IBOVESPA -0,10% | 166.934 Pontos
CÂMBIO +0,52% | 5,22/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a semana em queda de 3,2% em reais e de 6,2% em dólares por conta da depreciação de 2,7% do real, aos 166.934 pontos.
Embraer foi o destaque positivo da semana (EMBJ3, +6,8%), após resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26) fortes, sustentados pelo crescimento em todos os segmentos, particularmente Aviação Executiva.
Por outro lado, Hapvida (HAPV3, -37,4%) foi o destaque negativo após os números trimestrais mostrarem piora na sinistralidade e aumento das despesas com judicialização.
Renda Fixa
No comparativo semanal, os juros futuros encerraram a semana com inclinação nos EUA e no Brasil. Nos EUA, dados de inflação benignos favoreceram o fechamento das taxas curtas, mas preocupações fiscais, leilões com taxas elevadas e a alta do petróleo pressionaram a ponta longa da curva. A T-note de 2 anos encerrou a 4,17% (-2 bps vs. semana anterior), a T-note de 10 anos a 4,69% (+5 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,26% (+7 bps). No Brasil, preocupações fiscais, saída de fluxo estrangeiro, valorização do dólar e tensões comerciais com os EUA levaram à abertura da curva, principalmente nos vencimentos intermediários e longos. O DI jan/27 encerrou a 13,77% (estável), o DI jan/29 a 14,33% (+21 bps) e o DI jan/31 a 14,59% (+26 bps). Já as NTN-Bs fecharam com leve recuo nos vencimentos curtos e estabilidade nos longos: NTN-B 2029 a 8,17% (vs. 8,23%), NTN-B 2035 a 8,10% (vs. 8,13%) e NTN-B 2050 a 7,66% (vs. 7,67%).
Mercados globais
Nesta segunda-feira (17), os futuros nos EUA operam em leve alta (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,5%), sustentados pela terceira semana consecutiva de ganhos do S&P 500, que renovou máxima histórica, apesar das tensões no Oriente Médio. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,2%, impulsionado pelos setores de mineração e tecnologia. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Nikkei 225 (Japão) subiu 0,4%, o Kospi (Coreia) subiu 2,4%, enquanto na China o Hang Seng saltou 1,3% e o CSI 300 ganhou 1,5%.
O mercado acompanha o impasse entre Estados Unidos e Irã, com o frágil cessar-fogo entre os dois países expirando nesta segunda-feira e sem sinal de retomada das negociações, depois de o chanceler iraniano Abbas Araqchi afirmar no fim de semana que Teerã não decidiu voltar à mesa. O Brent avança 1%, para próximo de US$ 89/barril, sustentado pela desaceleração do tráfego no Estreito de Ormuz: apenas cinco navios de commodities cruzaram o estreito no sábado, ante 31 no fim de semana anterior, com o fluxo acumulando queda de cerca de 90% desde o início do conflito. No âmbito macro, a prévia da confiança do consumidor da Universidade de Michigan recuar para 51 em agosto, ante 55,2, e de vendas no varejo fracas e inflação mais branda reduzem as apostas em aperto adicional do Federal Reserve. Os investidores também direcionam o foco para a temporada de resultados do varejo, com Lowe’s, Target e Walmart.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de sexta-feira (14) em queda de 0,17%, acumulando recuo de 2,25% na semana, aos 3.686,33 pontos.
O desempenho dos segmentos foi misto ao longo do último pregão. Os fundos de recebíveis avançaram 0,15%, sendo o único segmento relevante a encerrar o dia no campo positivo. Por outro lado, os fundos de tijolo recuaram 0,40%, pressionados principalmente pelas quedas em shoppings (-0,84%), multiestratégia (-0,33%) e ativos logísticos (-0,31%). O segmento de multiestratégia/FOFs também registrou desempenho negativo (-0,35%), enquanto os fundos híbridos apresentaram leve recuo de 0,11%.
Entre os destaques positivos de sexta-feira, sobressaíram CACR11 (+3,1%), DEVA11 (+1,9%) e KNIP11 (+1,4%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por RCRB11 (-3,0%), BBIG11 (-2,0%) e VGIR11 (-1,7%).
