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Governo federal pretende aprovar o programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover) após o Carnaval | Café com ESG, 09/02

Fundo de pensão holandês com 237,8 bilhões de euros em AuM vende suas participações em empresas de O&G; Câmara e Senado querem debater projetos que estabelecem o marco legal de hidrogênio de baixo carbono

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE registrando queda de 1,33% e 1,25%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o governo federal tem pressa para aprovação da medida provisória que estabelece o programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no fim de 2023, e que prevê mais de R$19 bilhões em incentivos fiscais para as empresas do setor – o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quinta (8/2), que a regulamentação do programa deve começar logo após o Carnaval; e (ii) os cortes na taxa básica de juros, iniciados pelo Copom em out/23, têm impactado no volume de financiamentos para a instalação de energia solar nas residências – de acordo com levantamento feito pela fintech Meu Financiamento Solar, de agosto a dezembro de 2023, cerca de 600 mil novas unidades consumidoras aderiram à tecnologia fotovoltaica (vs. 400 mil consumidores conectados no primeiro semestre do ano passado).

• No internacional, com pouco mais de 1 terawatt de capacidade instalada global, a indústria eólica está seguindo trajetórias tecnológicas bem diferentes na China e no mundo ocidental – segundo relatório da Wood Mackenzie sobre as perspectivas para o setor em 2024, enquanto o gigante asiático inunda os mercados doméstico e internacional com um número sem precedentes de novas turbinas, problemas de qualidade ameaçam a recuperação financeira dos fabricantes ocidentais.

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Brasil

Empresas

Empresas se armam para ofertar energia limpa a pequenos e médios negócios

“A preparação da Engie Brasil durou mais de três anos, e desde 1º de janeiro finalmente “o carro está na rua”, diz Gabriel Mann, diretor de comercialização da distribuidora francesa de energia. “Não é só uma mudança, mas uma transformação do negócio.” Mann se refere às regras de incentivo à competição na venda de energia para empresas que entraram em vigor na virada do ano: 165 mil clientes empresariais que eram cativos das distribuidoras – as donas dos fios que chegam às nossas casas – agora podem escolher de quem vão comprar. Assim como os grandes consumidores – pense indústrias ou uma rede de supermercados – desde a década de 1990, agora empresas de pequeno e médio porte têm acesso ao mercado livre de energia. Isso significa de cara reduções de até 40% na conta de luz, o que em si já é um ótimo negócio. Mas as consequências vão muito além desse choque inicial no preço. Para essa nova massa de consumidores, a eletricidade começa se tornar um insumo gerenciável com muito mais sofisticação que a simples leitura do medidor. Softwares vão aumentar a eficiência de um recurso invisível – e frequentemente desperdiçado. E será na compra de energia que muitas companhias vão “testar as águas das soluções de descarbonização”, diz Pedro Kurbhi, vice-presidente de marketing da Comerc Energia, que tem a Vibra (antiga BR Distribuidora) como sócia majoritária. A empresa é uma comercializadora, que compra energia e revende no mercado livre.”

Fonte: Capital Reset, 08/02/2024

Grendene produzirá energia própria em sociedade com a Comerc, controlada da Vibra

“A fabricante de calçados Grendene e a Comerc, empresa controlada pela Vibra, decidiram firmar uma parceria no segmento de autoprodução de energia. Neste arranjo, o consumidor passa a deter uma participação acionária em uma usina e recebe outorga para produzir energia elétrica destinada a seu uso exclusivo. O contrato de autoprodução tem duração de 20 anos e prevê que a Grendene tenha a participação de 42% da geradora solar Várzea Solar ll, empresa da Comerc, e receberá 10 megawatts-médios (MW-méd) neste período. Os acordos somam R$ 50,5 milhões e representam a aquisição de 84% das ações ordinárias de classe B da empresa, sendo 42% do capital social total da Várzea SPE. O negócio foi iniciado no final de 2022, com assinatura de contrato preliminar e definição dos termos da operação. Ao Valor, o diretor financeiro e de relações com investidores, Alceu Albuquerque, e o gerente de divisão financeiro, crédito e cobrança, Darci Battistelo, explicam que o volume de energia fornecido será capaz de abastecer cerca de 90% do consumo da fabricante. “Quando a empresa é caracterizada como autoprodutora de energia solar, ela ganha benefícios financeiros, que são a redução das tarifas de transmissão e de demanda. O objetivo primário ao firmar o negócio é redução de custos de energia no médio e longo prazo, garantia de fornecimento de energia ao longo dos 20 anos e utilização de energia solar”, diz Albuquerque. Para entender esse benefício, em termos comparativos, o consumidor do mercado regulado (aquele atendido pelas distribuidoras) paga uma tarifa na ordem de R$ 700 por MWh sem tributos, em média, no Brasil. Um consumidor livre tem tarifa 30% menor. Já um consumidor livre adotando um modelo de energia incentivada (PCH, eólica, solar ou térmica a biomassa) consegue mais de 40% de desconto.”

