IBOVESPA +0,46% | 187.197 Pontos
CÂMBIO +0,52% | 5,20/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta de 0,5%, aos 187.197 pontos, no terceiro avanço consecutivo. A alta de Petrobras (PETR4, +1,3%; PETR3, +1,8%) e Vale (VALE3, +0,6%) sustentou o índice, enquanto os investidores seguem em modo de espera pelo resultado do primeiro turno das eleições.
Azzas 2154 (AZZA3, +7,0%) liderou o índice após receber 15 propostas não vinculantes pela Farm Rio, sinalizando avanço no processo de venda. Na ponta negativa, os bancos pressionaram o Ibovespa: Santander Brasil (SANB11, -3,0%) teve a maior queda, seguido por Itaúsa (ITSA4, -1,5%), BTG Pactual (BPAC11, -0,6%) e Itaú Unibanco (ITUB4, -0,3%).
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram ontem em direções mistas. Nos EUA, as Treasuries devolveram parte da alta observada ao longo da sessão após comentários de dirigentes do Fed sinalizarem que eventuais novos aumentos de juros podem levar mais tempo para ocorrer, apesar das preocupações persistentes com a inflação, o petróleo e a trajetória da dívida pública americana.
A T-note de 2 anos encerrou a 4,78% (-10 bps), a T-note de 10 anos a 5,24% (-5 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,61% (-3 bps), embora os vencimentos mais longos tenham renovado máximas desde o início dos anos 2000 durante o pregão.
No Brasil, a curva de juros apresentou abertura, descolando-se do movimento externo diante da aversão ao risco, da cautela dos investidores na véspera do primeiro turno das eleições presidenciais e da volatilidade trazida pela alta do petróleo. Assim, o DI jan/27 encerrou a 13,56% (+0 bp), o DI jan/29 a 13,80% (+1 bp) e o DI jan/31 a 14,01% (+5 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 7,44% (estável), a B35 a 7,63% (vs. 7,57%) e a B50 a 7,25% (vs. 7,17%).
Mercados globais
Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,4%; Nasdaq 100: +0,7%), em compasso de espera pelo relatório de emprego de setembro, com o alívio do petróleo e dos juros longos. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,6%, recuperando parte da queda de quinta-feira, quando teve o pior pregão desde junho. Na Ásia, os mercados fecharam mistos: o Nikkei 225 (Japão) subiu 1,1%, na China o CSI 300 avançou 0,3% e o Hang Seng (Hong Kong) recuou 2,6%, na reabertura após o feriado do Dia Nacional, enquanto o Kospi (Coreia) avançou 0,5%.
O mercado acompanha o recuo do petróleo, com o Brent cedendo cerca de 2%, para perto de US$ 99/barril, após reportagens de que a Europa avalia liberar estoques de diesel e petróleo, movimento que corrige parte da alta da véspera, quando o envio de um terceiro porta-aviões americano ao Oriente Médio levou o Brent acima de US$ 100. O yield do Treasury de 10 anos opera próximo de 5,2%, depois de tocar 5,33% na quinta-feira, o maior nível desde 2002, enquanto a probabilidade de alta de juros pelo Fed em outubro gira em torno de 20%, após o PCE (núcleo) de 3,0% ao ano, abaixo dos 3,3% esperados, ainda que o presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, tenha reforçado que a inflação segue elevada. No pré-mercado, a Nike recua cerca de 10% após guidance abaixo do esperado e queda nas vendas na Grande China. Por fim, os investidores direcionam o foco para o relatório de emprego de setembro.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de quinta-feira em alta de 0,02%, aos 3.755,86 pontos.
O desempenho dos segmentos foi misto ao longo da sessão. Os fundos de shoppings lideraram os ganhos do dia, com valorização de 0,72%, seguidos pelo segmento de multiestratégia/FOFs (+0,41%) e pelos ativos logísticos (+0,18%). Os fundos de tijolo avançaram 0,31% no agregado, enquanto as lajes corporativas registraram alta de 0,13%. Na outra ponta, os fundos de recebíveis recuaram 0,25% e os fundos híbridos encerraram a sessão em baixa de 0,31%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram WHGR11 (+3,4%), RBRR11 (+1,9%) e XPML11 (+1,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por MFII11 (-3,8%), ITRI11 (-3,0%) e BCRI11 (-2,9%).
Economia
No cenário internacional, as tensões no Oriente Médio voltaram a pressionar os mercados de energia. No Canadá, o governo classificou o Pacific Link como projeto de interesse nacional, buscando ampliar em 1 milhão de barris por dia a capacidade de exportação de petróleo para a Ásia e reduzir a dependência do mercado americano.
