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Alemanha intensifica sua política nacional de hidrogênio | Café com ESG, 27/07

Projetos que envolvem descarbonização capturam mais de US$ 500 milhões só nos últimos 12 meses; Alemanha anuncia revisão de sua política nacional de hidrogênio

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,45% e +0,58%, respectivamente.

• Do lado das empresas, segundo um levantamento da Crunchbase, base de dados de venture capital e startups, projetos que envolvem remoção, captura e estoque de carbono, novas tecnologias para indústrias intensivas em emissões e créditos de carbono captaram só nos últimos 12 meses mais de US$ 500 milhões – na lista, foram incluídas 43 iniciativas ao redor do globo, com financiamento em seis continentes.

• Na política, (i) o ministro da Casa Civil, Rui Costa, defendeu ontem que a Petrobras “intensifique” a exploração de novos reservatórios de óleo e gás na região conhecida como “margem equatorial” – Costa citou especificamente a questão do Amapá, cuja bancada parlamentar tem trabalhado nos bastidores para viabilizar a exploração de petróleo na foz do rio Amazonas; e (ii) a Alemanha anunciou ontem uma revisão de sua política nacional de hidrogênio – a meta de produção interna dobrou, mas ainda assim o país terá de importar cerca de dois terços do combustível até o fim da década para manter seus objetivos de descarbonização, o que pode gerar grandes oportunidades para o Brasil.

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Brasil

Empresas

Holu instala energia solar em duas unidades básicas de saúde

“No dia 19 de maio de 2023, foram inaugurados dois sistemas de energia solar fotovoltaica nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) 6 e 7 da cidade de Nova Odessa, em São Paulo. A instalação dos painéis solares, conduzida pela empresa Holu Solar, é resultado de uma parceria entre o Grupo Gera e a UTE Paulínia Verde. A partir da interação entre as empresas envolvidas e a prefeitura de Nova Odessa, que se mostrou interessada em construir a parceria, surgiu a iniciativa de doar dois sistemas fotovoltaicos para a geração de energia das unidades de saúde. O objetivo da ação é reduzir os custos da prefeitura e fornecer energia limpa e renovável para a cidade. “Utilizar energia limpa é um respeito ao meio ambiente, e ainda traz economia e sustentabilidade ao município. Estou muito contente com a inauguração dos sistemas fotovoltaicos nas UBSs da cidade”, afirma José Schooder, Prefeito de Nova Odessa. A Holu Solar desempenhou a parte operacional da instalação, desde a aquisição dos materiais até a homologação dos sistemas junto à concessionária Companhia Paulista de Força e Luz Paulista (CPFL). Hoje, os dois sistemas fotovoltaicos estão operando normalmente, viabilizando o objetivo de ambas as partes. “O objetivo, tanto da Holu quanto do Grupo Gera, é levar energia renovável e acessível para todos, e aqui, buscamos fazer exatamente isso, dando acesso á comunidade local com energia renovável’’, afirma Christian Schock, Diretor de Operações Grupo Gera.”

Fonte: Valor Econômico, 26/07/2023

Iniciativas promovem inclusão com tarifas baixas

“Iniciativas ESG (sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança) das empresas de saneamento apostam na tarifa social como política de inclusão sanitária, em ações que expandem o tratamento da água ao abastecimento por cisternas ou buscam incorporar comunidades locais em esforços de sustentabilidade. A Orizon realizou no ano passado 215 ações socioambientais que beneficiaram 12,7 mil pessoas de 115 instituições de 30 cidades brasileiras. A empresa tem 20 anos de especialização no manejo de resíduos sólidos. Os 15 ecoparques da companhia instalados em dez Estados reciclam o lixo de 40 milhões de brasileiros e o transformam em fertilizante verde ou energia renovável. As políticas ESG ganham reforço este ano com a criação do Instituto Orizon Social. Além de promover ações de melhoria do relacionamento no entorno dos ativos, a empresa atua na geração de renda ao dar prioridade à contratação de quem mora próximo das unidades da empresa. No combate ao etarismo, aumentou o número de colaboradores com mais de 50 anos. Projetos de educação ambiental e promoção da economia circular para estudantes e comunidades locais tentam difundir e tornar práticos os conceitos de sustentabilidade. “As políticas ESG precisam ir além do negócio”, afirma Mariana Rico, gerente de sustentabilidade da Orizon. A BRK Ambiental, parte da multinacional canadense Brookfield, que administra ativos em mais de 30 países e no Brasil abastece 16 milhões de pessoas em 13 Estados, fez parceria com a seguradora Zurich no projeto de desinfecção de água de cisterna. A ação beneficia 900 famílias de Alagoas e Bahia no Semiárido Nordestino. Cada família recebe um dispositivo de filtragem da água com o uso de luz solar, o que contribui para redução de doenças provocadas pela ingestão de água contaminada. “O projeto reforça a aliança entre entes privados em prol do desenvolvimento sustentável e da segurança hídrica”, diz Carlos Almiro de Magalhães Melo, diretor de relações institucionais, sustentabilidade e ESG da BRK.”

