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Mercado de “cat bonds” cresce com o aumento de catástrofes naturais | Café com ESG, 25/10

Reunião da Câmara dos Deputados que discutiria marco legal de hidrogênio de baixo carbono é adiada; Mercado de "cat bonds" será ampliado

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE em alta de +0,86% e +0,84%, respectivamente.

• No Brasil, o grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que discute um marco legal para a produção de hidrogênio de baixo carbono cancelou a reunião de ontem em que seria votado o relatório do deputado Bacelar com minuta sobre o tema – segundo Bacelar, mais de 120 sugestões de mudanças no projeto foram enviadas ao grupo até a manhã de terça-feira e não foi possível analisar todas a tempo de realizar a sessão à tarde.

• No internacional, (i) o mercado de bônus catastróficos (conhecidos como “cat bonds”), uma das classes de dívida com melhor desempenho deste ano, está prestes a assistir a um aumento significativo nas vendas, à medida que o Banco Mundial se prepara para aumentar a sua oferta para US$5 bilhões ao longo dos próximos cinco anos (vs. US$1 bilhão atuais) – os instrumentos recompensam os compradores por assumirem o risco do mercado de seguros, que está crescendo com o aumento dos fenômenos meteorológicos extremos e catástrofes naturais; e (ii) segundo relatório da Morningstar publicado hoje, os fundos europeus de sustentabilidade sofreram mais um trimestre de saída de capital nos três meses até o final de setembro, frente à preocupação de investidores com a incerteza econômica e mudanças regulatórias – investidores retiraram €20,5 bilhões dos fundos da classificação de sustentabilidade da União Europeia.

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Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!

Brasil

Empresas

Eurofarma antecipa uso de energia renovável no complexo industrial da cidade paulista Itapevi

“A Eurofarma anunciou nesta terça-feira (24) que antecipou o uso de energia renovável produzida no parque eólico Assuruá 4, na Bahia, e que abastece suas operações industriais localizadas na cidade de Itapevi (SP). O complexo de 70 mil metros quadrados reúne a fábrica, prédios administrativos, creche para os filhos dos colaboradores e o centro de inovação Eurolab. A energia produzida em Assuruá 4 deve suprir também as necessidades futuras da companhia. O complexo de Assuruá 4 é operado pela Omega Energia e tinha previsão para iniciar operações somente em novembro. O rápido avanço das obras, no entanto, permitiu iniciar já em julho a produção de energia renovável no parque de 43 aerogeradores. A iniciativa faz parte do objetivo da Eurofarma em reduzir emissões em 260 mil toneladas de carbono até 2038. Futuramente, a empresa utilizará energia renovável também nas unidades em Montes Claros (MG), Ribeirão Preto (SP) e São Paulo.”

Fonte: Valor Econômico, 24/10/2023

Setor de alimentos do Brasil é responsável por 74% das emissões

“A produção de alimentos no Brasil, o maior exportador mundial de carne bovina e soja, foi responsável por 74% das emissões de gases de efeito estufa do país em 2021, de acordo com um estudo divulgado na terça-feira pelo grupo ambientalista Climate Observatory. A maioria das emissões não vem diretamente da produção de alimentos, mas sim do desmatamento para converter a vegetação nativa em fazendas e pastagens, sendo esta a principal fonte de carbono liberado pelo Brasil na atmosfera. Este é um problema significativo, já que o Brasil é um dos maiores produtores agrícolas do mundo, e o setor de alimentos é responsável por uma grande parte das emissões do país. O estudo destaca a necessidade de práticas agrícolas sustentáveis e a proteção da vegetação nativa para reduzir as emissões de gases de efeito estufa no Brasil. “Este relatório deve ser lido por representantes do agronegócio e pelo governo como um alerta”, disse Márcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima. “Ele demonstra, sem dúvida alguma, que o agronegócio determinará se o Brasil será um herói ou vilão do clima.” Dos 1,8 bilhão de toneladas de gases de efeito estufa emitidos pelo Brasil em 2021 para produzir alimentos, quase 78% estavam associados à produção de carne bovina, incluindo emissões ligadas ao desmatamento para a criação de gado e poluição de frigoríficos, segundo o estudo. O cálculo do Observatório do Clima levou em consideração o desmatamento e as mudanças no uso da terra, as emissões de metano provenientes dos arrotos de vacas, bem como o uso de energia e o desperdício decorrentes de processos agrícolas e industriais. Como o primeiro estudo desse tipo, o Observatório do Clima não forneceu números históricos para comparação. Se a indústria de carne bovina do Brasil fosse classificada como um país, ela seria o sétimo maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, à frente de grandes economias como o Japão.”

