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Geopolítica global e dados de inflação no Brasil são destaques

Preços do petróleo e IPCA de setembro são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 09/10/2026

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IBOVESPA +0,94% | 206.220 Pontos

CÂMBIO +0,27% | 5,02/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira (8) em alta de 0,9%, aos 206.220 pontos, interrompendo duas quedas consecutivas. Petrobras (PETR4, +2,1%; PETR3, +3,1%) sustentou o avanço, acompanhando a alta de 3,6% do petróleo do tipo Brent. No Brasil, o cenário político contribuiu para o recuo dos juros futuros, favorecendo os papéis domésticos e ajudando o índice.

Na ponta positiva, as varejistas Azzas 2154 (AZZA3, +7,7%), Assaí (ASAI3, +7,4%) e Magazine Luiza (MGLU3, +5,6%) avançaram com a queda dos juros. Vamos (VAMO3, +7,3%) também figurou entre as maiores altas. Na ponta negativa, Vale (VALE3, -1,6%) foi a principal pressão sobre o índice, com o minério de ferro em Dalian no menor nível em 18 meses.

Renda Fixa

Os juros fecharam em queda nesta quinta-feira. Nos Estados Unidos (EUA), a melhora da demanda no leilão de títulos de 30 anos trouxe alívio para a curva de Treasuries após as máximas recentes, levando a T-note de dois anos para 4,75% (-2 bps), a T-note de 10 anos para 5,23% (-5 bps) e o T-bond de 30 anos para 5,60% (-6 bps). Apesar da correção, o mercado segue monitorando as pressões inflacionárias associadas ao petróleo e o tom mais conservador de autoridades do Federal Reserve, o banco central americano. No Brasil, o recuo refletiu a combinação de um leilão do Tesouro percebido como menos agressivo do que o esperado em termos de risco, a continuidade do fluxo favorável para ativos locais e o recuo das taxas americanas. O DI jan/29 encerrou a 12,32% (-12 bps) e o DI jan/31 a 12,42% (-18 bps). A NTN-B também recuou, com a B29 a 6,68% (vs. 6,82%), a B35 a 6,78% (vs. 6,90%) e a B50 a 6,65% (vs. 6,74%).

Mercados globais

Nesta sexta-feira (9), os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,4%; Nasdaq 100: +0,8%) após a queda do petróleo e com a recuperação das ações de tecnologia após o temor de quinta-feira com a receita da OpenAI, depois que a Bloomberg informou que a empresa espera atingir ao menos US$ 70 bilhões anualizados até o fim do ano. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 1,0%, impulsionado principalmente pelos setores bancário e de tecnologia. Na Ásia, os mercados fecharam em alta: o Nikkei 225 (Japão) avança 1,3%, enquanto na China o CSI 300 avançou 0,2% e o Hang Seng (Hong Kong) subiu 1,8%.

O mercado acompanha hoje a queda do petróleo, depois que Donald Trump afirmou que os EUA não atacarão o Irã antes das eleições legislativas de novembro e descreveu as conversas como “produtivas”, ainda que operadores sigam céticos diante dos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz. O Brent recua cerca de 1,2%, para próximo de US$ 103/barril, e o yield do Treasury de 10 anos oscila perto de 5,25%, enquanto o mercado precifica cerca de 70% de chance de alta dos juros pelo Fed em dezembro, com o dirigente Christopher Waller afirmando que novas altas devem ser necessárias. Os investidores também direcionam o foco para a temporada de resultados, com divulgações esperadas de JPMorgan, Wells Fargo, Goldman Sachs e Citigroup na terça-feira e de Bank of America e Morgan Stanley na quarta-feira, além do CPI de setembro, também na quarta-feira.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta quinta-feira em queda de 0,14%, aos 3.949,64 pontos, devolvendo parte dos ganhos observados nas sessões anteriores.

O desempenho dos segmentos foi majoritariamente negativo ao longo do dia. As lajes corporativas destoaram do restante do mercado e lideraram os ganhos, com alta de 0,57%, seguidas pelo segmento de Outros (+0,13%). Entre as quedas, os fundos de multiestratégia recuaram 0,32%, acompanhados pelos fundos de shoppings (-0,31%) e pelos multiestratégia/FOFs (-0,27%). Os segmentos de ativos logísticos (-0,11%), híbridos (-0,12%) e fundos de fundos (-0,11%) também encerraram o pregão no campo negativo. Os fundos de recebíveis, que representam 35,1% da carteira teórica do índice, recuaram 0,10%, mesma variação observada pelos FIIs de tijolo no agregado.

Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram TRBL11 (+4,3%), LIFE11 (+3,4%) e KCRE11 (+2,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por MCRE11 (-4,3%), BBIG11 (-2,7%) e VILG11 (-1,6%).

Economia

Nos Estados Unidos, dirigentes do Fed reforçaram a sinalização de novas altas de juros. Christopher Waller afirmou que aumentos adicionais provavelmente serão necessários para levar a inflação à meta, mas deixou aberta a possibilidade de pausa em outubro. Alberto Musalem, presidente do Fed de St. Louis, considera necessário um aperto adicional nos próximos seis a nove meses. O mercado espera manutenção dos juros em outubro, com nova alta em dezembro.

Na agenda internacional de hoje, destaque para a leitura preliminar da sondagem de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. No Brasil, o principal indicador será o IPCA de setembro, para o qual projetamos alta de 0,75% M/M e 4,50% A/A, impulsionada por preços administrados e alimentos.

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Economia

IPCA de setembro é destaque na agenda de hoje

  • Nos Estados Unidos, Christopher Waller, diretor do Fed, afirmou ontem que novos aumentos de juros provavelmente serão necessários para levar a inflação à meta de 2%. Waller ressaltou, porém, que há flexibilidade quanto ao ritmo das altas e deixou aberta a possibilidade de pausa na reunião de política monetária de outubro. Na mesma linha, Alberto Musalem, presidente do Fed de St. Louis, defendeu um aumento adicional dos juros para assegurar a convergência da inflação à meta de 2%. Musalem considera necessário um aperto adicional nos próximos seis a nove meses. O mercado espera manutenção da taxa básica no intervalo entre 3,75% e 4,00% em outubro, com nova alta em dezembro;
  • Ainda nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de seguro-desemprego caíram 2 mil, para 197 mil na semana encerrada em 3 de outubro, e permaneceram próximos das mínimas em 57 anos pela quarta semana consecutiva. O resultado contrasta com o Payroll de setembro, que registrou criação de apenas 29 mil vagas, e reforça a caracterização do mercado de trabalho como low-hire, low-fire: contratações moderadas, mas sem aumento disseminado das demissões. A combinação sugere um mercado de trabalho estável, mas com menor dinamismo nas contratações, o que contribui para a expectativa de manutenção dos juros pelo Fed em outubro, apesar da possibilidade de novo aumento em dezembro;
  • Na Zona do Euro, a ata da reunião de política monetária de setembro do Banco Central Europeu (BCE), quando a taxa de depósito foi elevada em 0,25 p.p., para 2,50%, mostrou que todos os membros avaliaram os riscos para a inflação como inclinados para cima. O documento destacou, contudo, que a taxa de 2,50% ainda se encontra dentro do intervalo de estimativas de juro neutro do BCE, e os membros evitaram sinalizar os próximos passos. Paralelamente, dirigentes do BCE indicaram não haver pressa para novos aumentos, ao argumentar que os efeitos de segunda ordem do choque de energia têm sido limitados e que as expectativas de inflação de longo prazo seguem ancoradas. A próxima reunião de política monetária ocorre em 28 e 29 de outubro;
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, em publicação nas redes sociais, que o país não atacará o Irã antes das eleições de meio de mandato, em 3 de novembro, e citou conversas “produtivas” com Teerã. A declaração veio depois que a revista The Atlantic reportou que a Casa Branca havia pedido ao Pentágono opções de ataque antes do pleito. Trump manteve, porém, o bloqueio naval às exportações iranianas, enquanto o Irã intensificou os ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz, com nove ocorrências registradas em outubro. O preço do petróleo (tipo Brent) segue acima de US$ 100 por barril;
  • Na agenda internacional de hoje, destaque para a leitura preliminar de outubro da sondagem de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Também estão previstos discursos de dirigentes do BCE (Isabel Schnabel e Piero Cipollone) e do Fed (Susan Collins). No Brasil, o principal destaque será o IPCA de setembro, para o qual projetamos alta de 0,75% M/M e 4,50% A/A, ligeiramente abaixo do consenso de 0,76% M/M. A aceleração será impulsionada principalmente pelos preços administrados, com o fim do Bônus de Itaipu nas contas de eletricidade e a alta da gasolina, além da retomada dos preços de alimentação, especialmente in natura e carnes. Esperamos também aceleração dos núcleos de inflação e dos serviços subjacentes, que excluem itens com preços voláteis, o que interromperá a tendência mais benigna das últimas leituras.

