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Morning Call XP (14.ago): Negociações comerciais e preocupação com o crescimento global

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA +1,36% | 103.300 Pontos

CÂMBIO -0,4% | 3,97/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ontem o Ibovespa foi impulsionado por avanços nas negociações comerciais China-EUA, fechando em alta de 1,36%, aos 103.300 pontos.

A agenda econômica avança após a Câmara aprovar o texto-base da MP da Liberdade Econômica (que reduz a burocracia), apesar da retirada de itens trabalhistas, que foram contestados no Supremo Tribunal Federal. O que ficou de fora pode voltar na forma de projeto de lei, como a anistia de multas geradas pela tabela de frete. Está prevista para hoje a votação dos destaques.

Os senadores integrantes da CCJ começam a discutir a PEC da Previdência hoje. Foi fechado o acordo no Senado que prevê a votação de medidas do chamado pacto federativo em troca da aprovação da Previdência. A ideia é começar a votar a partir de 18 de setembro um pacote de interesse dos estados e municípios, que inclui fim da lei Kandir e repasses federais do pré-sal.

No internacional, bolsas recuam após a produção industrial da China ter o menor crescimento desde 2002. Ontem, como no Brasil, o presidente Donald Trump aliviou os mercados ao dizer que as tarifas sobre alguns produtos chineses seriam adiadas, enquanto realizaram boas conversas com a China.

Porém, a China voltou hoje ao topo das preocupações depois de mostrar novos sinais de desaceleração da atividade econômica, o que pode pesar na bolsa brasileira também. Dados de julho indicaram que a produção industrial cresceu apenas 4,8% A/A, contra estimativa de +6%. As vendas no varejo cresceram 7,6% A/A, contra estimativa de +8,6%.

Do lado das commodities, os preços de petróleo operam em leve queda após recuarem 1,4% ontem, para US$60,4/barril. O minério, por sua vez, recuperou parte das perdas da semana passada e subiu 1,1% para US$91,5/t. 

Tópicos do dia

Agenda de resultados hoje

Ômega Geração (OMGE3): Antes da abertura
Cemig (CMIG4): Depois do fechamento
Copel (CPLE6): 
Depois do fechamento
Equatorial (EQTL3): Depois do fechamento
JBS (JBSS3): 
Depois do fechamento
Marfrig (MRFG3):
Depois do fechamento
Ultrapar (UGPA3): 
Depois do fechamento
Via Varejo (VVAR3): 
Depois do fechamento
Clique aqui para acessar o calendário completo
Para ver um resumo dos resultados até o momento, clique aqui

Brasil

  1. Câmara aprova o texto base da MP da Liberdade Econômica
  2. Guedes busca opções de desoneração parcial da folha de pagamentos

Internacional

  1. A atividade econômica chinesa voltou a mostrar desempenho pior do que o esperado

Empresas

  1. Omega Geração (OMGE3): Destaques dos resultados do 2T19
  2. BRF (BRFS3): Carlos Alberto Bezerra de Moura nomeado para Vice-Presidência Financeira e de Relações com Investidores
  3. JBS (JBSS3): MPF vê ‘dolo’ do BNDES em compra da JBS na Argentina
  4. Frigoríficos: Novas habilitações da China podem demorar mais do que o esperado
  5. Vestuário: Empresas destacam melhor tendência de vendas em julho


Veja todos os detalhes

Brasil

Câmara aprova o texto base da MP da Liberdade Econômica

  • A Câmara dos Deputados aprovou o texto base da Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica por 345 votos a favor e 76 contra. A MP saiu com 53 artigos da Comissão Especial, mas o texto base aprovado ficou com 20 artigos;
  • Alguns dos pontos retirados foram: i) a previsão de que os contratos de trabalho de quem ganha mais de 30 salários mínimos seriam regidos pelo direito civil e não estariam protegidos pelas normas da CLT e ii) a autorização para que a CVM reduzisse exigências de acesso de pequenas e médias empresas ao mercado de capitais. Por outro lado, alguns dos pontos que foram mantidos incluem a criação da carteira de trabalho eletrônica e o fim da necessidade de licenças e alvarás para negócios de baixo risco;
  • A medida, que inicialmente visava ser uma extensão da reforma trabalhista do governo Temer, passou a ser um compêndio complexo de muitos temas e por isso teve que ser muito modificada antes de ser levada para votação. Os destaques (mudanças no texto base) serão votados ainda hoje pela câmara. Clique aqui para saber mais detalhes.

