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Governo dos EUA estuda conceder créditos fiscais para SAF a base de etanol | Café com ESG, 15/12

Governo Biden estuda créditos fiscais para SAF a base de etanol; UE chega a acordo ESG sobre sustentabilidade empresarial

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE registrando alta de 1,06% e 0,60%, respectivamente.

• Do lado das empresas, o financiamento de projetos de energia de baixo carbono em 2022 representou 73% do volume de recursos disponibilizados pelos maiores bancos do mundo para combustíveis fósseis, de acordo com dados da BloombergNEF – isso significa que a cada dólar destinado à indústria de óleo, gás e carvão, outros US$ 0,73 financiaram energia de baixo carbono, uma leve queda em relação a US$ 0,75 em 2021.

• Na política, (i) o Conselho e o Parlamento Europeu chegaram ontem a um acordo provisório sobre uma diretiva relativa ao dever de sustentabilidade, que visa reforçar a proteção do meio ambiente e dos direitos humanos – em comunicado, o Conselho Europeu apontou que estabelecerá obrigações para as grandes empresas divulgarem  informações ESG nas suas próprias operações e em suas subsidiárias; e (ii) o governo Biden está próximo de permitir créditos fiscais para empresas produtoras de combustível de aviação sustentável (SAF) à base de etanol sob a Lei de Redução da Inflação – a notícia é considerada uma vitória para a indústria de etanol dos EUA, que vê o SAF como uma das rotas para aumentar a demanda por etanol em meio ao crescimento das vendas de veículos elétricos.

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Brasil

Empresas

Nubank e Fundação Lemann vão oferecer bolsas de estudo em tecnologia no Brasil e na Colômbia

“O Nubank anunciou que irá oferecer bolsas de estudo para ensino superior e mestrado, a fim de fomentar talentos locais e lideranças em tecnologia na América Latina. A iniciativa acontece por meio de parcerias com a Fundação Estudar, Fundação Lemann e Veléz e Reyes+, no Brasil e na Colômbia. Serão 36 bolsas distribuídas nos próximos dois anos em um investimento de US$ 1,2 milhão, proveniente do fundo filantrópico Give Back. O fundo é apoiado pelo Nubank e gerenciado pela Sitawi e Instituto Phi, organizações dedicadas a mobilizar e administrar recursos para projetos sociais. “Ao fomentar o acesso ao estudo superior de ponta para jovens talentos locais, temos a oportunidade de acelerar o processo dessas carreiras e dos futuros líderes”, afirma em nota Guilherme Vieira, diretor de ESG do Nubank. O primeiro aporte do fundo será na Beca Tech, na Colômbia. No Brasil, o Give Back promoverá parceria com duas instituições. A primeira com a Fundação Estudar, que, por meio do Programa Tech Fellow, irá oferecer, além das bolsas de estudos para as melhores universidades do Brasil e do mundo, mentorias com líderes de tecnologia, suporte individualizado de carreira e conexões com potenciais investidores e especialistas do setor.”

Fonte: Valor Econômico, 14/12/2023

Startup ESG recebe aporte de R$ 22 milhões de Totvs, Vibra, Banco BV e fundos

“A DEEP, empresa brasileira de tecnologia com foco em mensuração e monitoramento de impactos ESG, acaba de captar R$ 22 milhões em uma rodada série A, junto a investidores institucionais. A captação foi liderada pela CV iDEXO, fundo da companhia de tecnologia da informação TOTVS gerido pela Citrino Ventures. A rodada também contou com o investimento da empresa de energia Vibra, por meio do Vibra Ventures, do banco BV, e os fundos de investimentos 10M e Alegria Alegria. A empresa já havia captado R$ 9 milhões no segundo semestre de 2022, em uma rodada liderada pela Fram Capital e que contou com a participação da consultoria Nint (ex-Sitawi), especializada em ESG, e do Instituto Votorantim. Além dos recursos financeiros, a DEEP estabeleceu duas parcerias comerciais estratégicas com a Totvs e com a Vibra para usar seus produtos e serviços com os clientes dessas companhias. Na transação, a DEEP foi assessorada pela consultoria ForFuturing, que também é sua parceira comercial. Segundo Arthur Covatti, CEO da DEEP, as parcerias e os recursos ajudarão a empresa a acelerar seu crescimento a meta, ousada, é ser a principal empresa de mensuração de impacto da América Latina, com uma participação de 50% nas empresas que medem e divulgam suas emissões no Brasil. “Nosso market share [participação de mercado] no segmento de instituições financeiras no Brasil já chega a 25% e temos uma presença relevante, com mais de 300 clientes, no segmento empresarial”, diz. Ele cita que o crescimento atual é de cinco vezes ao ano.”