Nos Estados Unidos, a indústria permaneceu em expansão, com o ISM em 54,5 pontos, mas a forte alta do componente de preços pagos sinalizou persistência das pressões de custos. Trump voltou a defender juros mais baixos, em contraste com um ambiente no qual o Fed segue atento aos riscos inflacionários. No Brasil, o PMI industrial caiu para 44,8 pontos, menor nível desde abril de 2023, combinando forte enfraquecimento da demanda com nova aceleração dos custos de insumos.
Na agenda, o principal destaque internacional será o relatório de emprego dos Estados Unidos (Nonfarm Payroll), incluindo a taxa de desemprego, relevante para os próximos passos do Fed. No Brasil, será divulgada a Produção Industrial (PIM) de agosto, para a qual esperamos retração de 0,2% m/m e 0,6% a/a.
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Economia
Indústria brasileira deve perder força enquanto Payroll está no radar
- O preço do petróleo voltou a superar US$ 100 por barril diante da perspectiva de uma nova escalada militar no Oriente Médio, com o petróleo tipo Brent para avançando 4,37%, para US$ 102,31 por barril, e o WTI subindo 2,71%, para 92,87 dólares por barril. Segundo relatos, o Pentágono estaria enviando um terceiro grupo de ataque de porta-aviões e navios adicionais do Corpo de Fuzileiros Navais para a região, acrescentando entre 9 mil e 10 mil militares. Ao mesmo tempo, aumentaram as preocupações com a oferta global de diesel: os EUA teriam solicitado à União Europeia a liberação de 120 milhões de barris do derivado ao longo dos próximos seis meses, enquanto refinarias chinesas suspenderam temporariamente exportações de derivados para destinos fora de Hong Kong e Macau. Grandes bancos também elevaram suas projeções diante da persistência do conflito e dos riscos de novas interrupções, com pesquisa do Wall Street Journal apontando expectativa média de US$ 90,22 por barril para o Brent no 4T26;
- No Canadá, o governo classificou oficialmente o Pacific Link como projeto de interesse nacional, como parte de uma estratégia para reduzir a dependência das exportações de petróleo destinadas aos Estados Unidos em meio às tensões comerciais entre os dois países. Segundo o governo, o oleoduto na Costa Oeste permitirá exportar 1 milhão de barris adicionais por dia para mercados asiáticos. Canadá e Alberta compartilharão igualmente a propriedade, enquanto comunidades indígenas terão a possibilidade de adquirir participação mínima de 10%. Segundo estimativas apresentadas pelo primeiro-ministro Mark Carney, o projeto poderá criar 140 mil empregos, adicionar mais de US$ 20 bilhões por ano ao PIB e gerar US$ 100 bilhões em receitas governamentais até 2060. O projeto integra a estratégia canadense de dobrar as exportações destinadas a mercados fora dos EUA na próxima década;
- Nos Estados Unidos, a atividade manufatureira permaneceu expansionista em setembro, mas as pressões de custos aumentaram significativamente. O ISM industrial recuou marginalmente de 54,6 para 54,5 pontos, abaixo da expectativa de 55,0, mas permaneceu acima do nível de 50 que separa expansão de contração. A composição mostrou demanda ainda firme: o índice de novos pedidos avançou de 53,7 para 55,3, enquanto o componente de preços pagos saltou de 71,1 para 77,9, refletindo principalmente custos mais elevados de energia e disrupções nas cadeias de oferta. Os investimentos em infraestrutura de inteligência artificial e a recomposição de estoques continuam sustentando a indústria, embora segmentos menos expostos ao ciclo de IA enfrentem um cenário mais desafiador;
- O presidente Donald Trump voltou a defender juros mais baixos nos Estados Unidos, argumentando que o atual nível das taxas prejudica a economia mais do que a inflação e afirmando que o país deveria ter os menores juros do mundo. Trump também argumentou que determinados níveis de inflação poderiam reduzir mais rapidamente o peso real da dívida pública e voltou a criticar integrantes do Federal Reserve (banco central), embora tenha poupado o presidente Kevin Warsh. As declarações contrastam com a composição do ISM, que mostrou forte aceleração dos preços pagos pelas empresas. Na área de energia, Trump afirmou ainda que os EUA pretendem começar em breve a recompor suas reservas estratégicas de petróleo;
