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Tensões China-EUA e novo pacote fiscal americano ditam tom negativo nos mercados; XP revisa PIB de 2020

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IBOVESPA 1,30% | 104.126 Pontos

CÂMBIO 0,73% | 5,33/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira de 1,29% a 104.125 pontos, estendendo os ganhos de quarta-feira, em um pregão marcado pelo bom humor em Wall Street e por falas do ministro da Economia, Paulo Guedes, que os impostos sobre transações não será uma nova CPMF e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia que defendeu a manutenção do teto dos gastos. O dólar comercial subiu 0,93% a R$ 5,34. As taxas DI futuras caíram na sessão de ontem, após comunicado do Copom e leilão do Tesouro Nacional, principalmente as de curto e médio prazos, levando à maior inclinação da curva. DI jan/21 fechou em 1,9%; DI jan/23 foi para 3,62%; e DI jan/25 fechou em 5,41%.

No cenário externo, as negociações sobre o novo pacote de estímulos para a economia nos EUA se encerraram na quinta-feira sem acordo entre a Casa Branca e os democratas. O chefe de gabinete de Trump, Mark Meadows, disse que as divergências com os democratas ainda são “significativas”.  Nesse contexto, o presidente reiterou que deve emitir ordem executiva para estender benefícios para desempregados e suspender impostos sobre a folha de pagamentos.

No lado das tensões com a China, o presidente Donald Trump assinou nesta quinta-feira (6) duas ordens executivas para banir os aplicativos chineses TikTok e o WeChat nos próximos 45 dias caso eles não sejam vendidos para companhias americanas.

Na política nacional, senadores aprovaram ontem projeto de lei que impõe limite de 30% para cobrança de juros de cartão de crédito e cheque especial durante o período de calamidade. A proposta passou a prever também que, depois disso, o CMN será responsável pela regulamentação dos juros. O projeto segue para a Câmara, onde ainda não há perspectiva de ser colocado em votação. Se aprovado, é submetido a sanção ou veto do presidente.

Ganham destaque também as discussões sobre os gastos do governo. O ministro Rogério Marinho defendeu consulta ao TCU para saber se sobras de créditos extraordinários podem ser usadas em obras de infraestrutura, e o secretário do Tesouro, Bruno Funchal, admitiu a possibilidade de prorrogação do auxílio emergencial. 

Na economia, ainda esboçando a realidade de um mercado de trabalho bastante fragilizado, mas sustentado temporariamente por programas governamentais bem-sucedidos (como o BEM), a taxa de desemprego brasileira finalizou o trimestre encerrado em junho em 13,3%. Ainda hoje, também conheceremos o IPCA de julho, que será divulgado pelo IBGE às 9h.

Diante dos indicadores de atividade econômica menos negativos do que a expectativa inicial no segundo trimestre de 2020, dos estímulos fiscais e monetários para mitigar a recessão e da incerteza que ainda paira sobre a trajetória de recuperação do mercado de trabalho e da demanda agregada no médio prazo, revisamos a nossa projeção de PIB de -6,0% para -4,8% em 2020 e de +2,5% para +3,0% em 2021.

Do lado das empresas, sobre o projeto de lei aprovado que limita os juros, embora já esperássemos que a medida fosse aprovada no Senado, acreditamos que isso deve pressionar as ações do setor no pregão de hoje. Porém o nosso cenário base continua inalterado: em nosso relatório, apontamos que o projeto não deve ser aprovado na Câmara ou ser vetado pelo Presidente, com uma possível aprovação representando um risco negativo em nossas estimativas.

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Brasil

  1. PIB deve cair 8,0% no 2º trimestre e fechar o ano em -4,8%

Internacional

  1. Política internacional: tensões entre EUA e China ganham novo capítulo

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Multiplan (MULT3) 2T20: Conforme o esperado, um trimestre desafiador
  2. Tenda (TEND3): Resultados sólidos, apesar dos impactos da pandemia
  3. CCP (CCPR3) 2T20: Performance Sólida de Escritórios Compensada Parcialmente pelos Shoppings
  4. Bancos: Teto de de juros no cheque especial e rotativo aprovado no senado
  5. Cielo (CIEL3): ações saltaram 10% com rumores


