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Planos da Petrobras e da Vibra para oportunidades de baixo carbono chamam atenção | Brunch com ESG

Nossa visão sobre as principais notícias da semana na agenda ESG

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Como avaliamos os principais acontecimentos da semana

Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana. Considerando que informação é a melhor ferramenta para auxiliar os investidores na tomada de decisão, nosso objetivo é mantê-los atualizados com os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no exterior da semana que passou, incluindo: (i) nossa visão sobre as principais notícias ESG; (ii) o desempenho dos principais índices ESG em diferentes países; e (iii) comparação da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial).

#1. Petrobras (PETR4) mira investimentos de US$ 11,5 bilhões em projetos de baixo carbono em agenda de 5 anos

Na mídia: Petrobras destina US$ 11,5 bi para baixo carbono em novo plano – Capital Reset, 23 de novembro (link)

Nossa visão: De acordo com dados da Agência Internacional de Energia (IEA), o setor de O&G responde atualmente por cerca de 15% das emissões totais relacionadas à energia no mundo, exigindo investimentos antecipados de US$ 600 bilhões para interromper a intensidade das emissões até 2030. Nesse contexto, embora saudamos a vocalidade da Petrobras frente a transição energética, anunciando metas e realizando investimentos para alcançá-las, observamos que a forma como esse capital é implantado e para quais projetos ou atividades são fatores fundamentais a serem monitorados no futuro. No geral, vemos que priorizar investimentos eficazes na operação em meio a diversas oportunidades atreladas á agenda ESG permanece fundamental para o crescimento e a resiliência de longo prazo da PETR4. Como mencionado na nota ‘Petrobras (PETR4) plano estratégico 2024-2028’ (acesse aqui), os US$ 11,5 bilhões destinados para projetos de baixo carbono nos próximos cinco anos representam 11% do CAPEX total e 6% do CAPEX em implementação, com US$ 5,5 bilhões em energias de baixo carbono (energias eólica e solar fotovoltaica + US$ 0,3 bilhão em hidrogênio, CCUS, capital de risco corporativo).

#2. Vibra Energia (VBBR3) em busca de oportunidades de transição para energia limpa

Na mídia: Vibra: expansão do milho abre caminho para a aposta em etanol, diz CEO– Bloomberg Línea, 21 de novembro (link)

Nossa visão: O Brasil está surgindo como um grande produtor e potencial exportador de etanol à base de milho, que pode servir como uma alternativa sustentável na indústria de combustíveis. Nesse sentido, saudamos a intenção da Vibra de acelerar a penetração desse combustível em todo o país, especialmente em lugares onde a gasolina ainda é predominante. No geral, estamos vendo movimentos positivos na agenda ESG da empresa, com destaque para a contratação da ex-CEO da AES Brasil, Clarissa Sadock, para liderar o departamento focado em renováveis – como referência, ela atualmente ocupa o cargo de Vice-Presidente Executiva de Energias Renováveis, Estratégia, ESG e M&A – além dos investimentos em energia solar, biogás, postos de abastecimento de veículos elétricos e agora combustíveis à base de etanol.

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


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