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Brasil é o 5° país emergente mais atrativo para investimentos renováveis, diz BloombergNEF | Café com ESG, 21/12

Vibra, inaugura mais um "eletroposto; Klabin compra ativos florestais da Arauco no Paraná por R$ 5,8 bilhões

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE registrando queda de 0,79% e 0,81%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a Vibra vai inaugurar até o fim do mês oito “eletropostos” (unidades que têm pontos de recarga para carros elétricos) em diversas cidades do país, entrando em 2024 com 15 no total e cobrindo 2 mil km de estradas – parte de uma estratégia de investir na formação de uma rede de recarga elétrica rodoviária, a meta da empresa é chegar até 2025 a 70 postos com pontos de recarga, formando uma rede de 9 mil km pelas rodovias; e (ii) segundo relatório da BloombergNEF, depois de cair para a 9ª posição no ranking de países emergentes com condições mais favoráveis aos investimentos em energias renováveis em 2022, o Brasil terminará o ano de 2023 como o quinto mais atrativo – a Índia lidera a lista, seguida por China, Chile e Filipinas.

• No internacional, segundo o embaixador da Noruega no Brasil, as empresas norueguesas no país querem aumentar seu alcance local para contribuir com a mudança para uma economia menos poluente e mais verde – a Noruega é hoje uma das principais referências globais em economia verde, e a aproximação entre os dois países vem se dando no âmbito do G20.

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Brasil

Empresas

Klabin compra ativos florestais da Arauco no Paraná por R$ 5,8 bilhões

“A Klabin acertou nesta quarta-feira a compra dos ativos florestais da Arauco, concentrados sobretudo no Paraná, por US$ 1,16 bilhão, equivalente a R$ 5,8 bilhões ao câmbio atual, em operação que é estratégica para seus negócios no Estado. A aquisição engloba 150 mil hectares totais, dos quais 85 mil hectares de plantio de pinus e eucalipto, e 31,5 milhões de toneladas de madeira em pé, garantindo à companhia brasileira autossuficiência em matéria-prima na região, que era um ponto crítico para seus custos de produção ao menos até 2028. Duas das maiores unidades industriais da Klabin, Puma e Monte Alegre, estão instaladas ali. Do valor total a ser investido, com desembolso previsto para o segundo trimestre do ano que vem após aprovações — de acionistas (AGE) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) —, R$ 3 bilhões se referem à madeira adquirida, conforme preços da consultoria Afry (antiga Pöyry), referência global no setor, e R$ 2,8 bilhões à compra das terras propriamente. Pelo acordo, o preço por hectare a ser pago pela Klabin ficou em torno de R$ 33 mil, contra os mais de R$ 100 mil apurados pelo Valor, na mesma região, no início do ano. Houve forte valorização das terras em determinadas regiões do país nos últimos anos.”

Fonte: Valor Econômico, 20/12/2023

Rede de postos BR terá 15 unidades com tomadas para carros elétricos em rota de 2 mil quilômetros

“A Vibra, dona da rede de postos de combustível com a marca Petrobras, inaugura nesta quarta-feira, no Rio, mais um “eletroposto”, como são conhecidas as unidades que têm pontos de recarga para carros elétricos. A estrutura será instalada no posto BR da Avenida Epitácio Pessoa, na Lagoa, Zona Sul da cidade. A carga total nos veículos deverá levar de 20 a 30 minutos, a um preço entre R$ 100 e R$ 225, variando conforme a capacidade da bateria do veículo, informou a empresa. O posto na Lagoa é um dos oito eletropostos que serão inaugurados pela Vibra até o fim deste mês, em cidades do Rio, Espírito Santo, Minas e Bahia. Serão 15 postos do tipo até o fim deste ano. A eletrificação faz parte de uma estratégia de investir na formação de uma “rede de recarga elétrica rodoviária”. Os 15 postos vão cobrir 2 mil quilômetros pelas estradas do país. Segundo Clarissa Sadock, vice-presidente de energia renovável e ESG da Vibra, a meta é chegar até 2025 a 70 postos com pontos de recarga, formando uma rede de 9 mil quilômetros pelas rodovias, passando por sete estados. Dos 70 postos, 50 ficarão nas estradas e 20, nos centros urbanos. – Como a maior distribuidora de combustíveis, queremos ter também a maior rede de recarga elétrica – afirmou Clarissa. A Vibra não informa o total do investimento na eletrificação dos postos. A companhia fornece os pontos de recarga, mas o investimento fica a cargo dos donos de postos de sua rede.”

