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Petrobras (PETR4) avança em pesquisas na Margem Equatorial | Café com ESG, 01/04

Prumo aposta na sinergia entre a indústria petrolífera e o nascente mercado de eólicas offshore; PL voltado para energia eólica é esperado para os próximos dias

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• Na semana passada, o Ibovespa e o ISE registraram alta de 0,85% e 0,33%, respectivamente. Já o pregão de sexta-feira terminou em território misto, com o IBOV em alta de 0,32% e o ISE em queda de 0,14%. 

• Do lado das empresas, a Petrobras afirma que os estudos na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, com a publicação de resultados preliminares da comunidade científica, têm se confirmado – segundo a estatal, as modelagens apontam que as correntes marítimas naquela região seguem em sentido contrário à costa brasileira, o que pode facilitar a concessão da licença de exploração pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama).

• Na política, (i) a Prefeitura de Maricá, município do Rio de Janeiro, assinou memorando de parceria com empresas privadas do Brasil e da França interessadas na produção de ônibus híbridos elétrico-hidrogênio desenvolvidos e financiados pelo município – o acordo, com a francesa HYFIT e a brasileira Ydrogênio, foi celebrado durante o 8º Fórum Econômico Brasil-França; e (ii) o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram um acordo para captar cerca de R$ 1 bilhão (200 milhões de euros), com o recurso destinado a financiamentos de projetos verdes e de infraestrutura sustentável na Amazônia Legal e nas regiões Norte e Nordeste.

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Brasil

Empresas

Empresa cria PVC biodegradável para cartões e embalagens de medicamentos

“A ACG Packaging Materials, empresa do setor de embalagens plásticas, desenvolveu um plástico biodegradável que se degrada em até dez anos no aterro sanitário, inovação que pode reduzir a produção de plásticos tradicionais nos setores financeiro e de saúde. A empresa, que cria embalagens e soluções para as indústrias farmacêutica e de cartões bancários, desenvolveu uma tecnologia para incluir aditivos para a produção de um PVC de rápida decomposição, chamado de Bio D. Dessa forma, quando descartado, a ação de bactérias em aterros altera a estrutura química do material, acelerando sua degradação. De acordo com o CEO da ACG América Latina, Daniel Aymard, o objetivo da criação era resolver o problema da geração de resíduos na indústria farmacêutica. Os blisters, plásticos que envolvem capsulas e pílulas de medicamentos, são PVCs de vida útil curta, mas com uma decomposição que pode levar até 500 anos.”

Fonte: Exame, 28/03/2024

Urucum produz mais com o uso de lodo de esgoto

“Uma cidade do interior do Paraná viu a produtividade da seu principal produto agrícola, o urucum, aumentar em 30% depois que o lodo de esgoto da empresa de saneamento do estado passou a ser usado no cultivo. O lodo, proveniente da empresa Sanepar, foi adotado pelos agricultores de Paranacity que, juntamente com Cruzeiro do Sul, lideram o cultivo de urucum do estado e compõem a terceira maior região produtora do Brasil, com 600 hectares de urucuzeiros cultivados. O agricultor José Monteiro, segundo a Sanepar, diz que a produtividade aumentou em 31% com o uso do lodo, empregado desde 2022. Após a aplicação do resíduo, em 2022, o produtor colheu 9,2 mil quilos de urucum. Já na safra anterior, foram cerca de 7 mil quilos. “Tive esse resultado, mesmo com geada e sem usar nenhum outro adubo químico ou cloreto de potássio. Espalhei a notícia e o pessoal que visita a roça ficou entusiasmado”, explica, em nota.”