Guedes busca opções de desoneração parcial da folha de pagamentos

  • De acordo com o Valor Econômico, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, começa a estudar opções de desoneração parcial da folha de pagamentos;
  • Uma das alternativas que tem ganhado força dentro da equipe econômica é reduzir de 20% para 13% a contribuição previdenciária patronal, e não para 0% como se defendia desde o início. Essa menor desoneração permitiria que a alíquota da Contribuição sobre Pagamentos (CP) fosse reduzida dos 0,5% calculados inicialmente para algo em torno de 0,2% e 0,3%;
  • Diversas possibilidades de alíquotas para a CP estão sendo discutidas. O maior desafio é pensar em uma estrutura que não só seja viável politicamente como também garanta que não haverá perda de receitas para a Previdência.

Internacional

A atividade econômica chinesa voltou a mostrar desempenho pior do que o esperado

  • A atividade econômica da China voltou a mostrar desempenho pior do que o esperado em meio a novos sinais de desaceleração apresentados tanto pela indústria quanto pelo consumo;
  • A produção industrial chinesa subiu 4,8% na comparação anual de julho, ficando abaixo das expectativas (5,9%). Em relação a junho, a indústria chinesa cresceu apenas 0,19%;
  • As vendas no varejo chinês também frustraram as expectativas ao apresentarem expansão anual de 7,6% em julho, menor do que a alta de 9,8% observada em junho.

Empresas

Omega Geração (OMGE3): Destaques dos resultados do 2T19

  • No dia 14 de agosto, pré-mercado, a Omega Geração divulgou os resultados do 2T19. O EBITDA Ajustado Pro-forma (cálculos da XP) atingiu R$ 130,1 milhões, uma alta de 67% em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo a incorporação de novos ativos no período e impactos não recorrentes em Pirapora (ajuste de R$ 6,3 milhões relacionado a manutenção) e impactos de R$ 8,9 milhões nas pequenas centrais hidrelétricas da empresa;
  • Os resultados também foram impactados pela velocidade de ventos abaixo do esperado no complexo Delta, fenômeno que começou a se normalizar no final do trimestre e deve melhorar no segundo semestre. Assumindo a incorporação do Complexo Assuruá no trimestre, o EBITDA Pro-forma teria sido de R$ 157 milhões, praticamente em linha com a nossa projeção de R$ 161,8 milhões;
  • Finalmente, a diretoria da Omega observou que iniciou o processo de direitos de primeira oferta para a aquisição da terceira fase do complexo de Assuruá, que engloba 2 usinas com capacidade total de 50MW que são vizinhas às usinas em operação na região. Continuamos a ter uma visão positiva sobre a OMGE3, dado seu compromisso com o crescimento com elevados retornos a acionistas, e mantemos nossa recomendação de compra, com preço-alvo de R$31/ação. Nosso preço-alvo não incorpora nenhuma transação de fusão e aquisição que não esteja concluída.

BRF (BRFS3): Carlos Alberto Bezerra de Moura nomeado para Vice-Presidência Financeira e de Relações com Investidores

  • A BRF nomeou o Sr. Carlos Alberto Bezerra de Moura para a Vice-Presidência Financeira e de Relações com Investidores, posição que vinha sendo ocupada interinamente pelo Diretor Presidente Executivo Global da Companhia, Sr. Lorival Nogueira Luz Junior. A data de posse do Sr. Carlos Alberto Bezerra de Moura está prevista para o dia 16 de setembro de 2019;
  • Entre maio de 2011 até setembro deste ano, o Sr. Carlos Alberto Bezerra de Moura atuou como Diretor Executivo e CFO da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM). Anteriormente, ocupou o cargo de Vice-Presidente Corporativo e Diretor Financeiro da Diagnósticos da América S.A. (DASA) de novembro de 2009 a maio de 2011. Foi Diretor e Sócio do Itaú Unibanco Holding Financeira na área de varejo entre dezembro de 2001 e novembro de 2009 e teve passagens anteriores pelo Banco Bozano, Simonsen e Deloitte Touche Tohmatsu;
  • Graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, cursou ainda pós-graduação em Administração Financeira na Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV/RJ) e MBA em Administração Empresarial pela Fundação Dom Cabral, com extensão pela Kellogg School of Management.

