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Margem Equatorial: Estados da região querem criar fundo soberano com parte dos recursos de royalties | Café com ESG, 05/04

Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança. Quais tópicos […]

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de quinta-feira terminou em território misto, com o IBOV andando de lado (0,08%), enquanto o ISE subiu 0,55%.

• Na política, (i) Marina Silva, Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, estabeleceu as regras para que os municípios, localizados no Bioma Amazônia, façam adesão a programa que tem como objetivo reduzir o desmatamento e incêndios florestais – segundo portaria publicada ontem no Diário Oficial da União, os municípios que aderirem à iniciativa poderão ser priorizados nas ações do governo federal relacionadas ao apoio à regularização ambiental e fundiária; e (ii) sob liderança do Maranhão e do Amapá, os estados da região amazônica (exceto o Pará) querem levar ao governo Lula a sugestão de criar um fundo soberano com parte dos recursos de royalties e participações especiais, na tentativa de destravar o processo de licenciamento para exploração de petróleo na Foz do Amazonas – uma das finalidades seria utilizar o dinheiro do petróleo para reinvestimento em ações diretas de órgãos ambientais como o Ibama e o ICMBio.

• No lado das empresas, a saída de Jean Paul Prates da presidência da Petrobras é dada como certa, cada vez mais, no Palácio do Planalto – segundo o Valor, nos bastidores, auxiliares do presidente Lula admitem que a situação dele é considerada “sensível” e “ruim”.

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Brasil

Empresas

Na pauta de gênero, empresas discutem igualdade de salário

“A sanção em julho da Lei nº 14.611/2023, conhecida como Lei da Igualdade Salarial, foi vista por muitos especialistas como um marco na luta contra a desigualdade de gênero no Brasil. Mas, a exigência de publicação duas vezes ao ano de valores e critérios de remuneração de funcionários, tirou da zona de conforto lideranças de empresas. “Anteriormente à publicação da lei, quando eu abordava o tema de equidade salarial, em mais de 90% das empresas, a resposta era: ‘isso não é um desafio para nós’. Porém, quando eu sugeria analisar os números, não havia predisposição para expor métricas e discutir o tema com profundidade”, diz Margareth Goldenberg, CEO na Goldenberg Diversidade e gestora Executiva do Movimento Mulher 360. O prazo para envio do primeiro Relatório de Transparência Salarial de Critérios Remuneratórios das companhias terminou em 31 de março e seu descumprimento está sujeito a multa e sanções. “Tenho falado com lideranças nos fins de semana e até nas madrugadas. Só esse efeito da lei já é muito positivo, porque conseguimos que as empresas passem a olhar os dados. A única forma de detectar a existência de problemas é mapear e verificar os indicadores”, afirma.”

Fonte: Valor Econômico, 05/04/2024

Vazamento de poluente suspende água para cidades do Rio e afeta 2 milhões de pessoas

“Órgãos ambientais do Estado do Rio identificaram, nesta quinta-feira (4), o ponto exato do vazamento de tolueno, poluente que causou a paralisação da produção de água captada do Sistema Imunana-Laranjal pela Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que abastece as cidades de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá, além da Ilha de Paquetá, no Estado do Rio. O produto é usado em diferentes segmentos da indústria e requer atenção em seu manejo pelos riscos provocados à saúde. A paralisação do sistema pode afetar mais de dois milhões de pessoas. Moradores de diversos bairros de Niterói estão reclamando de falta d’água. A previsão é de que o restabelecimento do sistema comece a ser normalizado ainda nesta quinta. Técnicos da Cedae e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), além de agentes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), rastrearam as margens do manancial e localizaram o foco do problema em um ponto do Rio Guapiaçu, em Guapimirim, na Baixada Fluminense.”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

Startups brasileiras captam US$ 721 milhões no 1º tri, e ‘energytechs’ ganham força

“As startups brasileiras captaram US$ 721 milhões no primeiro trimestre de 2024, alta de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados são de um relatório da plataforma SlingHub sobre América Latina. Na região, o destaque do período é o setor de “energytechs”, empresas de tecnologia voltadas ao setor de energia, que ganharam mais força e captaram US$ 143 milhões, crescimento de 172% em comparação ao primeiro trimestre de 2023. O Brasil apresentou um cenário melhor frente à região, destaca o levantamento, com alta de 56% na mediana das rodadas de captação de recursos, que ficou em US$ 1,5 milhão. Nos três primeiros meses deste ano, 14% das rodadas nacionais foram acima de US$ 5 milhões, representando 23% do total de investimentos. Já na América Latina, o volume de captações cresceu 24%, ainda que o número de rodadas tenha caído 19% na comparação interanual, e atingiu o montante de US$ 1,4 bilhão. A mediana das rodadas subiu 34% em igual período e chegou a US$ 2 milhões, o que mostra que aumentou o número de startups que captam volumes maiores.”

