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XP Morning Call 25/02/2019: China tem alta mais expressiva em 3 anos

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Pressões sobre Reforma da Previdência no radar

Internacional

  1.  Líderes do Congresso notam que governo precisa articular base para garantir reforma da previdência
  2. Violência na Venezuela ganha foco do Governo Brasileiro; Mourão é contra intervenção militar na região

Empresas

  1. EUA e China: Discurso de Trump mostra tom mais suave impactando positivamente mercados

COE News

  1. IABr: Números fracos para janeiro; Demanda aparente de aço com queda de -5,6% A/A
  2.  Embraer (EMBR3): Juiz suspende AGE convocada para amanhã
  3. Caixa: Mudanças na Diretoria

Resumo

China tem alta mais expressiva em 3 anos

Os mercados globais iniciam a semana em alta, seguindo anúncio do presidente Trump de que irá adiar o prazo de 1 de março para aumento de tarifas americanas sobre importações chinesas, no mais recente sinal de progresso nas negociações comerciais.

Bolsa na China tem movimento de alta mais expressivo em três anos (+5,6%), liderado por empresas de tecnologia, com suavização de retorica do Trump a respeito de medidas contra o setor, assim como bancos, com expectativas de potenciais iniciativas de estímulos e o Presidente Xi destacando a importância deste setor.

No Brasil, Rodrigo Maia, principal articulador da reforma da previdência na Câmara, fala em aprovação para junho no lugar de maio em entrevista para o Valor.

Maia cobrou mais empenho dos grupos de apoio ao presidente em defesa da reforma, mas também destacou que “se o debate for feito de forma transparente, com lealdade entre as partes, 80% do que está na reforma pode ser aprovado, 90%.”

Na nossa visão, o cenário base é de aprovação na câmara no final do primeiro semestre, com aprovação no senado em outubro. Abril e Maio devem ser os meses chave, com Março sendo um mês de organização da base no governo. Sem destaques de empresas nesta segunda.


Brasil

Líderes do Congresso notam que governo precisa articular base para garantir reforma da previdência

  • Em entrevista ao Valor Econômico, o Presidente da Câmara Rodrigo Maia afirmou que o governo está perdendo a batalha de comunicação da Reforma da Previdência, e agora menciona um prazo de votação em junho contra maio anteriormente. Para isso, o governo terá que organizar sua base e demonstrar claramente como os benefícios da Reforma serão compartilhados entre os agentes políticos, como o mapa de projetos do Ministério de Infraestrutura para garantir investimentos nos redutos eleitorais dos parlamentares que estiverem com o governo;
  • Na visão do parlamentar, os militantes do governo estão silenciosos desde que o projeto da Reforma foi divulgado, e é necessário o enfrentamento de falsas informações. Entretanto, se o debate for feito de maneira correta, cerca de 80%-90% do conteúdo da reforma poderia ser aprovado. Além disso, ressaltou que é necessário encaminhar o projeto sobre as regras dos militares de forma conjunta para evitar atrasos, e que seria possível votar os dois projetos na mesma semana;
  • O secretário especial de Previdência, Rogério Marinho, afirma que a o texto com as mudanças para militares vai chegar ao Congresso antes dos 30 dias previstos e pode ser votado até antes da PEC da Nova Previdência, por ter tramitação mais rápida;
  • Por outro lado, uma mensagem mais positiva veio do Presidente do Senado Davi Alcolumbre, que disse que uma proposta da Reforma poderia ser aprovada até junho caso a Câmara aprovasse a mesma até abril. Apesar do governo ainda não possuir os 49 votos necessários, o presidente da casa destacou que a maioria dos senadores quer votar a reforma, embora também note que o governo precisa se articular para ganhar os votos necessários.

Violência na Venezuela ganha foco do Governo Brasileiro; Mourão é contra intervenção militar na região

  • A escalada de violência após tentativas de envio de ajuda humanitária para a Venezuela coloca o assunto como um ponto de tensão para o governo brasileiro, no momento em que o foco deveria estar na reforma da Previdência;
  • A boa notícia é que o assunto está sendo tratado pela ala militar. O vice-presidente General Mourão, que já foi adido na Venezuela, embarca hoje para representar o Brasil na reunião do Grupo de Lima, na Colômbia e coordenar a resposta brasileira em busca de reduzir conflitos na fronteira. Ele é contra uma intervenção militar.

