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XP Morning Call 01/02/2019: Janeiro foi de forte alta, fevereiro pode ser de respiro

Diariamente compilamos e analisamos diversas notícias e publicamos um relatório com comentários relativos às notícias relevantes para nossa cobertura, assim como eventos importantes para monitorar no cenário político e macroeconômico, tanto no Brasil quanto no mundo, e seus respectivos impactos para a bolsa brasileira.

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Tópicos do dia

Brasil

  1.  Política Brasil: Destaque para eleição do Congresso e votação da autonomia do Banco Central
  2. XP Política: Principais destaques da sondagem XP sobre mercados e política com investidores

Internacional

  1. China promete aumentar significativamente a importação de produtos do EUA

Empresas

  1. Bolsa: O que está precificado? | Panorama de Mercado XP e atualização das carteiras
  2. Prévia do 4T18: Destaque positivo para Varejo e Bancos
  3. Localiza (RENT3): Precificação concluída em R$ 33,0/ação; Oferta levanta R$ 1,82 bi

COE News

  1. Amazon registrou recorde de lucro trimestral pela 3ª vez consecutiva
  2. Samsung registra lucro líquido fraco 4T18, mas em linha com o esperado pelo mercado

Resumo

Janeiro foi de forte alta, fevereiro pode ser de respiro

Janeiro provou ser um dos melhores meses dos últimos anos para os mercados globais, com alta 13% na média desde o final de dezembro. Durante o mesmo período, o Ibovespa acumulou alta de 24% em dólares (16% em R$).

Pesquisa realizada com investidores institucionais pelo nosso time político ressalta que 79% dos entrevistados aguarda que o governo envie ao Congresso uma proposta da previdência mais ampla que a feita por Temer. Além disso, 53% espera que os parlamentares aprovem reforma mais abrangente que a anterior, e 25% prevê que seja pelo menos igual.

Conforme destacamos ontem à noite, acreditamos que um respiro no Ibovespa seja provável, e até saudável no mês de fevereiro. O índice como um todo negocia próximo à média histórica em múltiplo Preço/Lucro (12,5x, vs. 12,3x), mas nomes expostos à atividade doméstica já negociam a prêmio de 22%.

Em outras palavras, a pesquisa de hoje corrobora o que os números mostravam, o mercado já antecipou parte da melhora do cenário no Brasil e, nesse contexto, o próximo mês pode trazer volatilidade. Para fevereiro, as mudanças nas nossas carteiras buscam aumentar exposição ao ciclo global, com ações que ainda estão descontadas, reduzindo exposição aos cíclicos domésticos.

Os mercados amanhecem hoje em tom positivo, com alta de 0,5-1% na Ásia e na Europa. Destaque para negociações comerciais entre os EUA e a China, com a China prometendo expandir “substancialmente” as compras de produtos norte-americanos após a última rodada de negociações.

Nos EUA, foco nesta manhã para dados de mercado de trabalho, o Payroll. A expectativa está em criação de 165 mil novos empregos para janeiro. Se vier fraco, pode ser explicado pelo fechamento parcial do governo americano, mas o que poderia trazer um pouco de volatilidade é se vier muito forte, podendo reaquecer a discussão de alta de juros.

No Brasil, hoje é o dia de eleição das presidências da Câmara e Senado. Rodrigo Maia tentará confirmar favoritismo na Câmara e Renan Calheiros, escolhido como candidato pelo MDB, busca o quinto mandato de presidente do Senado.

Do lado das empresas, a Localiza anunciou na noite de ontem a conclusão da precificação da oferta primária em R$ 33,0/ação, vs. o fechamento de R$ 33,3 de 31/01. Com isso, a empresa vai levantar ~R$ 1,822 bilhão. Mantemos compra nas ações.