Fonte: Valor Econômico, 05/04/2024

Política

Governadores propõem fundo ambiental para destravar exploração na Foz do Amazonas

“Sob liderança do Maranhão e do Amapá, os estados da região amazônica (exceto o Pará) querem levar ao governo Lula uma sugestão para destravar o processo de licenciamento para exploração de petróleo na Foz do Amazonas: a criação de um fundo soberano com parte dos recursos de royalties e participações especiais. Conforme antecipado pelo político epbr, serviço de assinatura exclusivo para empresas (teste grátis por 7 dias), uma das finalidades seria utilizar o dinheiro do petróleo para reinvestimento em ações diretas de órgãos ambientais como o Ibama e o ICMBio. O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), afirmou ao político epbr que a ideia está sendo gestada em parceria com a Petrobras. Nas palavras dele, seria um mecanismo de “compensação ambiental”. A proposta começou a ser debatida no mês passado, em evento no Maranhão, e deve voltar à pauta nas próximas semanas, durante visita do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, ao Amapá.”

Fonte: Epbr, 04/04/2024

Marina Silva estabelece regras para que municípios integrem programa para reduzir desmatamento e incêndios florestais

“A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, estabeleceu as regras para que os municípios, localizados no Bioma Amazônia, façam adesão a programa que tem como objetivo reduzir o desmatamento e incêndios florestais. O prazo para adesão ao programa se dará por meio de períodos estabelecidos, sendo o primeiro até o dia 30 de abril de 2024, podendo ser prorrogado pelo ministério. Segundo portaria publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), os municípios que aderirem à iniciativa poderão ser priorizados nas ações do governo federal relacionadas ao apoio à regularização ambiental e fundiária; à análise de requerimento de desembargo junto ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e ao Instituto Chico Mendes; ao fomento à recuperação da vegetação nativa; e a outros incentivos previstos na legislação ambiental federal. Os recursos do Fundo Amazônia poderão ser utilizados para a implementação do programa.”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

Planalto já considera saída de Jean Paul Prates da Petrobras, e dúvida seria apenas quando

“A saída de Jean Paul Prates da presidência da Petrobras é dada como certa, cada vez mais, no Palácio do Planalto. Nos bastidores, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitem que a situação dele é considerada “sensível” e “ruim”. A principal dúvida não seria mais se Jean Paul Prates será substituído, mas, sim, quando isso acontecerá. Os assessores de Lula lembram, por exemplo, que o presidente da República costuma voltar atrás com frequência, quando ouve apelos de ministros e integrantes do governo que estão na “mira” do Executivo. Por isso, não dá pra descartar, de acordo com essas fontes, que uma possível conversa entre Jean Paul Prates e o chefe do governo acabe por atrasar essa mudança. Apesar disso, a tendência é que, até o fim do ano, o governo tente encontrar o melhor momento para trocar Jean Paul Prates. A repercussão negativa sobre a decisão do governo de reter em uma reserva de capital R$ 43,9 bilhões de dividendos que poderiam ser distribuídos aos acionistas foi um dos fatores que deu sobrevida a Prates nas últimas semanas. Isso porque a eventual substituição de Jean Paul agora seria um problema adicional após as ações da empresa despencarem.”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

