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Economia em Destaque: Ômicron se espalha mas não afeta mercados

Seu resumo semanal de economia no Brasil e no mundo

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Resumo

A variante Ômicron segue se espalhando rapidamente, mas evidências apontam que os sintomas provocados por ela são mais brandos. Os governos e os mercados veem reduzir as chances de novas medidas de restrição da mobilidade que impactam a atividade econômica.

No Brasil, riscos fiscais, relacionados ao orçamento de 2022 voltam a ser destaque na semana. Na seara de dados macroeconômicos, os destaques foram os fortes resultados fiscais, a inflação medida pelo IGP-M e dados de emprego.

Atualizações Covid-19

A variante Ômicron continua a se espalhar rapidamente pelo mundo. Muitos países estão alcançando recordes de novos casos diários. No entanto, os governos não têm corrido para adotar medidas restritivas severas, mantendo serviços essenciais funcionando. Crescem as evidências de que a nova variante é menos perigosa, levando a hospitalizações mais breves e menos mortes, principalmente entre pessoas vacinadas.

Os dados oficiais brasileiros de casos, óbitos e vacinação seguem apresentando instabilidade desde o ataque hacker de 9 de dezembro. Isto, somado à baixa testagem e à falta de divulgações de dados estaduais em alguns dias torna mais difícil o monitoramento e a elaboração de políticas públicas para combater o vírus.

Cenário Internacional

Variante Ômicron parece não apresentar risco grande para a atividade econômica

A variante Ômicron cresce em representatividade entre os casos confirmados de Covid-19. Entretanto, a visão predominante dos mercados continua a ser de que a nova onda da Covid não prejudicará a recuperação econômica global. Entre os riscos para a atividade no ano que vem, a inflação global emerge como preocupação, podendo levar bancos centrais, especialmente de países desenvolvidos a adotar posturas mais duras.

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Enquanto isso, no Brasil…

Mesmo com orçamento aprovado, riscos fiscais permanecem

As notícias dos últimos dias vêm apresentando riscos adicionais ao orçamento de 2022, principalmente ao teto de gastos. Em particular, preocupam a desoneração da folha e os gastos com pessoal. Produzimos um relatório detalhando os riscos e as possíveis consequências para o fiscal, confira aqui.

Resultados fiscais mais fortes

Os resultados fiscais do mês de novembro vieram mais fortes, ambos (primário do governo central e setor público consolidado) registrando superávit primário. Os resultados mantiveram a tendência positiva observada ao longo do ano. Apesar dos bons resultados atuais, esperamos uma deterioração fiscal em 2022 e que a atividade econômica perca fôlego e as despesas aumentem (esperamos que as despesas primárias aumentem pelo menos 1 pp do PIB em 2022 em relação a 2021).

Inflação medida pelo IGP-M encerra o ano com alta de 17,8%

 O IGP-M subiu 0,87% em dezembro (consenso: 0,73%). Entre janeiro e dezembro de 2021, o índice acumulou alta de 17,78%. A maior contribuição para o resultado do IGP-M de dezembro partiu do índice ao produtor. O IGP-M é o índice que normalmente é considerado para reajustes de aluguel.

Mercado de trabalho surpreende positivamente

A taxa de desemprego brasileira atingiu 12,1% no trimestre móvel encerrado em outubro ante 12,6% no 3º trimestre (XP: 12,2%; consenso: 12,3%), conforme divulgado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD-Contínua) do IBGE.

A reabertura econômica tem propiciado uma recuperação consistente – ainda que gradual – do nível de emprego doméstico. Do lado negativo, há encolhimento no rendimento real efetivo médio e inflação persistentemente alta. Projetamos que a taxa de desemprego nacional atingirá 11,8% ao final de 2021, após ter encerrado 2020 ao redor de 14,5%. Produzimos um relatório detalhando o cenário de emprego para o próximo ano, que pode ser acessado aqui.

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O que esperar para semana que vem?

No cenário internacional, a agenda da primeira semana de 2022 traz dados de emprego nos Estados Unidos (relatório Nonfarm Payroll), além da prévia da inflação e vários indicadores de atividade econômica da Zona do Euro, todos relativos a dezembro.

Já no lado doméstico, destaque para a divulgação do IGP-DI e da balança comercial também referentes ao último mês do ano, além dos resultados da produção industrial em novembro.

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