Fonte: Época Negócios, 20/12/2023

Mina 18 da Braskem em Maceió está se estabilizando, diz Defesa Civil

“A Defesa Civil de Maceió indicou ontem que a mina 18 da Braskem, que estava sob risco de colapso, está em processo de estabilização e novos dados, que serão divulgados até terça-feira (26), devem confirmar esse comportamento, segundo a mídia de Alagoas. Em entrevista, o coordenador do órgão, Abelardo Nobre, afirmou que sismógrafos não detectaram nova atividade sísmica na região e não há registro de alteração de pressão, o que sinaliza que o processo de erosão da cavidade voltou ao ritmo natural, dentro do esperado. “As outras minas continuam sem apresentar alteração. Lembrando que toda a área sofre um processo de subsidência, que não é natural, mas que está sendo monitorado 24 horas”, afirmou. No dia 10, o teto da mina 18, usada para exploração de sal-gema pela petroquímica na região da Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange, se rompeu. Naquele momento, a velocidade de deslocamento da cavidade estava em 0,52 centímetro por hora e a mina já havia cedido 2,35 metros. Com o rompimento, um dos aparelhos de alta precisão usados para monitorar essa movimentação, se perdeu. As primeiras análises, realizadas pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA-AL), indicaram que o rompimento não resultou em contaminação adicional das águas da lagoa.”

Fonte: Valor Econômico, 20/12/2023

Agenda das empresas e direitos humanos

“Muito tem se falado sobre “ESG”, sigla que indica as práticas de sustentabilidade ambiental, social e de governança das empresas. O que isso tem a ver com os direitos humanos, reconhecidos na Declaração Universal da Organização das Nações Unidas, que completou 75 anos em 10 de dezembro? Direitos humanos são conquistas históricas para a proteção da dignidade de todas as pessoas. Nas sociedades contemporâneas, isso significa a garantia de uma série de direitos: os civis e políticos, como as liberdades, os econômicos, sociais e culturais – trabalho e moradia, por exemplo, e os coletivos -defesa do meio ambiente. Quando falamos de ESG estamos, portanto, nos referindo a práticas corporativas justas necessariamente pautadas pelos direitos humanos. Exemplos para isso são os indicadores de relações e condições de trabalho adequadas, incluindo a saúde, a segurança, a diversidade e a inclusão de funcionários, além do respeito à liberdade de associação. Também engloba formas de resolução de conflitos e manejo de impactos às comunidades afetadas pela atuação da empresa, entre outros parâmetros. E existem referências legais consolidadas para essas práticas. Atualmente já contamos com uma série de normas, nacionais e internacionais, como as que determinam regras de proteção ambiental, de direitos trabalhistas e de reconhecimento e mitigação das vulnerabilidades decorrentes de raça e gênero.”