Internacional

EUA e China: Discurso de Trump mostra tom mais suave impactando positivamente mercados

  • De acordo com o Financial Times, depois suavização de retórica do Trump a respeito de medidas contra o setor de tecnologia, Donald Trump twittou que houve progressos substanciais nas negociações comerciais com a China sobre questões estruturais importantes, incluindo proteção à propriedade intelectual, transferência de tecnologia, agricultura, serviços, câmbio e muitas outras questões;
  • Trump também falou que atrasará o prazo para o aumento nas tarifas de US$ 200 bilhões de bens chineses estabelecidos para 1º de março, porém não forneceu mais detalhes sobre um possível prazo futuro para o aumento de tarifas. Além disso, disse que se “progressos adicionais” fossem feitos entre Washington e Pequim, seu governo planejaria uma nova cúpula com Xi Jinping, o líder chinês, no resort do presidente na Flórida, Mar-a-Lago, para “concluir um acordo”;
  • Seus comentários atingiram um tom visivelmente mais suave do que muitos outros em sua administração que impactou positivamente os mercados chineses.

Empresas

IABr: Números fracos para janeiro; Demanda aparente de aço com queda de -5,6% A/A 

  • De acordo com o Instituto Aço Brasil, a demanda aparente de aço no Brasil caiu -5,6% A/A, com queda de -8,2% A/A nos aços planos e de -1,5% A/A nos longos; 
  • As vendas domésticas caíram -3,7% A/A, com os aços planos caindo -6,2% A/A e os longos -0,5%. A produção de aço bruto aumentou +2,3% A/A e +10,9% em relação a dezembro. As importações caíram -18,6% A/A, para 177 mil toneladas;
  • Dentre as razões para a queda do consumo, destacamos que, apesar da melhora econômica vista, a demanda por aço tem ciclo mais tardio, mas com alavancagem de 2-3x para o PIB, vemos potencial para superar esse patamar em momentos de forte retomada econômica. Além disso, os constantes aumentos de preço em 2018 levaram muitos clientes a fazerem mais pedidos, a fim de evitar reajustes futuros e agora vemos uma desestocagem. No momento, a CSN anunciou aumento de 10% a 15% previsto para o final de março.
     

Embraer (EMBR3): Juiz suspende AGE convocada para amanhã

  • Na última sexta-feira um juiz de São Paulo concedeu liminar suspendendo a realização de Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Embraer, prevista para acontecer amanhã (26/02), que analisaria a operação com a Boeing;
  • Essa liminar se baseia em uma ação civil pública ajuizada por um conjunto de entidades composto por Sindicatos e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), em que pedem a “nulidade” do negócio por “violação às garantias previstas na Golden Share”;
  • A empresa informou que vai buscar os recursos cabíveis para manter a assembleia na data para a qual os acionistas foram convocados.
     

Caixa: Mudanças na Diretoria

  • Segundo O Antagonista, o novo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, finalizou o processo de renovação dos VPs da Caixa. Os nomes serão apresentados oficialmente nesta segunda-feira;
  • Entre os destaques estão Eduardo Dacache, ex-Santander, que será o VP corporativo (substitui o presidente quando necessário), Julio Volpp, da própria Caixa, que será VP de Produtos e André Laloni, ex-Barclays, que será VP financeiro;
  • Guimarães reduziu de 12 para 10 o número de VPs e, além disso, dos 22 diretores do banco 18 serão trocados.

COE News

Samsung: Principal concorrente na Ásia eleva preços de smartphones

  • Alguns dias depois da Samsung ter lançado o primeiro smartphone de tela dobrável, a Huawei Technologies apresentou sua versão no MWC Barcelona, maior evento de tecnologia do mundo;
  • O novo aparelho da Huawei, chamado de Mate X, apresenta uma única tela ampla que se dobra ao meio quando fechada. Assim como o Samsung Galaxy Fold, o Mate X terá versão dobrável e convencional (não-dobrável), além de ser compatível com a nova tecnologia de transmissão de dados 5G;
  • O diretor de negócios no varejo, Richard Yu, informou que o aparelho custará cerca de US$ 2.600,00, 30% a mais do que o Galaxy Fold (US$ 1.980,00), elevando preços da indústria de smartphones em um momento de atingimento do pico de crescimento.
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