Empresas

Brasil | Óleo & Gás: adicionando novas fronteiras exploratórias

  • Na quarta-feira (7), a ANP realizou duas rodadas de licitação: (i) a 6ª Rodada da Oferta Permanente de Concessão (OPC6); e (ii) a 4ª Rodada da Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP4). No total, o governo arrecadou cerca de R$3,54 bilhões em bônus de assinatura (R$3,0 bilhões na OPC6 e R$530 milhões na OPP4).
  • A Petrobras foi a principal arrematadora em ambas as rodadas, comprometendo R$2,99 bilhões (c. 0,4% do valor de mercado) por 19 blocos na OPC6 e R$232 milhões (c. 0,03% do valor de mercado) por 2 blocos na OPP4. No total, a companhia comprometeu c. R$3,22 bilhões (c. 0,44% do valor de mercado, ou US$0,64 bilhão).
  • Entre as demais empresas sob nossa cobertura, a PRIO arrematou os blocos Magnetita e Hematita, adjacentes ao cluster Frade/Wahoo, na OPP4 por R$95 milhões (c. 0,2% do valor de mercado, ou US$19 milhões). A PetroReconcavo garantiu dois blocos onshore na OPC6 por um valor imaterial (0,01% do valor de mercado). Em nossa visão, as novas áreas adicionam opcionalidade às companhias, mas não representam uma alocação de capital material no curto prazo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Papel e celulose: preços da celulose ganham tração, embora a demanda permaneça frágil em setembro

  • O sentimento no mercado de celulose melhorou em Oct’26, com os preços da BHKP aumentando ~US$20/t M/M, para ~US$580/t, sustentados pela disponibilidade limitada no mercado spot, pelos menores estoques nos portos chineses e por ofertas mais firmes;
  • Suzano e Arauco anunciaram novos aumentos para Oct’26, enquanto os maiores embarques de BHKP ofereceram suporte adicional;
  • No entanto, a baixa rentabilidade dos produtores de papel e a resistência a transações com preços mais elevados continuam limitando a implementação dos reajustes;
  • Os menores custos domésticos de cavacos de madeira também reforçam a competitividade dos produtores integrados chineses, com os produtores que utilizam madeira doméstica operando com uma vantagem de custos de ~US$50/t;
  • No geral, esperamos maior tração dos preços no início do 4T26E, mas vemos espaço limitado para a BHKP permanecer de forma sustentável acima de ~US$600/t sem uma recuperação da demanda por papel;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

SLC (SLCE3) | Às portas de uma nova safra

  • Estamos atualizando nosso modelo e elevando nosso preço-alvo de BRL 17/ação para BRL 18,7/ação, refletindo principalmente (i) o novo guidance, (ii) a atualização dos preços futuros das commodities e (iii) juros mais baixos;
  • No geral, apesar das revisões positivas e da nossa expectativa de geração de caixa em 2027 (vs. uma queima de caixa projetada anteriormente), mantemos nossa recomendação Neutra devido aos desafios de curto prazo, principalmente relacionados a um potencial evento de El Niño, além das pressões de alavancagem no curto prazo;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Camil (CAML3) | Análise dos resultados do 2T26 (agosto/26): preparando a cozinha

  • A Camil reportou resultados mistos, com desempenho da divisão Internacional acima do esperado e força de preços em Alto Valor compensando volumes mais fracos que o esperado em Alto Giro. A receita líquida atingiu BRL 2,8 bi (-7% A/A; -2% vs. XPe), enquanto a pressão de despesas com SG&A pesou sobre a rentabilidade, levando o EBITDA a BRL 225 mi (-10% A/A; -4% vs. XPe);
  • A principal surpresa negativa ficou por conta do SG&A. Maiores despesas com frete, mudanças no mix logístico e investimentos adicionais em marketing e iniciativas comerciais elevaram a relação SG&A/receita para desconfortáveis 19,6%, mais do que compensando os ganhos de margem bruta proporcionados pelo menor CPV em ambas as unidades de negócio;
  • Do lado positivo, a companhia entregou geração de caixa de BRL 127 mi, vs. nossa estimativa de queima de caixa de BRL 129 mi, permitindo que a alavancagem permanecesse estável em 4,7x Dívida Líquida/EBITDA;
  • De maneira geral, embora o trimestre ainda deixe um gosto amargo devido ao SG&A, acreditamos que a Camil encerra o período melhor posicionada para um 2S mais forte do que esperávamos anteriormente. Com os preços do arroz em recuperação e a possibilidade de uma sinalização mais construtiva para a trajetória de SG&A à frente durante o earnings call de amanhã, esperamos uma reação positiva das ações;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

