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Acelen planeja investir R$12bi em biocombustíveis | Café com ESG, 08/12

Acelen planeja produzir 1 bilhão de litros de diesel verde e combustível sustentável de aviação por ano; FMI apoia precificar as emissões de carbono e reduzir os subsídios ao setor de petróleo

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o IBOV e o ISE registrando alta de +0,30% e +0,23%, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a Acelen, empresa controlada pelo fundo Mubadala Capital, de Abu Dhabi, planeja produzir 1 bilhão de litros de diesel verde e combustível sustentável de aviação por ano na Bahia, usando como matéria-prima o fruto da macaúba – o investimento é estimado em R$12 bilhões e a expectativa é bater o martelo sobre o projeto no primeiro semestre do ano que vem; e (ii) a Renault está implementando tecnologias de inteligência artificial para reduzir pela metade o custo de produção de veículos elétricos até 2027, à medida que a corrida para fabricar carros elétricos acessíveis para o mercado de massa se intensifica – a montadora também pretende reduzir o tempo de desenvolvimento de veículos para dois anos (vs. três atuais).

• Na COP28, a JGP lançou a emissão de R$150 milhões em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA Verde) sustentáveis da Capal, cooperativa de produtores rurais com mais de 3,7 mil cooperados nos estados de São Paulo e Paraná – os recursos serão usados em ações relacionadas ao desenvolvimento sustentável conduzidas pela Capal e beneficiarão quase 800 cooperados, abrangendo mais de 140 mil hectares de terras.

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Brasil

Empresas

CVM está preocupada com supervisão e aplicação de regras sobre sustentabilidade, diz diretora

“As primeiras regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ligadas ao tema da sustentabilidade terão um viés educativo, mas o regulador está preocupado com a supervisão e com o enforcement (cumprimento das responsabilidades), disse nesta quinta-feira Flávia Perlingeiro, diretora da autarquia. Não há espaço para que as normas do regulador sobre o tema fiquem apenas no papel, alertou. O assunto faz parte do Plano de Supervisão Baseada em Risco e envolve várias áreas da autarquia. “As normas são muito recentes. Tem um período de orientação, uma agenda educacional e preventiva. O enforcement é necessário”, afirmou. Eventualmente, o regulador pode agir com a atuação sancionadora, completou. “A norma sem supervisão e enforcement não valeria de nada.” O Brasil foi o primeiro país a anunciar a adoção dos novos critérios do Conselho Internacional de Padrões de Sustentabilidade (ISSB, na sigla em inglês), com a Resolução 193 da CVM, divulgada em outubro. Nos dois primeiros anos, a divulgação será voluntária. De 2027 em diante, os documentos serão obrigatórios para companhias listadas nas categorias A e B. “Trabalhar com estes temas na CVM quer dizer regular, supervisionar, fiscalizar. O nível de profundidade e maturidade que todo grupo tem que ter é muito sensível”, afirmou Perlingeiro, ao participar do evento “A CVM e a democratização do mercado de capitais”, no Rio.”

Fonte: Valor Econômico, 07/12/2023

JGP lança emissão de R$ 150 milhões em CRAs sustentáveis de cooperativa na COP28

“A JGP lançou, na 28ª Conferência do Clima da ONU (COP28), em Dubai, a emissão de R$ 150 milhões em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA Verde) sustentáveis da Capal, cooperativa de produtores rurais com mais de 3,7 mil cooperados nos estados de São Paulo e Paraná. Os recursos serão usados em ações relacionadas ao desenvolvimento sustentável conduzidas pela Capal e beneficiarão quase 800 cooperados, abrangendo mais de 140 mil hectares de terras. A transação teve o apoio do Banco Alfa como coordenador exclusivo. A JGP atuou com o serviço de ESG Advisory, que trabalha no posicionamento estratégico de empresas do ponto de vista de sustentabilidade. “Muitos associados têm na cooperativa a sua principal fonte de crédito para viabilizar a sua produção e, tendo esse reforço de caixa, com certeza vamos proporcionar melhor poder de negociação com os fornecedores”, pontua Amilton Brambila, diretor financeiro da Capal, que vem observando o movimento de algumas cooperativas profissionalizarem a gestão, modelo usado pela empresa há 28 anos. Para José Pugas, sócio da JGP e responsável por ESG e estratégias de Crédito Sustentável, o alinhamento do cooperativismo brasileiro às melhores práticas de agricultura de baixo carbono vai acelerar a transição do agronegócio brasileiro para modelos climaticamente eficientes, socialmente inclusivos e naturalmente positivos. A Capal responde por cerca de 65% das operações da cooperativa, produzindo mais de 959 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, trigo, milho e café.”