Fonte: Exame, 28/03/2024

Dengue: sem saneamento, Brasil vira destaque negativo e Aedes aegypti avança

“O Brasil lidera no continente americano em número de casos de dengue. Os dados da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), divulgados nesta quinta-feira, 28, alerta para o aumento de doentes. Até 26 de março de 2024, mais de 3,5 milhões de casos e mais de mil mortes foram notificadas nas Américas. Jarbas Barbosa, diretor da OPAS, alertou para o quadro. “Isso é motivo de preocupação, pois representa três vezes mais casos do que os notificados na mesma data em 2023, um ano recorde com mais de 4,5 milhões de casos relatados na região”, disse. Segundo levantamento da OPAS, os países mais afetados pela dengue são Brasil (83%), Paraguai (5,3%) e Argentina (3,7%), que respondem por 92% dos casos e 87% das mortes. O aumento reflete o pico da temporada de transmissão no Hemisfério Sul, onde a disseminação do mosquito Aedes aegypti é maior devido ao clima quente e chuvoso, aponta o organismo internacional.”

Fonte: Exame, 28/03/2024

Orizon fecha o primeiro ano no azul. Agora, vai começar a faturar com carbono

“Um ano depois de uma aquisição transformacional dos ativos da Estre, a Orizon, empresa de valorização de resíduos, entregou seu primeiro balanço no azul, com um lucro de R$ 50 milhões em 2023, contra prejuízo de R$ 143 milhões um ano antes. A foto, no entanto, ainda é só um pequeno spoiler do filme que vem à frente. “Com a continuidade da integração dos aterros e a venda de créditos de carbono já temos um crescimento importante de receita e EBITDA pela frente”, aponta o CEO Milton Pilão. Em 2023, a receita avançou 24%, para R$ 776 milhões e o EBITDA cresceu 48%, para R$ 313 milhões. A margem EBITDA avançou 6,5 pontos percentuais, para 40%. Nascida para consolidar setor de aterros sanitários – pouco sexy à primeira vista –, a companhia está apenas na primeira parte da sua tese, que envolve usar os resíduos para uma estratégia mais ampla de geração de valor. A segunda perna está a caminho, com a previsão da venda de créditos de carbono que deve começar neste ano.”

Fonte: Exame, 28/03/2024

Petrobras fará nova expedição à Margem Equatorial para pesquisas

“Com a publicação de resultados preliminares da comunidade científica, a Petrobras afirma que os estudos na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial, têm se confirmado. Segundo a estatal, as modelagens apontam que as correntes marítimas naquela região seguem em sentido contrário à costa brasileira, o que pode facilitar a concessão da licença de exploração pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama). Cerca de 428 equipamentos que medem o comportamento das correntes, chamados derivadores, foram lançados pela comunidade científica na Margem Equatorial, sendo 84 na bacia da Foz do Amazonas. Segundo a Petrobras, “todos confirmam os estudos e modelagens realizados pela Petrobras e aprovados pelo Ibama no licenciamento ambiental do bloco FZA-M59″. A colaboração entre a estatal, a Marinha, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Serviço Geológico do Brasil fará uma nova expedição na região para aprofundar a investigação no segundo trimestre. Em junho de 2023, o grupo realizou um cruzeiro oceanográfico no Amapá com o objetivo de identificar a ocorrência de ambientes recifais, que abrangeu o mapeamento detalhado do leito marinho e a coleta de amostras para estudar a composição biológica e geológica do fundo. Os resultados preliminares estão sendo publicados em revista especializada para divulgação à comunidade científica, diz a Petrobras em nota.”

Fonte: Valor Econômico, 30/03/2024

BNDES vai financiar R$ 730 mi para usina de etanol de trigo da Be8

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de aprovar um financiamento de R$ 729,7 milhões para a Be8, maior produtora de biodiesel do Brasil, construir uma fábrica de etanol e farelo a partir do processamento de cereais como trigo, triticale e milho em Passo Fundo, no norte do Rio Grande do Sul, onde fica a sede da companhia. Com começo de operação previsto para 2026 (acima, a foto ilustra como ficará a planta depois de pronta), a fábrica será uma das primeiras plantas industriais do país a produzir biocombustíveis de trigo. Até hoje, o Brasil concentrou sua produção de etanol no processamento da cana-de-açúcar e, mais recentemente, do milho. A unidade terá capacidade de 209 milhões de litros de etanol por ano e poderá produzir tanto o etanol anidro, que é misturado à gasolina, quanto o hidratado, que é vendido ao consumidor nos postos de combustível. Serão processadas 525 mil toneladas de cereais para produzir etanol e também DDG, sigla em inglês para dry distillers grains (grãos secos de destilaria, em português), subproduto do etanol usado na alimentação animal.”