XP Educação | Prévia do 3T26: pressão sobre as margens, força na geração de caixa

  • Esperamos um trimestre misto para o setor de educação, marcado pela continuidade da queda na captação do ensino a distância e pela estabilização, ou modesta recuperação, da captação presencial;
  • Embora Medicina deva permanecer como um importante suporte para a rentabilidade, a pressão sobre as margens provavelmente será um dos principais temas do trimestre, refletindo tanto a menor alavancagem operacional no ensino a distância quanto fatores específicos de cada companhia;
  • Por outro lado, a geração de caixa permanece como o principal destaque da tese de investimento do setor, com a maioria das companhias devendo apresentar melhora (A/A) no 3T26;
  • Entre as empresas sob nossa cobertura, Ser Educacional e Ânima parecem mais bem posicionadas para entregar resultados mais fortes em relação aos pares.
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • JetBio fará diesel renovável a partir de etanol no Brasil (The Agribiz);
  • US 10-year Treasury yields risk hitting 6% for first time since 2000, Pimco says (Financial Times);
  • Consórcio com dona da Equipav vence disputa por estatal de saneamento na Argentina (InvestNews);
  • Fitch Rebaixa Rating da Hapvida Para ‘A(bra)’; Perspectiva Negativa (Fitch Ratings).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Bullets | Fundos Imobiliários (FIIs) [Daily]
    • RBRX11: Proposta de consolidação (Research XP);
    • IFIX recua 0,14% nesta quinta-feira e interrompe sequência de altas (Suno Notícias);
    • FIIs batem recorde, mas o melhor ainda pode estar por vir (EuQueroInvestir);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
    • RBRX11: Proposta de consolidação
    • O Pátria propôs a incorporação do PSEC11 pelo RBRX11, criando um fundo multiestratégia com patrimônio líquido combinado de aproximadamente R$ 2,6 bilhões;
    • Na operação, o RBRX11 atuará como fundo consolidador e adquirirá a totalidade da carteira de ativos do PSEC11;
    • Como contrapartida, os cotistas do PSEC11 receberão cotas do RBRX11 e/ou recursos em dinheiro após o processo de liquidação do fundo;
    • A relação de troca será definida com base nos valores patrimoniais dos fundos em data ainda a ser determinada, permanecendo a operação sujeita à aprovação dos cotistas;
    • Avaliamos a operação de forma positiva. Acesse o link abaixo para entender mais sobre a nossa visão;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

NOAA eleva probabilidade de que El Niño alcance intensidade “muito forte” nos próximos meses | Café com ESG, 09/10

  • O pregão de quinta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 1,03% e 1,46%, respectivamente.
  • No Brasil, (i) a Gasmig abriu uma nova chamada pública para fechar novos contratos de longo prazo para aquisição de biometano produzido em Minas Gerais, com o objetivo de ampliar o uso do gás renovável na rede de distribuição da companhia – as propostas da nova chamada devem ser enviadas até 23 de outubro e considerar fornecimento firme e contínuo, sem sazonalidade, em contratos de até dez anos; e (ii) segundo estimativa do Plano Decenal de Expansão de Energia 2036 (PDE 2036), data centers devem demandar 30 TWh de eletricidade em 2036, um aumento de 10 vezes o consumo atual, de 3 TWh – o plano também estima o crescimento do consumo pela eletromobilidade para 15 TWh em 2036 (vs. 1 TWh em 2026), impulsionado pela redução do preço dos veículos elétricos e a expansão da infraestrutura de recarga.
  • No internacional, uma nova atualização da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) elevou de 63% para 81% a probabilidade de que o atual El Niño alcance intensidade “muito forte” nos próximos meses – a atualização aumenta as chances de impactos relevantes sobre a produção agrícola em diferentes regiões do mundo, inclusive no Brasil.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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