Fonte: Valor Econômico, 07/12/2023

Agenda da descarbonização tende a acelerar, diz presidente da Vibra

“O presidente da Vibra Energia, Ernesto Pousada, disse nesta quinta-feira (7), que a agenda de descarbonização tende a acelerar, conforme visto recentemente nos debates promovidos na COP28, realizado nos Emirados Árabes Unidos. Segundo ele, a empresa está entrando de cabeça na transição energética, com aquisições e projetos de energia renovável. No entanto, ele ainda vê espaço para combustíveis fósseis por muitos anos – a distribuição de combustíveis é o carro-chefe da Vibra Energia. “Ainda vamos ver etanol, vamos ver pontos de recarga [nos postos]”, disse o executivo. Pousada, que participou de evento virtual promovido pela agência epbr, disse que a companhia aposta na capilaridade da empresa para promover os projetos de energia renovável. A companhia colocou fichas na aquisição de empresas, como a Comerc, que tem capacidade instalada de 1,6 gigawatts (GW) de energia solar e eólica, na joint venture com a Copersucar para formação de uma empresa de comercialização de etanol, e na compra de metade de participação na ZEG Biogás, que produz gás natural renovável de aterros sanitários. Além disso, a empresa tem parceria com a EZVolt para recarga de veículos.”

Fonte: Valor Econômico, 07/12/2023

Grupo Orizon propõe soluções sustentáveis para a corrida climática e é a única empresa LATAM do setor no 1º pavilhão de resíduos da história das COPs

“Resíduos sólidos representam de 3 a 5% das emissões globais de gases do efeito estufa (GEE). O Brasil ainda tem 2.500 depósitos de lixo a céu aberto, onde são descartadas irregularmente, aproximadamente 30 milhões de toneladas, de acordo com dados da ISWA (Internacional Sólido Waste Association), instituição sem fins lucrativos que reúne organizações do setor de resíduos sólidos no mundo. Com o propósito de contribuir com a agenda global das mudanças climáticas, o Grupo Orizon, particpa da 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP28, em Dubai e é a única empresa do setor na América Latina integrante do pavilhão inédito sobre resíduos, promovido pela ISWA. Segundo Milton Pilão, CEO da Orizon, iniciativa privada, governos e sociedade civil precisam se mobilizar e costurar cada vez mais incentivos e regulação para acelerar as transformações energéticas, descarbonizar a economia e repensar os modelos produtivos existentes. “A transição energética está na agenda do Brasil para a COP28 e, como a maior referência na indústria de transformação de resíduos, a Orizon tem um importante papel nessa jornada, com um portfólio completo de soluções sustentáveis, capazes de promover a destinação correta dos resíduos e fomentar a economia circular”, afirma o executivo.”

Fonte: Infomoney, 07/12/2023

O projeto de R$ 12 bi do Mubadala para biocombustível de macaúba

“A Acelen, empresa controlada pelo fundo Mubadala Capital, de Abu Dhabi, planeja produzir 1 bilhão de litros de diesel verde e combustível sustentável de aviação por ano na Bahia, usando como matéria-prima o fruto da macaúba, uma palmeira nativa do Brasil. O investimento é estimado em R$ 12 bilhões. A expectativa é bater o martelo sobre o investimento no primeiro semestre do ano que vem, disse ao Reset Luiz de Mendonça, o CEO da empresa.  O projeto foi anunciado no Museu do Futuro, uma estrutura que parece um donut deformado e que em um ano e meio de funcionamento já se tornou um dos ícones da arquitetura de Dubai, onde acontece a COP28. A ideia é construir uma biorrefinaria na mesma área onde fica a refinaria de Mataripe, na Bahia, também operada pela Acelen. O projeto de engenharia já está quase pronto. O plano envolve ainda o plantio da macaúba em 200 mil hectares de áreas degradadas na Bahia e no norte de Minas Gerais. As duas frentes correm em paralelo, diz Mendonça. De um lado, a companhia vai atuar no desenvolvimento da cadeia da macaúba. Um centro de tecnologia agronômica será instalado em Montes Claros (MG), junto com um banco de sementes e viveiros.”

Fonte: Capital Reset, 07/12/2023

Internacional

Empresas

Os planos da Renault para reduzir pela metade os custos dos elétricos

“A Renault está implementando tecnologias de inteligência artificial (IA) para reduzir pela metade o custo de produção de veículos elétricos até 2027, à medida que a corrida para fabricar carros elétricos acessíveis para o mercado de massa se intensifica. A montadora também pretende reduzir o tempo de desenvolvimento de veículos para dois anos, em comparação com três anos, segundo um comunicado divulgado nesta quinta-feira (7), detalhando um plano para tornar sua base de produção mais competitiva. As medidas devem reduzir os custos de produção de carros a combustão interna em 30% no mesmo período. Essas ações fazem parte de uma grande transformação na Renault, que neste ano reformulou sua aliança de longa data com a Nissan Motor. A fabricante francesa planeja listar sua unidade de veículos elétricos, a Ampere, no próximo ano, visando uma avaliação de até 10 bilhões de euros (US$ 10,8 bilhões), com a confirmação de significativos investimentos tanto da Nissan quanto da Mitsubishi. A Renault já utiliza mais de 300 aplicativos de inteligência artificial para rastrear peças de carros e fortalecer o controle de qualidade, e agora pretende aumentar esse número para 3.000 até meados da década. A empresa construiu um metaverso industrial que economizou 270 milhões de euros para o grupo este ano, principalmente por meio de manutenção preditiva em instalações.”

