª edição do ranking “Melhores Empresas para Trabalhar – Listas Diversidade”, apresentado em cerimônia realizada nesta quarta-feira (10), em São Paulo. Ela relata que, neste ano, houve uma frustração em relação aos achados da pesquisa, que não mostraram os avanços esperados pela organização do prêmio. “Sempre ficamos muito satisfeitos e felizes de contar ao mercado o que víamos de informações demográficas, fatos e dados dessas listas. E, dessa vez, estamos um pouco frustrados”, diz.”

Fonte: Valor Econômico, 11/04/2024

Fundos de energia renovável registram saídas devido a preocupações com crescimento e políticas

“Os investidores globais estão se afastando cada vez mais dos fundos do setor de energia renovável este ano, devido a preocupações com as perspectivas de crescimento do setor e à incerteza sobre as políticas em um ano de eleições nos EUA, segundo dados dos fundos. Os fundos do setor de energia renovável testemunharam entradas constantes nos últimos anos, sustentadas pela disposição dos consumidores de pagar mais por produtos e serviços ambientalmente sustentáveis e por políticas de apoio nos Estados Unidos e na Europa. Agora, no entanto, o impacto atenuante das altas taxas de juros sobre o investimento e a incerteza sobre as futuras políticas de energia estão desafiando o setor de energia renovável.”

Fonte: Reuters, 10/04/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Relatórios temáticos

O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG? (link)

Abastecendo o futuro: O papel dos biocombustíveis na transição energética(link)

COP28 chega ao fim: O que você precisa saber? (link)

ESG Updates

Destaques da reunião com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) (link)

Destaques da reunião com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) (link)

Destaques do evento da ABRAINC e SecoviSP: Construindo uma São Paulo mais sustentável (link)

Brunch com ESG

Vendas de elétricos caem globalmente, enquanto China entra em peso no mercado local; EUA anuncia novo investimento em energia limpa (link)

Governança em destaque: VIVA3 e ASAI3 passam por mudanças (link)

Governo acelera programa de transição energética; CMIG4 capta R$2bi em emissão verde (link)


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