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XP Morning Call 23/01/2019: Davos em destaque

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1. Política Brasil: Bolsonaro reforça mensagem liberal em Davos, mas mais detalhes serão necessários
  2. Otimismo de Ilan com reformas abre espaço para juros menor em 2019

Internacional

  1. Preocupações sobre negociações comerciais aumentam após EUA rejeitar reunião com líderes Chineses
  2. Principais dados para moradias nos EUA; O que esperamos do Fed  
  3. Crescimento do PIB chinês no 4T sofre pressão de serviços e agricultura

Empresas

  1. Arábia Saudita suspende importação de carne de frango de cinco frigoríficos do Brasil
  2. Suzano anuncia novo preço de celulose negociado com clientes para janeiro/fevereiro
  3. Sabesp: Venda da empresa ajudará contas de São Paulo, afirma Meirelles

COE News

  1. Apple: Fornecedores japoneses são afetados pela recente baixa nas vendas do iPhone XR

Resumo

Davos em destaque

Os mercados operam em território neutro hoje após correção generalizada de ontem.

Bolsonaro deu discurso em Davos ontem ressaltando a agenda liberal, mas sem novidades, o que decepcionou os investidores locais. Em paralelo, também em Davos, Paulo Guedes falou sobre tributar dividendo e JCP, o que adicionou volatilidade, mas foi complementado hoje explicando que seria uma compensação a corte de imposto de renda para empresas (o que neutraliza boa parte do impacto).

Na nossa visão, depois do rally de 12% visto desde dezembro, o próximo mês pode ser um pouco mais desafiador para o Ibovespa. Com um ambiente externo de volatilidade e aversão a risco, acreditamos que para que o Ibovespa volte a ganhar tração, mais detalhes em relação à proposta final a ser enviada ao Congresso, assim como visibilidade em relação à aprovação serão necessários.

Ainda no Brasil, o presidente do BC destacou que a política monetária está em campo expansionista, mas que poderia ser mais intensa, dando a entender que há espaço para um potencial corte de juros. Entretanto, na nossa visão, essa discussão deve ficar para o segundo semestre, a medida que a aprovação ou não da reforma da previdência é crucial para determinar o nível de política monetária neutra.

No internacional, destaque para tensões comerciais entre os EUA e China. Notícias sinalizam que o governo de Trump, frustrado pela falta de progresso em questões relacionadas a propriedade intelectual, rejeitou a proposta feita por dois vice-ministros chineses e cancelou reuniões agendadas para esta semana.

Nos EUA, vendas de moradias usadas em dezembro caíram para seu menor nível em três anos e os aumentos dos preços dos imóveis desaceleraram acentuadamente, sugerindo uma nova perda de impulso no mercado imobiliário e trazendo preocupação em relação à saúde da economia.

Por último, do lado das empresas, a Arábia Saudita suspendeu ontem importação de carne de frango de cinco frigoríficos do Brasil, incluindo unidades da BRF e da JBS. A medida é lida como retaliação à intenção do governo brasileiro de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, em Israel. Na Sabesp, o secretário da Fazenda de São Paulo afirmou que uma eventual capitalização da Sabesp ajudaria o Estado a cobrir R$ 10 bilhões em receitas consideradas incertas.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Política Brasil: Bolsonaro reforça mensagem liberal em Davos, mas mais detalhes serão necessários 

  • Bolsonaro realizou ontem breve discurso em Davos, onde passou uma mensagem de comprometimento com a agenda liberal, destacando necessidade e priorização da reforma da previdência e tributária, diminuição do estado, privatizações e simplificações das normas;
  • O mercado buscava qualquer sinalização em termos da reforma da previdência e sua abrangência. Após o forte rally do Ibovespa desde o final de dezembro, acreditamos que sejam necessários mais detalhes em relação à proposta final e o potencial de aprovação para que o movimento de alta ganhe tração;
  • Além disso, em almoço fechado, Paulo Guedes afirmou que o governo objetiva simplificar a tributação, mas também deve taxar dividendos e juros sobre capital próprio (JCP). Segundo notícias, as mudanças estudadas devem incluir uma redução da alíquota de imposto de renda de pessoa jurídica de 34% para 20%, o que seria compensada pelo fim da dedução do JCP sob a base tributária e taxação de dividendos. Apesar de trazer volatilidade, a depender das alíquotas as mudanças podem ter impacto próximo a neutro a empresas que distribuem proventos. 

