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BYD mantém recorde em vendas internacionais mas vê queda no mercado doméstico chinês | Café com ESG, 02/10

BYD com dificuldades no mercado doméstico

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do temaESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O pregão de quinta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e ISE avançando 0,52% e 0,46%, respectivamente.

• No tema de eletrificação do transporte urbano, (i) a BYD manteve um ritmo recorde de vendas internacionais, somando 180.700 veículos entregues no exterior em setembro, um salto anual de 153%, segundo dados da companhia – contudo, no mercado interno chinês, as vendas somaram 282.861 unidades em setembro, queda de 13% vs. setembro de 2025, refletindo o desaquecimento do mercado doméstico chinês; e (ii) de acordo com dados da Mobility Global, a participação de modelos movidos a gasolina caiu para menos de 50% das vendas globais de veículos novos no primeiro semestre deste ano pela primeira vez na história, puxado pelos preços elevados do petróleo frente aos conflitos no Oriente Médio, que levaram mais consumidores a optar por veículos elétricos – as vendas de veículos com motor a gasolina, excluindo híbridos e outros eletrificados, recuaram 10% em relação ao ano anterior, totalizando 20,25 milhões de unidades chegando a 49%, uma forte queda comparado com os 73% de vendas 2021.

• Na política, o Ministério de Minas e Energia (MME) abriu a possibilidade de incluir usinas hidrelétricas reversíveis e termelétricas movidas a biometano, biogás, biocombustíveis e resíduos nos leilões de reserva de capacidade, com previsão de realização a partir do segundo semestre de 2027 – além da reserva de capacidade, o documento contempla leilões de compra de energia de empreendimentos novos e existentes e de suprimento aos sistemas isolados.

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Brasil

Redata vai impulsionar indústria local de servidores, diz Positivo

“Os benefícios fiscais previstos pela regulamentação do Regime Especial de Tributação para Data Centers (Redata) estimularão o desenvolvimento da indústria local de servidores para centros de dados de grande escala, os “hyperscales”, e os “neoclouds”, especializados em oferta de unidades de processamento gráfico para inteligência artificial (IA). A avaliação é do presidente da Positivo Tecnologia, Hélio Rotenberg. “Para nós é uma oportunidade gigante. Estamos superansiosos pela publicação da legislação”, disse Rotenberg, ao Valor. “A lei foi formulada de forma inteligente e traz uma vantagem competitiva grande para a indústria local”, afirma. Uma das discussões dentro do governo federal é a inclusão ou não do gás natural entre as fontes de energia que poderão abastecer os “data centers” beneficiados pelo Redata. Assim, não há, por enquanto, previsão de quando o decreto com a regulamentação será publicado. Além dos incentivos em tributos federais de importação previstos pelo Redata, empresas como a Positivo Tecnologia e multinacionais como Dell, HPE e Lenovo, que produzem localmente nos critérios do Processo Produtivo Básico (PPB), já têm benefícios fiscais. Isso inclui o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Para a produção local com PPB, há diferimento total na importação de componentes, partes e peças produtivas destinadas à produção do servidor”, diz Rotenberg.”

Fonte Valor Econômico; 02/10/2026

BYD Dolphin G promete uma nova revolução, agora entre os híbridos

“Em processo de consolidação entre as quatro marcas que mais vendem carros no Brasil, a BYD prepara sua próxima ofensiva. Após conquistar espaço com Dolphin e Dolphin Mini, a fabricante chinesa vai apostar em um segmento pouco explorado globalmente e inédito no país: o dos hatches híbridos plug-in (PHEV). O escolhido é o Dolphin G, modelo recém-lançado na Europa, que será produzido em Camaçari (BA), já com conjunto flex. Antes de sua estreia no Brasil, Autoesporte foi à Alemanha para acelerar a novidade. Previsto para chegar ao mercado brasileiro até o primeiro semestre de 2027, o Dolphin G não tem relação técnica com o Dolphin elétrico vendido atualmente. Trata-se de um projeto totalmente novo, desenvolvido sobre outra plataforma e equipado com a quinta geração do sistema híbrido plug-in DM-i, o mesmo do Atto 2, lançado a pouco. A proposta do Dolphin G é oferecer uma experiência muito próxima à de um elétrico, mas sem depender exclusivamente da infraestrutura de recarga. Na Europa, foi lançado nas versões Active, Boost, Comfort e Sport, com preços entre € 24 mil e € 31 mil (aproximadamente R$ 140 mil a R$ 180 mil em conversão direta). Por aqui, a marca já confirmou que o modelo chegará por um preço competitivo.”

