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Semana de decisão de juros nos EUA, inflação no Brasil e Super Clássicos da Bolsa 2024

Divulgação do Relatório Focus no Brasil é um dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 10/06/2024

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IBOVESPA -1,73% | 120.767 Pontos

CÂMBIO +0,49% | 5,32/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa iniciou o mês de junho atingindo uma nova mínima na semana, com queda de 1,1% em reais e 1,8% em dólares, fechando aos 120.767 pontos. O principal destaque positivo na semana foi Embraer (EMBR3, +6,0%) refletindo um fluxo positivo de notícias, como um novo pedido de 20 aeronaves pela Mexicana de Aviación e um potencial novo centro de treinamento para o C-390 na Europa.

O principal destaque negativo foram as petroleiras, como 3R Petroleum (RRRP3, -6,9%) e Braskem (BRKM5, -6,7%), devido à queda no preço do Brent, continuando o momento negativo dos papeis. Desde maio, a 3R cai 20,8%, e a Braskem cai 17,2%.

Clique aqui para acessar o Resumo semanal da Bolsa.

Super Clássicos da Bolsa 2024

Começa hoje o Super Clássicos da Bolsa 2024, com debates sobre ações da Bolsa para você realizar as melhores decisões nos investimentos, de 10 a 14 de junho. Hoje, a conversa será sobre Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3), A partir das 13h. Assista aqui.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros encerraram com um forte movimento de alta por toda a extensão da curva, em especial nos vértices intermediários. O diferencial entre os contratos com vencimento em janeiro 2026 e 2034 saiu de 108,80 pontos-base (bps) na sexta-feira passada para 88,40 bps nesta semana. A curva, portanto, apresentou perda de inclinação. Os rendimentos dos títulos soberanos dos Estados Unidos também apresentaram volatilidade. O alívio visto na maior parte dos dias foi revertido na sexta-feira (7), após a surpresa altista com os dados do payroll, que mostrou um mercado de trabalho aquecido por lá.

O papel com vencimento em 2 anos saiu de 4,89% para 4,87%, -2,0 bps na semana, enquanto o de 10 anos caiu para 4,43%, -8,0 bps na semana. Já na sexta-feira, houve aumento de 15 bps frente ao dia anterior em ambos os vencimentos.  DI jan/25 fechou em 10,62% (23,2bps no comparativo semanal); DI jan/26 em 11,32% (52,6bps); DI jan/27 em 11,48% (33,1bps); DI jan/29 em 12,07% (44,3bps); DI jan/34 em 12,2% (32,2bps).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros nos Estados Unidos abrem em queda (S&P 500: -0,3%; Nasdaq 100: -0,3%), após dados de criação de empregos mais fortes que o esperado na sexta-feira e na expectativa de dados de inflação e da decisão do comitê de política monetária do Federal Reserve (FOMC) nessa semana, na qual é esperada manutenção da taxa de juros e possíveis sinalizações quanto aos próximos passos do banco central.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,7%), após uma forte alta nas taxas de juros que sucedem as eleições do parlamento europeu. Na França, os resultados eleitorais levaram o presidente Emmanuel Macron a dissolver o atual parlamento nacional, cujo mandato se estenderia até 2027, para chamar novas eleições, como é sua prerrogativa num sistema semipresidencialista. Na prática, a medida é uma forma de Macron antecipar problemas relacionados à aprovação do orçamento, que já se esperava que ocorressem ao final do ano, e tentar firmar sua posição em amplas eleições nacionais contra o resultado do parlamento europeu, cujas eleições atraíram uma parcela reduzida do eleitorado. 

Na China, as bolsas não abriram devido a um feriado.

Economia

Publicado na sexta-feira nos EUA, o principal relatório sobre o mercado de trabalho (Nonfarm Payroll) mostrou criação líquida de 272 mil vagas de emprego em maio, bem acima da expectativa de 180 mil. A taxa de desemprego aumentou de 3,9% para 4,0%, e o salário médio por hora subiu de 3,92% para 4,08% na variação acumulada em 12 meses

No Brasil, medida provisória que limita os créditos do PIS e da Cofins pode fazer com que o preço da gasolina, do etanol e do diesel aumente a partir da próxima terça-feira, e o impacto seria de até 0,12 p.p. no IPCA.