Otimismo de Ilan com reformas abre espaço para juros menor em 2019

  • Ontem, em entrevista à Reuters, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn afirmou que vai sempre olhar a adequação da política monetária e que vê de forma otimista a agenda de reformas prometidas pelo novo governo, o poderia abrir espaço para intensificação da política monetária expansionista;
  • De acordo com o nosso time de estratégia global, caso o governo tenha sucesso em aprovar uma reforma minimamente suficiente para manter as expectativas de inflação ancoradas, a expectativa de que haja mais aumento de juros ainda este ano deve perder seu apelo e abrir as portas para taxas mais baixas; 
  • No entanto, acreditamos que essa discussão só deve ser intensificada no segundo semestre do ano, uma vez que a concretização da reforma da Previdência é crucial para determinar a taxa neutra de política monetária.

Internacional

Preocupações sobre negociações comerciais aumentam após EUA rejeitar reunião com líderes Chineses

  • De acordo com o Financial Times, o governo de Trump, rejeitou a proposta feita por dois vice-ministros chineses para conversas preparatórias nos EUA nesta semana, devido à falta de progresso em questões essenciais, incluindo o assunto sobre propriedade intelectual;
  • O diretor do Conselho Econômico Nacional dos EUA, Larry Kudlow, negou que uma reunião existia. Porém, preocupações sobre escalada das tensões comerciais já se intensificaram;
  • Além disso, o presidente Donald Trump disse que, se um acordo não for alcançado até 1 de março, ele aumentará de 10% para 25% a tarifa imposta em 50% de todas as exportações chinesas para os EUA.

 Principais dados para moradias nos EUA; O que esperamos do Fed   

  • As vendas de moradias usadas em dezembro caíram para seu menor nível em três anos e e os aumentos dos preços dos imóveis desaceleraram acentuadamente, sugerindo uma nova perda de impulso no mercado imobiliário; 
  • O declínio de 10,3% em dezembro nas vendas de moradias usadas, somado à queda de 12% A/A nas vendas de novas casas em outubro e declínio de 7,7% A/A nas vendas pendentes de casas em novembro, farão o Fed dar uma pausa na análise de avançar ou não com o processo de normalização monetária;
  • Acreditamos que o Fed não será capaz de realizar os aumentos sinalizados anteriormente. Além disso, esperamos que o Fed anuncie uma redução no passo do ciclo contracionista (provavelmente no 3T19).

 Crescimento do PIB chinês no 4T sofre pressão de serviços e agricultura

  • De acordo com dados oficiais divulgados ontem, a fraqueza nos setores agrícola e de serviços impactou o crescimento econômico da China no 4T (6,4%), apesar de uma aceleração na atividade de construção;
  • O setor de serviço cresceu 7,4%, desacelerando em relação à alta de 7,9% no 3T, enquanto o crescimento do setor agrícola atenuou a alta para 3,5%, ante 3,6% antes. A construção, por outro lado, teve recuperação, impulsionada pelo apoio à projetos de infraestrutura;
  • O crescimento imobiliário desacelerou para 2% no 4T, ante 4,1% no 3T, com a redução da demanda geral frente a medidas de aperto do governo para restringir a especulação e a disparada dos preços. Em meio a sinais de que o crescimento imobiliário está diminuindo, limitando a demanda por itens de construção, os futuros do aço recuam na China, quebrando uma sequência de três dias de ganhos.

Empresas

Arábia Saudita suspende importação de carne de frango de cinco frigoríficos do Brasil

  • Ontem, a Arábia Saudita suspendeu importação de carne de frango de cinco frigoríficos do Brasil, incluindo unidades da BRF e da JBS. A medida é lida como retaliação a intenção do governo brasileiro de transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, em Israel;
  • Segundo o Ministério da Agricultura, os cinco abatedouros que exportavam regularmente representaram, 37% dos embarques à Arábia Saudita em 2018. Dos 58 frigoríficos habilitados para exportar para o país, restaram agora 25 na lista dos árabes. A Arábia Saudita exige alguns acertos para que os outros 33 frigoríficos voltem a exportar;
  • A BRF seria mais impactada que a JBS caso mais suspensões aconteçam, dado que o negócio Halal representa ~24% da receita da empresa, e menos de 5% da receita da JBS consolidada (menos de 50% da Seara no Brasil);
  • Do lado positivo, a Reuters reportou ontem que a China removerá tarifa antidumping em vigor desde junho/2018 (entre 18,8%-38,4%), substituindo-a por um preço mínimo de exportação, mas detalhes da proposta ainda não foram divulgados.