Conteúdo na íntegra

Brasil

Política Brasil: Destaque para eleição do Congresso e votação da autonomia do Banco Central

  • Hoje é o dia de eleição das presidências da Câmara e Senado. Rodrigo Maia tentará confirmar favoritismo na Câmara e Renan Calheiros, escolhido como candidato pelo MDB, busca o quinto mandato de presidente do Senado; 
  • O governo quer votar autonomia do BC em março, no que deve ser o primeiro teste da base de apoio com uma pauta econômica. A expectativa da Casa Civil é que a reforma da previdência seja apreciada no primeiro semestre.

 
XP Política: Principais destaques da sondagem XP sobre mercados e política com investidores

  • Nossa equipe de análise política realizou sondagem sobre as principais tendências de mercados e cenário político junto a 87 investidores institucionais. Acesse o relatório completo do time de política nesse link;
  • O mercado está confiante na eleição de Rodrigo Maia para a presidência da Câmara dos Deputados, com 85% de chances de Maia se reeleger. Na disputa para o Senado, Renan Calheiros teria 60% de probabilidade de voltar a presidir a Casa (notamos que o período de coleta antecedeu a decisão do MDB de lançar Renan como candidato do partido);
  • O mercado aguarda que o texto da reforma da previdência a ser aprovado pelo Congresso seja mais amplo do que a proposta de Temer. A maioria dos entrevistados (53%) espera que os parlamentares aprovem uma reforma mais abrangente que a anterior, enquanto 25% prevê que seja pelo menos igual. As mudanças no sistema previdenciário geram muita preocupação para 48% dos entrevistados. Aumentou também a probabilidade percebida de que haverá aprovação da reforma em 2019, de 70% em dezembro para 75% agora;
  • Quanto a efeitos de mercado, sem aprovação de reforma da previdência, a bolsa cairia 23%, para 75k, e o câmbio subiria 15%, para R$ 4,20 ao final de 2019. Por outro lado, se uma reforma na magnitude da apresentada por Temer for aprovada, a bolsa pode subir para 110k, e o câmbio se apreciaria 2%, para R$ 3,60. No entanto, se for aprovada uma reforma duas vezes a de Temer a bolsa poderia subir para 125k, e o câmbio apreciar 10%, para R$ 3,30;
  • Privatizações: A expectativa é que rendam, R$ 300 bilhões em 4 anos. Em dezembro, a expectativa era de que esse valor alcançaria R$ 200 bilhões.

Internacional

China promete aumentar significativamente a importação de produtos do EUA

  • De acordo com a Bloomberg, a China prometeu expandir “substancialmente” as compras de produtos norte-americanos após a última rodada de negociações comerciais; 
  • A China concordou em aumentar as importações de agricultura, energia, produtos industriais e serviços dos EUA, ambos os lados planejaram novas discussões na China em meados de fevereiro para discutir outros tópicos entre os dois países; 
  • Trump também está considerando um possível encontro com Xi Jinping, após convite oficial do líder chinês.

Empresas

Bolsa: O que está precificado? | Panorama de Mercado XP e atualização das carteiras

  • Após alta de 14% do Ibovespa desde o final de dezembro, seguindo menores tensões na frente global e a priorização da agenda reformista pelo novo governo, acreditamos que um respiro no Ibovespa seja saudável. O índice como um todo negocia próximo à média histórica em múltiplo Preço/Lucro (12,5x, vs. 12,3x), mas nomes expostos à atividade doméstica já negociam a prêmio de 22%;
  • Em outras palavras, o mercado já antecipou parte da melhora do cenário no Brasil, e fevereiro pode trazer volatilidade. Nesse contexto, as mudanças no portfólio de fevereiro têm como objetivo ganhar maior exposição ao ciclo global, com ações que ainda estão descontadas;
  • Mudanças para o mês de fevereiro: (1) troca de BRF por JBS; (2) redução do peso de Banco do Brasil e Localiza; (3) aumento em Gerdau e Azul e (4) redução da exposição a Vale, com maior cautela após a tragédia de Brumadinho;
  • A Carteira Recomendada XP acumula alta de +35,5% desde seu início em julho, 1,6% a mais que o Ibovespa. No mês de janeiro acumulou alta de 5,9%, 4,9% a menos do que o Ibovespa, principalmente explicado pela nossa alta exposição a Vale. Para mais detalhes do cenário e das nossas carteiras, por favor acesse o PDF neste link.