Fonte: Valor Econômico, 20/12/2023

A relevância dos padrões ESG

“Faz pouco mais de um ano que a Anbima, associação do mercado de capitais, divulgou parâmetros para os fundos de investimentos serem considerados sustentáveis. De lá para cá, o interesse das gestoras pela pauta ESG – sigla em inglês para se referir a questões ambientais, sociais e de governança corporativa – tem crescido. Mas, uma pesquisa recente do escritório Cepeda Advogados, especialista em estruturação de fundos, mostra que ainda há um caminho longo de amadurecimento. Foram procuradas 550 gestoras no Brasil e só 18% delas – pouco mais de 100 – responderam ao questionário todo, possivelmente apenas as que já iniciaram a jornada ESG, seja na gestão de seus fundos e produtos ou internamente, na própria gestora. “Ainda há muito ceticismo quando tratamos da cultura ESG, principalmente sua relação ou não com um maior retorno financeiro”, comenta Fábio Cepeda, sócio do Cepeda Advogados. Ele comenta que, apesar de já terem sido divulgados estudos que apontam a tendência de os investimentos sustentáveis darem retorno maior do que os demais, que não se preocupam com padrões ESG, ainda é necessário um tempo para que o mercado se conscientize. “Os benefícios da implementação do ESG são percebidos a longo prazo, o que, muitas vezes, não condiz com a necessidade e pressão por retorno no curto prazo”, diz Cepeda. Mesmo em uma amostra com gestoras mais conscientes e engajadas na pauta, 21% dos respondentes não têm política formal ESG, ainda que considerem para o futuro. Outros 61% afirmaram que já têm e 18% estão em fase de implementação, traz o estudo.”

Fonte: Valor Econômico, 20/12/2023

SoluBio colhe a safra bilionária dos bionsumos

“A SoluBio surfou na hora certa a onda dos bioinsumos da agricultura e agora colhe os resultados: em menos de uma década de atuação no mercado, a empresa de Jataí (GO) atraiu investidores relevantes, foi avaliada em R$ 1 bilhão e planeja investimentos no exterior. A empresa é uma das protagonistas do mercado brasileiro de bioinsumos, que já é bilionário e deve crescer mais ainda nos próximos anos. Somente na safra 2021/22, esse setor movimentou R$ 3,3 bilhões, segundo um estudo da CropLife Brasil, que representa o segmento, em parceria com a S&P Global. O valor representa um crescimento de 219% em relação à safra anterior. Quando ouvir falar em bioinsumos, pense nos microrganismos presentes na natureza: bactérias, fungos, vírus. Na agricultura, esses organismos podem, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade do solo, ajudar no crescimento de plantas e controlar pragas de uma forma sustentável, em substituição a produtos químicos. Há pouco mais de dez anos, uma solução inovadora do tipo chamou a atenção do técnico agrícola Alber Guedes, que mantinha uma consultoria de agricultura de precisão para fazendas no Rio Grande do Sul, a Agroplan. Ele conheceu um tipo de biodefensivo aplicado contra pragas na soja em uma propriedade do Mato Grosso e resolveu levar para o Sul. “Virou uma febre, todo mundo queria conhecer.”

Fonte: Capital Reset, 21/12/2023

Política

Enfim, o protagonismo ambiental do Brasil

“O cenário climático global atinge níveis críticos, manifestando-se em eventos extremos que impactam diversas comunidades ao redor do mundo. Desde a intensa onda de calor no Brasil até as devastadoras enchentes no Paquistão, as secas e incêndios na América do Norte e as ondas de calor na Ásia e Europa, os desdobramentos são alarmantes. Segundo o estudo Global Catastrophe Recap, feito pela seguradora Aon, os meses de janeiro a setembro de 2023 registraram 75 mil mortes e perdas econômicas avaliadas em US$ 295 bilhões, resultado direto desses eventos climáticos destrutivos. É nesse contexto caótico que o Brasil passa a se movimentar para ganhar um protagonismo na preservação do meio ambiente e na adoção de iniciativas que, muito além dos tradicionais standards de mensuração de carbono, passem a valorizar a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos por esta prestados. Nesse momento, ganha destaque a urgência do debate sobre a regulação do mercado de carbono. Na COP28, em Dubai, lideranças estaduais defenderam o mercado regulado de carbono ao longo da programação de painéis. O PL 2148/15 não apenas é visto como uma peça-chave para promover uma economia mais verde, mas também é fundamental para consolidar o Brasil naquilo que é sua vocação natural: líder global na transição para práticas mais sustentáveis.”

