IBOVESPA +0,9% | 167.830 Pontos
CÂMBIO -0,87% | 5,17/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira (19) em alta de 0,9%, aos 167.830 pontos, interrompendo uma sequência de 11 pregões consecutivos de queda, ainda que o movimento positivo tenha perdido força ao longo do dia. A alta foi impulsionada principalmente pelo anúncio do Tesouro dos Estados Unidos de que ampliará o volume das operações de recompra de títulos públicos de prazos mais longos. A medida reduziu os rendimentos dos Treasuries e levou ao fechamento da curva de juros local, favorecendo especialmente as ações domésticas e mais sensíveis ao custo de capital.
Na ponta positiva, Cosan (CSAN3, +8,3%) liderou os ganhos do índice, em um movimento de recuperação após ter recuado 5,5% nos dois pregões anteriores. A melhora do ambiente de juros favoreceu a ação, que possui elevada sensibilidade ao custo de capital e à percepção sobre sua alavancagem.
Na ponta negativa, Gerdau (GGBR4, -5,2%) recuou e foi uma das maiores quedas do índice, em um movimento técnico.
Renda fixa
Os juros futuros encerraram a quarta-feira em forte queda, acompanhando o alívio observado nos mercados internacionais após o Departamento do Tesouro dos EUA anunciar a ampliação das recompras de títulos de longo prazo. Nos EUA, a T-note de 2 anos encerrou a 4,16% (-2 bps), a T-note de 10 anos a 4,65% (-6 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,19% (-10 bps). A ata do Federal Reserve, banco central americano, reforçou a percepção de manutenção dos juros em setembro e teve impacto limitado sobre os preços dos ativos, com o mercado concentrando suas atenções na intervenção do Tesouro. No Brasil, a curva de DI acompanhou o movimento externo. O DI jan/27 encerrou a 13,72% (-3 bps), o DI jan/29 a 14,20% (-14 bps) e o DI jan/31 a 14,50% (-14 bps). A curva NTN-B também recuou, com a NTN-B 2029 a 8,05% (vs. 8,14%), a NTN-B 2035 a 7,97% (vs. 8,07%) e a NTN-B 2050 a 7,54% (vs. 7,57%).
Mercados globais
Nesta quinta-feira (20), os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: +0,1%), após o S&P 500 interromper na véspera uma sequência de três quedas. O movimento foi impulsionado pelo recuo das taxas dos Treasuries mais longo. Na Europa, o Stoxx 600 opera em queda de 0,2%. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) avançou 5,9%, o Nikkei 225 (Japão) opera próximo ao neutro, enquanto na China o CSI 300 ganhou 0,1% e o Hang Seng avançou 0,8%.
O mercado acompanha a escalada da tensão entre Estados Unidos e Irã, após Donald Trump prometer “guerra econômica” e penalidades financeiras a apoiadores de Teerã, e de os Emirados Árabes Unidos anunciarem a suspensão do comércio com o país. O Brent sobe 2,5%, para próximo de US$ 94/barril, pressionando na Europa as ações de viagens e lazer e as mineradoras. No mercado de juros, o rendimento do Treasury de 30 anos sobe, para 5,19%, e o de 10 anos, para 4,67%, à medida que os investidores digerem o plano de recompra do Tesouro. Em contrapartida, o foco corporativo está no Walmart, que divulga o resultado do segundo trimestre antes da abertura e fecha a semana de balanços do varejo americano.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta quarta-feira em alta de 0,41%, aos 3.681,89 pontos.
Os fundos de recebíveis lideraram os ganhos do dia, com valorização de 0,64%, seguidos pelos fundos híbridos (+0,50%). Entre os fundos de tijolo, o desempenho agregado foi positivo (+0,18%), impulsionado principalmente pelos ativos logísticos (+0,58%) e pelas lajes corporativas (+0,20%), compensando a queda observada nos fundos de shoppings (-0,39%). Já o segmento de multiestratégia/FOFs registrou alta de 0,33%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram CACR11 (+18,6%), HSLG11 (+3,2%) e LIFE11 (+2,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por RBRY11 (-1,9%), XPML11 (-1,8%) e RCRB11 (-1,3%).