Fonte: Valor Econômico, 08/02/2024

Beleza inclusiva: Grupo Boticário lança ferramentas de acessibilidade

“A partir deste ano, em lojas das marcas O Boticário e Quem Disse, Berenice?, ambas do Grupo Boticário, pessoas com deficiência (PCD), com mobilidade reduzida nos membros superiores ou fraqueza muscular poderão retirar de maneira gratuita duas ferramentas para auxiliar o acesso aos produtos de beleza. Ao todo, serão disponibilizadas 10 mil unidades dos acessórios, sendo 5 mil de cada modelo. “A iniciativa é importante porque é algo inédito no mercado de beleza. Queremos viabilizar momentos de cuidado para mais pessoas, além de gerar uma mensagem positiva de que acessibilidade importa. O projeto foi muito provocado por ações de conscientização e educação em volta de temas de diversidade”, afirma Rony Santos, gerente sênior de ESG do Grupo Boticário, que tem estratégias de diversidade voltadas para mulheres, pessoas pretas, LGBTI+, pessoas acima dos 50 anos e pessoas com deficiência. A ação é um projeto piloto em parceria com a Mercur, empresa brasileira de produção de material para educação, saúde e inclusão, que começou a ser desenvolvida há cerca de dois anos, idealizado com a agência interna de design do Grupo Boticário, a DSGN in-house. “No processo com o Grupo Boticário, trabalhamos com oficinas híbridas, simultâneas, nas duas empresas. Os resultados são produtos que possibilitarão maior autonomia para o cuidado pessoal e tornarão o dia a dia mais funcional para as pessoas com deficiência”, afirma Dayani Rodrigues Rabuske, especialista em projetos na Mercur. As marcas disponibilizarão duas ferramentas: uma base aderente e um engrossador multiuso para o manuseio, abertura e aplicação de produtos. O primeiro deles pode ajudar a criar fricção para ajudar na abertura de embalagens de perfumes, loções e produtos de cabelo, evitando que escorreguem. Já o engrossador pode ser usado para ampliar a usabilidade de produtos como batons, pincéis e cremes.”

Fonte: Exame, 08/02/2024

Mover será regulamentado após o Carnaval, garante Alckmin

“O governo federal tem pressa para aprovação da medida provisória que estabelece o programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), lançado no fim de 2023, e que prevê mais de R$ 19 bilhões em incentivos fiscais para as empresas do setor. O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quinta (8/2), que a regulamentação do programa deve começar logo após o Carnaval. “Vamos trabalhar no Congresso para o mais rapidamente ter a aprovação da medida provisória. E o secretário Uallace [Moreira] e a sua equipe já estão trabalhando na regulamentação do Mover. A gente deve estar anunciando após o carnaval”, disse Alckimin, durante coletiva da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Uallace Moreira é secretário de desenvolvimento industrial da pasta. A pressa na regulamentação vem dos anseios do governo em garantir mais investimentos na cadeia produtiva do setor automotivo, que possam colaborar com um PIB mais robusto para 2024 e maior arrecadação. “Estamos acelerando. Temos pressa nos investimentos e em todos os avanços numa indústria importantíssima, que tem uma cadeia enorme importante para o aço, vidro, pneu, autopeças”, afirmou o vice-presidente. Na semana passada, o presidente Lula (PT) destacou que “o setor automotivo do país está anunciando R$ 41 bilhões em investimentos”, durante evento em que a Volkswagen anunciou R$ 16 bilhões em investimentos no Brasil até 2028, para a fabricação de 16 novos modelos de veículos, incluindo híbridos, total flex e 100% elétricos. Até agora, a BYD já anunciou R$ 3 bilhões e a GM mais R$ 7 bilhões no país. Nas próximas semanas, há expectativa que a Stellantis também revele um grande plano de investimentos no Brasil.”