Fonte: Valor Econômico, 26/07/2023

Por mais equidade no trânsito, Chevrolet irá financiar CNHs para mulheres

“As mulheres são apenas 35% dos motoristas no trânsito brasileiro, de acordo com a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Os motivos para isto são muitos, como falta de acesso, renda, vontade ou mesmo receio, visto que 80% das pessoas que têm medo de dirigir são mulheres. Para mudar o cenário de desigualdade de gênero no trânsito, a Chevrolet anuncia uma parceria com a ONG Plano Feminino para a doação de R$ 1 milhão, por meio de uma plataforma de financiamento coletivo na qual pessoas físicas e outras empresas também podem contribuir, para que mulheres possam tirar sua CNH. “A carteira de habilitação traz independência, acesso e liberdade para essas mulheres. Estamos começando esse movimento para mudar o cenário no trânsito e incentivar o fim do estereótipo de que mulher não dirige bem. Inclusive, apenas 6% dos acidentes em São Paulo são causados por mulheres, justamente por serem mais cuidadosas ao dirigir”, diz Christianne Rego, CMO da General Motors no Brasil, em evento em São Paulo. De acordo com a executiva, as mulheres que participarem do programa serão acompanhadas pela GM e pela Plano Feminino para garantir a conclusão do processo na autoescola. Em seguida, poderá ser pensada numa fase para incentivar a compra do veículo próprio.”

Fonte: Exame, 26/07/2023

Mulheres serão mais afetadas do que homens pela IA no trabalho, diz McKinsey

“As ondas de automação e inteligência artificial (IA) que estão por vir têm o potencial de afetar mais as mulheres do que os homens, podendo substituir quase um terço das horas trabalhadas na economia dos Estados Unidos. Essa é uma das conclusões de um novo relatório da equipe de pesquisa da consultoria McKinsey, que examina as tendências do mercado de trabalho dos EUA até o final de 2030. O relatório calculou que as mulheres têm 1,5 vezes mais chances de precisar mudar para uma nova ocupação do que os homens durante esse período. A razão para isso é que elas estão super-representadas em indústrias com empregos de menor salário que, segundo o relatório, serão mais impactadas pela automação, incluindo suporte de escritório e atendimento ao cliente. Negros e hispânicos também serão afetados negativamente, à medida que a demanda por trabalhadores na indústria alimentícia e de produção diminui. No total, o Instituto Global McKinsey estima que pelo menos 12 milhões de trabalhadores nos EUA precisarão mudar de ocupação até o final de 2030. Parte dessa transição ocorrerá devido ao impulso para alcançar emissões zero de carbono, o que deslocará milhões de empregos. O que preocupa, segundo a diretora do instituto, Kweilin Ellingrud, é que essa mudança será concentrada entre os trabalhadores de baixa renda. Eles têm até 14 vezes mais chances de precisar mudar de ocupação do que aqueles em posições de maior salário e a maioria precisará adquirir habilidades adicionais para fazê-lo com sucesso.”

Fonte: Bloomberg Línea, 26/07/2023

Ataques cibernéticos entram na agenda da governança

“O Brasil é um dos países com o maior número de ataques cibernéticos do mundo. Na América Latina, o país lidera o ranking de casos de ataques do tipo DDoS, quando o invasor deixa os recursos de um sistema indisponíveis para os usuários. Houve mais de 285 mil ocorrências (39% de toda a região) desse tipo no segundo semestre de 2022, segundo a empresa especializada em cibersegurança Netscout System. Para especialistas, não é mais uma questão de ‘se’ as empresas forem atacadas, mas sim de ‘quando’. Não à toa, a cibersegurança foi apontada como uma das cinco prioridades de conselhos de administração pela consultoria EY para 2023, e as falhas em segurança cibernética colocadas entre os 10 maiores riscos elencados pelo Fórum Econômico Mundial. Nesse contexto, o link entre o tema e o ESG (sigla em inglês para falar de questões ambientais, sociais e de governança corporativa) tem ficado cada dia mais claro. “Os riscos cibernéticos já estão no topo da agenda de CEOs e integrantes da alta liderança. Afinal, uma eventual vulnerabilidade na segurança de dados ou nos sistemas de uma companhia pode trazer consequências em diferentes âmbitos: reputacional, operacional, legal e financeiro”, comenta Reinaldo Fiorini, sócio sênior e Managing Partner da consultoria McKinsey no Brasil. Para ele, uma boa governança – um dos aspectos de ESG – deve levar em consideração a segurança cibernética, a qual também precisa estar ligada às áreas de negócios. Mercedes Stinco, coordenadora da comissão de gerenciamento de riscos corporativos do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), destaca que os investimentos na área estão intimamente ligados à governança corporativa.”