Fonte Valor Econômico; 02/10/2026

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação em 11,8% a partir desta quinta

“A Petrobras informou nesta quinta-feira (1°) um aumento de 11,8% no preço do querosene de aviação (QAV), ou R$ 0,66 por litro, para distribuidoras a partir desta quinta-feira. Segundo a companhia, o reajuste reflete a alta das cotações internacionais do QAV por conta do recrudescimento das tensões geopolíticas no Oriente Médio. “A precificação do QAV no mercado brasileiro segue uma fórmula paramétrica contratual que funciona como amortecedor de curto prazo, resultando em reajustes mais moderados que os praticados internacionalmente”, disse a companhia em nota. Diferente da gasolina e do diesel, que não tem periodicidade definida de mudança de preços, o QAV da Petrobras passa por revisões a cada início de mês, conforme previsão contratual da Petrobras com as distribuidoras. A estatal garante o abastecimento de QAV nos polos de atendimento para outubro, com a confirmação de entrega dos volumes solicitados por distribuidoras no mês. Segundo a companhia, nos principais mercados internacionais, os preços do QAV para companhias aéreas são ajustados com frequência, chegando até a reajustes diários, refletindo imediatamente as condições de mercado. “Diante disso, os reajustes acumulados desde o início do conflito foram superiores nos mercados internacionais em relação aos observados no Brasil, indicando que o preço do QAV da Petrobras permanece competitivo”, disse a companhia.”

Fonte Valor Econômico; 01/10/2026

Venda de mina de terras raras em MG por R$ 3 bi é primeiro teste de nova política

“A australiana Lynas Rare Earths anunciou a compra da também australiana Meteoric Resources, dona de um projeto de terras raras em Poços de Caldas (MG). A operação é avaliada em US$ 672 milhões (R$ 3,4 bilhões na cotação atual). O acordo vinculante para a proposta de aquisição é no modelo de troca de ações. Nessa modalidade, os acionistas da Meteoric vão receber 0,0207 da nova ação da Lynas para cada ação da Meteoric que possuem. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30) pelas mineradoras, e depende de aprovação dos acionistas da Meteoric e de reguladores — inclusive do conselho criado pela recém-sancionada Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, no Brasil. A Lynas é a única mineradora fora da Ásia capaz de comercializar terras raras com elementos separados individualmente. Essa é a etapa mais difícil e de maior valor agregado da cadeia. Cerca de 80% da capacidade global de refino está concentrada na China, que hoje também domina a extração e o processamento desses materiais. A Lynas tem operações na Austrália e na Malásia, onde tem uma unidade para separação dos elementos. Com a incorporação do projeto Caldeira, a empresa aumenta em 79% os seus recursos minerais (quantidade do minério identificado na mina) e em 26% suas reservas de minério, parcela que é economicamente viável para extração. A companhia também afirma que estuda fazer processamento e a separação de terras raras no Brasil. Antes, ela precisa colocar a mina da Meteoric em pé. A Lynas estima que o desenvolvimento do projeto vai exigir cerca de US$ 500 milhões em capital. A produção da Meteoric está prevista para começar em 2028.”

Fonte: Capital Reset; 01/10/2026

Tramontina acelera economia circular com até 20% de desconto na troca de utensílios de mesa

“Aquele talher ou aquela porcelana que já cumpriu seu papel na casa do consumidor agora pode virar desconto na hora de renovar a mesa. Durante todo o mês de outubro, a Tramontina troca produtos usados por abatimento na compra de novos, em uma campanha que mistura incentivo ao consumo responsável e logística reversa. Batizada de “Troque e Transforme”, a ação vai de 1º a 31 de outubro e vale nas lojas físicas oficiais da marca. O cliente leva os utensílios e recebe o desconto de acordo com a quantidade entregue: 5% por um item, 10% por dois, 15% por três e 20% por quatro ou mais. Para a fabricante gaúcha, a ação mira a etapa mais difícil de gerir da cadeia, o consumidor, e o fim de vida dos produtos vendidos, que entra no escopo 3 das emissões. Com o incentivo, há uma garantia de que os mesmos sejam destinados corretamente para a reciclagem. “A sustentabilidade é um compromisso prático que queremos construir junto com nossos clientes”, afirma Rosane M. Fantinelli, diretora de marketing da empresa.”