Fonte: Epbr, 08/02/2024

Queda da Selic impulsiona energia solar e financiamentos aumentam 50%

“Os cortes na taxa básica de juros, iniciados pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em outubro de 2023, têm impactado no volume de financiamentos para a instalação de energia solar nas residências. Levantamento feito pela fintech Meu Financiamento Solar mostra que, de agosto a dezembro de 2023, cerca de 600 mil novas unidades consumidoras aderiram à tecnologia fotovoltaica, ante os 400 mil consumidores conectados no primeiro semestre do ano passado. Ou seja, o crescimento das unidades com energia solar em residências, empresas e propriedades rurais financiadas foi de 50% no período. Em agosto do ano passado, o Copom decidiu reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual. A taxa estava em 13,75% ao ano desde agosto de 2022 e baixou para 13,25% naquele mês, depois de três anos sem cortes. Na primeira reunião de 2024, o Comitê optou por nova redução, de mais 0,5 ponto percentual, com a taxa chegando a 11,25%. Ainda segundo a fintech, especializada em financiamento para projetos fotovoltaicos de geração própria de energia solar, apenas em novembro de 2023, o volume de simulações de crédito cresceu 20% em comparação com outubro. “Com o novo anúncio de 11,25% da Selic, em janeiro deste ano, o mercado fotovoltaico deve entrar em nova onda de otimismo e crescimento, já que o cenário de queda da taxa de juros impulsiona significativamente o setor de energia solar”, avalia Carolina Reis, diretora do Meu Financiamento Solar. Segundo a executiva, o corte dos juros facilita contratação de financiamento pelos clientes, além de reduzir do tempo de retorno do investimento. O clima de confiança dos consumidores, ainda de acordo com a diretora da fintech, pode acelerar ainda mais novos projetos de energia solar tanto em residências quanto em empresas em 2024. Já é possível identificar, por exemplo, o aumento da procura pela geração fotovoltaica por condomínios residenciais.”

Fonte: Exame, 08/02/2024

Internacional

Empresas

China avança em novas tecnologias eólicas enquanto resto do mundo desacelera

“Com pouco mais de 1 terawatt de capacidade instalada global, a indústria eólica está seguindo trajetórias tecnológicas bem diferentes na China e no mundo ocidental. Publicado no final de janeiro, relatório da Wood Mackenzie sobre as perspectivas para o setor em 2024 aponta que, enquanto o gigante asiático inunda os mercados doméstico e internacional com um número sem precedentes de novas turbinas, problemas de qualidade ameaçam a recuperação financeira dos fabricantes ocidentais, especialmente na Europa, obrigando-os a focar na padronização. Interrupções na cadeia de suprimentos, tensões geopolíticas, pressões inflacionárias e atrasos na execução de projetos também têm desencorajado novos investimentos em inovação no Ocidente, listam os analistas. Na China, a realidade é outra. Desde 2020, quando o governo anunciou o fim do subsídio Feed-in-Tariff (FIT), mais de 400 modelos diferentes de turbinas foram lançados por quase uma dúzia de fabricantes. O país, que também domina a fabricação de painéis fotovoltaicos e veículos elétricos, lidera o mercado global quando o assunto é o tamanho médio das turbinas. De acordo com a análise da Woodmac, as classificações médias de turbinas offshore na China ultrapassam a Europa em 2023, com 9,5 MW e 9,4 MW, respectivamente, enquanto nas terrestres, os chineses instalaram 5,4 MW ante 5,1 MW dos concorrentes ocidentais. Em julho do ano passado, a maior turbina eólica offshore do mundo entrou em operação no parque Mingyang Yangjiang Qingzhou 4, no Mar do Sul da China. A turbina MySE 16-260 tem capacidade de geração de 16 megawatts (MW), e conta com um rotor de 260 metros de diâmetro.”