Fonte: Reuters, 24/10/2023

Só duas das principais bolsas têm regra para estimular diversidade

“Regras para aumentar a diversidade de gênero na alta administração de companhias só foram adotadas, até agora, em duas das seis principais bolsas do mundo. É o que mostra um estudo da advogada Camila Goldberg, sócia da BMA Advogados, que comparou as iniciativas da Nyse, da Nasdaq, da Euronext e das bolsas de Tóquio, Hong Kong e Xangai. Dentro desse grupo, apenas Nasdaq e Hong Kong possuem normas que visam elevar o número de mulheres no alto escalão das companhias listadas. No Brasil, medidas nesse sentido foram adotadas em agosto. Todas as iniciativas surgiram após o início da pandemia, quando as discussões em torno de práticas ESG (sigla em inglês para se referir a questões ambientais, sociais e de governança) aumentaram. Na Nasdaq, por exemplo, as regras de diversidade começaram a valer após a aprovação, em agosto de 2021, pela Securities and Exchange Commission (SEC), a Comissão de Valores Mobiliários americana. Em Hong Kong, as regras entraram em vigor em janeiro de 2022. “Em todo o mundo, as demandas por maior igualdade nas empresas partiram dos investidores e logo depois começaram a ser uma exigência regulatória”, diz Goldberg, que atua nas áreas de mercado financeiro e de capitais. “Nesse sentido, as bolsas exercem um papel importante, não só na área ESG, mas em qualquer tipo de política que se queira forjar dentro do mercado de capitais, porque são elas que unem diretamente as empresas captadoras de recursos e os investidores.” No Brasil, entrou em vigor em agosto uma regra que prevê que a alta administração das companhias – diretoria e conselho de administração – tenha pelo menos uma mulher e um “membro de comunidade minorizada”, ou seja, negros, pessoas com deficiência, indígenas ou LGBTQIA+.”

Fonte: Valor Econômico, 25/10/2023

Taesa (TAEE11) vai premiar fornecedores ‘mais ESG’

“A Taesa (TAEE11), fará seu primeiro prêmio “Fornecer+”, que vai enaltecer seus próprios fornecedores. Conforme comunicado pela Taesa, o prêmio tem o objetivo de reconhecer o trabalho realizado pelos seus fornecedores nas áreas de segurança, ESG, além da excelência na prestação de serviços. Dentre as categorias do prêmio estão “Cuidar genuinamente das pessoas”, dividida nas subcategorias ESG e Segurança, para premiar projetos realizados nessas áreas, mesmo que não estejam ligados diretamente à transmissora de energia elétrica. Na segunda categoria “Excelência em Performance” não é necessária inscrição e a própria Taesa fará a análise e reconhecimento dos seus parceiros comerciais pelo desempenho nas seguintes áreas: Serviços de Suporte à Operação, Serviços de Construção de Linhas de Transmissão, Serviços Construção de Subestações, Serviços de Suporte ao Negócio, Destaque em Equipamentos e Materiais, Destaque em Tecnologia. “Além de premiar nossos fornecedores por sua excelência, queremos incentivá-los e reconhecê-los por projetos em áreas que são muito importantes para a Taesa, diretamente ligadas aos cuidados com as pessoas: a segurança e a sustentabilidade. Nos preocupamos com a adesão dos nossos fornecedores a práticas ESG, por isso 100% dos nossos contratos incluem cláusulas de respeito aos direitos humanos e respeito à nossa Política de Segurança, Meio Ambiente e Saúde”, informa Natalia Petrucci, Gerente Executiva de Suprimentos da companhia. Segundo ela, a empresa acompanha a conformidade a essas cláusulas em visitas in loco e nas avaliações de desempenho de contratos críticos. O evento do prêmio da Taesa irá ocorrer no dia 21 de novembro, no Rio de Janeiro, onde fica a sede da companhia elétrica.”

Fonte: Suno, 24/10/2023

Política

GT na Câmara sobre marco legal do ‘hidrogênio verde’ cancela votação para ajustar projeto

“O grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que discute um marco legal para a produção de hidrogênio de baixo carbono, ou hidrogênio verde, cancelou a reunião desta terça-feira (24) em que seria votado o relatório do deputado Bacelar (PV-BA), com minuta sobre o tema. Segundo Bacelar, mais de 120 sugestões de mudanças no projeto foram enviadas ao grupo até a manhã dessa terça-feira e foi impossível analisar todas a tempo de realizar a sessão à tarde. “Acho que nem amanhã [quarta-feira, 25] será possível analisar o relatório, porque são muitas sugestões e queremos avaliar todas com cuidado”, disse. O governo também entrou em contato e pediu ao deputado mais tempo para enviar contribuições ao relatório. Mais cedo, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse ao Valor que o Executivo pretende fechar uma proposta sobre o tema, mas ainda não decidiu como – e se – haverá incentivos tributários para o setor. Bacelar contou que ainda não sabe quais são as sugestões do governo, mas que o GT já esperava que os incentivos tributários causassem divergência. “Vamos negociar. Sem incentivo, não tem hidrogênio sustentável em lugar nenhum do mundo”, afirmou. O marco legal do hidrogênio de baixo carbono visa criar regras para a produção de energia por meio deste elemento químico. O projeto da Câmara cria incentivos tributários e regulatórios, como desoneração de impostos e obrigação de contratar parte da energia desta fonte.”