Fonte Exame; 01/10/2026

Koppert prevê crescimento dos bioinsumos, mas esbarra em limite de fábricas

“A Koppert mantém uma perspectiva positiva para o mercado brasileiro de bioinsumos, mesmo diante da crise de crédito que tem afetado produtores, distribuidores e, mais recentemente, a indústria de insumos agrícolas. Para o CEO da companhia, Gustavo Herrmann, a pressão sobre os custos de produção pode favorecer a adoção de produtos biológicos, que, segundo ele, podem reduzir despesas sem comprometer a produtividade das lavouras. Herrmann projeta continuidade do avanço dos biológicos mesmo que o mercado total de proteção de plantas apresente crescimento mais limitado. Segundo ele, a participação dos bioinsumos está hoje em torno de 7% do mercado de proteção de plantas e tende a aumentar à medida que produtores buscam reduzir custos e incorporar novas tecnologias. Ainda de acordo com ele, quando integrados ao manejo, os produtos biológicos podem complementar ou substituir parte das tecnologias químicas utilizadas na proteção das lavouras. “Conforme você fala de substituição, mesmo com um mercado de proteção de baixo crescimento, você tem uma adesão ano a ano maior, e por isso os bioinsumos não param de crescer, mesmo que o mercado de proteção não cresça”, disse em entrevista ao CNN Agro News. “A gente está vendo com muitos bons olhos esse cenário no Brasil”, afirmou.”

Fonte NovaCana; 01/10/2026

Sem preço competitivo de energia, Brasil perde oportunidades na crise atual, diz Parente

“Tem ganhado tração a tese de que, num mundo conflagrado por conflitos que ameaçam a segurança energética de países, o Brasil tem potencial para atrair investimentos pela sua estabilidade geopolítica e matriz elétrica majoritariamente limpa. Ex-presidente da Petrobras, Pedro Parente, que hoje é conselheiro de empresas, adota uma visão cautelosa, de que esse benefício não será colhido facilmente. Para que receba mais investimentos e entre na corrida do chamado powershoring para valer, o país precisa corrigir distorções do setor elétrico, onde a geração é barata, mas o insumo é encarecido por uma série de encargos. “O Brasil tem a geração barata, mas o custo da energia é caro, porque tem uma série de subsídios embutidos que são absurdos”, diz Parente em entrevista ao Reset. “Enquanto não tiver preço competitivo de energia, não tem como instalar indústrias novas aqui.””

Fonte: Capital Reset; 02/10/2026

Governo prepara rito simplificado para análise de operações de minerais críticos

“O governo pretende criar mecanismos de dispensa e um rito simplificado para os projetos de minerais críticos que serão analisados pelo recém-criado Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE). A Casa Civil também desenha uma regra de transição para que operações em curso não sejam prejudicadas. As medidas fazem parte da regulamentação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, criada pela lei 15.506 e sancionada no dia 16 de setembro (foto). A legislação prevê que o Conselho analise transações como mudanças de controle societário, contratos de compra antecipada (off-takes), parcerias internacionais, negociação de direitos minerários e operações com participação relevante ou influência significativa de empresas estrangeiras. A Casa Civil prepara um decreto com as regras para a atuação do Conselho e os critérios para os projetos que serão submetidos à análise. O governo não planeja analisar individualmente “cada chamada de capital”, disse Rodrigo Fonseca, secretário-adjunto da Secretaria de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, durante evento realizado na quarta-feira (30) pela Associação de Minerais Críticos do Brasil (AMC), que reúne cerca de 20 empresas que somam R$ 60 bilhões em investimentos.”

Fonte: Capital Reset; 01/10/2026

MME abre caminho para usinas reversíveis e térmicas a resíduos em leilões

“O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu a possibilidade de incluir usinas hidrelétricas reversíveis e termelétricas movidas a biometano, biogás, biocombustíveis e resíduos nos leilões de reserva de capacidade, com previsão de realização a partir do segundo semestre de 2027. A sinalização aparece no novo calendário estimado de contratações do setor elétrico para o período de 2027 a 2029. O cronograma foi estabelecido pela Portaria Normativa MME nº 143, de 28 de setembro de 2026, publicada na terça-feira, 29, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Além da reserva de capacidade, o documento contempla leilões de compra de energia de empreendimentos novos e existentes e de suprimento aos sistemas isolados. A novidade está na indicação expressa de sistemas de armazenamento hidráulico (as hidrelétricas reversíveis) e das térmicas que utilizam esses combustíveis entre as alternativas para os certames de contratação de potência. A relação também inclui baterias eletroquímicas, hidrelétricas e outras termelétricas. Nos calendários de 2027 e 2028, esses leilões estão previstos para o segundo semestre. As reversíveis funcionam como uma forma de armazenar energia. Utilizam eletricidade para bombear água de um reservatório inferior para outro mais elevado em momentos em que o preço da energia está mais barato.”

