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Eneva propõe fusão com Vibra para criar gigante da transição energética de R$ 50 bilhões | Café com ESG, 27/11

Eneva propõe fusão com Vibra para criar empresa combinada de R$ 50 bilhões; Joe Biden não planeja participar da cúpula climática COP28

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou a semana passada em território misto, com o IBOV registrando leve alta de +0,6% enquanto o ISE recuou -0,4%. Já o pregão de sexta-feira encerrou em queda, com o IBOV e o ISE caindo -0,83% e -1,25%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a Eneva enviou uma carta para a Vibra propondo uma fusão entre as duas, em uma operação conhecida como “merger of equals” – com a fusão, a nova empresa buscará se fortalecer no setor de renováveis, com capacidade de contribuir para a substituição de combustíveis com menor pegada de CO2 para sua base de clientes, baseado em energia eólica, biogás e etanol; e (ii) segundo uma pesquisa realizada pela consultoria de governança Morrow Sodali, 8 em cada 10 bancos globais adotam indicadores relacionados às práticas ESG para definir a remuneração de suas lideranças – metas relacionadas à agenda climática e ampliação da diversidade, por exemplo, aparecem com maior impacto na remuneração da alta liderança.

• Na política, segundo fontes do governo dos EUA, o presidente Joe Biden não planeja participar da cúpula climática COP28 nos Emirados Árabes Unidos, marcada para começar esta semana – embora tenha colocado as mudanças climáticas como prioridade na política doméstica e externa norte-americana, a provável ausência de Biden era esperada, sobretudo frente à guerra no Médio Oriente, além da  campanha de reeleição em 2024.

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Brasil

Empresas

Eneva propõe fusão com Vibra para criar empresa combinada de R$ 50 bilhões

“A empresa de energia Eneva enviou hoje uma carta para a Vibra (ex-BR Distribuidora), de distribuição de combustíveis, para propor uma fusão entre as duas, que teriam a mesma participação na nova companhia combinada, operação conhecida como “merger of equals”, apurou o Valor com fontes a par do assunto. A ideia da transação foi feita pela gestora Dynamo, que é acionista das duas companhias. A informação foi publicada em primeira mão pelo BrazilJournal. A Eneva confirmou a existência das negociações mais tarde, por meio de fato relevante. A nova empresas nasce com um valor de mercado da ordem de R$ 50 bilhões e vai se tornar a terceira maior de energia de capital aberto difuso, atrás da Petrobras e da Eletrobras. Fontes afirmam que a nova empresa terá liquidez diária de R$ 300 milhões. A relação de troca proposta de 50% para cada lado está em linha com a média que as empresas negociaram nos últimos seis meses. A combinação dos negócios entre as duas companhias está alinhada a estratégia da Vibra de ampliar o portfólio de energias oferecido a sua vasta base de clientes B2B. Com a fusão, a nova empresa buscará se fortalecer no setor de renováveis, com capacidade de contribuir para a substituição de combustíveis com menor pegada de CO2 para sua base de clientes, baseado em energia eólica, biogás e etanol.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2023

Petrobras vai destinar US$ 1 bi para formar fundo voltado a projetos de baixo carbono

“A Petrobras vai destinar US$ 1 bilhão à formação de um fundo para projetos de baixo carbono, disse nesta sexta-feira (24) o diretor de transição energética e de sustentabilidade da companhia, Mauricio Tolmasquim. Os recursos ajudarão a financiar projetos que sejam mais caros, mas que tenham maior eficiência na descarbonização ante outros que sejam mais baratos, porém com menor nível de redução de emissões, explicou. Já o diretor de engenharia, tecnologia e inovação da Petrobras, Carlos Travassos, destacou que a realização anual de investimento total está ligada a condições de mercado. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Sergio Caetano Leite, a Petrobras está interessada em avaliar novos modelos de financiamento e parcerias, sem comprometer seu endividamento.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2023

Falta profundidade na visão da liderança sobre tolerância a falhas e promoção do debate, diz líder de Diversidade da PWC

