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Mercados sem direção única nesta manhã; BCB reduz SELIC a 2,0%

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.

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IBOVESPA 1,57% | 102.802 Pontos

CÂMBIO -0,13% | 5,29/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa encerrou o pregão de ontem em alta de 1,57%, fechando em 102.801,8 pontos, em dia marcado por mais um corte na taxa SELIC. As taxas futuras de juros fecharam em alta nos vencimentos mais longos, aumentando a inclinação da curva, seguindo preocupações com o cenário fiscal. DI jan/21 encerrou em 1,95%; DI jan/23 fechou em 3,8%; e DI jan/25 subiu para 5,35%.

Os mercados internacionais operam sem direção única nesta manhã. Na Ásia, as bolsas fecharam mistas nesta quinta-feira, enquanto os futuros dos EUA operam em leve alta. Investidores seguem monitorando negociações para o lançamento de novo pacote fiscal nos EUA e desdobramentos das tensões entre EUA e China. Na Europa, as bolsas operam em baixa, repercutindo balanços de grandes bancos e empresas da região e após o Banco da Inglaterra (BoE) decidir manter sua política monetária inalterada.

No campo Econômico doméstico, o Banco Central do Brasil decidiu na noite de ontem, por unanimidade, pela redução da taxa básica de juros da economia (SELIC) em 25 pontos-base, atingindo novamente o patamar mínimo histórico, agora de 2,00% ao ano. O corte veio em linha com o esperado pela XP Investimentos e pelo mercado. Apesar de reconhecermos que a possibilidade de novos cortes não foi totalmente excluída,acreditamos que o BC deverá manter a taxa SELIC em 2,00% ao ano em sua próxima reunião em setembro. Com a inflação de 2022 começando a ganhar relevância para a política monetária, entendemos também que a manutenção desse patamar de juros é condizente com nosso cenário macroeconômico até o segundo semestre do ano que vem, quando esperamos que um ciclo de normalização dos juros eleve a Selic gradualmente para 3,00% ao final de 2021. 

Na esfera política, o ministro Paulo Guedes foi ontem à comissão mista de reforma tributária. Embora sem apresentar detalhes das novas etapas da proposta do governo, fez uma defesa do novo tributo sobre pagamentos — e respondeu com ironia as críticas de parlamentares à nova contribuição. Reconheceu a necessidade de antecipar o envio das próximas fases da reforma e a possibilidade de reduzir a alíquota do CBS proposto pelo governo, hoje em 12%. Demonstrou boa vontade com as PECs já em tramitação no Congresso, apesar de não ter indicado grande esforço do governo para resolver pendências relacionadas à participação de estados e municípios no novo IVA.

No cenário internacional, o Banco da Inglaterra manteve, por unanimidade, sua taxa básica de juros em 0,1% e o seu programa de relaxamento quantitativo em 745 bilhões de libras (US$ 979,36 bilhões). Na agenda de indicadores e eventos do dia, o destaque será a divulgação da taxa de desemprego do trimestre encerrado em junho e a votação do projeto de lei que limita os juros do cheque especial e do cartão de crédito durante a pandemia. No exterior, os Estados Unidos publicam os pedidos de auxílio-desemprego da semana passada.

Do lado das empresas, tivemos ontem à noite o resultado de SulAmerica, que apresentou fortes números, superando as já altas expectativas para o trimestre. O lucro cresceu 91% A/A e 524% T/T para R$ 498 milhões, implicando um ROE de 27% no trimestre. O resultado foi impulsionado principalmente por uma menor taxa de perda, que caiu 12pps A/A devido à falta de uso dos clientes durante o bloqueio e também por receitas mais altas, que cresceram 5% A/A impulsionadas pelo segmento de saúde. No entanto, a base de clientes também surpreendeu positivamente, assim como os prêmios. Embora esse resultado não seja sustentável, acreditamos que investidores devem receber bem o desempenho no trimestre.