Economia
No cenário internacional, o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz praticamente cessou no fim de semana, após ataques a três embarcações da petrolífera estatal de Abu Dhabi. Apenas cinco navios de commodities cruzaram a rota no sábado e nenhum no domingo, contra 31 no fim de semana anterior. O petróleo (tipo Brent) acumulou alta superior a 5% na semana passada e segue negociado em torno de US$ 88 por barril.
Nos Estados Unidos, as vendas no varejo caíram 0,6% em julho, o primeiro recuo em nove meses, reduzindo a probabilidade implícita de alta de juros pelo Fed em setembro para cerca de um terço.
No Brasil, os atos que marcaram o início oficial da corrida presidencial ocorreram no fim de semana. Segundo o time XP Política, as campanhas privilegiaram os ataques ao adversário, reforçando o cenário de uma eleição polarizada e decidida em dois turnos.
Na agenda internacional desta semana, destaque para a ata da última reunião do Fed (banco central americano) e para a definição das taxas de empréstimos de curto e médio prazo pelo banco central da China. No Brasil, a agenda será mais leve, com o IBC-Br de junho e o IGP-10 de agosto.
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Economia
Tráfego de navios no Estreito de Ormuz praticamente cessa no fim de semana
- O tráfego marítimo no Estreito de Ormuz praticamente cessou no fim de semana. Segundo dados da Kpler, apenas cinco navios de commodities cruzaram a rota no sábado e nenhum no domingo, contra 31 no fim de semana anterior. A paralisação seguiu-se aos ataques a três embarcações operadas pela ADNOC, petrolífera estatal de Abu Dhabi. Antes do início da ofensiva de Estados Unidos e Israel contra o Irã, no fim de fevereiro, mais de 130 navios por dia transitavam pela rota. Em paralelo, Washington sinalizou que pode manter o bloqueio naval aos portos iranianos por tempo indeterminado, e o Secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que serão anunciadas medidas econômicas “como nunca vistas na história do isolamento econômico de um país”. As negociações intermediadas por Omã seguem paralisadas. O preço do petróleo (tipo Brent) acumulou alta superior a 5% na semana passada e segue negociado em torno de 88 dólares por barril;
- Nos Estados Unidos, as vendas no varejo caíram 0,6% em julho ante junho, o primeiro recuo em nove meses e a queda mais acentuada desde maio de 2025. O resultado frustrou as expectativas de mercado, que apontavam ligeira alta (0,1%). Após os dados, os contratos futuros reduziram para cerca de um terço a probabilidade implícita de alta de juros na reunião do Fed (banco central dos Estados Unidos) em setembro, ante aproximadamente 55% antes da divulgação;
- Na China, os indicadores de atividade de julho apontaram para perda de fôlego da demanda doméstica. A produção industrial cresceu 4,5% em relação a julho de 2025, abaixo da expectativa de mercado (5,0%) e desacelerando ante os 5,3% de junho. O resultado provavelmente reflete a pressão de custos associada às disrupções nos mercados globais de energia e frete, apenas parcialmente compensados pela demanda externa por bens de maior conteúdo tecnológico. As vendas no varejo avançaram somente 0,6% na comparação anual, bem abaixo do esperado (1,3%), enquanto o investimento em ativos fixos recuou 6,7% no acumulado de janeiro a julho, aprofundando a queda de 5,7% do primeiro semestre. O porta-voz do Escritório Nacional de Estatísticas (NBS, na sigla em inglês), Fu Linghui, reconheceu que “o ambiente externo é complexo e volátil, e o desequilíbrio doméstico entre oferta forte e demanda fraca permanece agudo”, o que amplia a expectativa de novos estímulos por parte de Pequim;
- No Brasil, o final de semana contou com os atos que marcaram o início oficial da corrida presidencial. Segundo o time XP Política, as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro privilegiaram os ataques ao adversário, reforçando o cenário de uma eleição polarizada e decidida em dois turnos;
- Na agenda internacional desta semana, o destaque será a divulgação da ata da última reunião do FOMC, nos Estados Unidos. Na China, o banco central (PBoC) definirá as taxas de empréstimos de curto e médio prazo. Também serão conhecidos os índices PMI de agosto das principais economias, sondagens empresariais que visam captar o pulso da atividade econômica. No Brasil, a agenda de indicadores será mais leve. Teremos apenas a divulgação do IBC-Br de junho pelo Banco Central e o IGP-10 de agosto pela FGV.