- Na Zona do Euro, a inflação ao consumidor registrou aceleração de 3,8% na comparação interanual, superando as expectativas de mercado (3,6%) e representando incremento relevante em comparação ao mês anterior (3,2%). O movimento foi puxado pela maior pressão de custos vinda, principalmente, dos combustíveis e dos itens de alimentação. O atual nível da inflação acima da meta do ECB (banco central) de 2% reforça as expectativas dos agentes em relação à continuação do ciclo de aperto monetário pela autoridade monetária e com elevações da taxa de juros precificadas a partir de janeiro;
- No Brasil, a atividade industrial aprofundou sua contração em setembro, com o PMI manufatureiro da S&P Global recuando de 46,3 para 44,8 pontos, menor nível desde abril de 2023. A média do terceiro trimestre caiu para 46,2, também a mais baixa desde o 2T23. A produção diminuiu pelo quinto mês consecutivo, no ritmo mais intenso desde o início da pandemia, enquanto os novos pedidos registraram a maior contração em quase quatro anos. As encomendas externas também recuaram pelo quinto mês seguido e o emprego industrial caiu pelo terceiro. Ao mesmo tempo, a inflação dos custos dos insumos voltou a acelerar, refletindo preços mais elevados de materiais, transporte e energia. A fraqueza da demanda e a concorrência, contudo, limitaram o repasse, levando a inflação dos preços cobrados ao menor nível em sete meses. O principal contraponto foi a melhora da confiança empresarial para os próximos 12 meses;
- Na agenda internacional, o destaque será o relatório de emprego dos Estados Unidos (Nonfarm Payroll), incluindo a taxa de desemprego, dado importante para a avaliação das condições do mercado de trabalho e dos próximos passos do Fed (banco central). No Brasil, será divulgada a Produção Industrial (PIM) de agosto, para a qual esperamos retração de 0,2% m/m e queda de 0,6% a/a, em linha com os sinais recentes de enfraquecimento da atividade industrial.
Empresas
Fleury (FLRY3) adquire a Unilab
- O Fleury anunciou a aquisição de 100% da Unilab por um EV de R$ 55 milhões, implicando um múltiplo EV/EBITDA dos últimos 12 meses de 4,3x, ou 3,5x após sinergias, significativamente abaixo dos aproximadamente 6,0x EV/EBITDA 2026 aos quais o Fleury negocia atualmente e, de forma geral, em linha com suas aquisições históricas;
- A transação reforça a estratégia de adensamento da companhia no estado de São Paulo, ampliando sua presença em cidades localizadas a cerca de 100 km da capital;
- A Unilab adiciona 11 unidades de diagnóstico, R$ 65 milhões em receita nos últimos 12 meses, equivalente a aproximadamente 1% da base de receita do Fleury em 2026, e uma margem EBITDA de cerca de 20%;
- Avaliamos a transação de forma positiva, considerando o valuation atrativo e a aderência estratégica, embora seu impacto sobre os resultados consolidados deva ser limitado;
- Dado o porte modesto da transação, não esperamos mudanças na política de dividendos do Fleury;
- Clique aqui para acessar nosso relatório.
Mercado Livre (MELI34): marketplaces em movimento no 3T26; Atualização do cenário competitivo e das estimativas para o MELI
- Nesta edição do War Room, analisamos os movimentos dos principais marketplaces no 3T26 para atualizar nosso mapeamento competitivo do e-commerce brasileiro;
- O MELI continua sendo o player mais ativo, ampliando sua liderança logística e abrindo novas frentes (medicamentos sob prescrição, crédito para pequenas e médias empresas e live commerce), enquanto os demais players também seguem ativos;
- Enquanto isso, Shopee e TikTok Shop elevaram as taxas cobradas dos vendedores, sinalizando um mercado mais racional e uma possível tentativa de compensar os custos mais altos do petróleo;
- Também atualizamos nossas estimativas após os resultados do 2T26 e o MELI Experience, elevando nossas projeções de EBIT e lucro líquido para 2027 em 7% e 5,5%, respectivamente;
- Atualizamos nosso preço-alvo para o final de 2027, em US$2.100/ação, e mantemos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
XP Varejo: em que pé está a tese de GLP-1 após a expiração da patente?