Fonte NovaCana; 01/10/2026

Renováveis podem superar 80% da matriz brasileira, projeta Plano Nacional de Energia 2055

“O Ministério de Minas e Energia (MME) informou nesta quarta-feira, 30, a publicação do Plano Nacional de Energia (PNE) 2055, com a perspectiva de dobrar a oferta de energia até 2055. A participação das fontes renováveis no setor pode superar 80% da matriz energética nacional (em setores como transportes, indústria, residências e agropecuária). O PNE 2055 também aponta que a demanda por energia elétrica crescerá mais de quatro vezes até 2055. Nesta linha, os cenários avaliados indicam que a geração elétrica poderá ser até 99% baseada em energias limpas em cerca de 30 anos, com contínua expansão da participação das fontes eólica e solar. A infraestrutura de transmissão elétrica poderá triplicar até 2055, em extensão de linhas e capacidade de transformação. Em outra frente, os ganhos de eficiência no uso de energia poderão evitar mais de 25% do consumo final energético até 2055. Foi mostrado ainda que a produção de biocombustíveis pode crescer até cinco vezes até 2055. O gás natural, por sua vez, deve continuar relevante para a “segurança e flexibilidade” do sistema energético, conforme informou o documento.”

Fonte NovaCana; 01/10/2026

ONS indica restrições para conexão de baterias em cinco estados

“Subestações nos estados do Rio Grande do Sul, Rondônia, Bahia, Ceará e Pernambuco têm restrições para conexão de baterias, segundo nota técnica (.pdf) divulgada na quarta-feira (30/9) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O objetivo do documento é identificar a capacidade remanescente para conexão de baterias nas redes do Sistema Interligado Nacional (SIN) dados os leilões de baterias, que ocorrem em 2 e 4 de dezembro. A previsão das entidades é que os disjuntores dessas subestações vão ter as capacidades superadas com a adição de baterias e que não vai ser possível substituir os equipamentos até a entrada em operação dos empreendimentos que serão contratados nos leilões deste ano. Os leilões de reserva de capacidade (LRCAPs) de baterias vão negociar contratos com previsão de entrada em operação a partir de agosto de 2028. As restrições nas redes indicam que parte dos 6.091 projetos cadastrados na EPE devem ficar de fora dos certames. Mesmo assim, a Associação Brasileira de Soluções de Armazenamento de Energia (Absae) considera que o número de projetos habilitados continuará muito acima da quantidade a ser contratada.”

Fonte: Eixos; 01/10/2026

Estados intensificam articulação em favor do gás no Redata

“Os estados intensificaram, nos últimos dias, a mobilização em favor do reconhecimento do gás natural como alternativa energética elegível como fonte de baixa emissão incentivada pelo programa de incentivos para a atração de data centers, o Redata. Na quarta (30/9), o Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Minas e Energia (FNSME) pediu ao presidente Lula (PT) a abertura de um diálogo institucional com os estados antes da conclusão da regulamentação e a inclusão do gás como fonte incentivada. O FNSME afirma que cada estado tem vocações energéticas diferentes e que o programa deve preservar condições isonômicas na atração dos investimentos em data centers. Outras manifestações na mesma linha ocorreram nos últimos dias: os governos do Rio Grande do Sul e do Paraná enviaram ofícios ao presidente Lula esta semana. Antes, os governos do Amazonas e Sergipe também já haviam solicitado formalmente a inclusão do gás na regulamentação do Redata. Na visão do investidor… Em entrevista à agência eixos, o CEO da Elea Data Centers, Alessandro Lombardi, reconheceu que o gás natural pode contribuir para o atendimento aos data centers, sobretudo como fonte de reserva em situações de interrupção do fornecimento elétrico, embora prefira que os incentivos estivessem vinculados exclusivamente à energia renovável.”