Fonte: Valor Econômico, 25/07/2023

Política

Rui Costa defende que Petrobras intensifique exploração de óleo e gás no Amapá

“O ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), defendeu nesta quarta-feira que a Petrobras “intensifique” a exploração de novos reservatórios de óleo e gás na região conhecida como “margem equatorial”, faixa litorânea localizada no Norte do país, entre os Estados do Amapá e Rio Grande do Norte. Costa citou especificamente a questão do Amapá, cuja bancada parlamentar tem trabalhado nos bastidores para viabilizar a exploração de petróleo na foz do rio Amazonas. “Remonto que, junto com a questão eólica, solar e os projetos em desenvolvimento em hidrogênio verde, temos outros desafios, como a chamada margem equatorial, que pega desde o norte do Amapá até a bacia do Rio Grande do Norte, com investimentos, pesquisa que a Petrobras vai manter, vai intensificar porque ali acena-se com a possibilidade de ser um novo grande novo reservatório de gás e óleo para o Brasil”, disse durante reunião com o Consórcio do Nordeste, no Palácio do Planalto. Em entrevista recente, Prates disse que a estatal apresentou ao Ibama uma série de “novos elementos” e “dados técnicos” que embasariam o licenciamento para o projeto no local, mas, apesar disso, o órgão regulador ainda não tem perspectiva de dar uma resposta à solicitação. O presidente da Petrobras reconheceu, na ocasião, que há uma “ansiedade” em torno da liberação para a pesquisa. A ansiedade mencionada por Jean Paul é uma referência indireta à pressão que a bancada do Amapá no Congresso tem exercido contra o governo. Os parlamentares defendem que é necessário derrubar ou reverter o parecer emitido pelo Ibama que vai contra o projeto de exploração de petróleo na bacia da Foz do Amazonas.”

Fonte: Valor Econômico, 26/07/2023

Internacional

Empresas

Startups de captura de carbono estão em alta e atraem milhões de fundos 

“Na contramão da seca de dinheiro que assola startups no mundo todo, projetos que envolvem remoção, captura e estoque de carbono, novas tecnologias para indústrias intensivas em emissões e créditos de carbono captaram só nos últimos 12 meses mais de US$ 500 milhões, ou R$ 2,4 bi. É o que mostra um levantamento recente realizado pelo Crunchbase, base de dados de venture capital e startups. Na lista, foram incluídas 43 iniciativas ao redor do globo, com financiamento em seis continentes. A maioria delas está nos chamados estágios seed early, em que os negócios ainda estão em um momento pré-receita ou desenvolveram apenas o piloto. Com dois terços tendo entrado para a base do Crunchbase nos últimos quatro anos, os projetos ainda são novos e precisam ganhar escala – o que abre espaço para novas rodadas de captação. A brasileira Mombak, de remoção de carbono pelo reflorestamento da Amazônia, está entre as listadas. A startup acaba de ter uma participação minoritária comprada pela gestora de investimentos da seguradora francesa Axa, que também se comprometeu a injetar US$ 49 milhões nos projetos. Por trás do grande fluxo de recursos para esses negócios nascentes, está a constatação de que para manter o aumento da temperatura global em 1,5ºC até o fim do século, não bastará reduzir as emissões de gás carbônico, será preciso removê-lo da atmosfera, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU.”

Fonte: Capital Reset, 26/07/2023

Varo Energy garante US$ 3,3 bilhões em impulso para metas verdes

“A refinadora e comerciante Varo Energy garantiu US$ 3,33 bilhões em sua última rodada de financiamento, o que ajudará a financiar seus projetos de energia sustentável, incluindo a compra de uma participação na maior instalação de biogás do norte da Europa, disse na quinta-feira. O pacote inclui US$ 165 milhões como o primeiro empréstimo verde da empresa – o que significa que ela deve financiar projetos com um benefício ambiental. Refinanciará parcialmente a aquisição da Varo de uma participação de 80% na fabricante holandesa de biogás Bio Energy Coevorden (BEC). “O que isso nos dá é a flexibilidade financeira para investir no que achamos ser uma enorme oportunidade para nossa empresa em negócios verdes”, disse o CEO da Varo, Dev Sanyal, à Reuters. Varo, de propriedade da Carlyle do comerciante de energia Vitol, disse que a forte demanda significava que havia adicionado quatro novas instituições aos seus credores existentes e que o lançamento da dívida sobre-assinada arrecadoueu US$ 130 milhões a mais do que o bilhão planejado. Ao todo, a Varo planeja investir cerca de US$ 3,5 bilhões até 2026, dois terços dos quais irão para seu negócio de energias sustentáveis, enquanto cerca de US$ 140 milhões por ano sustentariam as despesas de capital em hidrocarbonetos. Os projetos verdes incluem hidrogênio, biocombustíveis, biogás, veículos elétricos e remoção de carbono baseada na natureza.”