Fonte: Capital Reset, 28/03/2024

Brasil pode aprender com erros de outros países na eólica offshore, diz CEO da Corio

“O Brasil deve aprender com os erros de outros países para evitar problemas ao desenvolver o mercado local de eólica offshore, defendeu Jonathan Cole, CEO da Corio Generation, em entrevista ao TotalEnergies Studio, produzido pela epbr, no Brazil Offshore Wind Summit, no Rio de Janeiro. O executivo se referiu a recentes problemas enfrentados pela indústria ao redor do mundo, como o cancelamento de projetos e o fracasso de leilões nos Estados Unidos e Reino Unido. Entre as lições que podem ser aprendidas, segundo o executivo, estão evitar fixar preços sem considerar a inflação e não adotar critérios muito rígidos de conteúdo local, que podem ser afetados por gargalos no fornecimento de equipamentos e serviços. A Corio planeja desenvolver cinco parques no Brasil, somando até 6 GW no total, e assinou um memorando de entendimento com a Prumo para estudar a implantação de projetos eólicos offshore no Porto do Açu, no norte do estado do Rio de Janeiro. Garantir com antecedência contratos de fornecimento de equipamentos e serviços será um dos desafios da indústria de eólica offshore no Brasil, segundo a gerente de Desenvolvimento de Negócios Renováveis da TotalEnergies, Fernanda Scoponi.”

Fonte: Epbr, 29/03/2024

Como o gás natural está posicionado nas políticas de descarbonização do transporte

“Gás natural obtém vitórias (com ressalvas) em discussões recentes sobre fontes de financiamento da transição energética e segue vivo na disputa com eletromobilidade e biocombustíveis pela descarbonização do transporte. Origem e TAG avaliam parceria em estocagem. Petrobras assegura recursos para novas plataformas de Sergipe. SCGás e Copergás abrem chamadas públicas e mais. Os corredores azuis têm recebido uma atenção crescente de empresas de diferentes perfis, desde produtores de gás a distribuidoras (além dos próprios governos estaduais) interessados na massificação do uso do gás natural e do biometano entre veículos pesados. Mas como o gás está posicionado nos debates sobre a descarbonização do transporte – uma corrida que tem a concorrência forte dos elétricos e biocombustíveis nas diferentes políticas que tocam a questão da mobilidade? O gás segue vivo dentro das políticas de transição energética. O setor saiu esta semana com uma vitória – ainda que com ressalvas – nas discussões sobre as novas regras para emissão de debêntures incentivadas e de infraestrutura.”

Fonte: Epbr, 30/03/2024

Política

Maricá assina acordo com empresa francesa para produção de ônibus a hidrogênio 

“A Prefeitura de Maricá, município do Rio de Janeiro, assinou nesta quarta (27/3), um memorando de entendimento com empresas privadas do Brasil e da França interessadas na produção de ônibus híbridos elétrico-hidrogênio desenvolvidos e financiados pelo município. O acordo, com a francesa HYFIT e a brasileira Ydrogênio, foi celebrado durante o 8º Fórum Econômico Brasil-França, que reuniu na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o presidente da França, Emmanuel Macron, e empresários de ambos os países. “O que assinamos aqui na Fiesp é mais um passo para que nasça a fábrica de ônibus em Maricá contando com o trabalho em conjunto entre poder público, ciência brasileira e a iniciativa privada. O hidrogênio será um vetor fundamental da economia local e tem potencial para ser um exemplo a ser seguido no país”, disse Igor Sardinha, secretário de desenvolvimento econômico de Maricá. A prefeitura vem desenvolvendo pesquisas de ônibus híbridos elétrico-hidrogênio para o uso no transporte público urbano, e espera substituir integralmente a frota municipal até 2038.”