Fonte: Valor Econômico, 14/12/2023

CEO da PPG no país fura ‘clube’ masculino em tintas

“Primeira mulher a comandar as operações da PPG no Brasil, a brasileira Marizeth Carvalho vem rompendo o tabu da liderança feminina em uma indústria dominada por homens. A executiva chegou ao topo em um momento em que a região – a área sob sua responsabilidade incorpora alguns países da América do Sul – ganha relevância no mapa global da gigante de tinta. Ela também foi a primeira latina a responder pela diretoria Américas da PPG, uma empresa com sede nos Estados Unidos, e a primeira mulher a se sentar no conselho diretivo da Associação Brasileira das Fabricantes dos Tintas (Abrafati). “O fato de ser mulher não muda nada. Sou um profissional como qualquer outro e com foco nas entregas”, disse a executiva, em sua primeira entrevista como gerente geral para América Latina Sul e diretora global de tintas em pó em sua divisão de tintas industriais. Tinta em pó é a mais nova fronteira da sustentabilidade na indústria e, no Brasil, encontra demanda crescente por parte de fabricantes de eletrodomésticos, maquinário agrícola e transporte, entre outros. Conforme Marizeth, a chegada de novas montadoras ao Brasil, atentas ao potencial do mercado de veículos elétricos, e o portfólio mais completo e sustentável que o da concorrência contribuem para o crescimento dos negócios na região, que já alcança participação de dois dígitos nas vendas globais em determinados segmentos. A busca dos clientes por fornecedores mais perto de suas operações, que se consolidou como tendência após a pandemia, também tem ajudado a operação local. “As empresas repensaram fluxos logísticos”, comentou.”

Fonte: Valor Econômico, 15/12/2023

O papel dos resíduos sólidos no combate à crise climática

“Com as atenções do mundo inteiro voltadas a Dubai, líderes internacionais estão mobilizados e sensíveis aos apelos para que, de fato, ocorram avanços concretos no combate à crise climática. O planeta vem registrando, cada vez mais, efeitos extremos que escancaram esse contexto preocupante, como as sucessivas ondas de calor no Brasil e no sul da Europa, os grandes incêndios que atingiram a Grécia e os Estados Unidos e as inundações que devastaram o Canadá. Não bastassem as evidências, há alguns dias, o mundo inteiro foi surpreendido com o alerta da agência da Organização das Nações Unidas. Em seu relatório, a ONU destaca que as metas para a redução do impacto climático, definidas no Acordo de Paris, assinado em 2015 por 197 países, já não serão suficientes para evitar o aquecimento crítico de 1.5ºC. Fato é que não haverá qualquer pessoa ou economia no mundo que passe incólume pelas mudanças climáticas. Justamente por isso, a COP 28 é tão valiosa, já que vai além de assumir compromissos, estabelecer metas ou recordes. Como um dos líderes da agenda de sustentabilidade urbana, acompanho, com entusiasmo, o avanço da gestão dos resíduos sólidos, desde a assinatura do Marco do Saneamento, na composição das estratégias para mitigação e adaptação às transformações do clima. Pela primeira vez em uma COP, temos um Pavilhão Internacional totalmente dedicado à gestão de resíduos e recursos naturais.”

Fonte: Valor Econômico, 14/12/2023

Nas embalagens da Mush, sai o plástico e entram os fungos

“Um material neutro em carbono, resistente, moldável às mais diversas formas e aplicações e totalmente biodegradável. E que, além disso tudo, reaproveita resíduos da agroindústria. Produzido a partir da fermentação de diferentes espécies de fungos, este material já é utilizado por grandes empresas estrangeiras, como Dell e Ikea, principalmente em embalagens. A parte utilizada dos fungos é o micélio, conjunto de filamentos microscópicos que dão estrutura a estes organismos. Quanto misturado a substratos distintos, ele funciona como uma espécie de cola natural, resultando em uma massa que pode ser moldada para diferentes utilizações. No Brasil, a startup paranaense Mush, fundada em 2019, já utiliza o micélio em peças para arquitetura e decoração, como luminárias e mesas. Mas pretende expandir para aplicações com potencial de atingir uma escala maior. “Novas pesquisas mostraram que o mushpack, como batizamos o nosso material, tem muitas outras aplicações”, diz Ubiratan Sá, CEO da startup, que este ano redirecionou sua estratégia para embalagens e itens para construção civil a seco. O novo passo só foi possível após a transferência, em setembro, de uma planta piloto, até então incubada na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, para uma planta demonstração.  No imóvel de 500 metros quadrados, no município paranaense de Ponta Grossa, produção e pesquisa ganharam áreas próprias.”