Fonte: Reuters, 27/07/2023

A maioria das empresas europeias não tem receita ou capex alinhados com os critérios verdes da UE

“Quase dois terços das empresas europeias não têm nenhuma receita que atenda à lista de atividades favoráveis ao clima da UE, e metade não tem despesas de capital planejadas que possam ser consideradas verdes, de acordo com uma nova análise publicada na quinta-feira. A taxonomia da União Europeia classifica as atividades econômicas que podem ser comercializadas como sustentáveis para melhorar a transparência e incentivar o investimento no combate às mudanças climáticas. As empresas agora são obrigadas a divulgar quanto de sua receita está de acordo com a taxonomia. O alinhamento com os critérios verdes significa receitas geradas por indústrias amigas do clima, como energia renovável, ou outras indústrias que atendem a certos critérios – por exemplo, uma usina siderúrgica que produz emissões abaixo de um certo nível. Uma análise da empresa de dados de sustentabilidade ESG Book de 683 empresas, representando 40% da capitalização de mercado europeia, descobriu que a participação média da receita da empresa alinhada com a taxonomia era de 8%, enquanto que para o capex – que captura planos de gastos corporativos de longo prazo – ficou em 13% Mais de 60% das empresas europeias estudadas tinham receita zero alinhada com ela, e 50% não tinham capex alinhado, descobriu o ESG Book. “A escala do desafio [para uma economia de baixo carbono] é muito mais clara”, disse Leon Saunders Calvert, diretor de produtos da ESG Book. “Para muitas empresas que têm que passar por uma transição, você gostaria e esperaria que mais de seus capex fossem feitos de uma maneira que levasse ao alinhamento.”

Fonte: Reuters, 27/07/2023

Política

Novo plano alemão prevê importação massiva de hidrogênio

“A Alemanha anunciou hoje uma revisão de sua política nacional de hidrogênio. A meta de produção interna dobrou, mas ainda assim o país terá de importar cerca de dois terços do combustível até o fim da década para manter seus objetivos de descarbonização, o que pode gerar grandes oportunidades para o Brasil. Uma estratégia dedicada à importação “para diversificar os canais e evitar dependências” está em desenvolvimento. Em visita ao Brasil em janeiro, o primeiro-ministro alemão, Olaf Scholz, discutiu o fornecimento de hidrogênio verde com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.O Brasil tem mais de 20 projetos em estudo para produção de hidrogênio voltado ao mercado externo, mas até aqui nenhum de grande escala recebeu decisão final de investimento. A Alemanha incentiva com recursos financeiros e técnicos projetos de produção de hidrogênio em países como Noruega, Emirados Árabes Unidos e Canadá, além de várias iniciativas na África. A primeira planta de grande escala do continente está em construção no Marrocos. Setores importantes da economia alemã, como siderurgia e indústria química, dependem do hidrogênio para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. O país se comprometeu a atingir o net zero em 2045.”

Fonte: Capital Reset, 26/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Mineração & Siderurgia: Um setor desafiador, gradualmente buscando oportunidades; Gerdau à frente dos pares (link)

Orizon (ORVR3): Companhia segue como uma das melhores sob a cobertura da XP (link)

Cosan (CSAN3): Fortalecendo governança e impulsionando a agenda ESG em suas subsidiárias (link)

Outros relatórios de destaque

O que muda com as novas normas globais de sustentabilidade do ISSB? (link)

Eletrobras (ELET3): Principais destaques do Investor Day (link)

ESG: Quatro principais tendências para a segunda metade do ano (link)

Destaques da reunião com a Verra, maior certificadora global de crédito de carbono (link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

CVM avança em diversidade; Preocupações ambientais impactam setor de telecom nos EUA; PETR4 e a saga com o Ibama (link)

ELET3 e o interesse em H2V; Mercado de dívida verde cresce; Projeto de lei para mercado de carbono no Brasil está pronto (link)

Brasil avança em agenda regulatória ‘verde’, com taxonomia e mercado de carbono (link)


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