Fonte: Epbr, 28/03/2024

“Orçamento Mulher” teve R$ 216 bi em 2023, mas só 0,1% bancou ações exclusivas para o público feminino

“O governo destinou R$ 216 bilhões no orçamento de 2023 para ações que impactam a população feminina. No entanto, desse total, apenas R$ 330,9 milhões, ou pouco mais de 0,1%, se referem a ações voltadas exclusivamente para mulheres. A maior parte são iniciativas que também beneficiam outros públicos, como o Bolsa Família e atendimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados constam do relatório “A Mulher no Orçamento 2024 – Ano-Base 2023”, divulgado na quinta-feira (28) pelo Ministério do Planejamento. Um dos objetivos do documento é auxiliar as decisões das diversas Pastas do governo, no momento em que o orçamento de 2025 começa a ser formulado. “A apuração do chamado ‘Orçamento Mulher’ permite identificar sinergias e elos faltantes nas políticas públicas federais que têm impacto (respectivamente, positivo e negativo) sobre a desigualdade de gênero, assim como rever decisões ao longo do ciclo orçamentário”, diz o relatório. De todo o orçamento destinado a mulheres, a maior parcela se refere à categoria “Proteção Social”, com R$ 133,5 bilhões. Nesse conjunto, estão benefícios como o Bolsa Família e os Benefícios de Prestação Continuada (BPC), que não são exclusivos do público feminino.”

Fonte: Valor Econômico, 30/03/2024

BNDES assina acordo com agência da França a fim de captar R$ 1 bilhão para ‘projetos verdes’

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram, nesta quinta-feira (28), em Brasília, um acordo para captar cerca de R$ 1 bilhão (200 milhões de euros). O recurso será voltado a financiamentos de projetos verdes e de infraestrutura sustentável na Amazônia Legal e nas regiões Norte e Nordeste. O documento foi assinado pela diretora de Mercado de Capitais e Finanças Sustentáveis do BNDES, Natália Dias, e pelo presidente do Grupo AFD, Rémy Rioux, durante a primeira visita oficial do presidente da França, Emmanuel Macron, ao Brasil. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, participou da reunião, no Palácio do Planalto. “O acordo é um passo importante para a obtenção das autorizações internas necessárias para as instituições negociarem os termos finais do contrato de empréstimo externo, o que deverá ocorrer ao longo dos próximos meses”, diz o banco, em nota. Os recursos poderão ser investidos nos setores de transporte e mobilidade de baixo carbono, gestão de resíduos, soluções de água e saneamento, agricultura e pecuária sustentáveis, produção de alimentos e biomateriais, geração de energia renovável (armazenamento, transporte e distribuição), bioeconomia e infraestruturas sustentáveis, conforme previsto nas políticas operacionais do BNDES.”

Fonte: Valor Econômico, 28/03/2024

Nas debêntures de infra, governo põe foco na transição verde

“Com as novas regras para emissão de debêntures de infraestrutura e incentivadas, publicadas via decreto presidencial ontem, o governo busca direcionar recursos para financiar a transição para uma economia de baixo carbono. Projetos de petróleo não poderão fazer uso nem das novas debêntures de infraestrutura, que acabam de ser criadas, e nem das antigas debêntures incentivadas, que existem desde 2011 com benefícios fiscais aos investidores pessoas físicas e que tiveram as regras atualizadas. O setor de energia é um dos quinze considerados prioritários para aplicação das debêntures e, dentro dele, o governo elencou sete segmentos que enfatizam a tônica na transição energética: 1) geração por fontes renováveis, transmissão e distribuição; 2) gás natural; 3) produção de biocombustíveis e biogás (exceto a fase agrícola); 4) produção de combustíveis sintéticos com baixa intensidade de carbono; 5) hidrogênio de baixo carbono; 6) captura, estocagem, movimentação e uso de dióxido de carbono; 7) e dutovias para transporte de combustíveis, incluindo biocombustíveis e combustíveis sintéticos com baixa intensidade de carbono. Outro ‘twist’ a favor da descarbonização trazido pelas novas regras é a possibilidade de enquadrar investimentos complementares aos projetos originais de infraestrutura que tenham a finalidade de reduzir ou mitigar emissões de gases de efeito-estufa.”