“Um erro comum das lideranças no que tange a práticas de diversidade e inclusão (D&I) é não consultar os funcionários sobre o que pode gerar engajamento e bem-estar. Outra falha é não se aprofundar nesses temas, por achar que sabe a fórmula. É o que diz Leandro Camilo, sócio da PwC Brasil e líder de Diversidade & Inclusão (D&I) AO Prática ESG, durante evento da consultoria no final de setembro. “Dez anos atrás, a gente tinha a visão que era um tema sobre grupos minorizados e identitários. E que um ‘processinho’ de letramento aqui, uma palestra de alguma pessoa de referência ali, e um grupo de afinidade resolveria a temática. Isso é muito pouco”, aponta Camilo. Ele provoca dizendo que possivelmente, quando perguntada, naquela época, se estava cuidando do tema de D&I, a liderança possivelmente dizia que sim, sem nem ao menos perguntar aos colaborares o que eles sentiam. Ele conta que a própria PwC precisou repensar sua estratégia ao longo do tempo para incluir a visão dos funcionários no diálogo para reduzir o hiato de percepção. A diferença de visões fica claro em uma pesquisa global recém-lançada pela consultoria, a “Hopes and Fears” (Esperanças e Medos, na tradução livre). Considerando apenas os respondentes brasileiros, quando perguntados se o(a) gerente tolera falhas de pequena escala, mais da metade (52%) dos líderes disseram eu sim, enquanto só um terço (33%) dos empregados afirmaram ter esse ambiente. Em outra questão, sobre se o(a) gerente encoraja divergências e debates, a discrepância é ainda maior: 69% dos líderes deram a resposta positiva contra 40% dos funcionários. As perguntas são estratégicas porque a aceitação do erro e o debate diverso são a base, segundo a consultoria, para ambientes inovadores. E inovação, segundo Camilo, é importante para as empresas prosperarem.”

Fonte: Valor Econômico, 25/11/2023

“Não existe estratégia magnífica com pessoas desengajadas”, diz CEO

“Uma das descobertas que o executivo português Miguel Setas fez ao liderar as operações da multinacional portuguesa de energia EDP no Brasil, por sete anos, foi a necessidade de valorizar e nunca subestimar a dimensão humana no resultado da empresa. “Antes, eu tinha uma visão de gestão da Europa mais ligada às partes processuais, que tem a ver com organização, planejamento e sistemas”, diz. Ele conta que também aprendeu que para trazer a sustentabilidade para o centro do negócio é preciso investir na transformação da cultura organizacional. “Você não consegue ter uma estratégia magnífica com pessoas desengajadas”, afirma. Sob sua gestão, a companhia foi líder em pontuação do Índice de Sustentabilidade (ISE) da B3 por dois anos consecutivos (2022 e 2023). Em abril, ele assumiu o comando da CCR, empresa brasileira de mobilidade e concessão de rodovias. Setas é o convidado desta semana do podcast CBN Profissional, uma parceria do Valor com a rádio “CBN”. No episódio, o executivo fala sobre o livro “Gigante pela própria natureza” (editora Gente), que lançou recentemente e no qual escreve sobre seu encantamento pelos diversos “Brasis” que conheceu ao longo de 15 anos morando no país, onde chegou com 37 anos de idade para atuar na EDP. Ele conta como se redescobriu como líder por aqui e o que, na sua opinião, significa exercer uma “liderança verde”, que pode ajudar o país a ser protagonista na questão climática mundial.”

Fonte: Valor Econômico, 27/11/2023

Executivos dos maiores bancos do mundo têm remuneração atrelada ao sucesso de metas ESG

“Salários de executivos das maiores instituições financeiras do mundo estão cada vez mais atrelados às políticas socioambientais. Segundo uma pesquisa realizada pela consultoria de governança Morrow Sodali, 8 em cada 10 bancos globais adotam indicadores relacionados às práticas ESG para definir a remuneração de suas lideranças. Dentre os três pilares do ESG, fatores sociais e ambientais são os que se destacam. Metas relacionadas à agenda climática e ampliação da diversidade, por exemplo, aparecem com maior impacto na remuneração da alta liderança, conforme revela o estudo. O levantamento foi realizado com base em informações públicas divulgadas pelos 30 maiores bancos mundiais – como JP Morgan, Morgan Stanley, Citi e Goldman Sachs. Segundo Agnes Blanco Querido, diretora-geral da operação da Morrow Sodali no Brasil, essa pode ser uma estratégia interessante para incorporar a sustentabilidade na cultura das organizações desde os níveis hierárquicos mais altos. “Trata-se de uma tendência que deve ter efeitos em bancos com operação no mercado brasileiro”, afirma ela.”