Internacional

Empresas

Japão planeja produção de hidrogênio usando reator nuclear a partir de 2028

“O governo japonês planeja começar a testar em campo a produção de hidrogênio limpo usando energia nuclear já em 2028, apurou o “Nikkei Asia”. Na semana passada, um teste de segurança de um reator foi bem-sucedido. A Agência Japonesa de Energia Atômica (JAEA) testou o Reator de Teste de Engenharia de Alta Temperatura (HTTR) na província de Ibaraki, em 28 de março. O teste foi conduzido em conjunto com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O teste de segurança eliminou um obstáculo importante para o uso prático. Mesmo com 100% de potência a aproximadamente 850 graus Celsius, o HTTR foi capaz de resfriar naturalmente e desligar sem deflagrar elementos de segurança. “Demonstrou que era capaz de atingir um alto nível de segurança mesmo durante um acidente”, disse um representante da JAEA. O HTTR é um tipo de reator refrigerado a gás de alta temperatura que gera menos energia do que um reator típico, sendo considerado mais seguro. O governo japonês planeja usar o calor produzido pelo HTTR para fabricar hidrogênio. O governo assumirá a liderança até que a tecnologia seja estabelecida e depois deixará o setor privado assumir o controle quando a tecnologia estiver pronta para uma utilização mais ampla.”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

Apple desiste de desenvolver carro elétrico, mas fabricantes chineses de celulares avançam

“A Apple deu ré em sua busca por veículos elétricos, ao cancelar em fevereiro seu programa de desenvolvimento em que trabalhava há uma década, mas seus rivais chineses fabricantes de smartphones estão pisando no acelerador. Isso poderia remodelar o mercado de veículos elétricos na China e, eventualmente, a nível mundial: vários dos novos participantes já têm um forte reconhecimento de nome e uma reputação formidável de qualidade ao preço certo. No curto prazo, irá adicionar mais combustível à guerra de preços, queimando as margens dos principais fabricantes de veículos elétricos. O primeiro carro elétrico da fabricante chinesa de celulares Xiaomi teve um início estrondoso. A empresa recebeu quase 90 mil pedidos reembolsáveis nas primeiras 24 horas após o lançamento de seu sedã SU7 na última quinta-feira. O SU7 se parece visivelmente com um Porsche Taycan, mas os compradores que não se importam com uma certa falta de originalidade no design conseguirão o carro por um preço atraente. O SU7 custa cerca de US$ 30 mil, cerca de US$ 4 mil mais barato que um Tesla Model 3 na China..”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

Ford adia lançamento de novo modelo elétrico para 2027

“A Ford Motor disse que vai adiar o lançamento de um novo veículo elétrico, dando tempo para o mercado de consumo se desenvolver. A montadora espera agora lançar o novo veículo elétrico em 2027. Inicialmente, a previsão de lançamento da companhia era para 2025. A Ford disse que o veículo será produzido em Oakville, no Canadá, em uma fábrica de veículos a gasolina que a empresa planeja converter para a produção de veículos elétricos. A Ford continua investindo no aumento da produção de veículos elétricos em outras instalações e deve reforçar a produção de híbridos. No primeiro trimestre deste ano, as vendas de veículos elétricos da Ford aumentaram 86% à medida que a produção cresceu, enquanto as vendas de veículos híbridos aumentaram 42%. A mudança de planos da Ford é mais um sinal de como as fabricantes estão repensando a transição para veículos elétricos ante os sinais que os consumidores continuam a preferir carros movidos a gasolina ou híbridos. Os fabricantes de veículos elétricos dos Estados Unidos, incluindo a Tesla, também enfrentam uma concorrência cada vez maior dos fabricantes chineses, como a BYD.”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

Apesar dos avanços no Brasil, desmatamento se mantém ‘obstinadamente’ alto no mundo

“A Terra perdeu uma superfície de floresta intocada equivalente a 10 campos de futebol por minuto em 2023, apesar das melhorias na luta contra o desmatamento no Brasil e na Colômbia, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira, 4. No ano passado, as regiões tropicais perderam 3,7 milhões de hectares de florestas primárias, uma superfície quase equivalente à do Butão, segundo dados publicados pelo World Resources Institute (WRI), em colaboração com a Universidade de Maryland. Este cálculo inclui perdas por razões diversas (desmatamento relacionado à agricultura, exploração florestal, destruição acidental, etc), além de incêndios. No entanto, isto representa uma diminuição de 9% em comparação com o ano anterior, com uma melhora notável no Brasil e na Colômbia, que no entanto foi parcialmente compensada pelo aumento do desmatamento em outros países. As perdas continuam sendo “obstinadamente altas”, quase idênticas às de 2019 e 2021, lamentam os autores do estudo.”