Fonte: Capital Reset, 15/12/2023

Internacional

Empresas

Financiamento de energia de baixo carbono foi 73% do fóssil em 2022

“O financiamento de projetos de energia de baixo carbono em 2022 representou 73% do volume de recursos disponibilizados pelos maiores bancos do mundo para combustíveis fósseis, de acordo com levantamento da BloombergNEF. Isso significa que a cada dólar destinado à indústria de óleo, gás e carvão, outros US$ 0,73 financiaram energia de baixo carbono, uma leve queda em relação a US$ 0,75 em 2021. Divulgado nesta quinta (14/12) – um dia após o encerramento da COP28 com a decisão de triplicar a capacidade renovável e fazer a transição para longe dos fósseis – o documento afirma que o financiamento está fora do ritmo necessário para limitar o aquecimento global a 1,5°C. No cenário ideal, o apoio bancário a projetos que levarão à descarbonização da matriz energética seria de 4:1, isto é, a cada dólar aplicado em fósseis, US$ 4 iriam para renováveis. “A atividade de investimento na economia real alcançou a paridade entre combustíveis fósseis e fornecimento de baixo carbono, crescendo em volume para US$ 2 trilhões em 2022.  No entanto, o financiamento facilitado por bancos divergiu”, destaca a BNEF. A consultoria avalia que a guerra na Ucrânia e a recuperação econômica pós-pandemia ajudaram a alavancar os investimentos em energia no ano passado, mas os aumentos de taxas de juros para combater a inflação, tanto em países ricos como nos de renda média, ajudaram a reduzir os volumes de financiamento.”

Fonte: Ebpr, 14/12/2023

BlackRock após COP28: fim do petróleo vai demorar

“O documento oficial da COP28, lançado na quarta-feira, 13, mencionou o fim de combustíveis fósseis, mas mesmo com um posicionamento mais assertivo dos países-membros da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), quando comparado com o rascunho divulgado anteriormente, o fim da produção e uso do petróleo ainda vai demorar, é o que acredita Russ Koesterich, gerente de portfólio de alocação global da BlackRock. “Penso que a maioria dos investidores presumiu uma transição dos combustíveis fósseis a longo prazo, e isto foi assumido mesmo antes da declaração oficial [da COP ser divulgada]. Ao mesmo tempo, a transição levará tempo. Não será instantânea e haverá um período de ajuste que poderá durar muitos anos, e potencialmente, décadas”, disse Koesterich em coletiva de imprensa no Brasil. De acordo com o gestor, enquanto as etapas da transição forem aplicadas, ainda haverá necessidade de combustíveis fósseis, e até um crescimento e demanda maiores. Koesterich afirmou que a transição pode gerar maior demanda ao mercado em vários países emergentes. “Então a questão é: qual é o preço justo para o petróleo durante esse período? Acho que nesse ambiente, a tendência pode ser observar alguma mudança na demanda durante os próximos anos. Provavelmente será estável o suficiente para atingir algum nível, talvez entre 75 a 80 dólares por barril. Ainda se pode dizer que as empresas de energia representam algum valor”, disse Koesterich.”