Fonte: Capital Reset, 28/03/2024

Internacional

Empresas

Xiaomi lança veículo elétrico com preço abaixo do esperado para liderar mercado

“A fabricante chinesa de smartphones Xiaomi colocou um preço abaixo do esperado em seu primeiro veículo elétrico ao se juntar à disputa do mercado de veículos elétricos da China. A Xiaomi está vendendo a versão básica de seu sedã esportivo de quatro portas por 215.900 yuans (US$ 29.871,19), que, segundo seu diretor-presidente, Lei Jun, é muito mais barato que o veículo equivalente da Tesla. “É 30 mil yuans mais barato que o Model 3”, disse Lei na noite de quinta-feira em um evento de lançamento de duas horas, observando que o carro Tesla começa em 245,9 mil yuans na China. Após o lançamento, a Xiaomi, que também fabrica produtos eletrônicos de consumo, disse ter recebido 50 mil pedidos de sua linha de veículos elétricos SU7 em menos de 30 minutos. A Xiaomi anunciou planos para construir seu próprio veículo elétrico em 2021, dizendo que investiria US$ 10 bilhões no negócio na próxima década. A Xiaomi seguiu um caminho diferente da fabricante de smartphones Huawei, que optou por colaborar com os fabricantes de automóveis existentes para a sua incursão nos veículos elétricos.”

Fonte: Valor Econômico, 29/03/2024

Política

Como o plano ‘verde’ de Biden pode acelerar uma mudança histórica no campo americano

“Os agricultores americanos plantarão mais milho do que soja em 2024, como têm feito na maioria dos anos há mais de um século. Mas uma alta na demanda pelo chamado diesel verde, o biodiesel, ameaça destronar o “rei de todas as safras” nos próximos anos. O plano de descarbonização do presidente Joe Biden e os enormes subsídios oferecidos à energia verde estão impulsionando a demanda por óleo de soja, crucial para a produção de diesel renovável. Isso significa que o velho ditado de que o agricultor americano gosta de plantar milho pode se tornar uma história para ser contada sobre o passado, com a soja ocupando o primeiro lugar no futuro. “A maioria vê um futuro em que isso será o caso”, disse Paul Maass, diretor-executivo da Scoular, uma empresa de cultivo com sede em Omaha, no estado do Nebraska – terra da Berkshire Hathaway de Warren Buffett.”

Fonte: Bloomberg Línea, 30/03/2024

UE encontra obstáculos para atingir marco verde com a proximidade das eleições

“A UE tem a legislação verde mais avançada do mundo. Mas o bloco não está no caminho certo para atingir suas metas climáticas, mesmo com a aproximação dos prazos para a entrega de roteiros detalhados sobre como atingi-las. O comissário climático da UE, Wopke Hoekstra, disse esta semana que os países da UE reduziriam as emissões em 51% até 2030 em comparação com os níveis de 1990, ficando aquém da meta de 55%. Isso ocorre após mais de três décadas de progresso duramente conquistado na redução das emissões de gases de efeito estufa em relação ao pico de 1990. “Estou confiante de que, dadas as conversas que estamos tendo… conseguiremos [55%], mas há um pouco de lição de casa a ser feita por vários de nós ao redor da mesa”, disse ele aos ministros. Os governos da UE devem apresentar seus planos sobre como reduzir sua parcela de emissões até junho. Mas o cálculo de Hoekstra, baseado em planos preliminares apresentados pelos estados membros da UE, parece otimista. A Agência Europeia do Meio Ambiente estimou que é provável uma redução de 48%.”