Fonte: Eixos; 01/10/2026

Agro enfrenta Super El Niño com cobertura mínima de seguro rural

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta quarta-feira (30) a lei que reforma o Marco Legal do Seguro Rural e blinda contra cortes os subsídios públicos destinados ao setor. A legislação atende a uma demanda antiga do agronegócio, mas chega tarde para a safra de 2026/27, que já entra em campo sob um dos El Niños mais fortes já registrados. O setor vai enfrentar o fenômeno com a cobertura de seguro rural mais baixa em anos. Em 2026, apenas R$ 166,4 milhões do R$ 1 bilhão originalmente previsto para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), que subsidia apólices, haviam sido pagos até a véspera da sanção. A área segurada com recursos de subvenção tem encolhido ano após ano: de um recorde de 17,5% da área plantada em 2021 para 3,6% em 2025 (cerca de 3,3 milhões de hectares). É a mais baixa desde 2006, segundo o Observatório do Crédito e Seguro Rural da FGV Agro. A cobertura total da ferramenta de proteção do produtor contra o risco climático, incluindo apólices com e sem subsídio, gira hoje entre 6% e 7% da área segurável do país, segundo Daniel Nascimento, presidente da comissão de seguro rural da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg). A agência climática NOAA projeta mais de 90% de chance de intensidade muito forte do El Niño entre novembro e janeiro, superando os recordes de 1997/98 e 2015/16. O período mais crítico coincide com o plantio da soja, entre setembro e dezembro. O Centro-Oeste e o Matopiba, que abrange áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, devem sofrer com escassez de chuvas.”

Fonte: Capital Reset; 01/10/2026

Internacional

Veículos novos a gasolina ficam abaixo de 50% das vendas globais pela primeira vez

“A participação de modelos movidos a gasolina caiu para menos de 50% das vendas globais de veículos novos no primeiro semestre deste ano pela primeira vez na história. Os preços elevados do petróleo, puxados por conflitos no Oriente Médio, levaram mais consumidores a optar por veículos elétricos. As vendas de veículos com motor a gasolina, excluindo híbridos e outros eletrificados, recuaram 10% em relação ao ano anterior, totalizando 20,25 milhões de unidades. Sua participação nas vendas globais de carros novos caiu 3 pontos percentuais, chegando a 49%. Essa porcentagem despencou em apenas cinco anos, saindo de 73% em 2021. Acredita-se que seja a primeira vez que o índice fica abaixo de 50% desde que os automóveis se popularizaram, na década de 1920. Os dados são da Mobility Global (anteriormente S&P Global Mobility) e excluem alguns veículos pesados. Os preços do petróleo dispararam após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. A consequente alta nos preços da gasolina e as preocupações com o abastecimento de combustível reduziram drasticamente a demanda por veículos a gasolina em todo o mundo. As vendas caíram 26% na China e 13% na Europa.”

Fonte Valor Econômico; 02/10/2026

Japão acelera infraestrutura de ‘data centers’

“O Japão pretende acelerar o desenvolvimento de centros de dados com um esquema de investimento de US$ 140 bilhões que aproveitará a vantagem que tem com sua poderosa empresa de comércio de gás, em uma tentativa de se tornar o maior centro de infraestrutura de inteligência artificial do mundo fora dos Estados Unidos e da China. Nesta quinta-feira (1), as empresas Dell, Jera, maior comerciante de gás do mundo, e Rhaelm, provedora de infraestrutura de inteligência artificial com sede no Reino Unido, acertaram a construção de centro de dados de US$ 15 bilhões e 400 megawatts perto de Tóquio, com financiamento da Apollo. Será o maior projeto de centros de dados de IA da Ásia fora da China. O executivo-chefe global da Jera, Yukio Kani, contou ao Financial Times que as três empresas terão como objetivo desenvolver 3 a 4 gigawatts de centros de dados de IA e infraestrutura de energia a gás dentro de cinco anos.”

Fonte Valor Econômico; 02/10/2026

Preço de painéis solares cai e amplia geração de energia pelo mundo, mas analistas ponderam riscos