Na agenda internacional desta semana, as atenções se voltarão à decisão de política monetária dos Estados Unidos, na quarta-feira. Projetamos manutenção das taxas de juros nesta reunião, com início do ciclo de cortes apenas em dezembro. Também teremos dados de inflação ao consumidor na China (terça-feira) e nos Estados Unidos – inflação medida pelo CPI (quarta-feira) e PPI (quinta-feira). No Brasil, destacamos a divulgação do IPCA de maio na terça-feira. Projetamos variação mensal de 0,41%, e 3,88% no acumulado em doze meses. Do lado da atividade econômica, o IBGE divulgará a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de abril na quarta-feira e a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do mesmo mês na quinta-feira. Por fim, o IBC-Br, a proxy mensal do PIB, será publicado na sexta-feira. Esperamos altas mensais para as três divulgações.

Veja todos os detalhes

Economia

Atenções voltadas ao Fed esta semana

  • Publicado na sexta-feira nos EUA, o principal relatório sobre o mercado de trabalho (Nonfarm Payroll) mostrou criação líquida de 272 mil vagas de emprego em maio, bem acima da expectativa de 180 mil. Os números de março e abril foram revisados para baixo, compensando timidamente a surpresa positiva. O dado reforça que o banco central americano (Fed) não deve ter pressa para reduzir as taxas de juros, embora ainda consideremos que o mercado de trabalho segue mostrando reequilíbrio gradual. A taxa de desemprego aumentou de 3,9% para 4,0% e o salário médio por hora subiu de 3,92% para 4,08% na variação acumulada em 12 meses – acima do nível compatível com a inflação dentro da meta de 2%. O mercado reagiu negativamente aos dados do Payroll: os rendimentos dos títulos do Tesouro americano de 2 anos subiram cerca de 0,15 p.p. após a divulgação. O mercado dividido entre um primeiro corte na taxa de juros em setembro ou dezembro, sendo provável que as expectativas permaneçam voláteis e sensíveis às divulgações prospectivas.
  • No Brasil, medida provisória que limita os créditos do PIS e da Cofins pode fazer com que o preço da gasolina, do etanol e do diesel aumente a partir da próxima 3ª-feira, de acordo com distribuidoras e representantes de postos de combustível. Segundo o Estadão, o preço dos combustíveis pode aumentar até 11 centavos, a depender do valor que será repassado para os consumidores. A medida do governo restringe o uso de créditos de PIS/Cofins pelas empresas de diversos setores para compensar o pagamento de outros tributos. O impacto seria de até 0,12 p.p. no IPCA. Ainda estamos avaliando.
  • Na agenda internacional desta semana, as atenções se voltarão à decisão de política monetária dos Estados Unidos, na 4ª-feira. Projetamos manutenção das taxas de juros nesta reunião, com início do ciclo de cortes apenas em dezembro. A inflação acima da meta exige uma abordagem cautelosa por parte do banco central, tornando a última reunião do ano o momento mais apropriado para começar o ciclo de flexibilização. Também teremos dados de inflação ao consumidor na China (3ª-feira) e nos Estados Unidos – inflação medida pelo CPI (4ª-feira) e PPI (5ª-feira).
  • Esta semana no Brasil, destacamos a divulgação do IPCA de maio na 3ª-feira, a primeira leitura que capturará os efeitos das enchentes no Rio Grande do Sul sobre a inflação. Projetamos variação mensal de 0,41%, e 3,88% no acumulado em doze meses. Do lado da atividade econômica, o IBGE divulgará a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de abril na 4ª-feira e a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do mesmo mês na 5ª-feira. Por fim, o IBC-Br, a proxy mensal do PIB, será publicado na 6ª-feira. Esperamos altas mensais para as três divulgações.

Empresas

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Nubank mira alta renda e planeja criar assistente pessoal com IA, diz nova CEO (O Globo);
    • Bradesco e BB aumentam fatia na Cielo antes do fechamento de capital (Estadão);
    • BTG está perto de anunciar compra de banco em Nova York, dizem fontes (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Governo aceita negociar meio-termo para PIS/Cofins, mas não abre mão de compensar desoneração (Folha de São Paulo);
    • Consumidores correm para fechar compras na Shein e AliExpress antes da ‘taxa das blusinhas’ (Folha de São Paulo);
    • Compras internacionais acima de US$ 50 podem ter desconto em imposto (Folha de São Paulo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Tanure avisa que fará nova proposta aos donos da Dasa (O Globo);
    • Projeto proíbe operadora de cancelar plano de saúde de idosos e de PcD (Senado);
    • Estado de SP ultrapassa mil mortes por dengue em 2024 (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • Julgamento sobre correção do FGTS volta à pauta do STF nesta semana (CNN);
    • Brasileiros colocaram mais dinheiro na poupança em maio (Infomoney);
    • Campos Neto diz que gostaria de ter juro mais baixo possível, mas que taxa estrutural é alta (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Governo de SP diminui previsão de redução de tarifa com privatização da Sabesp (Valor Econômico);
    • Eletrobras consegue suspensão de cobrança de R$ 3,59 bi do Piauí até fim do processo (Valor Econômico);
    • Privatização da Celesc está descartada enquanto serviços forem adequados, diz presidente (Valor Econômico).
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Estratégia