- Seis meses após a expiração da patente da semaglutida, a tese de GLP-1 está entrando em uma nova fase: à medida que mais produtos de semaglutida chegam ao mercado, as dinâmicas de preços e margens estão se tornando mais importantes;
- Embora apenas duas marcas de semaglutida sintética tenham chegado às prateleiras das farmácias até agora, a próxima onda de lançamentos deve intensificar a concorrência de preços, especialmente quando os genéricos entrarem no mercado com preços significativamente mais baixos;
- Enquanto isso, uma possível incorporação ao SUS deve ter impacto limitado, ao passo que o rastreamento eletrônico de receitas pode beneficiar as vendas no canal formal;
- Em nossa visão, isso desloca a oportunidade de GLP-1 de uma tese puramente de receita para uma discussão de margem e volume: uma concorrência mais forte entre fornecedores pode melhorar os termos de compra para as farmácias, mas tíquetes mais baixos exigirão crescimento contínuo de volume para sustentar a rentabilidade;
- Já observamos isso nos dados da Sindusfarma/IQVIA: nossa proxy de Mounjaro (referência, farmacêutico, patenteado, não biológico) desacelerou para +1% M/M em volume em agosto (vs. +6% em julho), enquanto a receita caiu 6% M/M após ficar estável em julho, implicando uma queda de aproximadamente 7% no preço médio;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- MBRF suspende plano de emissão de bonds após aumento de custos de financiamento (Bloomberg Línea);
- Karoon busca parceiros para desenvolver bloco do pré-sal da Bacia de Santos (Agência Infra);
- Neoenergia amplia parceria com GIC em redes de transmissão (CanalEnergia);
- Fitch Atribui, Pela Primeira Vez, Rating ‘A(bra)’ à Efí Financeira; Perspectiva Negativa (Fitch Ratings).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Carteiras XP: Top Ações, Dividendos e Small Caps – Outubro 2026
- Na carteira Top Ações XP, ampliamos a exposição aos setores Financeiro, de Propriedades Comerciais e de Saneamento. Por outro lado, reduzimos a exposição aos setores de Saúde e de Siderurgia (clique aqui para conferir);
- Na carteira Top Dividendos XP, ampliamos a exposição aos setores de Óleo & Gás e Financeiro. Por outro lado, reduzimos a exposição ao setor de Mineração (clique aqui para conferir);
- Na Carteira Top Small Caps XP, adicionamos um papel de Educação e aumentamos o peso de papéis de Bens de Capital e Transportes. Por outro lado, retiramos papéis de Varejo e de Agro, e reduzimos a exposição a papéis de Saneamento e Elétricas (clique aqui para conferir).
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Bullets | Fundos Imobiliários (FIIs) [Daily]
- Calendário de Dividendos dos Fundos Imobiliários (Research XP);
- IFIX fecha quinta-feira praticamente estável, em ligeira alta de 0,02% (Suno Notícias);
- Galpão perto do consumidor vale mais: FII BRCO11 explica força do “last mile” (InfoMoney);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Carteira Recomendada XP FIIs – Fundamentalista – Outubro/26
- Atualizamos a carteira Fundamentalista para o mês de outubro de 2026;
- Em setembro, a carteira registrou queda de 0,41%, enquanto o IFIX apresentou desempenho de -0,20% no período. Além disso, entregou um dividend yield mensal de 1,02%, equivalente a 12,2% em termos anualizados;
- Com isso, a carteira acumula valorização de 5,3% nos últimos 12 meses, o que corresponde a 115% do desempenho do IFIX e a 37% do CDI no período;
- Clique aqui para mais informações.
ESG
Carteira ESG XP: sem alteração no nosso portfólio para outubro de 2026
- O pregão de quinta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e ISE avançando 0,52% e 0,46%, respectivamente.
- No tema de eletrificação do transporte urbano, (i) a BYD manteve um ritmo recorde de vendas internacionais, somando 180.700 veículos entregues no exterior em setembro, um salto anual de 153%, segundo dados da companhia – contudo, no mercado interno chinês, as vendas somaram 282.861 unidades em setembro, queda de 13% vs. setembro de 2025, refletindo o desaquecimento do mercado doméstico chinês; e (ii) de acordo com dados da Mobility Global, a participação de modelos movidos a gasolina caiu para menos de 50% das vendas globais de veículos novos no primeiro semestre deste ano pela primeira vez na história, puxado pelos preços elevados do petróleo frente aos conflitos no Oriente Médio, que levaram mais consumidores a optar por veículos elétricos – as vendas de veículos com motor a gasolina, excluindo híbridos e outros eletrificados, recuaram 10% em relação ao ano anterior, totalizando 20,25 milhões de unidades chegando a 49%, uma forte queda comparado com os 73% de vendas 2021.
- Na política, o Ministério de Minas e Energia (MME) abriu a possibilidade de incluir usinas hidrelétricas reversíveis e termelétricas movidas a biometano, biogás, biocombustíveis e resíduos nos leilões de reserva de capacidade, com previsão de realização a partir do segundo semestre de 2027 – além da reserva de capacidade, o documento contempla leilões de compra de energia de empreendimentos novos e existentes e de suprimento aos sistemas isolados.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
BYD mantém recorde em vendas internacionais mas vê queda no mercado doméstico chinês | Café com ESG, 02/10
- Com o objetivo de ajudar os investidores no processo de alocação de recursos, lançamos em set/21 nossa carteira ESG, combinando 10 nomes que gostamos sob uma perspectiva fundamentalista e que possuem altos padrões ESG;
- Para outubro, não estamos fazendo nenhuma alteração na nossa Carteira ESG XP, mantendo as mesmas 10 ações;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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