JBS (JBSS3): MPF vê ‘dolo’ do BNDES em compra da JBS na Argentina

  • O Ministério Público Federal considera que houve “dolo” no empréstimo do BNDES para que a JBS comprasse a Swift Argentina, em 2005, em operação que teria resultado na perda de R$70mi para o BNDES. Ao manifestar essa posição, o MPF se opõe ao entendimento do BNDES, que classificou o episódio como “erro operacional”;
  • Segundo o procurador Ivan Marx, o aditivo do caso Swift Argentina está em fase de revisão e será apresentado “no máximo” semana que vem. O aditamento deve pedir a inclusão no processo de novos nomes e duas questões devem ser tratadas: o suposto dano causado ao banco na operação de financiamento e o fato de, segundo o procurador, o BNDES ter ultrapassado o limite de risco;
  • Em outra frente, o MPF trabalha para apresentar uma Ação Civil Pública (ACP) que vai reunir a denúncia original e os fatos novos trazidos pela operação Swift Argentina. O objetivo é buscar o ressarcimento de supostos prejuízos que o BNDES teria tido em operações de renda fixa e de renda variável com JBS. Na denúncia original, o MPF estimou que, nas operações com JBS, a BNDESPar (subsidiária do BNDES) teria deixado de receber R$1,86bi. Adicionando a Swift Argentina, o valor do ressarcimento chegaria a quase R$2bi, disse Marx;
  • As ações da JBS reagiram negativamente à notícia ontem, mas a empresa reafirmou que “cumpriu com todas as condições contratuais do empréstimo firmado com o BNDES à época, saldando integralmente suas obrigações nos prazos devidos, e recebeu plena quitação do referido empréstimo pela instituição”. Esse tema deve continuar sendo monitorado.

Frigoríficos: Novas habilitações da China podem demorar mais do que o esperado

  • De acordo com o Valor Econômico, a China frustrou as expectativas do Ministério da Agricultura de que em breve mais frigoríficos brasileiros estariam habilitados a exportar seus produtos à China. A expectativa era que o anúncio viria ainda em agosto, mas agora o cenário é mais incerto;
  • O secretário-executivo do ministério, Marcos Montes, chegou a afirmar que Pequim poderia habilitar mais plantas do Brasil já na semana passada, antes mesmo de uma viagem da ministra Tereza Cristina que estava agendada para o dia 18 de agosto. De fato, o retorno da ministra à China foi adiado na semana passada. Segundo a notícia, o adiantamento ocorreu frente à problemas na agenda do ministro da Administração Geral da Aduana Chinesa (GACC), Ni Yuefeng. Diante do imprevisto, a possibilidade agora é a ministra integrar a comitiva de Jair Bolsonaro, que irá para Pequim em setembro;
  • O Ministério da Agricultura ainda aguarda relatório com os resultados da primeira rodada de inspeções, que envolveu estabelecimentos de carnes de frango e suína. Quanto às inspeções de carne bovina, a China ainda não deu sinais de quando elas serão feitas.

Vestuário: Empresas destacam melhor tendência de vendas em julho

  • Ao longo da temporada de resultados do 2T19, as empresas de vestuário destacaram que o desempenho de vendas foi negativamente impactado por um clima mais quente que o usual, gerando um ambiente mais promocional;
  • Apesar disso, diversas empresas do setor (como Renner, Riachuelo, Hering e Marisa) mencionaram que esse cenário melhorou a partir de julho com temperaturas mais baixas, impactando positivamente a tendência de vendas;
  • No segmento de vestuário, temos cobertura de Renner (LREN3) que é uma das nossas ações favoritas no setor de varejo (acesse aqui nossa tese de investimento) e faz parte das top 10 ações da XP (para mais detalhes, acesse aqui).
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O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. 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