Factor Pulse: Considere a alavancagem para investir

  • Neste relatório, atualizamos nossos modelos de fatores e apresentamos uma lista atualizada de cestas de fatores, resultados do nosso modelo proprietário, oferecendo insights sobre seus desempenhos recentes;
  • Os principais destaques incluem:
    • Baixo Risco teve forte desempenho em maio, e seu retorno acumulado no ano alcançou o de Momentum;
    • Embora Baixo Risco e Momentum estejam em pontas opostas do espectro de risco, ambas podem ser vistas como estratégias mais “seguras”, o que pode ajudar a explicar o seu forte desempenho em 2024;
    • Dentro do fator Qualidade, observamos que os retornos históricos do Ibovespa são positivamente correlacionados com baixos índices de alavancagem. Assim, selecionamos 10 ações da cobertura da XP para buscar exposição positiva ou negativa ao tema.
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

Poupança volta a captar em maio, mas ainda deixa a desejar em rentabilidade; Estoque de bancários também cresce

  • O Banco Central (BC) divulgou os dados da Caderneta de Poupança referentes a maio de 2024. No mês, a tendência de saída da poupança de reverteu e, desta vez, as aplicações superaram os resgates;
  • Considerando o volume de Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e de Caderneta de Poupança Cooperada Rural, a captação líquida totalizou R$ 8,2 bilhões no período. O saldo total, entretanto, seguiu abaixo do R$ 1 trilhão;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Treasury yields rise as investors look to Fed meeting, inflation data (CNBC);
  • Juro real de longo prazo se firma em 6% e não dá sinal de alívio (Valor Econômico);
  • De fábrica da Kibon a imóvel de luxo: maior projeto da Cyrela terá parque e unidades de R$ 5 milhões (Estadão);
  • Fitch Afirma e Retira Ratings da Jalles Machado (Fitch Local);
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Participação de fundos imobiliários em galpões cresce 54% em cinco anos (Valor Econômico);
    • FIIs de ‘tijolo’ zeram ganhos em 2024 e fundos de ‘papel’ sustentam mercado (InfoMoney);
    • PVBI11 paga R$ 280 milhões por 8 unidades do Edifício Cidade Jardim, em SP (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Emissão de “cat bonds” crescem 38% nos primeiros cinco meses de 2024 vs. mesmo período de 2023 | Café com ESG, 10/06

  • O Ibovespa e o ISE terminaram a semana recuando 1,09% e 0,15%, respectivamente. Em linha, o pregão de sexta-feira terminou com o IBOV com queda de 1,73% e com o ISE também caindo 1,76%.
  • No Brasil, na última sexta-feira, o BNDES, o China Development Bank (CDB) e o Asian Infrastructure Investment Bank (AIIB) firmaram contratos no valor de cerca de R$ 9,1 bilhões para o financiamento de projetos sustentáveis – as partes se comprometeram a aprimorar colaborações e parcerias, especialmente visando acelerar e ampliar ações contra as mudanças climáticas. 
  • No internacional, (i) a emissão de títulos de dívida, ou bônus, “catastróficos” atingiu uma máxima histórica, à medida que o mercado se prepara para uma dura temporada de furacões com potencial para causar danos substanciais – as vendas dos chamados “cat bonds” são 38% maiores neste ano até maio do que no mesmo período de cinco meses de 2023, segundo o Artemis, compilador de dados sobre títulos vinculados a seguros; e (ii) em um cenário mais instável, volátil e incerto quanto aos rumos da economia global, os riscos climáticos devem receber atenção particular dos bancos centrais, segundo fala da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde – para ela, os impactos desses riscos tendem a se espalhar por toda a economia e, consequentemente, afetar as tarefas da política monetária. 
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

Mudanças climáticas mudam as regras do jogo; Mercados devem se preparar | Brunch com ESG 

  • Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
  • Na última semana, destacamos: (i) Dia Mundial do Meio Ambiente e Conferência de Bonn, considerada uma pré-COP, esquentam o debate das mudanças climáticas; e (ii) Temperatura média global sobe de forma preocupante, aumentando a exposição dos mercados a riscos climáticos;
  • Clique aqui para ler o conteúdo completo.  

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