 Suzano anuncia novo preço de celulose negociado com clientes para janeiro/fevereiro

  • De acordo com a RISI, após dois meses sem negociações com clientes, a Suzano informou o novo preço para celulose de fibra curta: US$ 780/t na China, US$ 1.010/t na Europa e US$ 1.210/t na América do Norte;
  • Para a Ásia, isso representa um declínio em relação ao anúncio de preço de novembro, o último que tinha sido feito, quando os preços foram fixados em US$820/t. O novo preço de US$ 780/t na Ásia se traduz em um preço líquido de US$ 730/t, que se compara ao nível atual de US$ 650,01/t (aumento de +US$ 2,14/t contra semana anterior);
  • Nós assumimos, de forma conservadora, o preço da celulose de fibra curta em US$ 720/t para 2019, subindo para US$ 750/t em 2020-21, com LT a US$ 675/t em 2025. Vemos a Suzano como excessivamente descontada e reiteramos nossa recomendação de COMPRA, com preço-alvo de R$ 62,5/ação e 40% de potencial de alta.

 Sabesp: Venda da empresa ajudará contas de São Paulo, afirma Meirelles

  • O secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, afirmou que uma eventual capitalização da Sabesp ajudaria o Estado a cobrir R$ 10 bilhões em receitas consideradas incertas; 
  • O Estado trabalha conservadoramente com a hipótese de capitalização da companhia, caso não seja aprovada a MP 868, que altera o marco regulatório do Saneamento no Brasil. No atual modelo, a operação de saneamento é de responsabilidade dos municípios e pode ser transferida a empresas estaduais sob o modelo de “contrato de programa”. No entanto, esse modelo de contrato não pode ser assinado com uma empresa privada; 
  • Em sendo aprovada a MP, o Estado buscaria a privatização da Sabesp. No modelo de capitalização, espera-se que o Estado arrecade R$ 4 bilhões (com R$ 1 bilhão investido na companhia) e, em caso de privatização, que o Tesouro recebe a R$ 10-13 bilhões.

 INDA: Dados fracos para o mês de dezembro, mas números sólidos em 2018  

  • De acordo com o Inda, as vendas de aços planos subiram +4,2% em 2018, para 3,09mt, mas caíram no mês de dezembro (-17,3% A/A e -28,1% M/M). Do lado das compras, houve recuo de -10,9% A/A e -27,1% M/M em dezembro, contudo, encerraram 2018 com alta de +5,4%;
  • Os estoques ficaram em 939,4mt, fechando o ano com giro de 5 meses, nível acima da média histórica de 3,4. As importações encerraram dezembro com alta de +13,7% A/A e +5,6% M/M, mas queda de -1,6% no acumulado de 2018. No ano, o principal vendedor de aço para o Brasil foi a China (59%), seguida da Áustria;
  • Para janeiro, o Inda estima alta de 40% M/M na compra e venda de aços planos, contudo, na base anual, espera queda de 7%. Durante 2018, o setor realizou reajustes de preços, entre 25% e 28%. No início de 2019, o aumento de ~25% também foi repassado para os contratos anuais com as montadoras.

 Eletrobras: Capitalização aguarda definições sobre modelo, afirma CEO

  • Em entrevista à Reuters, o CEO da Eletrobras Wilson Ferreira Junior afirmou que o governo está convicto da necessidade de capitalização da elétrica, mas o tema ainda não foi discutido com Bolsonaro e Paulo Gudes, e não há definição sobre o formato e valor da operação;
  • A única questão que foi definida ao momento entre o CEO e o Ministro de Minas e Energia é a necessidade de um processo de capitalização para recuperar a capacidade de investimento da Eletrobras, mas ainda não se decidiu pela completa desestatização. No entanto, o executivo destacou que a questão deverá ser resolvida no curto prazo, e seria possível avançar com a operação ainda em 2019;
  • Finalmente, Ferreira Jr. Afirmou que a Eletrobras pretende fazer no primeiro semestre um leilão para vender as participações remanescentes em ativos de geração eólica e transmissão que não atraíram compradores na licitação de setembro de 2018.

COE News

Apple: Fornecedores japoneses são afetados pela recente baixa nas vendas do iPhone XR

  • Os efeitos do desempenho abaixo do esperado do modelo econômico XR está se espalhando pela cadeia de fornecedores da indústria de smartphones;
  • Dentre os modelos de iPhone, apenas o XR continua a apresentar tela de cristal líquido, especialidade dos fornecedores japoneses, sendo que a Apple já anunciou que pretende deixar de utilizar cristal líquido em sua linha de produção até 2020. Até março de 2018, a Apple representava mais da metade das receitas dos fornecedores de tela no Japão;
  • Além dos investimentos aportados desde 2012 por empresas chinesas e coreanas em produtores de LCD, que transformaram o produto em commodity, a redução da demanda da Apple podem gerar instabilidade para produtores de tela como Sony e Toshiba.
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