Empresas
Cosan (CSAN3) | Resultados do 2T26: Dívida líquida em queda com desinvestimentos
- Na sexta-feira (14), após o fechamento do mercado, a Cosan divulgou seus resultados do 2T26, encerrando a temporada de resultados, uma vez que a maioria das investidas já havia reportado seus números. As novas divulgações vieram de Moove, Radar e da holding;
- O EBITDA da Moove aumentou +101% t/t, enquanto o da Radar recuou para -R$ 29 milhões, ante R$ 103 milhões no 1T26. Antes da divulgação da Cosan, Compass e Rumo já haviam reportado resultados em linha com a XPe. O EBITDA proforma consolidado atingiu R$ 3,9 bilhões, alta de +18% t/t;
- O prejuízo líquido foi de -R$ 320 milhões (+R$ 1,3 bilhão t/t). A dívida líquida da holding recuou R$ 2,2 bilhões t/t (17% do valor de mercado). A cobertura da dívida da holding Cosan caiu para 0,2x, refletindo menores dividendos recebidos nos últimos 12 meses;
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Vibra Energia (VBBR3) | Resultados do 2T26: Trimestre forte, acima do consenso
- Nesta sexta-feira (14), após o fechamento do mercado, a Vibra Energia divulgou seus resultados do 2T26. O EBITDA recorrente de R$ 4,31 bilhões ficou ligeiramente acima da nossa estimativa (+3% vs. XPe de R$ 4,20 bilhões) e superou o consenso em +8% (consenso de R$ 3,99 bilhões);
- Os resultados foram fortes e aumentaram sequencialmente (+79% t/t), impulsionados por margens EBITDA muito fortes na distribuição, de R$ 456/m³ (vs. R$ 258/m³ no 1T26). O lucro líquido de R$ 2,35 bilhões ficou em linha com a XPe;
- Para o 3T26, esperamos que o momento positivo continue, uma vez que os preços domésticos dos combustíveis permanecem relativamente estáveis e descontados em relação à paridade de importação;
- Esperamos uma reação positiva das ações. No entanto, não vemos as margens do 2T26 como representativas dos níveis recorrentes futuros. Ainda assim, os resultados fortes podem reforçar a percepção do mercado de que as margens se estabeleceram em um patamar estruturalmente mais elevado, sustentado por um ambiente competitivo mais equilibrado à medida que a concorrência ilícita diminui;
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Grupo Mateus (GMAT3): sem proteção contra um cenário macro difícil; rebaixando para Neutro; preço-alvo para o final de 2027 em R$5,0/ação
- Estamos rebaixando o Grupo Mateus para Neutro (de Compra), ao mesmo tempo em que atualizamos seu preço-alvo para o final de 2027 para R$5,0/ação, uma vez que vemos a companhia enfrentando uma combinação macroeconômica adversa, amplificada por sua presença geográfica: (i) redução do benefício do Bolsa Família, sem reajuste à vista, pressionando o poder de compra de sua principal base de clientes;
- (ii) dinâmica de inflação menos favorável, com IPCA mais alto e inflação de alimentos mais fraca, pressionando a dinâmica de SSS;
- e (iii) ventos contrários incrementais ao consumo decorrentes das apostas e da maior acessibilidade aos GLP-1;
- Vemos com bons olhos os sinais de melhora apresentados nos resultados do 2T26 em relação às iniciativas de produtividade, mas consideramos mais desafiador sustentar ou melhorar as margens à frente em meio a um crescimento moderado da receita;
- Como resultado, reduzimos nossas estimativas de EBITDA e lucro líquido para 2027e em 28–30%;
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Grupo Casas Bahia (BHIA3): 2T fraco, com efeitos não caixa de R$9 bilhões; colocando Em Revisão após ressalva do auditor sobre continuidade operacional
- Navegando em um cenário macro difícil;
- O BHIA3 reportou um 2T desafiador, com a companhia avançando para a Fase 2 de seu Plano de Transformação em um cenário macroeconômico mais deteriorado;
