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Raízen (RAIZ4) inicia comercialização de 2a planta de E2G | Café com ESG, 18/03

ANP publicou a autorização para iniciar da produção de E2G em nova planta da Raízen; Empreendedores nos EUA vão investir em concreto ecológico

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• Na semana passada, o Ibovespa registrou perda de 0,26%, enquanto o ISE subiu 0,40%. Já o pregão de sexta-feira terminou em território negativo, com o IBOV e ISE em queda de 0,74% e 0,62%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a Raízen informou que foi publicada, na última sexta-feira, a autorização para início da produção de etanol de segunda geração no Parque de Bioenergia Bonfim, em SP, outorgada pela ANP – com isso, a companhia iniciou a comercialização de sua segunda planta de E2G, considerada a maior do mundo, com nível esperado de 80% sobre sua capacidade de produção de 82 milhões de litros anuais; e (ii) a negociação de I-RECs, certificados que comprovam que a energia elétrica consumida é proveniente de uma fonte de energia renovável, foi recorde no Brasil em 2023, atingindo volume de 37,8 milhões de certificados negociados, um aumento de 75% vs. 2022, segundo dados do Instituto Totum – de forma geral, o país tem se consolidado como um dos três maiores mercados no mundo desses papéis.

• Ainda no país, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial, no litoral norte do Brasil, como elemento fundamental para a transição energética – em postagem em rede social na sexta, ele defendeu que a região tem importância estratégica tanto sob o aspecto de novas reservas como na descarbonização das operações.

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Brasil

Empresas

Presidente da Petrobras faz nova defesa de projeto na Foz do Amazonas

“O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial, no litoral norte do Brasil, como elemento “fundamental” para a transição energética. A região, que se estende entre os Estados do Amapá e Rio Grande do Norte, incluindo a Bacia da Foz do Amazonas, tem importância estratégica “tanto sob o aspecto de novas reservas como na descarbonização das operações”, defendeu Prates na noite de sexta-feira, em postagem em rede social. “Estamos olhando para as novas energias, sem abrir mão da produção de petróleo. Vamos fazer a transição energética justa de forma gradual, responsável e crescente, buscando a diversificação. As perspectivas apontam que a Margem Equatorial será fundamental nessa transição, tanto sob o aspecto de novas reservas como na descarbonização das operações”, escreveu Prates em seu perfil no X, o antigo Twitter.”

Fonte: Época Negócios, 17/03/2024

Governadores da Amazônia propõem à Petrobras fundo para projetos socioambientais

“Governadores da Amazônia se movimentam em busca de mais recursos financeiros e parceria da Petrobras para projetos de desenvolvimento social e econômico na região. Ao mesmo tempo, os Estados da Amazônia Legal querem ter mais voz ativa nos processos de exploração e produção da Margem Equatorial, extensa zona petrolífera que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte. Os governadores propuseram à estatal, entre outras iniciativas, a criação de um fundo para desenvolvimento de projetos socioambientais e de desenvolvimento econômico nos Estados da Amazônia Legal, numa espécie de contrapartida para a exploração de áreas de petróleo na Margem Equatorial. Ainda não há clareza sobre a origem do dinheiro a ser destinado para o fundo, mas poderia contar com royalties e participações especiais já pagas pela Petrobras. Governadores da Amazônia se movimentam em busca de mais recursos financeiros e parceria da Petrobras para projetos de desenvolvimento social e econômico na região. Ao mesmo tempo, os Estados da Amazônia Legal querem ter mais voz ativa nos processos de exploração e produção da Margem Equatorial, extensa zona petrolífera que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte. Os governadores propuseram à estatal, entre outras iniciativas, a criação de um fundo para desenvolvimento de projetos socioambientais e de desenvolvimento econômico nos Estados da Amazônia Legal, numa espécie de contrapartida para a exploração de áreas de petróleo na Margem Equatorial. Ainda não há clareza sobre a origem do dinheiro a ser destinado para o fundo, mas poderia contar com royalties e participações especiais já pagas pela Petrobras.”