Fonte: Valor Econômico, 24/10/2023

Internacional

Empresas

Mercado de bônus ‘catástrofe’ ruma para grande aumento na emissão

“O mercado de bônus catastróficos, uma das classes de dívida com melhor desempenho deste ano, está prestes a assistir a um aumento significativo nas vendas, à medida que o Banco Mundial, um grande emissor, se prepara para aumentar a sua oferta. O credor planeja aumentar o montante que tem em circulação nos chamados “cat bonds” para US$ 5 bilhões ao longo dos próximos cinco anos, em comparação com US$ 1 bilhão atuais. Isso representa um salto substancial para um mercado global que atualmente vale cerca de US$ 40 bilhões no total. A popularidade dos “cat bonds” aumenta à medida que os seus retornos superam os de praticamente todos os outros mercados de dívida. Este ano, os títulos subiram cerca de 17%, enquanto os investidores em títulos do Tesouro dos EUA perderam dinheiro. Os instrumentos recompensam os compradores por assumirem o risco do mercado de seguros, que está crescendo com o aumento dos fenómenos meteorológicos extremos. Para o Banco Mundial, que presta assistência financeira aos países em desenvolvimento, o plano é expandir o leque de catástrofes naturais cobertas por “cat bonds”. “Acho que nos veremos fazendo ‘cat bonds’ além de furacões, pandemias e terremotos”, para incluir desastres físicos como inundações e secas, disse Bennett em uma entrevista. Mesmo em alguns dos cantos mais ricos do mundo, “não há cobertura de seguros suficiente” para lidar com as potenciais perdas futuras, de acordo com Petra Hielkema, presidente da Autoridade Europeia de Seguros e Pensões Complementares.”

Fonte: Valor Econômico, 24/10/2023

Mundo está 21% abaixo do esperado para que o desmatamento seja eliminado até 2030, aponta estudo

“Em 2022, o progresso mundial na proteção e recuperação de florestas avançou muito lentamente e, em alguns casos, piorou. O desmatamento global aumentou 4% em 2022 em comparação com 2021. A perda de cerca de 6,6 milhões de hectares de floresta significa que o mundo está 21% abaixo do esperado para que o desmatamento seja eliminado até 2030. Os dados são de um novo estudo realizado por uma coligação entre a sociedade civil e de organizações de investigação que avaliam o progresso em direção às promessas feitas por países, empresas e investidorespara eliminar o desmatamento e recuperar 350 milhões de hectares de áreas degradadas até 2030. Os esforços para proteger as florestas tropicais primárias — as florestas mais densas e imaculadas da Terra — estão 33% abaixo da meta, com 4,1 milhões de hectares perdidos em 2022. Globalmente, o mundo precisa reduzir o desmatamento em 27,8% para voltar a estar dentro da progressão esperada em 2023. “Todas essas promessas foram feitas para deter o desmatamento e financiar a proteção das florestas. Mas a oportunidade de progredir está passando por nós ano após ano”, afirma Erin Matson, autora principal da Avaliação da Declaração Florestal e consultora sênior da Climate Focus. Ela reforça que as florestas do mundo estão em crise. “Vimos que, em 2021, os esforços para acabar com o desmatamento já estavam atrasados. Não podemos nos dar ao luxo de continuar tropeçando no caminho para o fim do desmatamento até 2030. Está claro que deter o desmatamento exigirá mudanças radicais na economia – e que toda a sociedade tem um papel a desempenhar”, diz.”

Fonte: Exame, 24/10/2023

Fundos ESG da Europa sofrem mais saídas – Morningstar

“Os fundos europeus de sustentabilidade sofreram mais um trimestre de saída de capital nos três meses até o final de setembro, à medida que os investidores se preocupavam com a incerteza econômica e as mudanças regulatórias, segundo um relatório da provedora de dados Morningstar publicado na quarta-feira. De acordo com o relatório da Morningstar, os investidores retiraram 20,5 bilhões de euros ($21,7 bilhões) dos fundos da classificação de sustentabilidade mais baixa da União Europeia, enquanto os fluxos líquidos para a classificação mais alta foram os mais baixos desde o início de 2021. Os fundos de investimento que não são comercializados como sustentáveis, por outro lado, receberam 17,8 bilhões de euros em fluxos de entrada no terceiro trimestre, embora isso tenha diminuído em relação aos três meses anteriores. Os fundos que incorporam objetivos ambientais, sociais e de governança (ESG) em seus mandatos, que podem variar desde a exclusão básica de certas ações até o investimento apenas em ações de tecnologia climática, têm enfrentado dificuldades desde o boom de 2021, pressionados por melhores retornos em outros lugares e mudanças regulatórias. Na Europa, a introdução do Regulamento de Divulgação de Finanças Sustentáveis (SFDR), que visa combater alegações enganosas de casas de fundos sobre seus esforços de sustentabilidade, levou os gestores a rebaixar centenas de seus fundos para uma categoria de sustentabilidade mais baixa.”

Fonte: Reuters, 25/10/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

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ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

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