Economia
Nos Estados Unidos, a ata da última reunião de política monetária do Fed mostrou que vários dirigentes defenderam alta de juros no encontro e que muitos indicaram que o aperto seria necessário caso a inflação não recue. Houve manutenção da taxa de referência entre 3,50% e 3,75%, com três dissidentes a favor de elevação de 0,25 p.p.. O documento registrou que as projeções de inflação continuam bastante incertas e que o recrudescimento das tensões no Oriente Médio vem turvando o cenário.
Enquanto isso, o Tesouro americano anunciou que (no mínimo) duplicará o volume das operações de recompra de liquidez em títulos de 10 a 30 anos, em nova tentativa de conter os custos de captação longos, que rodam nas máximas de várias décadas.
Agenda econômica relativamente vazia hoje. Os agentes de mercado irão monitorar os dados de inflação ao consumidor no Japão (julho), além dos pedidos semanais de seguro-desemprego e a sondagem industrial do Fed da Filadélfia (agosto) nos Estados Unidos. Nenhum indicador relevante será publicado no Brasil.
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Economia
Ata do Fed reforça preocupação com inflação e Tesouro dos Estados Unidos dobra recompra de títulos após taxas atingirem máximas históricas
- Nos Estados Unidos, a ata da última reunião de política monetária do Fed mostrou que vários dirigentes defenderam alta de juros no encontro e que muitos indicaram que o aperto seria necessário caso a inflação não recue. Houve manutenção da taxa de referência entre 3,50% e 3,75%, com três dos nove membros dissidentes (Logan, Hammack e Kashkari) a favor de elevação de 0,25 p.p.. O documento registrou que as projeções de inflação continuam bastante incertas e que o recrudescimento das tensões no Oriente Médio vem turvando o cenário. Na ausência de avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã, o preço do petróleo (Brent) subiu 0,4% ontem, atingindo US$ 91,4 por barril;
- Enquanto isso, o Tesouro americano anunciou que (no mínimo) duplicará o volume das operações de recompra de liquidez em títulos de 10 a 30 anos, em nova tentativa de conter os custos de captação longos, que rodam nas máximas de várias décadas. As compras ampliadas começam em 9 de setembro. Duas semanas atrás, o calendário indicava recompras de até US$ 14 bilhões nesses vértices entre 9 de setembro e 4 de novembro. O movimento se soma a uma sequência de intervenções do Secretário Scott Bessent, que inclui a primeira compra coordenada de iene entre Estados Unidos e Japão desde 1998, no fim do mês passado;
- Estados Unidos e Canadá anunciaram avanços nas negociações comerciais e adiaram por três dias, até 21 de agosto, a entrada em vigor de tarifas de 50% sobre uma série de produtos canadenses. O Presidente Donald Trump afirmou que os dois países chegaram a um acordo sujeito à finalização da documentação, ao passo que o Primeiro-Ministro Mark Carney confirmou que houve progresso substancial, mas que ainda existem pontos pendentes. Entre as questões em discussão estão as tarifas americanas sobre veículos canadenses e possíveis reduções das alíquotas da Seção 232. O adiamento reduz, por ora, o risco de uma nova escalada comercial;
- No Brasil, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) espera que o país registre superávit comercial próximo de US$ 90 bilhões em 2026, apoiado pela diversificação dos mercados de destino. O governo avalia que uma eventual aplicação da Lei de Reciprocidade contra os Estados Unidos dificilmente será concluída antes de dezembro, devido ao rito necessário para adoção das medidas. A prioridade, por enquanto, continua sendo a negociação para reduzir os efeitos das tarifas, que chegam a 37,5% para alguns produtos brasileiros;
- Agenda econômica relativamente vazia hoje. Os agentes de mercado irão monitorar os dados de inflação ao consumidor no Japão (julho), além dos pedidos semanais de seguro-desemprego e a sondagem industrial do Fed da Filadélfia (agosto) nos Estados Unidos. Nenhum indicador relevante será publicado no Brasil.