Fonte: Valor Econômico, 15/03/2024Ainda no país, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, voltou a defender a exploração de petróleo na Margem Equatorial, no litoral norte do Brasil, como elemento fundamental para a transição energética – em postagem em rede social na sexta, ele defendeu que a região tem importância estratégica tanto sob o aspecto de novas reservas como na descarbonização das operações.

Produção de dados de sustentabilidade é desigual entre empresas, diz OCDE

“As maiores empresas do mundo, que representam 86% do valor de mercado global, divulgam informações relacionadas à sustentabilidade, apontou relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No entanto, considerando o número total de empresas listadas em bolsa, apenas 22% divulgam informações relacionadas à sustentabilidade, o que indica que as maiores têm mais incentivos e capacidade para coletar e relatar tais dados. De acordo com o documento, a divulgação de informações de sustentabilidade representa um custo para as empresas, que pode ser relativamente fixo, independentemente do seu tamanho. No caso de empresas menores, portanto, os custos de contabilidade e relatório sobre informações de sustentabilidade podem não ser compensados pelos benefícios que uma empresa terá em atrair mais financiamento de investidores focados em sustentabilidade.”

Fonte: Valor Econômico, 16/03/2024

Raízen inicia produção de etanol de 2ª geração no Parque de Bioenergia Bonfim, em SP

“A Raízen informou que foi publicada, nesta sexta-feira (15), a autorização para início da produção de etanol de segunda geração no Parque de Bioenergia Bonfim, na cidade de Guariba (SP), outorgada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Assim, a companhia iniciou a comercialização de sua segunda planta de E2G, a maior planta de etanol celulósico do mundo, com nível esperado de 80% sobre sua capacidade de produção de 82 mil metros cúbicos (82 milhões de litros) anuais.”

Fonte: Valor Econômico, 15/03/2024

Baterias em leilão de energia podem destravar corrida para estocar vento e sol

“A possibilidade de o governo inserir sistemas de baterias e soluções de armazenamento de energia no leilão de reserva de capacidade, previsto para 30 de agosto, conforme publicou o Valor na edição de sexta-feira (15), gerou forte expectativa no setor e empresas já veem a possibilidade para desengavetar projetos de expansão e a adoção de novas tecnologias. Um levantamento feito pela NewCharge mapeou mais de 50 projetos de armazenamento com baterias no Brasil, entre projetos de P&D e projetos comerciais, com capacidade instalada de aproximadamente 100 MWh. Isso não considera pequenos sistemas de eletrificação rural com painéis solares e baterias, na Amazônia e no Nordeste. Inicialmente o governo havia decidido limitar a contratação de potência elétrica apenas às usinas termelétricas e hidrelétricas e deixado de fora do leilão os sistemas de bateria por entender que há lacunas significativas para essa tecnologia, como incentivos adequados e regulamentação específica.”

Fonte: Valor Econômico, 15/03/2024

Por carbono, Apple investe em restauro de florestas no Brasil

“A Apple anunciou que seu fundo de US$ 200 milhões para créditos de carbono vai financiar três projetos de restauração florestal combinada com exploração sustentável de madeira no Brasil e no Paraguai. A gigante da tecnologia selecionou a gestora florestal brasileira Symbiosis, fundada pelo ex-banqueiro Bruno Mariani, do banco BBM; o banco BTG, por meio do Timberland Investment Group, braço de investimentos em ativos florestais; e a consultoria alemã Arbaro Advisors para implementar os projetos. O foco é a Mata Atlântica. O valor dos investimentos não foi divulgado. A Apple tem dois veículos dedicados a investimentos em natureza com geração de créditos de carbono, ambos batizados de Restore Fund, com um total de US$ 480 milhões comprometidos.”