Fonte: Epbr, 08/02/2024

Pela 1ª vez mundo supera limite crítico de 1,5°C em um período de 12 meses

“A média anual da temperatura global ultrapassou o limite crítico de 1,5ºC pela primeira vez na história, segundo relatório divulgado pela agência europeia de observação climática Copernicus, que também apontou o mês de janeiro de 2024 como o mais quente já registrado. O relatório da Copernicus mostra que a temperatura média global de fevereiro de 2023 a janeiro de 2024 foi a mais alta já registrada, atingindo 15,02°C, 1,52°C acima da média do período pré-industrial entre 1850-1900. O nível de 1,5°C é um limiar crucial do acordo de Paris de 2015, no qual os países concordaram em limitar o aumento da temperatura global para abaixo de 2°C e idealmente até 1,5°C. Embora as temperaturas recordes dos últimos 12 meses tenham ultrapassado a média de 1,5°C, cientistas enfatizaram que a violação não significa uma falha em cumprir o acordo de Paris, mas que o tempo para conter a alta limite estabelecida pelo tratado está se encurtando cada vez mais. Em meio a diversos desastres climáticos pelo mundo, como enchentes e incêndios florestais, janeiro de 2024 marcou o oitavo mês consecutivo em que as temperaturas foram as mais altas já registradas. A temperatura média do ar no mês foi de 13,14°C, 0,12°C acima do recorde anterior de temperatura mais quente, de janeiro de 2020. Além disso, a temperatura global média da superfície do mar atingiu um recorde de quase 20,97°C em janeiro, a segunda mais quente já registrada para qualquer mês, sendo superada pelos 20,98°C registrados em agosto de 2023. Segundo o relatório, os resultados da temperatura do mar podem ter tido contribuição do fenômeno El Niño, que aquece a superfície do oceano Pacífico e agrava o aquecimento global causado pelas emissões de gases de efeito estufa.”

Fonte: Valor Econômico, 08/02/2024

Keir Starmer reduz a promessa de gastos verdes de 28 bilhões de libras esterlinas para 4,7 bilhões de libras esterlinas em uma grande reviravolta

“Sir Keir Starmer reduziu o principal plano de gastos verdes do Partido Trabalhista de 28 bilhões de libras por ano para apenas 4,7 bilhões de libras por ano, na tentativa de encerrar uma disputa política sobre quanto seu partido tomaria emprestado se estivesse no poder. Enquanto Starmer desmantelava a promessa política de seu partido, o líder trabalhista procurou atribuir a culpa por sua reviravolta às finanças públicas limitadas resultantes do desastroso mandato de Liz Truss em 2022. “Conforme as condições mudam, você ajusta sua posição”, disse ele na quinta-feira. Starmer disse que metade da promessa de gastos anuais amplamente reduzidos seria financiada pela taxa inesperada prometida anteriormente pelo Partido Trabalhista sobre o petróleo e o gás do Mar do Norte, e a outra metade seria financiada por empréstimos adicionais do governo. A mudança, poucos dias depois de Starmer ter insistido que estava comprometido com o valor de £28 bilhões, tem a intenção de deixar os trabalhistas menos vulneráveis aos ataques dos conservadores sobre empréstimos quando as finanças públicas estiverem apertadas. Mas a reviravolta deixará Starmer exposto a novas acusações de que ele é propenso a “dar cambalhotas”, tendo mudado suas posições em várias políticas desde que se tornou líder da oposição há quatro anos. O primeiro-ministro conservador, Rishi Sunak, disse na quinta-feira que a medida mostrava que o líder trabalhista não tinha um plano consistente. Sunak disse que Starmer tinha um “histórico comprovado de reviravoltas em políticas importantes”, o que foi demonstrado novamente pelo fato de os trabalhistas terem abandonado sua promessa de gastos verdes de 28 bilhões de libras por ano.”

Fonte: Financial Times, 08/02/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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