Fonte: Exame, 04/04/2024

BYD planeja lançamento de picape elétrica ainda em 2024

“A gigante chinesa de veículos elétricos BYD (BYD) planeja lançar sua primeira picape elétrica para o mercado global ainda este ano para concorrer com as populares HiLux, da Toyota (TM), a Ranger, da Ford (F) e a D-Max, da Isuzu Motors. As fotos divulgadas pela BYD mostram uma caminhonete de cabine dupla com pintura estilo camuflagem laranja e azul sendo testada em um local não especificado. Embora a empresa não tenha divulgado nenhum detalhe sobre potência, desempenho ou preço, a BYD afirmou que a caminhonete de tamanho médio a grande será sua primeira picape de “nova energia”. Os veículos da BYD não estão disponíveis nos Estados Unidos, mas nos mercados da Ásia, Austrália e América do Sul as picapes são populares. Os modelos HiLux, da Toyota, D-Max, da Isuzu, e Ranger, da Ford, são os três veículos mais vendidos na Austrália. No mês passado, a Isuzu apresentou uma versão elétrica da D-Max. A picape será adicionada à ampla linha de veículos elétricos da BYD, desde o popular hatch Seagull, que é vendido por 69.800 yuans, ou menos de US$ 10.000, até o supercarro Yangwang, que custa 1,68 milhão de yuans (US$ 233.000).”

Fonte: Bloomberg Línea, 04/04/2024

Enquanto a Rio Tinto se esforça para obter um “ESG impecável”, os investidores levantam questões relacionadas à água

“A Rio Tinto enfrentou demandas dos acionistas em sua reunião anual na quinta-feira para se tornar limpa em questões ambientais, incluindo água e biodiversidade, já que a empresa disse que estava comprometida em alcançar um desempenho “ESG impecável”. A mineração, responsável por 4% a 7% das emissões globais de gases de efeito estufa em 2020, está sob os holofotes como fornecedora de matérias-primas essenciais necessárias para a transição energética, incluindo veículos elétricos e infraestrutura de energia renovável. “Estamos encontrando um caminho econômico para atingir nossas metas de descarbonização, em parceria com governos, clientes e comunidades”, disse o CEO Jakob Stausholm na reunião anual em Londres.O Rio pretende reduzir as emissões de carbono de Escopo 1 e 2 – emissões diretas da empresa e certos tipos de emissões indiretas – em 15% até 2025 e 50% até o final da década. Em seu relatório climático de fevereiro passado, o Rio disse que investiria de US$ 5 a 6 bilhões em projetos de descarbonização entre 2022 e 2030, abaixo da previsão anterior de US$ 7,5 bilhões. Ela gastou US$ 425 milhões em 2023.”

Fonte: Reuters, 04/04/2024

Alternus Clean Energy e Acadia Energy formam JV para desenvolver microrredes em Nova York

“A empresa de serviços públicos renováveis Alternus Clean Energy disse na quinta-feira que formou uma joint venture com a desenvolvedora de energia renovável Acadia Energy para co-desenvolver 200 megawatts (MW) de projetos de microrrede no estado de Nova York. A joint venture se concentrará no desenvolvimento e na operação de um portfólio de projetos de microrredes nos próximos dois a três anos, informou a empresa em um comunicado. Espera-se que os projetos da joint venture comecem a entrar em operação comercial dentro de dois anos, disse a empresa. O presidente Joe Biden aprovou a maior legislação de mudança climática da história dos EUA em 2022, com o objetivo de desencadear um boom no desenvolvimento de energia limpa nos Estados Unidos. Os Estados Unidos devem construir uma capacidade de energia renovável de 337 gigawatts (GW) entre 2023 e 2028, de acordo com o relatório Renewables 2023 da Agência Internacional de Energia.”

Fonte: Reuters, 04/04/2024

Política

Governo dos EUA anuncia R$ 100 bilhões para projetos de energia limpa

“O governo de Joe Biden anunciou nesta quinta-feira, 4, um financiamento de US$ 20 bilhões (R$ 100 bilhões) para projetos de energia limpa e a luta contra as mudanças climáticas, uma iniciativa dirigida a comunidades vulneráveis. Os subsídios foram anunciados pela agência americana de proteção ambiental (EPA), em conjunto com a vice-presidente do país, Kamala Harris, e visam a levantar capital privado para apoiar “dezenas de milhares de projetos” ligados à redução da poluição e dos custos energéticos e à promoção das energias limpas. Os US$ 20 bilhões funcionariam como alavanca para atrair mais financiamento, em uma proporção de US$ 7 de capital privado para US$ 1 dinheiro público, segundo o comunicado da EPA. Cerca de 70% do total deveria ser destinado a comunidades menos favorecidas, segundo Kamala.”