Fonte: Capital Reset, 15/03/2024

Em Mérida, a força dos investimentos de impacto na AL e a chance de protagonismo do Brasil

“A pacata e agradável cidade de Mérida (México) foi palco no fim de fevereiro de um evento que demonstrou a robustez que o ecossistema de impacto latino-americano vem ganhando. O Fórum Latino-Americano de Investimentos de Impacto (FLII), principal evento regional para discutir desafios e oportunidades para o avanço da pauta, deixou clara a evolução contínua, tanto em volume de capital e negócios investidos, quanto na pluralidade de instituições investidoras, fundos de investimento, tipos de ativos, iniciativas junto a entidades públicas e parcerias com big corps. Otimismo confirmado por pesquisas do GIIN (Global Impact Investing Network), que demonstram que entre o período de 2017-2022 os investimentos para estratégias de impacto na América Latina & Caribe aumentaram 21% (CARG), o maior crescimento entre os mercados emergentes, sendo a Ásia Oriental a única outra área que registrou um crescimento semelhante durante o mesmo período.”

Fonte: Capital Reset, 15/03/2024

Negociação de certificados de energia renovável bate recorde no Brasil

“A negociação de I-RECs, certificados que comprovam que a energia elétrica consumida é proveniente de uma fonte de energia renovável, foi recorde no Brasil em 2023. Ao longo do ano passado foram negociados 37,8 milhões de I-RECs no país, um volume cerca de 75% superior aos 21,8 milhões registrados em 2022, segundo dados do Instituto Totum, responsável pela emissão local dos certificados. A alta é ainda maior, se considerados os dados apurados em 2021, quando foram negociados 9,2 milhões de certificados. O país tem se consolidado como um dos três maiores mercados no mundo desses papéis e a tendência é que esse movimento se intensifique já que a quantidade transacionada no Brasil ainda é muito inferior à registrada nos Estados Unidos e na Europa. Para 2024, estima-se que a negociação atinja 60 milhões de certificados de energia renovável. Nos mercados americano e europeu, que adotam sistemas próprios de certificação, as transações oscilam de 500 milhões a 600 milhões de certificados por ano.”

Fonte: Capital Reset, 15/03/2024

Como o Brasil vai enfrentar o paradoxo dos minérios da transição energética?

“Em 2021, a Sérvia testemunhou grandes protestos contra um projeto de mineração de lítio, bem como contra legislações percebidas como favoráveis a interesses corporativos em detrimento do bem público e da democracia, levando ao cancelamento das licenças do projeto. Esse movimento impediu que o país emergisse como um grande produtor global de lítio, um elemento vital para as baterias usadas em veículos elétricos e em grandes sistemas de armazenamento de energia. A corrida global pelos minerais essenciais da transição energética tem escala monumental: estima-se que seja necessário encontrar aproximadamente mil novos depósitos minerais para preencher um déficit de US$ 15 trilhões (R$ 75 trilhões) em metais essenciais, em um contexto de volatilidade de preços e fornecimento. Lítio, cobalto, cobre e níquel estão no centro das atenções devido a suas difíceis substituições e à demanda crescente.”

Fonte: Capital Reset, 15/03/2024

Política

Governo e montadoras debatem produção de carros bioelétricos no Brasil

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu um grupo de empresários do setor automotivo e do segmento de produção de etanol e gás para conversar sobre investimentos no Brasil. O encontro, no Palácio do Planalto, foi na tarde desta quinta-feira (14/3), em Brasília, e contou com as presenças do Vice-Presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), e do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT). Nas redes sociais, Lula destacou o potencial brasileiro, que inclui a produção de veículos híbridos flex, como o carro bioelétrico. Trata-se de uma tecnologia exclusiva do Brasil e combina a possibilidade do uso de etanol em carros elétricos, reduzindo a utilização de combustíveis fósseis. “Já são mais de R$ 117 bilhões anunciados pelas montadoras até 2028 gerando empregos e crescimento econômico. Acreditamos no Brasil e no seu potencial na transição energética. O país abandonou o discurso do passado e está investindo no futuro”, escreveu Lula.”

Fonte: Epbr, 15/03/2024

Companhias ganham munição para contestar relatório de transparência

“Empresas ganharam mais munição para ir à Justiça contra a divulgação do relatório de transparência salarial em seus sites e redes sociais, conforme imposição pela Lei de Igualdade Salarial (Lei nº 14.611/2023). Na sexta-feira teria ocorrido um suposto vazamento de dados desses relatórios pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No dia anterior, a publicação de uma nota técnica do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) apontou que a divulgação dessas informações pode trazer riscos concorrenciais às empresas. Até agora, poucas liminares foram concedidas a favor das companhias, mas uma nova leva de ações judiciais pode ocorrer, com base nos últimos acontecimentos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC) já entraram no embate para levar a discussão ao Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido de liminar na ação direta de inconstitucionalidade, contudo, ainda será analisado pelo relator, ministro Alexandre de Moraes (ADI 7612).”