Veja todos os detalhes

Brasil

PIB deve cair 8,0% no 2º trimestre e fechar o ano em -4,8%

  • Diante dos indicadores de atividade econômica menos negativos do que a expectativa inicial no segundo trimestre de 2020, dos estímulos fiscais e monetários para mitigar a recessão e da incerteza que ainda paira sobre a trajetória de recuperação do mercado de trabalho e da demanda agregada no médio prazo, revisamos a nossa projeção de PIB de -6,0% para -4,8% em 2020 e de +2,5% para +3,0% em 2021;
  • O primeiro grande fator de revisão foi o desempenho da atividade econômica do segundo trimestre. Após cair 1,5% no primeiro trimestre, as expectativas para o segundo chegaram a alcançar -13,0% na comparação interanual. No entanto, após a total paralisia da economia no mês de abril, o desempenho menos adverso para a Indústria de Transformação e do Varejo nos meses de maio e junho conseguiram dar sustentação à queda “menos negativa” no trimestre. Com indicadores observados da PIM-PF e PNAD-Contínua e estimação da PMC e PMS de junho, projetamos que a economia brasileira deverá ter contratação recorde de -8,0% no segundo trimestre;
  • O grau de volatilidade sobre as expectativas de PIB para o ano ainda é bastante elevado. A grande defasagem da divulgação de dados de atividades oficiais (comparadas com economias avançadas) impôs um aumento da relevância em indicadores de alta frequência, como dados de consumo de energia e para o ICVA semanal. De qualquer forma, dados da Indústria e do Varejo vêm apresentando resultados melhores do que a expectativa de mercado e isso arrefece expectativas mais negativas para o resto do ano. Contudo, o grau de impacto sobre cada segmento da economia foi bastante heterogêneo e a divulgação do PIB do segundo trimestre no dia 1° de setembro será fundamental para uma maior compreensão setorial de como a pandemia impactou a economia brasileira. De qualquer forma, as expectativas sobre a perda de PIB neste ano são “menos negativas” do que eram há alguns meses, e a recuperação, um pouco mais forte. Clique aqui para acessar mais detalhes sobre a revisão de cenário.

Internacional

Política internacional: tensões entre EUA e China ganham novo capítulo

  • Nos EUA, as negociações sobre o novo pacote de estímulos a economia se encerraram na quinta-feira sem acordo entre a Casa Branca e democratas. O chefe de gabinete de Trump, Mark Meadows, disse que as divergências com os democratas ainda são “significativas”.  Nesse contexto, o presidente reiterou que deve emitir ordem executiva para extender benefícios para desempregados e suspender impostos sobre a folha de pagamentos;
  • No lado das tensões com a China, o president Donald Trumo assinou nesta quinta-feira (6) duas ordens executivas para banir os aplicativos chineses TikTok e o WeChat nos próximos 45 dias caso eles não sejam vendidos para companhias americanas.

Empresas

Multiplan (MULT3) 2T20: Conforme o esperado, um trimestre desafiador

  • A Multiplan reportou resultados mistos em nossa visão, levemente abaixo das nossas estimativas e do consenso da Bloomberg (se ajustarmos pelo impacto da linearização). A Receita Bruta foi de R$ 248 milhões (-31% a/a e ~14% das nossas estimativas), enquanto o EBITDA foi de R$ 181 milhões, queda de 16% em comparação com o 2T19 e ~3,7% abaixo do nosso esperado, com FFO de R$ 15 milhões (-90% a/a). Acesse aqui nosso comentário completo sobre os resultados do 2T20;
  • Nós mantemos nossa recomendação de Compra para as ações da Multiplan, refletindo nossa percepção de que a companhia combina (i) um portfólio forte e mais resiliente que a média do setor, que esperamos apresentar performance superior ao longo do período de recuperação da atividade, a (ii) um balanço saudável considerando os eventos subsequentes ao 2T20. Nosso preço-alvo para 2020 é de R$ 27,0/ação.