Prévia do 4T18: Destaque positivo para Varejo e Bancos

  • Esperamos contínuo crescimento dos lucros no quarto trimestre quando comparado a 2017, mas ainda aquém do potencial. Na nossa visão, a tendência positiva de resultados deveria ganhar força ao longo de 2019, com aceleração do crescimento no Brasil; 
  • Durante o trimestre, as empresas de varejo foram sazonalmente beneficiadas com vendas fortes na Black Friday e Natal. Os bancos também estão apresentando um trimestre forte novamente, devido à expansão da carteira dos segmentos de varejo e menores provisões; 
  • Por outro lado, as siderúrgicas devem ser destaque negativo, com decepção no preço e custo, e volume sazonalmente maior. Além disso, a valorização do BRL também pesa em nomes relacionados a commodities (Suzano e Siderúrgicas). No relatório, resumimos os principais destaques positivos e negativos do trimestre, bem como os destaques dos maiores nomes/setores do IBOV.

Localiza (RENT3): Precificação concluída em R$ 33,0/ação; Oferta levanta R$ 1,82 bi

  • A Localiza anunciou na noite de ontem a conclusão da precificação da oferta primária em R$ 33,0/ação, vs. o fechamento de R$ 33,3 de 31/01. Com isso, a empresa vai levantar ~R$ 1,822 bilhão. Serão emitidas 55,2k novas ações (lote adicional incluso). De acordo com o comunicado, os recursos da oferta serão destinados à expansão do negócio por meio do investimento em frota, inovações, melhorias e reforço do capital de giro;
  • Com a entrada do R$ 1,8 bilhão, se assumíssemos (i) que ~80% dos recursos da oferta fossem destinados ao crescimento (aquisição de veículos), (ii) que a competição ficasse marginalmente mais acirrada no segmento de aluguel de carros, com redução de R$ 0,50-1,00 na diária média em 2019 e (iii) despesas levemente acima do inicialmente estimado, poderíamos vislumbrar lucro 10-15% acima da nossa estimativa inicial em 2019, com alavancagem caindo para 2,2x-2,4x dívida líquida/EBITDA, e as ações negociando entre 23-24x P/L 2019;
  • Temos recomendação de compra para os papéis. Vemos potencial de geração de valor com o crescimento superior, escala maior e alavancagem menor, resultando em custo de dívida mais baixo, despesas financeiras menores e spread saudável entre retorno sobre o capital investido e custo.

Cielo (CIEL3): Destaques de entrevista de Caffarelli

  • O Estadão publicou hoje entrevista com o CEO da Cielo, Paulo Caffarelli. O executivo respondeu perguntas sobre o ambiente competitivo, as iniciativas da empresa para os próximos anos e da relação com os bancos acionistas. Seguem abaixo os principais destaques;
  • Caffarelli reforçou o posicionamento mais agressivo da empresa, querendo liderar em todos os segmentos através de preços competitivos e uma força de vendas mais ampla e qualificada. Uma mudança de mix, com maior crescimento de MEIs e PMEs em comparação às grandes contas, é o principal fator citado para a melhora dos resultados a partir de 2020. Além disso, reiterou que o fechamento do capital da companhia não é objeto de discussão atualmente e também que haverá mudanças na gestão da empresa visando a sua reorganização e nova estratégia;
  • Sobre a projeção de Lucro Líquido para 2019 de R$ 2,3-2,6 bihões divulgada nesta semana, queda de 21% a 30% vs 2018, Caffarelli diz que é um passo necessário e que a empresa “voltará ao jogo” a partir de 2020 com resultados mais robustos. As ações subiram 28% em janeiro, fechando o mês em R$ 11,94 e muito próxima ao nosso Preço-Alvo de R$ 12,00, refletindo ânimo dos investidores com o discurso da empresa. Reforçamos nossa visão cautelosa e esperamos revisões para baixo no consenso para o Lucro Líquido de 2019, hoje em R$ 2,9 bilhões vs projeção média da empresa de R$ 2,45 bilhões.