Fonte: Valor Econômico, 18/03/2024

Internacional

Empresas

Aumenta a pressão para a cobrança de taxas sobre as emissões de CO2 do setor de transporte marítimo global

“A União Europeia, o Canadá, o Japão e os Estados das Ilhas do Pacífico, vulneráveis ao clima, estão entre os 47 países que estão reunindo apoio para uma taxa sobre as emissões de gases de efeito estufa do setor de transporte marítimo internacional, segundo documentos analisados pela Reuters. Os documentos, que estão sendo discutidos em uma reunião da Organização Marítima Internacional (IMO) que está entrando em sua segunda semana, descrevem quatro propostas com um total de 47 apoiadores para a imposição de uma taxa sobre cada tonelada de gás de efeito estufa produzida pelo setor. O apoio à ideia mais do que dobrou em relação às 20 nações que apoiaram publicamente uma taxa de carbono em uma cúpula francesa sobre financiamento climático no ano passado. Os defensores argumentam que a política poderia arrecadar mais de US$ 80 bilhões por ano em financiamento, que poderiam ser reinvestidos no desenvolvimento de combustíveis marítimos de baixo carbono e no apoio à transição dos países mais pobres. Os oponentes, incluindo a China e o Brasil, dizem que isso penalizaria as economias emergentes dependentes do comércio.”

Fonte: Reuters, 18/03/2024

Fundador do fabricante de VEs VinFast lança empreendimento global de estações de recarga

“O fundador da fabricante vietnamita de veículos elétricos VinFast lançou na segunda-feira uma empresa de estações de recarga de veículos elétricos, a V-Green, que, segundo ele, priorizaria o suporte aos veículos VinFast em todo o mundo. A V-Green, da qual o bilionário Pham Nhat Vuong detém uma participação de 90%, operará como um parceiro global, liderando a criação de uma rede de carregamento abrangente, disse ele em um comunicado. “A V-Green buscará diretamente terrenos e parceiros para estabelecer e expandir sua rede de recarga nos principais mercados da VinFast”, disse Vuong. A VinFast, que foi fundada por Vuong em 2017 e estreou na Nasdaq no ano passado, disse que se expandiria para pelo menos 50 países em 2024. No Vietnã, a V-Green será responsável por operar e gerenciar a rede de carregamento existente da VinFast e considerará a expansão dos serviços de carregamento para outros fabricantes de EV após cinco anos de operação.”

Fonte: Reuters, 18/03/2024

Gates, Bezos e ex-estrela da NBA querem transformar o cimento em um produto ecológico

“Bill Gates, Jeff Bezos e o ex-jogador do time de basquete Los Angeles Lakers Rick Fox fazem parte de uma nova onda de investidores e empreendedores que estão tentando tornar mais ecológico um dos piores poluentes do mundo. O concreto responde por mais de 7% das emissões globais de carbono, segundo algumas estimativas. Isso é aproximadamente o mesmo que o CO2 produzido por toda a Índia e mais que o dobro da quantidade produzida pelo setor da aviação no mundo. A maior parte dessas emissões é causada pelo cimento, a cola que une a areia e o cascalho para formar o concreto usado para construir rodovias, pontes e arranha-céus. O concreto, o segundo material mais usado no mundo, perdendo apenas para a água, é popular porque é barato, relativamente fácil de produzir, resistente ao fogo e extremamente forte. “É o material mais democrático”, diz Admir Masic, professor associado de engenharia civil e ambiental do Massachusetts Institute of Technology (MIT).”