Fonte: Brazil Journal, 20/12/2023

Referência, Noruega quer ‘inspirar’ economia verde no Brasil

“Uma das principais referências globais em economia verde, a Noruega enfrenta, há alguns anos, dilemas para descarbonizar sua economia que o Brasil começa a encarar de forma mais estruturada recentemente. Da indústria do petróleo, do transporte marítimo, fertilizantes e produção de energia pelo vento, o país nórdico quer mostrar ao país o que pode agregar de conhecimento e também negócios. Segundo Odd Magne Rudd, embaixador da Noruega no Brasil, e Mette Tangen, a nova cônsul-geral diplomática, que chegou ao Rio em setembro, as empresas norueguesas no Brasil querem aumentar seu alcance local e podem contribuir com a mudança para uma economia menos poluente, mais verde. A aproximação dos dois países no âmbito do G20, grupo de grandes economias globais, é vista pelos representantes noruegueses como oportunidade para também estreitar laços comerciais. A Noruega é um dos oito países convidados pelo governo brasileiro, que preside o G20 no próximo ano, para ajudar na gestão e conteúdo das discussões do grupo. Dentre os temas prioritários que o Brasil elencou para sua presidência no G20, estão a transição energética e o desenvolvimento sustentável, justamente o que o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, destacou que é onde o país nórdico pode “influenciar decisões importantes” por ter histórico em lidar com questões climáticas.”

Fonte: Valor Econômico, 21/12/2023

Brasil melhora posição entre mercados mais atrativos para investimentos renováveis

“Depois de cair para a 9ª posição no ranking de países emergentes com condições mais favoráveis aos investimentos em energias renováveis em 2022, o Brasil terminará o ano de 2023 como o quinto mais atrativo, de acordo com relatório Climatescope da BloombergNEF. A Índia lidera a lista, seguida por China, Chile e Filipinas. O Climatescope analisa o progresso e a atratividade no setor de energia limpa em 110 economias. Juntos, esses países representam quase dois terços do total de adições de capacidade global de geração renovável em 2022 e 82% da população mundial. “Nos últimos anos, o Brasil sempre esteve no Top 10. No ano passado, ele teve uma queda maior na pontuação e foi para o 9º lugar. Este ano voltou a recuperar”, conta Sofia Maia, chefe de pesquisa sobre Transição da BNEF. Em entrevista à agência epbr, ela explica que para atrair investimentos, as economias emergentes precisam de um mercado de eletricidade bem estruturado, com uma série de políticas em vigor para apoiar suas metas de energia renovável. “Os primeiros cinco países do Climatescope refletem isso claramente, e é por isso que todos permaneceram entre os 10 principais mercados nos últimos quatro anos”. No caso da Índia, primeira colocada, a receita combina metas ambiciosas para substituir combustíveis fósseis, leilões de energia renovável e o crescente investimento em capacidade eólica e solar.”

Fonte: Agência epbr, 20/12/2023

Internacional

Empresas

Ørsted avançará com o maior parque eólico offshore do mundo no Mar do Norte

“Ørsted deverá prosseguir com o desenvolvimento do maior parque eólico offshore do mundo, no Mar do Norte, depois de o Reino Unido ter aumentado o apoio financeiro ao sector, num grande impulso para o grupo dinamarquês após uma série de reveses. A empresa listada em Copenhague fez o anúncio na quarta-feira sobre o projeto Hornsea 3 de 2,9 GW na costa de Yorkshire, que será capaz de fornecer energia para cerca de 3,3 milhões de residências.  As ações do grupo subiram 3%, para DKr371, no fechamento do mercado, embora permaneçam em queda de mais de 40% desde o início do ano, depois que a empresa abandonou dois projetos eólicos offshore nos EUA. O anúncio segue-se a uma amortização de 28,4 mil milhões de coroas dinamarquesas (4 mil milhões de dólares) devido aos problemas nos EUA, que levaram à saída do diretor financeiro, Daniel Lerup, e do diretor de operações, Richard Hunter, em novembro.O projecto Hornsea 3, de 8 mil milhões de libras, a ser construído com turbinas de 14 megawatts fabricadas pelo fabricante alemão Siemens Gamesa, é a maior decisão de investimento da Ørsted .”

Fonte: Financial Times, 20/12/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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