Klabin (KLBN11) alcança acordo com sócios sobre uso do nome

  • Após meses de negociação, a Klabin, chegou a um entendimento com seus controladores para colocar fim ao pagamento de royalties pelo uso do nome de uma das famílias fundadoras; 
  • Conforme fontes próximas às negociações, para o acerto, o contrato de royalties deve ser avaliado entre R$ 350-450 milhões. O pagamento aos Klabin será feito em ações ordinárias da companhia aberta, o que deve exigir uma pequena emissão de papéis; 
  • Um acordo formal e final ainda depende de algumas etapas. Vemos a notícia como positiva e, se confirmada a resolução desse assunto de longa data abaixo do valor estimado pelo mercado, os papéis devem responder positivamente. Nós mantemos nossa recomendação Neutra para as ações da Klabin, com um preço-alvo de R$ 23/ação.

COE News

Amazon registrou recorde de lucro trimestral pela 3ª vez consecutiva

  • Amazon reportou lucro recorde no 4T18, atingindo US$ 3 bilhões, com expressiva expansão de margens. As receitas aumentaram 20% no ano contra ano, atingindo US$ 72,4 bilhões, número superior as estimativas de mercado. O preço das ações ficou no zero a zero, após os dirigentes da empresa divulgarem suas projeções para o 1T19, com receitas ligeiramente abaixo do consenso;
  • No geral, os resultados confirmam o forte momento do varejo nos EUA, com destaque para as datas festivas que impulsionaram as vendas, além do crescimento e elevadas margens dos seguimentos de computação em nuvem (Amazon Web Services) e publicidade online;
  • Mesmo em ritmo de desaceleração, o crescimento das receitas no 4T18 foi acima do esperado, com destaque para o expressivo volume de vendas (GMV) dos vendedores (sellers) da plataforma online de varejo (marketplace). No campo das lojas físicas, a estratégia tem sido cortar preços na rede Whole Foods e acelerar a abertura de lojas sem caixa registradora, Amazon Go, e lojas de livros.

Samsung registra lucro líquido fraco 4T18, mas em linha com o esperado pelo mercado

  • Em linha com os recentes resultados divulgados pela Apple, Intel e Nvidia, o maior fabricante de smartphones e chips de memória atribuiu os resultados negativos a guerra comercial e desaceleração do crescimento global que impactou no consumo do varejo, sobretudo no mercado chinês. O preço das ações da Samsung acumula expressiva queda no acumulado do ano, mas manteve-se estável após a empresa reportar números em linha com o consenso de mercado. As receitas foram de US$ 53,2 bilhões no trimestre, número 10% inferior no ano contra ano, enquanto que o lucro foi de US$ 7,6 bilhões neste mesmo período, número 31% inferior no ano contra ano; 
  • Destaque negativo para o seguimento de smartphones, e semicondutores que apresentou redução de ~30% das vendas neste mesmo período, enquanto que o consumo de outros eletrônicos como TV aprestaram fortes resultados. Adicionalmente, o preço de chips segue caindo e impactando negativamente os resultados; 
  • Segundo os dirigentes da empresa, o seguimento de produção de chips poderá recuperar no segundo semestre deste ano, reflexo do possível aumento de demanda por smartphones, centro de processamento de dados (datacenters) e notebooks. Apesar do recente debate de mercado em torno da potencial produção em massa de telas QD-OLED pela Samsung, os dirigentes informaram que esta tecnologia ainda não está pronta para ser implementada em suas linhas de produção, mas o mesmo será incorporado em breve.
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