Empresas
Bens de capital: momentum de resultados desigual na nossa cobertura
- Os resultados do 2T26 reforçaram os diferentes estágios de ciclo em nossa cobertura;
- Olhando à frente, permanecemos construtivos com a trajetória de crescimento das receitas e o potencial de melhora da lucratividade da Embraer, esperando um ramp up gradual para a WEG antes de uma aceleração mais relevante do crescimento (provavelmente a partir do 2S27E);
- Por outro lado, a Marcopolo foi a surpresa negativa do 2T26, como mostrado pelo desempenho recente (POMO4 -22% desde a divulgação dos resultados);
- Dito isso, embora as contínuas revisões para baixo dos lucros devam permanecer como ventos contrários de curto prazo, os níveis de valuation parecem mais do que precificar esse enfraquecimento do momentum de lucros;
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Financials: cartão-postal do Rio
- Saímos de nossas reuniões na XP CEO Conference com uma visão mista para o setor financeiro brasileiro;
- Entre os bancos, o ITUB mais uma vez se destacou como um dos incumbentes mais bem posicionados para navegar um ambiente de crédito mais desafiador, enquanto o BBDC continua mostrando uma melhora operacional gradual, embora o debate em torno de uma eventual estabilização dos custos de crédito permaneça relevante;
- A perspectiva para o BBAS segue mais desafiadora, particularmente diante dos elevados custos de crédito;
- Permanecemos construtivos com AGBK e PINE, onde o momentum de resultados deve continuar se expandindo ao longo dos próximos trimestres, apoiado pelo crescimento do balanço e por uma mudança favorável no mix, enquanto a qualidade do crédito permanece bem controlada;
- Fora dos bancos tradicionais, a CXSE continua oferecendo um dos perfis de resultados mais previsíveis do setor, apoiada por uma tese resiliente de payout e por um sólido momentum nos produtos fora do seguro prestamista;
- Enquanto isso, a B3SA continua se beneficiando da diversificação de receitas, enquanto a concorrência segue sendo uma variável importante a monitorar, ao passo que a BRBI continua enxergando um cenário construtivo de médio prazo para M&A, apesar dos mercados de capitais ainda voláteis;
- Por fim, a STNE espera uma reaceleração relevante do TPV ao longo do 2S26, embora a normalização do churn e o crédito permaneçam como os principais temas de debate;
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Distribuição de combustíveis | Dados de volume de julho da ANP
- A ANP divulgou os dados atualizados de volumes de distribuição de combustíveis referentes a julho. No geral, a demanda consolidada por combustíveis permaneceu sólida, avançando cerca de +2% a/a, impulsionada pelos maiores volumes do ciclo otto.
- Em termos de participação de mercado, a Ipiranga ganhou espaço no mercado total (+0,3 p.p. m/m), enquanto a Vibra perdeu participação (-0,2 p.p. m/m). Raízen e as distribuidoras afiliadas à Brasilcom permaneceram praticamente estáveis (+0,1 p.p. e +0,0 p.p. m/m, respectivamente), enquanto distribuidoras regionais e de bandeira branca recuaram (-0,2 p.p. m/m).
- No diesel, a Vibra foi o principal destaque negativo entre as grandes distribuidoras (-0,6 p.p. m/m), enquanto Ipiranga e Raízen avançaram +0,4 p.p. m/m;
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Mineração e siderurgia | Papel e celulose: postcard do Rio
- Nesta semana, realizamos nossa XP CEO Conference no Rio de Janeiro;
- Embora as discussões em torno dos mercados finais domésticos e do cenário macro brasileiro tenham sido, no geral, mais cautelosas, saímos marginalmente mais construtivos com os fundamentos das commodities, com sinais de um pano de fundo mais favorável tanto para minério de ferro quanto para celulose;
- Para Vale, as discussões apontaram para um mercado de minério de ferro relativamente equilibrado, enquanto um potencial novo decreto sobre cavidades poderia aumentar ainda mais a flexibilidade operacional;
- Para Suzano e Klabin, os comentários sobre estoques baixos de celulose de fibra curta, melhora da demanda chinesa e aumentos recentes nos preços de papel reforçaram uma visão marginalmente mais construtiva para os fundamentos da celulose no curto prazo;
- Por fim, para CSN/CMIN, a companhia permanece focada na desalavancagem, ao mesmo tempo em que transmitiu uma perspectiva mais construtiva tanto para Aço quanto para Mineração, sustentada pela recuperação de margens e por iniciativas contínuas de crescimento e monetização;
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XP Varejo: feedback do Shopee Trends 2026; de olho na bola
- Participamos da 2ª edição do Shopee Trends e saímos com quatro principais conclusões: (i) a logística continua sendo a principal prioridade de investimento da Shopee, com o Full ganhando escala rapidamente e o Turbo expandindo sua proposta de entrega rápida;