Fonte: Exame, 14/12/2023

BCG fecha contrato de 15 anos para remover CO2 do ar

“O Boston Consulting Group (BCG), uma das maiores consultorias do mundo, fechou um contrato com a startup suíça de captura de carbono Climeworks para a compra de 80 mil créditos de carbono ao longo de 15 anos. Esse é o mais volumoso e duradouro acordo da climatech, uma das mais conhecidas ao redor do globo quando se trata de captura direta do ar (DAC, na sigla em inglês).  A duração do acordo foi um dos fatores destacados pela Climeworks, que contará com os recursos para acelerar o desenvolvimento de suas plantas de operação. O valor negociado não foi divulgado. Há alguns meses, a Climeworks vendeu créditos para o J.P. Morgan Chase, por cerca de US$ 800 por tonelada de CO2.  “Nós precisamos de financiamento de projeto para as estruturas que estamos criando”, disse o co-CEO e cofundador da Climeworks, Christoph Gebald. O ponto mais importante nesse tipo de negociação é determinar a quantidade de carbono pré-contratada, que se torna um facilitador para a indústria, segundo ele. “Sem a remoção de carbono, o net zero está fora de alcance”, disse o chefe de sustentabilidade do BCG, David Webb.  Em 2021, as duas empresas já haviam fechado um acordo de dez anos para remoção de carbono – mas a quantidade não foi revelada.  A Climeworks lidera o maior sistema de DAC em operação do mundo, na Islândia, e foi uma das duas empresas selecionadas pelo governo de Joe Biden para receber US$ 1,2 bilhão para desenvolver plantas de remoção de CO2 em escala comercial.”

Fonte: Capital Reset, 14/12/2023

UE chega a acordo ESG sobre sustentabilidade empresarial, mas bancos ficam de fora

“O Conselho e o Parlamento Europeu chegaram nesta quinta-feira, 14, a um acordo provisório sobre a diretiva relativa ao dever de sustentabilidade empresarial (CSDDD, na sigla em inglês), que visa reforçar a proteção do ambiente e dos direitos humanos na UE e a nível mundial. Em comunicado, o Conselho Europeu aponta que a diretiva sobre o dever de diligência estabelecerá obrigações para as grandes empresas relativas aos impactos adversos reais e potenciais sobre os direitos humanos e o ambiente, no que diz respeito às suas próprias operações, às das suas subsidiárias e às realizadas pelos seus parceiros comerciais. Por sua vez, segundo o acordo nesta quinta alcançado, o setor financeiro será temporariamente excluído do âmbito de aplicação da diretiva, mas haverá uma cláusula de revisão para uma possível inclusão futura deste setor com base numa avaliação de impacto. A diretiva estabelece regras sobre as obrigações das grandes empresas no que diz respeito aos impactos adversos reais e potenciais no ambiente e nos direitos humanos para a sua cadeia de atividades empresariais, que abrange os parceiros comerciais a montante da empresa e parcialmente as atividades a jusante, como a distribuição ou a reciclagem, diz o comunicado. A medida também estabelece regras sobre sanções e responsabilidade civil pela violação dessas obrigações e exige que as empresas adotem um plano que garanta que o seu modelo de negócio e estratégia sejam compatíveis com o acordo de Paris sobre as alterações climáticas. O acordo fixa o âmbito de aplicação da diretiva às grandes empresas com mais de 500 trabalhadores e um volume de negócios líquido mundial de 150 milhões de euros.”

Fonte: Época Negócios, 14/12/2023

Política

Biden está pronto para entregar vitória aos fabricantes de etanol em créditos SAF

“Espera-se que o governo Biden reconheça esta semana uma metodologia que em breve será atualizada favorecida pela indústria de etanol em orientação para empresas que procuram reivindicar créditos fiscais para combustível de aviação sustentável (SAF), disseram três pessoas familiarizadas com o assunto à Reuters. Há meses, a administração está dividida sobre o reconhecimento do modelo de Gases de Efeito Estufa, Emissões Regulamentadas e Uso de Energia em Tecnologias (GREET) do Departamento de Energia. Como está, esse modelo permitiria que a SAF à base de etanol se qualificasse para créditos fiscais sob a Lei de Redução da Inflação, a lei climática de assinatura do presidente Joe Biden. A notícia, que foi relatada pela primeira vez pela Reuters, é uma vitória para a indústria de etanol e os EUA. Corn Belt, um eleitorado poderoso antes da eleição presidencial de 2024. O grupo vê a SAF como uma das únicas rotas para aumentar a demanda por etanol em meio ao aumento das vendas de veículos elétricos. Biden, um democrata, está buscando a reeleição e dependerá de votos de estados do Centro-Oeste, fortemente contestados, que são os produtores de milho mais pesados. No entanto, espera-se que a administração também anuncie que atualizará a metodologia GREET até 1o de março, disseram as fontes. Isso deixa alguma incerteza para os produtores de etanol à base de milho, já que se espera que a administração aperte os requisitos em torno das matérias-primas SAF.”

Fonte: Reuters, 14/12/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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