Fonte: Exame, 24/11/2023

Maioria das indústrias já adota ações para melhorar sustentabilidade, aponta relatório da CNI

“Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizada com empresários de todo o país mostra que a maioria das empresas industriais já adota medidas para reduzir a geração de resíduos sólidos (89%), para otimizar o consumo de energia (86%) e para para otimizar o uso de água (83%). O levantamento elencou nove ações para contribuir com a sustentabilidade ambiental na linha de produção. Do total de indústrias que participaram da pesquisa, 36% adotam de cinco a seis ações e 22% adotam de sete a oito ações. As empresas que não desenvolvem nenhuma medida relacionada à sustentabilidade somam 3%. A pesquisa ouviu 1.004 executivos de empresas industriais de pequeno, médio e grande portes em todos os estados. O levantamento foi feito pelo Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem, da FSB, entre os dias 3 e 20 de novembro. A dificuldade de crédito ou financiamento foi apontada como barreira para implantar ações de sustentabilidade por 22% dos entrevistados e 67% demonstraram interesse em acessar linhas de crédito para iniciativas sustentáveis.”

Fonte: Exame, 26/11/2023

Política

O clima no G20 do Brasil

“Ao colocar o lema “Construindo um mundo justo e um planeta sustentável” como tema de sua presidência, o Brasil assumirá oficialmente o papel de líder do G20 em dezembro de 2023. Essa nova responsabilidade do governo traz inúmeras oportunidades para o país alavancar sua influência global, alinhando a agenda do G20 e colaborando com outros Estados-membros para enfrentar os desafios climáticos prementes. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e o balanço global da Convenção de Mudança do Clima (UNFCCC) indicam que a ação coletiva para conter a crise climática necessita ser dramaticamente acelerada para garantir um futuro habitável na Terra. Esse tema é um dos balizadores das negociações na COP28, em Dubai. Há apenas uma estreita oportunidade para corrigir a situação, que demanda liderança e audácia política, além de escala nas soluções a serem adotadas e implementadas. O custo econômico da inação e dos impactos climáticos já vêm sendo sentidos nos últimos anos de forma crescente – só em 2022, foram de mais de US$ 445 bilhões, dos quais menos da metade foram assegurados, resultando em perdas econômicas de mais de US$ 313 bilhões. Às perdas econômicas se somam perdas de vidas e de ganhos sociais e de desenvolvimento: o Banco Mundial estima que os choques climáticos podem levar de 800 mil a 3 milhões de brasileiros à pobreza extrema em 2030. Por outro lado, estima-se que o custo da transição das economias para se tornarem neutras em carbono até 2030 seja de pelo menos US$ 4,3 trilhões por ano, dos quais pelo menos US$ 1 trilhão em economias emergentes (excluindo a China). Ao mesmo tempo, os países emergentes têm recebido menos de 27% dos investimentos e fluxos financeiros necessários para enfrentar as mudanças climáticas.”

Fonte: Valor Econômico, 27/11/2023

Decreto regulamenta lei da igualdade salarial entre mulheres e homens

“A Presidência da República publicou nessa sexta-feira (24), no Diário Oficial, a regulamentação da Lei da Igualdade Salarial (n 14.611), publicada em julho de 2023. A norma trata de mecanismos de transparência salarial e de critérios remuneratórios entre mulheres e homens. Entre as previsões, as empresas terão que publicar um relatório sobre os pagamentos. As medidas se aplicam às empresas com cem ou mais empregados que tenham sede, filial ou representação no Brasil. O texto prevê um Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios com a finalidade de comparação objetiva entre salários, remunerações e a proporção de ocupação de cargos. Deve contemplar o cargo com as respectivas atribuições, valores de salário contratual, décimo terceiro, gratificações, comissões, horas extras, entre outros adicionais, inclusive gorjetas. A regulamentação prevê que ato do Ministério do Trabalho e Emprego vai estabelecer as informações que deverão constar do Relatório e o formato e o procedimento para o seu envio. Os dados deverão ser anonimizados e enviados por meio de ferramenta informatizada a ser disponibilizada pelo Ministério. O relatório terá que ser publicado nos sites das próprias empresas, nas redes sociais ou em instrumentos similares, com a garantia de ampla divulgação para seus empregados, colaboradores e público em geral. Os relatórios terão que ser publicados em março e setembro. Informações adicionais poderão ser solicitadas.”