Fonte: Bloomberg Línea, 07/12/2023

C-level fica mais diverso, mas cargo de CEO ainda é ocupado pelas mesmas pessoas

“Durante décadas, o auge da escalada corporativa foi atingido por homens. Se precisar de provas, basta observar que, até recentemente, em qualquer momento da história, mais diretores executivos do sexo masculino dirigiam grandes empresas do que o número total de mulheres que ocupavam o mesmo cargo. No entanto, há sinais de que as portas estão começando a se abrir. Um estudo da empresa de recrutamento Spencer Stuart, constatou que quase metade (49%) das diretorias executivas das empresas listadas na Fortune 500 agora é composta por mulheres e pessoas de origens étnicas e raciais historicamente subrepresentadas. Os defensores da diversidade no meio empresarial americano devem comemorar essa vitória que, até pouco tempo atrás, parecia fora de alcance. Mas a manchete, que aparentemente sugere progresso, também corre o risco de se tornar uma distração de algumas tendências preocupantes ocultas nos dados. Para chegar a ocupar quase metade da diretoria executiva, os executivos que são mulheres ou negros, indígenas ou de outras minorias capitalizaram, em grande parte, a criação do que é considerado “novos” cargos na diretoria executiva. A Spencer Stuart constatou que, juntos, esses dois grupos representam 89% de todos os diretores de inclusão e diversidade e 64% de todos os diretores de sustentabilidade – cargos que, após um rápido crescimento, agora existem em mais da metade das empresas da Fortune 500”

Fonte: Bloomberg Línea, 07/12/2023

Política

Precificar melhor as emissões de carbono pode financiar a transição climática, diz diretora do FMI

“Precificar as emissões de carbono e reduzir os subsídios ao setor de petróleo poderiam gerar novas arrecadações necessárias para lidar com o aquecimento global, disse nesta quinta-feira (7) a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, durante evento da COP28. A economista defende que os preços atuais das taxas de carbono pelo mundo estão em patamar muito mais baixo do que deveriam e que fechar essa lacuna é uma maneira de aumentar a arrecadação e obter mais recursos para a transição energética. “A taxa do carbono é um instrumento particularmente poderoso porque gera receitas e é justo. Quanto mais emissões você gera – através do consumo ou da indústria – mais você paga”, disse Georgieva na COP28, ressaltando que caso a taxa de carbono seja precificada corretamente, cerca de 20% das receitas geradas com o mecanismo poderão ajudar 30% da população mais pobre do planeta. Georgieva também criticou a grande quantidade de subsídios mundiais à indústria do petróleo, dizendo que o setor pode ter recebido no ano passado cerca de US$ 7,1 bilhões em subsídios. Segundo a diretora-gerente do FMI, esse montante deveria ser redirecionado para “áreas como pesquisa e desenvolvimento ou infraestrutura”, que podem ajudar no desenvolvimento de tecnologias para a transição energética.”

Fonte: Valor Econômico, 07/12/2023

Em carta aberta na COP 28, lideranças indígenas alertam para problemas na produção de baterias elétricas

“Cem grupos indígenas globais e aliados publicaram na quinta-feira uma carta aberta apelando aos negociadores da COP 28 para protegerem os direitos indígenas durante a transição para energia limpa. A carta, assinada por dezenas de organizações lideradas por indígenas, bem como por grupos de defesa ambiental, como a Earthjustice, instou os delegados a lutar por políticas que exijam o consentimento das comunidades indígenas antes que as suas terras ancestrais possam ser exploradas. “Temos laços ancestrais, culturais e espirituais com as nossas terras que não só exigem a nossa participação na defesa do clima, mas também nos chamam a comprometer-nos com práticas adequadas de gestão da natureza que estão profundamente enraizadas nos nossos modos de vida”, afirma a carta. Os povos nativos, diz o documento, estão entre os líderes globais na exigência da eliminação progressiva dos combustíveis fósseis, mas, sem as salvaguardas adequadas, essa transição poderia colocar essas comunidades em risco. “Os produtos de energia limpa, como painéis solares, turbinas eólicas e baterias para armazenamento de energia e veículos elétricos, requerem muito mais minerais para serem produzidos do que os seus homólogos movidos a combustíveis fósseis.”

Fonte: Valor Econômico, 08/12/2023

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

Análise ESG Empresas (Radar ESG)

Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

Smart Fit (SMFT3): O segredo para progredir é dar o primeiro passo(link)

Outros relatórios de destaque

Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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