Tenda (TEND3): Resultados sólidos, apesar dos impactos da pandemia:

  • Ontem, a Construtora Tenda divulgou resultados robustos referente ao 2T20, impulsionado pela receita líquida maior do que o esperado devido ao melhor desempenho de vendas e mix de vendas mais favorável. No entanto, acreditamos que os descontos nos preços continuaram pressionando sua margem bruta, o que limitou maior recuperação do lucro líquido da companhia;
  • No balanço patrimonial, a Tenda registrou uma geração de caixa de R$55,9 milhões, reforçando sua já forte posição de caixa líquido de R$188 milhões;
  • Adicionalmente, a companhia divulgou seus três pilares de ESG: a) melhorar inclusão social; b) respeito aos seus clientes e funcionários e c) compromisso com ética e governança corporativa;
  • De modo geral, o resultado referente ao 2T20 foi melhor do que as nossas estimativas e as estimativas do consenso de mercado. Entretanto, mantemos nossa recomendação neutra e preço-alvo de R$37,20/ação, pois vemos grande parte das perspectivas positivas da companhia já refletidas no preço das ações. Para mais detalhes, acesse o relatório

CCP (CCPR3) 2T20: Performance Sólida de Escritórios Compensada Parcialmente pelos Shoppings

  • A CCP reportou resultados mistos no 2T20, com um desempenho acima do esperado no segmento de escritórios, mas que foi parcialmente compensado por números mais fracos no segmento de shoppings. Do lado positivo, as receitas de aluguel dos escritórios e o NOI do segmento ficaram 4% e 5% acima das nossas estimativas, respectivamente. Apesar do cenário desafiador, o leasing spread nominal nas revisões de contratos foi de 21%, o que reforça nossa visão de que o segmento oferece resiliência superior. Por outro lado, custos mais pressionados que o esperado, aliados a um desempenho mais modesto nos shoppings, refletiram em um EBITDA e lucro líquido inferiores ao esperado. Apesar disso, o FFO proforma foi positivo em R$ 11 milhões. Acesse aqui nosso comentário completo sobre os resultados do 2T20;
  • Mantemos recomendação de Compra para as ações da CCP, com um preço-alvo de R$ 20,0/ação. Apesar de reconhecermos que o curto prazo deverá ser volátil em meio às incertezas, nossa recomendação reflete nossa percepção de que a empresa reúne (i) um portfólio de escritórios Triple A de primeira linha, que deverá ser menos impactado pela crise em nossa visão e (ii) um balanço sólido, que permite segurança adicional nesse momento.

Bancos: Teto de de juros no cheque especial e rotativo aprovado no senado

  • O Senado aprovou ontem de noite o projeto de Lei 1166/2020, que limita em 30% os juros cobrados nos empréstimos de rotativo de cartão de crédito e cheque especial;
  • Embora já esperássemos que a medida fosse aprovada no senado, acreditamos que isso deve pressionar as ações do setor no pregão de hoje;
  • Porém nosso cenário base continua inalterado: acreditamos que o projeto não deve ser aprovado na Câmara ou ser vetado pelo Presidente, com uma possível aprovação representando um risco negativo em nossas estimativas. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Cielo (CIEL3): ações saltaram 10% com rumores

  • De acordo com a mídia, o Banco do Brasil e o Bradesco estariam dividindo ativos, já que os dois bancos controlam uma variedade de empresas em conjunto (incluindo Elo, Cielo e Digio);
  • Essas notícias foram bem recebidas pelo mercado, com as ações da Cielo subindo 10% no pregão, com o mercado possivelmente considerando uma ou mais das alternativas: i) que a estrutura de controle poderia melhorar; ii) que um dos dois bancos poderia tentar uma OPA a um prêmio aos preços atuais; ou iii) que um M&A do banco remanescente e um participante estratégico poderia acontecer;
  • No entanto, nossa opinião é negativa, pois temos pouca visibilidade de como qualquer um dos dois bancos poderia melhorar consideravelmente a competitividade da Cielo no curto prazo, mesmo com uma melhor estrutura de controle. Também gostaríamos de destacar que a Cielo perderia a distribuição de 4,5 mil agências ou 3,5 mil agências com a saída do Bradesco ou do Banco do Brasil, respectivamente. Por fim, não temos visibilidade se um prêmio suficiente viria com a aquisição reversa (o valuation da OPA da Rede não foi bem recebida pelos acionistas minoritários na época).
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