Fonte: Valor Econômico, 27/11/2023

Internacional

Empresas

Greenpeace acusa empresas chinesas de petróleo e gás de ‘greenwashing’ nas compras de GNL

“Grandes empresas de petróleo e gás em A China e outros países estão a utilizar compensações de carbono de baixa qualidade para “lavagem verde” nas suas importações de gás natural, ao mesmo tempo que não conseguem fazer fortes compromissos de redução de emissões, grupo ambiental O Greenpeace disse na segunda-feira. Empresas como PetroChina (601857.SS) e CNOOC Gas and Power assinaram contratos de longo prazo com a Shell para comprar gás natural liquefeito (GNL) “neutro em carbono”, que utiliza “floresta compensações” para equilibrar as emissões de carbono. Greenpeace, que há muito se opõe aos produtores de combustíveis fósseis contando as compensações de carbono para suas metas de redução de emissões, disse que a marca “neutro em carbono” estava enganando o público. “Para as empresas de petróleo e gás em particular, as compensações de carbono são um cortina de fumaça para obscurecer seu contínuo e redobrado carbono emissões”, disse Li Jiatong, líder do projeto do Greenpeace em Pequim. A PetroChina não respondeu a um pedido de comentário. Óleo CNOOC e a empresa-mãe da Gas disse que não estava envolvida no GNL compras. A Shell se recusou a comentar o relatório do Greenpeace.”

Fonte: Reuters, 27/11/2023

Política

Joe Biden deverá pular a cúpula do clima COP28 nos Emirados Árabes Unidos

“O presidente dos EUA, Joe Biden, não planeja participar da cúpula climática COP28 nos Emirados Árabes Unidos, marcada para começar esta semana, disseram autoridades americanas no domingo. A provável ausência de Biden na conferência era esperada enquanto ele enfrenta a guerra no Médio Oriente e se prepara para uma dura campanha de reeleição em 2024. Mas a aparente decisão de ignorar a reunião de líderes mundiais da COP28 ainda é surpreendente, dado que Biden colocou a luta contra as alterações climáticas no topo das suas agendas nacionais e internacionais e participou nas duas últimas cimeiras sobre o clima no Reino Unido e no Egipto. A Casa Branca disse na noite de domingo que não tinha “nada a anunciar” sobre a participação ou ausência planeada de Biden na cimeira COP28. O New York Times noticiou pela primeira vez que Biden optou por não comparecer este ano. Biden está viajando para Atlanta, Geórgia, esta semana para um serviço memorial de Rosalynn Carter, a ex-primeira-dama que morreu este mês, e para Pueblo, Colorado, para falar sobre investimentos em energias renováveis. Ele também deverá receber o presidente de Angola na Casa Branca na quinta-feira e participar de um evento na sala de concertos do Kennedy Center no domingo. Não há viagens ao exterior no calendário de Biden durante o resto do ano.”

Fonte: Financial Times, 27/11/2023

Nos EUA, a revolução dos elétricos chega aos cortadores de grama

“É uma irritação persistente que arruina os fins de semana tranquilos nos subúrbios dos EUA: o rugido do cortador de grama do vizinho, o zumbido do aparador, o uivo do soprador de folhas. Se a Califórnia tiver sucesso, o barulho em breve estará a caminho do fim. O estado, que há muito é líder em políticas ambientais, pode ser o primeiro a proibir a venda de novos cortadores de grama a gasolina e outras ferramentas de paisagismo a partir do ano que vem. A regra não é apenas uma medida de controle de ruído – ela visa principalmente reduzir as emissões de pequenos motores que são mais poluentes do que todos os carros do estado juntos. A proibição também estabelece um novo teste para a disposição dos americanos em adotar tecnologias mais limpas em suas vidas diárias, à medida que enfrentam restrições crescentes desde eletrodomésticos a carros convencionais, enquanto as empresas apostam tudo na eletrificação. A questão gerou um debate que ecoa a controvérsia sobre limites para fogões a gás, que enfrentaram oposição de alguns republicanos, empresas de gás e outros que afirmam que as restrições reduzem a escolha do consumidor. “Para fogões a gás e equipamentos de jardinagem a gasolina, estamos cada vez mais cientes de seu impacto na saúde pública”, disse Tony Dutzik, analista sênior de políticas no grupo de reflexão ambiental Frontier Group. “Se você é um formulador de políticas em outro lugar do país, com certeza estará analisando quão eficaz é a Califórnia.”.”

Fonte: Bloomberg Línea, 25/11/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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