Fonte: Exame, 04/04/2024

Yellen não descarta proteger tecnologia verde dos EUA da concorrência chinesa

“A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, afirmou ontem que “não descarta” a imposição de barreiras comerciais para proteger as empresas de tecnologia verde dos EUA da competição chinesa, segundo o “Financial Times”. Yellen está indo para Guangzhou e Pequim para se encontrar com os principais funcionários econômicos chineses e planeja denunciar o excesso de produtos de tecnologia verde chinesa baratos, como painéis solares, veículos elétricos e baterias de íon-lítio, sendo despejados nos mercados globais a preços baixos. Durante uma parada no Alasca, a secretária afirmou que esses produtos são de “todas as áreas onde acreditamos que o investimento massivo na China está criando uma certa supercapacidade”. “Estamos fornecendo subsídios fiscais para alguns desses setores e eu não gostaria de descartar outras possíveis maneiras de protegê-los”, completou Yellen, se referindo às empresas dos EUA. Yellen completou que a Europa, México e Japão também estão “sentindo a pressão” dos níveis massivos de investimento chinês em tecnologia verde.”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

EUA, Japão e Filipinas formarão rede conjunta de defesa cibernética

“Estados Unidos, Japão e Filipinas estabelecerão uma estrutura conjunta de defesa cibernética, com o objetivo de proteger as agências governamentais e a infraestrutura crítica num contexto de crescentes ataques de grupos originados em China, Rússia e Coreia do Norte. O acordo pode ser firmado em Washington, em 11 de abril, quando haverá uma reunião trilateral entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, o primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, e o presidente das Filipinas, Ferdinand Marcos Jr. Japão e Estados Unidos mantêm um diálogo sobre segurança cibernética com funcionários de ministérios e agências. Com Estados Unidos e Filipinas também discutindo esse sistema, o plano é expandir os programas para cobrirem os três países. Os suspeitos mais frequentes de ataques cibernéticos são China, Rússia e Coreia do Norte. Os supostos ataques às Filipinas por parte de hackers chineses, em particular, suscitaram preocupação, levando o Japão e os Estados Unidos a oferecerem assistência.”

Fonte: Valor Econômico, 04/04/2024

Especialistas em não-proliferação pedem que os EUA não apoiem o projeto de combustível nuclear

“Especialistas em proliferação nuclear que atuaram sob quatro presidentes dos EUA disseram ao presidente Joe Biden e seu governo na quinta-feira que um projeto piloto para reciclar combustível nuclear usado violaria a política de segurança nuclear dos EUA. A SHINE Technologies e a Orano assinaram um memorando de entendimento em fevereiro para desenvolver uma fábrica nos EUA para reciclar, ou reprocessar, resíduos nucleares. Ela teria uma capacidade de 100 toneladas por ano a partir do início da década de 2030. O projeto violaria uma política assinada por Biden em março de 2023 que diz que a pesquisa e o desenvolvimento nuclear civil devem se concentrar em abordagens que “evitem a produção e o acúmulo de material nuclear utilizável em armas”, disseram os especialistas em uma carta ao presidente. “Se essa instalação fosse construída nos Estados Unidos, ela legitimaria a construção de usinas de reprocessamento em outros países, aumentando assim os riscos de proliferação e terrorismo nuclear”, disseram eles.”

Fonte: Reuters, 04/04/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Relatórios temáticos

O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG? (link)

Abastecendo o futuro: O papel dos biocombustíveis na transição energética(link)

COP28 chega ao fim: O que você precisa saber? (link)

ESG Updates

Destaques da reunião com o Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) (link)

Destaques do evento da ABRAINC e SecoviSP: Construindo uma São Paulo mais sustentável (link)

Principais destaques do Fórum de Transição Energética da BloombergNEF(link)

Brunch com ESG

Governança em destaque: VIVA3 e ASAI3 passam por mudanças | Brunch com ESG (link)

Governo acelera programa de transição energética; CMIG4 capta R$2bi em emissão verde (link)

Câmara aprova PL Combustível do Futuro; Positivo para empresas de açúcar e etanol (link)


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