- Operacionalmente, os resultados foram fracos: a margem bruta expandiu para 32,9%, embora tenha sido compensada por maiores despesas com vendas, gerais e administrativas devido às comissões de parcerias digitais, levando o EBITDA ajustado a recuar 9% a/a, para R$518 milhões;
- Abaixo da linha operacional, o redimensionamento da operação para se adequar ao cenário macroeconômico atual resultou em R$9,1 bilhões em despesas não caixa, incluindo a baixa integral dos ativos fiscais diferidos, levando o prejuízo líquido reportado a R$10,1 bilhões (prejuízo líquido ajustado pela companhia de R$978 milhões) e o patrimônio líquido a R$8,1 bilhões negativos;
- O FCFF foi positivo em R$798 milhões, embora amplamente impulsionado por uma redução de estoques de R$1,2 bilhão, que a ITR atribui à capacidade restrita de compras, e não ao planejamento sazonal;
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Boa Safra (SOJA3) | Revisão de resultados do 2T26: preparando o terreno
- Como esperado, o 2T não é um trimestre representativo para os resultados do ano, com os investidores focados na evolução do backlog e do capital de giro. A receita líquida atingiu BRL 125 mi (+23% A/A; +1% vs. XPe), enquanto o EBITDA ajustado ficou em BRL 28 mi (+504% A/A; +102% vs. XPe). O lucro líquido totalizou BRL 3 mi;
- No geral, embora a conversão do backlog em receita ainda precise se materializar nos próximos trimestres, os resultados e o desempenho operacional seguem consistentes com a narrativa da administração;
- Também continuamos vendo potencial para ganhos adicionais de eficiência à medida que a companhia supera os problemas de qualidade observados na safra passada, embora ainda seja necessário obter maior visibilidade sobre como esses benefícios irão se refletir nos resultados;
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Jalles (JALL3) | Revisão dos resultados do 1T27: protegida por hedge
- A Jalles Machado reportou um 1T27 fraco, refletindo a forte queda dos preços de açúcar e etanol ao longo do trimestre. A receita líquida atingiu BRL 340 mi (-33% A/A; -1% vs. XPe), enquanto o EBITDA Ajustado ex-hedge totalizou BRL 157 mi (-42% A/A; +10% vs. XPe), com margem de 46,2% (+480bps vs. XPe);
- Ainda assim, avaliamos positivamente as decisões comerciais da Jalles, desde a trava de preços de açúcar em níveis atrativos até o adiamento das vendas de etanol após a recente correção de preços;
- Em nossa visão, ambas as medidas devem ajudar a companhia a atravessar o atual ambiente desafiador de curto prazo, ao mesmo tempo em que a posicionam para capturar um cenário de preços potencialmente mais favorável à frente;
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Braskem (BRKM5) | Resultados do 2T26: recuperação significativa, conforme esperado
- A Braskem reportou os resultados do 2T26 na manhã desta sexta-feira (14). O EBITDA recorrente atingiu US$ 1,04 bilhão (R$ 5,25 bilhões), ficando -6% abaixo da nossa estimativa de US$ 1,12 bilhão, mas +13% acima do consenso de US$ 0,92 bilhão;
- Os resultados melhoraram mais de 5x t/t com a recuperação dos spreads petroquímicos internacionais em meio ao conflito entre Estados Unidos e Irã;
- O lucro líquido atingiu US$ 664 milhões (R$ 3,33 bilhões), vs. XPe de US$ 406 milhões. Olhando à frente, porém, esperamos que os resultados recuem sequencialmente, uma vez que os recentes ganhos nos spreads petroquímicos começaram a se reverter no final do 2T26;
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Utilities: pacote de resultados do 2T26 – CMIG, CPFE, LIGT, ORVR, SAPR e PASS
- A CMIG reportou um forte EBITDA ajustado de R$ 2,1 bilhões (+16% vs. XPe), explicado por uma sólida margem bruta na distribuidora, parcialmente compensada por despesas operacionais mais elevadas;