Fonte: Valor Econômico, 16/03/2024

Por que o sonho da Alemanha de virar uma potência de carros elétricos está em risco

“De pé durante um evento da associação da indústria automotiva em Berlim no fim de fevereiro, o CEO da BMW, Oliver Zipse, tinha razões para se sentir aliviado. No palco, o ministro de Transportes, Volker Wissing, pregava para a multidão de autoridades e executivos da indústria sobre a importância da “abertura tecnológica” na redução das emissões de carbono do transporte. Ele afirmou que um foco exclusivo em veículos elétricos a bateria por parte do governo e de fabricantes deixava exposta a indústria mais importante da Alemanha. A previsão de queda na demanda por elétricos no maior mercado de carros da Europa pairava sobre sua mensagem. De pé durante um evento da associação da indústria automotiva em Berlim no fim de fevereiro, o CEO da BMW, Oliver Zipse, tinha razões para se sentir aliviado. No palco, o ministro de Transportes, Volker Wissing, pregava para a multidão de autoridades e executivos da indústria sobre a importância da “abertura tecnológica” na redução das emissões de carbono do transporte. Ele afirmou que um foco exclusivo em veículos elétricos a bateria por parte do governo e de fabricantes deixava exposta a indústria mais importante da Alemanha. A previsão de queda na demanda por elétricos no maior mercado de carros da Europa pairava sobre sua mensagem.”

Fonte: Bloomberg Línea, 16/03/2024

Carros elétricos: preços e falta de infraestrutura podem ameaçar indústria?

“Podemos dizer que o carro elétrico é a grande novidade do setor automobilístico dos últimos anos. Montadoras divulgaram previsões otimistas de vendas de modelos elétricos e anunciaram metas ambiciosas de crescimento dos veículos elétricos (VEs). Segundo informações da CNBC, o entusiasmo, agora, parece estar diminuindo. Até mesmo a Tesla, líder em carros elétricos nos EUA e que segundo estimativas será responsável por 55% das vendas do setor no país, está se preparando para uma taxa de crescimento “notavelmente menor”, como disse o CEO Elon Musk no final de janeiro. O retorno a uma oferta mais mista de veículos – carros a gasolina ao lado de híbridos e opções totalmente elétricas – ainda pressupõe um futuro totalmente elétrico, mas em um ritmo muito mais lento do que o esperado.”

Fonte: Exame, 16/03/2024

Política

Ser contrário à lei de igualdade salarial é um desrespeito à luta das mulheres, diz Cida Gonçalves

“”Fechar a lacuna de gênero no emprego e no empreendedorismo poderia aumentar o produto interno bruto global em mais de 20%. Além disto, as melhorias na igualdade de gênero ocasionariam em 10,5 milhões de empregos adicionais em 2050″, disse Paula Tavares, especialista sênior em desenvolvimento do setor privado e gênero do Banco Mundial. Foi com a apresentação dos dados econômicos que a executiva buscou sensbilizar uma plateia majoritariamente brasileira e feminina na sala de jantar e eventos da Organização das Nações Unidas. Os benefícios do equilíbrio entre homens e mulheres no mercado de trabalho foram repetidos à exaustão ao longo desta quinta-feira no evento promovido pelo Pacto Global da ONU – Rede Brasil, paralelo à 68ª Comissão da Situação da Mulher (CSW). Contudo, as duas dezenas de participantes que subiu ao palco concordou que os desafios são ainda imensos.”

Fonte: Exame, 15/03/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Relatórios temáticos

O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG? (link)

Abastecendo o futuro: O papel dos biocombustíveis na transição energética(link)

COP28 chega ao fim: O que você precisa saber? (link)

ESG Updates

Principais destaques do Fórum de Transição Energética da BloombergNEF(link)

Feedback da reunião sobre energia nuclear com Marcelo Lopez(link)

Dia Internacional das Mulheres: Mapeando a presença delas na liderança das empresas brasileiras (link)

Brunch com ESG

Câmara aprova PL Combustível do Futuro; Positivo para empresas de açúcar e etanol (link)

BYD intensifica debate sobre eletrificação no Brasil; PL do ‘Combustível do Futuro’ segue para o Congresso (link)

Prévia do G20 no Brasil; Copel (CPLE6) próxima de fechar termelétrica; Raízen (RAIZ4) emite título verde (link)


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