- (ii) o movimento anteriormente comunicado da Shopee para além do baixo ticket está avançando por meio do incentivo às vendas de marcas maiores, kits e produtos mais premium;
- (iii) Live e afiliados estão ganhando tração como ferramentas de conversão, sustentados parcialmente pelos investimentos dos sellers em Moedas, Ads, comissões e conteúdo;
- e (iv) a integração da Shopee com o Google Ads está sendo estendida aos sellers como uma ferramenta de Ads alternativa e complementar;
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Utilities: cartão-postal do Rio
- Recebemos 12 equipes de gestão do setor de utilities brasileiro em nossa CEO Conference, discutindo uma ampla gama de temas, incluindo desenvolvimentos regulatórios, alocação de capital, ciclos de revisão tarifária, melhorias de qualidade e eficiência, gestão de balanço patrimonial, oportunidades relacionadas à transição energética e estratégias de crescimento de longo prazo;
- Um tema comum à maioria das conversas foi a crescente importância da capacidade de execução regulatória à medida que as companhias se aproximam de ciclos relevantes de revisão tarifária, juntamente com um renovado foco em geração de caixa e desalavancagem após um período prolongado de investimentos;
- As equipes de gestão também destacaram oportunidades emergentes relacionadas à flexibilidade da rede elétrica, armazenamento de energia em baterias, liberalização do mercado de gás, expansão da transmissão e universalização do saneamento, ao mesmo tempo em que permanecem atentas à evolução dos padrões climáticos, às discussões sobre curtailment e às metodologias regulatórias que podem influenciar materialmente as trajetórias de resultados nos próximos anos;
- Clique aqui para acessar o relatório.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Justiça americana aprova empréstimo à Braskem Idesa (Pipeline Valor);
- FS Florestal levanta R$ 200 milhões para financiar produtores de eucalipto (The Agribiz);
- Credores da Ambipar pedem à Justiça suspensão de assembleia que votará plano de RJ (Valor Econômico);
- Moody’s Local Brasil rebaixa para BBB-.br / Em Revisão para Rebaixamento e subsequentemente retirará o rating da Coruripe (Moody’s Local).
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Estratégia
Postcard from Rio: feedback from our XP Brazil CEO Conference
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- CACR11 salta quase 19%, HSLG11 sobe 3,16%; IFIX avança 0,4% (FIIs);
- O novo custo de construir: por que mão de obra qualificada virou um problema para o setor imobiliário (Buildings);
- “O pessoal está triste. Eu estou comprador”, diz André Bacci (ClubeFII News);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
ESG | Cartão postal do Rio – Destaques da XP CEO Conference
- Nos dias 17 e 18 de agosto, a XP realizou a terceira edição de sua CEO Conference, no Rio de Janeiro, reunindo mais de 100 executivos das principais empresas brasileiras e mais de 500 investidores institucionais;
- Além das discussões específicas sobre cada companhia, a agenda abordou uma ampla gama de temas, incluindo governança corporativa, volatilidade climática (e os potenciais impactos do El Niño), eletrificação do transporte e combustíveis renováveis;
- Abaixo, trazemos um resumo dos principais destaques relacionados à agenda ESG das reuniões que participamos;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Toyota recebe investimento do BNDES para instalações de pesquisa de motores híbridos flex | Café com ESG, 20/08
- O pregão de quarta-feira fechou em alta, com o IBOV e o ISE avançando 0,9% e 1,39%, respectivamente.
- Do lado das empresas, (i) o BNDES aprovou um financiamento de R$ 123,6 milhões para a Toyota Brasil desenvolver um Centro de Desenvolvimento de Tecnologias para Biocombustíveis em Sorocaba (SP) – as instalações permitirão simulações e análises voltadas a eficiência energética, emissões e evolução de tecnologias para motores híbridos flex, aproveitando a experiência brasileira em biocombustíveis e a combinação entre eletrificação e etanol como rota para descarbonização no país; e (ii) a Compagas e a Cia Verde assinaram um contrato para instalação de um ponto de abastecimento de gás natural e biometano para transporte rodoviário de cargas dentro da sede da empresa de logística, em Araucária (PR) – com o acordo, a Cia Verde, que opera 36 caminhões movidos a gás, prevê incorporar mais 100 veículos a gás e biometano à frota.
- Na política, o Ministério de Minas e Energia convocou reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para 2 de setembro, com as diretrizes para o mapa do caminho brasileiro para a transição energética na pauta – a pauta também traz, entre outros temas, a criação de Grupos de Trabalho sobre Eletromobilidade e Valorização Energética de Resíduos, e a resolução sobre o Plano Nacional de Transição Energética (Plante).
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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