- A CPFE reportou EBITDA ajustado de R$ 2,8 bilhões (3% abaixo do XPe), basicamente devido a outras despesas e provisões acima das nossas estimativas;
- A LIGT reportou resultados operacionais positivos, com EBITDA ajustado de R$ 600 milhões (+47% vs. XPe), sustentado por uma sólida margem bruta na distribuidora e por um controle de inadimplência melhor do que o esperado;
- A ORVR entregou seus primeiros resultados com a Vital, alcançando EBITDA ajustado consolidado de R$ 286 milhões, exatamente em linha com nossas estimativas;
- A SAPR, após ajustarmos o efeito não recorrente do revés judicial envolvendo a AGEPAR no período, alcançou um razoável EBITDA ajustado de R$ 801 milhões (+7% vs. XPe, mas em linha com o consenso), devido à combinação de uma tarifa média melhor e menor inadimplência;
- Por fim, a PASS reportou EBITDA ajustado de R$ 1,2 bilhão, em linha com nossa expectativa, mas com uma margem bruta abaixo do esperado, compensada por disciplina nas despesas operacionais;
- De forma geral, esperamos uma reação positiva do mercado para CMIG e LIGT, enquanto neutra para as demais;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Petrobras confirma que encontrou petróleo na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial (Estadão);
- Exclusivo: Casas Bahia pede recuperação judicial com passivo de R$ 17,3 bilhões (Valor Econômico);
- Light atingiu condições para fim da recuperação judicial, diz CFO (Valor Econômico);
- Fitch Rebaixa Ratings da Braskem Para ‘RD’/‘RD(bra)’ (Fitch Ratings).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- FIIs na Semana | IFIX recua em meio à pressão sobre os juros longos (Research XP);
- IFIX cai 0,17% nesta sexta-feira; índice encerra semana em baixa de 2,25% (Suno Notícias);
- FII XPML11 negocia compra de 60% de shopping da Allos por R$ 331 milhões (InfoMoney);
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ESG
No Brasil, decreto sobre o combustível sustentável de aviação (SAF) preocupa aéreas | Café com ESG, 17/08
- O mercado encerrou a semana passada em território negativo, com o Ibovespa caindo 3,23% e o ISE 4,9%. O pregão de sexta-feira também fechou em queda, com o IBOV e o ISE recuando 0,10% e 1,71%, respectivamente;
- No Brasil, o decreto que regulamentou o combustível sustentável de aviação (SAF) frustrou as companhias aéreas ao não conceder desoneração fiscal para o consumo, oferecendo apenas estímulos já existentes para a produção – as aéreas alegam que a conta não fecha, dado que o querosene convencional representa cerca de 40% das despesas das aéreas no Brasil, enquanto o SAF custa de duas a cinco vezes mais;
- No internacional, (i) as exportações globais de caminhões elétricos chineses dispararam à medida que a alta dos custos dos combustíveis provocada pela guerra com o Irã acelerou a eletrificação em algumas regiões – segundo a companhia Sany, maior fabricante mundial de caminhões elétricos pesados, o conflito abriu as portas para novos mercados; e (ii) a Coreia do Sul está desenvolvendo um data center submarino para expandir sua infraestrutura de IA, com um projeto-piloto com construção prevista para começar ainda em 2026 – a iniciativa busca contornar a escassez de terrenos no país e aproveitar a água do mar para resfriar os equipamentos;
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13o Fórum do Biogás em destaque: Infraestrutura, regulação e próximos passos | Brunch com ESG
- Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
- Nesta semana, destacamos: Confiança da indústria cresce à medida que o ecossistema de biometano amadurece no Brasil
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