“Nas áreas áridas de Chakwal, no centro-norte do Paquistão, a Bestway Cement — empresa do Paquistão focada na fabricação de cimento — está transformando terrenos secos e pomares de oliveiras e pessegueiros em uma floresta de painéis solares. A empresa pretende acrescentar 6,34 MW (megawatts) de capacidade de geração até o fim do ano, segundo a própria companhia, além dos 26 MW de células fotovoltaicas já instaladas. Atualmente, a energia solar responde por mais de um quarto da eletricidade que abastece sua fábrica de cimento. Equipamentos chineses mais baratos ajudam a expandir a energia solar em países emergentes. Especialistas alertam para riscos ao equilíbrio do sistema elétrico “É a única maneira de conseguirmos competir”, afirma Abdul Waheed, gerente-geral da unidade em Chakwal, que produz mais de 3 milhões de toneladas de cimento por ano. “Nossos concorrentes já seguiram nessa direção.” A Bestway e seus concorrentes estão entre os milhões de empresas e famílias em todo o mundo que instalaram painéis solares em telhados, quintais, jardins e outros terrenos, impulsionados por uma enxurrada de componentes baratos fabricados na China. No fim de 2025, essa capacidade somava quase 1,2 TW (terawatts) em todo o mundo, segundo o Statistical Review of World Energy (Análise Estatística da Energia Mundial), do Energy Institute. Como a geração solar depende da disponibilidade de luz do sol e produz apenas uma fração de seu potencial teórico, esse volume equivale a cerca do triplo do tamanho da frota mundial de usinas nucleares.”

Fonte Folha de São Paulo; 01/10/2026

TotalEnergies investirá US$ 10 bilhões na Argentina, afirma CEO

“A empresa petrolífera francesa TotalEnergies planeja investir US$ 10 bilhões na Argentina, disse o presidente-executivo, Patrick Pouyanne, nesta quinta-feira (01) em uma conferência em Paris. O investimento será distribuído por diferentes projetos, incluindo a perfuração de novos poços na Terra do Fogo e a expansão da produção de gás em Neuquén. “Queremos aumentar a produção para 16 milhões de metros cúbicos por dia”, disse Pouyanne, acrescentando que são esperados investimentos de US$ 4 bilhões a US$ 5 bilhões nos próximos dez anos. A TotalEnergies responde por cerca de um quarto da produção de gás da Argentina, segundo o site da empresa. A companhia de energia prevê um crescimento de 4% na produção de energia anualmente até 2030 e entre 2% e 3% na produção de petróleo e gás entre 2030 e 2035, conforme informou a investidores no início desta semana. Pouyanne discursou em uma conferência de investimentos em Paris, enquanto o presidente argentino, Javier Milei, visita a França como parte de uma iniciativa mais ampla para atrair capital estrangeiro. Milei deve se reunir com o presidente francês, Emmanuel Macron, ainda nesta quinta-feira, com Buenos Aires promovendo oportunidades em setores estratégicos como energia, mineração e infraestrutura.”

Fonte Valor Econômico; 01/10/2026

Emplacamentos da Tesla aumentam em setembro em toda Europa

“Os registros de novos carros da Tesla aumentaram em vários mercados europeus em setembro, ampliando a recuperação nas vendas regionais da fabricante americana de veículos elétricos. Os emplacamentos da Tesla, um indicador das vendas, aumentaram 61,9% na França, 2,2% na Noruega e 38,4% na Suécia em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º) pela entidade francesa PFA, pela agência norueguesa de compilação de dados OFV e pela Mobility Sweden. Esses ganhos reforçam os sinais de uma recuperação mais ampla da Tesla na Europa, após dois anos de queda nas vendas. De acordo com a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis, os registros da Tesla na União Europeia, no Reino Unido e na Associação Europeia de Livre Comércio aumentaram 43,3% entre janeiro e agosto, superando o crescimento do mercado geral de veículos elétricos a bateria, que cresceu 38,8% no mesmo período. A recuperação da Tesla tem sido impulsionada por comparações mais favoráveis em relação ao mesmo período do ano anterior, preços mais altos dos combustíveis, incentivos governamentais e o crescente interesse dos consumidores por veículos elétricos. Os números de emplacamentos do Reino Unido e da Alemanha, os dois maiores mercados automotivos da Europa, serão divulgados ainda esta semana e fornecerão mais indícios sobre se a recuperação da Tesla está ganhando força em toda a região.”

Fonte Valor Econômico; 01/10/2026

Anthropic planeja mega-IPO antes do feriado de Ação de Graças

“A Anthropic busca abrir seu capital já em meados de novembro, segundo pessoas familiarizadas com o assunto, após a empresa desenvolvedora de modelos de inteligência artificial ter adiado seus planos de listagem. A empresa por trás do Claude poderia iniciar a divulgação formal de seu IPO já na semana de 9 de novembro, posicionando-se para começar a ser negociada antes do Dia de Ação de Graças, disseram as fontes. As negociações de mercado geralmente estagnam nos dias próximos ao feriado, que ocorre em 26 de novembro. Espera-se que a Anthropic faça sua estreia, no mais tardar, até o final do ano, afirmaram as fontes. A desenvolvedora de IA estava pronta para protocolar publicamente o pedido de oferta pública inicial (IPO) após o verão, conforme noticiado pela Bloomberg News. As discussões estão em andamento e o cronograma ainda pode sofrer alterações, disseram as fontes, pedindo para não serem identificadas, uma vez que a informação não é pública.”