Fonte: Financial Times, 28/03/2024

Biden restaura proteções de espécies ameaçadas de extinção revogadas por Trump

“Na quinta-feira, o governo Biden restaurou algumas proteções previstas na Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção, revogada pelo ex-presidente Donald Trump, dando ao governo federal mais margem de manobra para designar plantas ou animais como ameaçados ou em perigo de extinção. A Lei de Espécies Ameaçadas de 51 anos, sancionada pelo presidente Richard Nixon em 1973, tem o crédito de ter ajudado a salvar a águia careca, o condor da Califórnia e vários outros animais e plantas que estavam à beira da extinção. Em 2019, o governo Trump ordenou mudanças na lei para reduzir os custos para o contribuinte e para as empresas. Essas alterações levaram em consideração os custos econômicos para os setores, como mineração e madeira, das decisões de designar uma espécie como ameaçada ou em perigo de extinção. A reversão significará que “as decisões de listagem e as designações de habitat crítico são baseadas na melhor ciência disponível”, disse o U.S. Fish and Wildlife Service em um comunicado na quinta-feira.”

Fonte: Reuters, 28/03/2024

QatarEnergy fretará 19 novos navios de GNL, expandindo ainda mais a frota

“O CEO da QatarEnergy, Saad Al Kaabi, anunciou no domingo que a empresa finalizou uma série de contratos de fretamento com vários armadores asiáticos para reforçar sua frota de navios com 19 embarcações de GNL antes de uma expansão maciça na produção de GNL. Em uma cerimônia em sua sede em Doha, a estatal QatarEnergy assinou contratos para fretar seis embarcações da CMES LNG Carrier Investment, seis embarcações da Shandong Marine Energy e três embarcações da MISC Berhad. Essas 15 embarcações serão construídas na Samsung Heavy Industries da Coreia do Sul, informou a QatarEnergy em um comunicado à imprensa. Outros quatro navios serão operados por uma joint venture entre a Kawasaki Kisen Kaisha e a Hyundai Glovis e estão sendo construídos pela Hanwha Ocean, da Coreia do Sul. Os acordos assinados no domingo elevam o número total de navios contratados pela QatarEnergy para 104, informou a empresa, 43 dos quais serão fretados pela afiliada QatarEnergy Trading. Os 19 novos navios de GNL anunciados no domingo terão, cada um, capacidade de 174.000 metros cúbicos, informou a QatarEnergy.”

Fonte: Reuters, 31/03/2024

O Canadá “não está interessado” em investir em instalações de GNL, diz o ministro da energia

“O Canadá não está interessado em subsidiar futuros projetos de gás natural liquefeito (GNL), incluindo a eletrificação de projetos atualmente em andamento, disse o Ministro de Energia e Recursos Naturais, Jonathan Wilkinson, em uma entrevista à televisão no domingo. Países como Grécia, Alemanha e Japão manifestaram interesse em comprar o GNL do Canadá, enquanto os Estados Unidos suspenderam a expansão de suas exportações de GNL. “O governo se opõe ao uso de dinheiro público para financiar subsídios ineficientes aos combustíveis fósseis… Não estamos interessados em investir em instalações de GNL”, disse Wilkinson na CTV. “Esse é o papel do setor privado. Eles precisam avaliar o caso comercial e fazer os investimentos.” O ministro disse que o cumprimento da meta de redução das emissões de gases de efeito estufa para 2030 exigirá que a produção de GNL dependa de eletricidade limpa.”

Fonte: Reuters, 31/03/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Relatórios temáticos

O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG? (link)

Abastecendo o futuro: O papel dos biocombustíveis na transição energética(link)

COP28 chega ao fim: O que você precisa saber? (link)

ESG Updates

Principais destaques do Fórum de Transição Energética da BloombergNEF(link)

Feedback da reunião sobre energia nuclear com Marcelo Lopez(link)

Dia Internacional das Mulheres: Mapeando a presença delas na liderança das empresas brasileiras (link)

Brunch com ESG

Governança em destaque: VIVA3 e ASAI3 passam por mudanças | Brunch com ESG (link)

Governo acelera programa de transição energética; CMIG4 capta R$2bi em emissão verde (link)

Câmara aprova PL Combustível do Futuro; Positivo para empresas de açúcar e etanol (link)


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