Fonte Valor Econômico; 01/10/2026

GM registra queda de 5,5% nas vendas de veículos no 3º trimestre

“A General Motors reportou uma queda nas vendas do terceiro trimestre, à medida que modelos descontinuados e um mercado mais fraco para veículos elétricos pressionaram o desempenho da empresa. As vendas da montadora no terceiro trimestre ficaram pouco abaixo de 671 mil veículos, uma redução de 5,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa afirmou que, apesar da queda, seus veículos de maior volume de vendas registraram resultados em linha com os observados um ano antes. A GM também destacou o forte desempenho dos utilitários esportivos (SUVs) de grande porte e compactos, além das picapes de grande porte. “Nosso negócio está apresentando um desempenho muito sólido, o lançamento da nossa próxima geração de picapes de grande porte está dentro do cronograma e estamos realizando investimentos em novos veículos, tecnologias inovadoras e em nossa base manufatureira nos Estados Unidos para impulsionar a próxima fase de crescimento”, afirmou Duncan Aldred, presidente da GM para a América do Norte.”

Fonte Valor Econômico; 01/10/2026

BYD bate recorde no exterior e Leapmotor se destaca em setembro díspar para veículos elétricos na China

“O desaquecido mercado de veículos elétricos na China continuou a apresentar resultados divergentes entre as montadoras em setembro. As fabricantes locais divulgaram seus dados mensais de entregas, revelando marcas históricas individuais para algumas companhias, enquanto outras seguem enfrentando dificuldades diante de uma desaceleração mais ampla do setor. Os veículos de passeio responderam pela maior fatia, com 456.713 unidades entregues, avanço anual de 16%. O crescimento foi impulsionado integralmente pelos modelos totalmente elétricos a bateria, que saltaram 33%, enquanto os híbridos plug-in recuaram mais de 2%. A fabricante vem acelerando a produção de baterias de nova geração para ampliar a oferta de veículos com recarga ultrarrápida. No mercado internacional, a BYD manteve ritmo recorde de vendas, somando 180.700 veículos entregues no exterior em setembro, um salto anual de 153%. Desde maio, o volume mensal embarcado para fora da China supera o desempenho do ano anterior, sustentando um avanço de 19% nas entregas do terceiro trimestre na comparação anual. No mercado interno chinês, as vendas somaram 282.861 unidades em setembro, queda de 13% ante setembro de 2025, patamar que representa melhoria em relação ao tombo de 30% acumulado no ano. No cômputo dos nove primeiros meses de 2026, as entregas totais da BYD recuam 4%, somando 3.131.576 unidades. A Leapmotor superou a marca de 100 mil veículos pelo terceiro mês seguido. As 105.656 unidades entregues em setembro representam uma expansão anual de 59% e alta de 2,5% frente a agosto. Com 666.539 veículos entregues nos três primeiros trimestres de 2026, a montadora já superou o total acumulado em todo o ano de 2025 (596.555 unidades), embora ainda esteja em cerca de dois terços de sua meta anual de 1 milhão de carros para 2026.”

Fonte Valor Econômico; 01/10/2026

El Niño pode afetar produção de açúcar nas principais regiões produtoras mundiais

“Um El Niño de forte intensidade se tornou o principal fator climático para o mercado global de açúcar, segundo o mais recente relatório da Hedgepoint Global Markets. Enquanto a Índia e a Tailândia enfrentam seca e estresse térmico crescentes, as chuvas no Brasil podem prolongar as interrupções da colheita atual. A consultoria ressalta que a maioria das agências meteorológicas espera que o fenômeno atinja seu pico entre o final de 2026 e o início de 2027, criando uma divergência entre as principais regiões produtoras. No caso do Brasil, o fenômeno pode provocar precipitação extensa, diferentemente de outros países produtores que sofrem com a seca. As previsões sugerem chuvas acima da média na maior parte do Centro-Sul entre outubro e dezembro – primavera e início do verão, com efeitos distintos sobre a colheita atual e o desenvolvimento da próxima safra. “No curto prazo, chuvas adicionais provavelmente prolongarão as interrupções na colheita, reduzirão os níveis de ATR e diminuirão a eficiência operacional”, afirma, em relatório a coordenadora de inteligência de mercado da Hedgepoint, Lívea Coda. Por outro lado, a especialista destaca que essa mesma umidade favorece o desenvolvimento da cana para a safra de 2027/28, melhorando potencialmente as perspectivas de produção.”

Fonte NovaCana; 01/10/2026

As baterias maiores e melhores da China

“Em uma linha de produção no sudeste da China, máquinas aplicam uma pasta preta de material de eletrodo sobre uma fita de cobre com apenas cinco mícrons de espessura — um vigésimo da espessura de um fio de cabelo humano. Mais adiante na linha, uma equipe de robôs monitorada por um sistema de inspeção de qualidade baseado em IA transformará as fitas em células de bateria, cortando-as a laser, enrolando-as em bobinas e prensando-as com uma força equivalente a um peso de 23 toneladas. A fábrica fica na sede da CATL em Ningde; a empresa é a maior fabricante de baterias do mundo e uma gigante da indústria de carros elétricos. No entanto, as baterias de armazenamento em larga escala que utilizarão essas células não se destinam às estradas, mas sim ao setor de energia. Elas representam a tecnologia de energia que mais cresce atualmente, segundo a Agência Internacional de Energia, o órgão global de monitoramento do setor energético. Ao reduzir os custos das baterias e aprimorar a tecnologia subjacente, a CATL e outros fabricantes chineses ofereceram uma solução para um problema antigo da energia solar e eólica: a intermitência — ou, simplesmente, o fato de que elas só geram energia quando o sol brilha ou o vento sopra.”

Fonte; Financial Times: 01/10/2026

China encerra isenção fiscal para baterias de íon-lítio de veículos elétricos após 11 anos

“A China está reduzindo os incentivos relacionados a veículos elétricos. O país restabeleceu o imposto sobre consumo para baterias de íon-lítio em setembro e planeja encerrar as isenções do imposto sobre a compra de veículos em 2028. À medida que a queda na demanda interna ofusca as perspectivas de crescimento, as montadoras terão de absorver custos antes cobertos por incentivos, caso não consigam repassá-los aos clientes. Isso pode desencadear uma reconfiguração do cenário automotivo chinês. Em julho, autoridades chinesas anunciaram que as baterias de íon-lítio utilizadas em veículos de nova energia — categoria que inclui elétricos e híbridos plug-in — voltariam a ser tributadas com uma alíquota de 2% sobre o consumo, a partir de 1º de setembro. A alíquota subirá para 4% em setembro de 2027. Categorias mais recentes, como baterias de íon-sódio e de estado sólido, ainda não alcançaram ampla adoção. Pequim planeja manter os benefícios fiscais para essas baterias, direcionando o apoio ao desenvolvimento para essas tecnologias de ponta.”

Fonte Valor Econômico; 01/10/2026

Nova York e 20 estados processam a EPA para barrar a revogação da norma de carbono para usinas de energia

“Na quinta-feira, a procuradora-geral de Nova York liderou uma coalizão de 25 estados e cidades em uma ação judicial contra a Agência de Proteção Ambiental (EPA) da administração Trump, visando impedir a revogação dos limites de emissão de gases de efeito estufa para usinas de energia. A procuradora-geral Letitia James e estados como Califórnia e Michigan entraram com uma ação contra a EPA no Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito do Distrito de Colúmbia (DC) para contestar a revogação das normas de 2024 sobre poluição por carbono, as quais exigiam que as usinas americanas reduzissem suas emissões de gases de efeito estufa mediante a instalação de tecnologia de captura de carbono. “Desmantelar essas proteções é uma traição às famílias americanas, e os riscos são altos demais para permitir que esta administração coloque, mais uma vez, os lucros acima das pessoas”, afirmou James. As usinas de energia são a segunda maior fonte de emissões de gases de efeito estufa nos EUA, atrás apenas dos veículos, e respondem por um quarto das emissões de dióxido de carbono do país. A coalizão protocolou uma petição para anular a revogação e notificou a EPA de que processará a agência por sua falha contínua em regular plenamente a poluição proveniente de usinas de gás natural já existentes. O grupo alegou que a EPA revogou as normas sem considerar “alternativas razoáveis” ou levar em conta os custos para a saúde e o clima decorrentes de permitir maior poluição na atmosfera.”

Fonte; Reuters: 01/10/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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