Além disso, atualizamos nossas estimativas para a WEG de forma a incorporar em nosso modelo (i) os últimos resultados trimestrais divulgados; (ii) um Real mais depreciado; e (iii) premissas de custo de capital atualizadas. Nosso preço-alvo para 2021 foi definido em R$68,9/ação, e nossa recomendação para as ações fica mantida como Neutra, uma vez que acreditamos que o nível atual de preço já reflita a surpresa positiva de resultados, a resiliência do modelo de negócio e o alto nível de execução da companhia.

Por fim, a AES Tietê adquiriu um complexo de geração eólica da J. Malucelli Energia S.A., localizado no estado do Rio Grande do Norte. Temos uma avaliação positiva da transação para a AES Tietê, uma vez que estimamos boas taxas de retorno para os investidores com base em nossos modelos para o ativo. Além disso, vemos a operação como uma mensagem positiva da AES Tietê para seus investidores de que a empresa continua comprometida com sua estratégia de criação de valor com base na expansão no segmento de energias renováveis. Reiteramos nossa recomendação de Compra na AES Tietê, com preço-alvo de R$17/unit.

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O caso para se comprar Brasil: Rumo aos 110 mil
Medidas econômicas para combater o coronavirus no Brasil

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Internacional

  1. Política internacional: mais um dia sem acordo entre democratas e a Casa Branca sobre novo pacote de estímulo

    Acesse aqui o relatório internacional

Empresas

  1. Sul-América (SULA11): Insustentávelmente bom | Revisão do 2T20
  2. AES Tietê (TIET11): Forte desempenho no 2T20, com distribuição máxima de dividendos: Mantemos Compra 
  3. WEG (WEGE3): Atualização pós 2T20. Mantemos Recomendação Neutra
  4. AES Tietê (TIET11): Anuncia aquisição de parque eólico no RN com boas taxas de retorno; mantemos COMPRA
  5. Magazine Luiza (MGLU3): Magalu entra na vertical de publicidade online


Veja todos os detalhes


Internacional

Política internacional: mais um dia sem acordo entre democratas e a Casa Branca sobre novo pacote de estímulo

  • Após o Secretário do Tesouro dos EUA, Steve Mnuchin, afirmar na terça-feira que espera chegar a acordo sobre o novo pacote de estímulo até o final da semana, as reuniões entre democratas e autoridades da Casa Branca se encerraram nesta quarta-feira com divergências entre as partes sobre medidas importantes, apesar de líderes reportarem pequenos avanços nas negociações. Destacamos que o governo ainda estuda a possibilidade de Trump emitir ordem executiva que entenderia a política de despejo e proibiria arrecadação de impostos sobre folha de pagamento;
  • Na seara eleitoral, Trump defende que seja realizado um quarto debate presidencial ou que o primeiro debate eleitoral, marcado para o dia 29 de setembro, seja antecipado.  

Empresas

Sul-América (SULA11): Insustentávelmente bom | Revisão do 2T20

  • A SulAmerica acabou de apresentar fortes resultados, superando até as já altas expectativas para o trimestre. O lucro cresceu 91% A/A e 524% T/T para R$ 498 milhões, implicando um ROE de 27% no trimestre;
  • O resultado foi impulsionado principalmente por uma menor taxa de perda, que caiu 12pps A/A devido à falta de uso dos clientes durante o bloqueio e também por receitas mais altas, que cresceram 5% A/A impulsionadas pelo segmento de saúde. No entanto, a base de clientes também surpreendeu positivamente, assim como os prêmios. Embora esse resultado não seja sustentável, acreditamos que investidores devem receber bem o desempenho no trimestre;
  • Dito isso, reiteramos nossa recomendação de compra, enquanto aumentamos nosso preço-alvo para R$ 58,00 (vs. o antigo de R$ 53,00) com base em: i) desempenho de curto prazo melhor que o esperado; ii) possível melhor no crescimento a médio prazo vs. nossa queda anteriormente esperada devido à deterioração da economia brasileira; iii) a concretização do negócio de P&C; e iv) à medida que continuamos a ter boas perspectivas de longo prazo para a seguradora.

AES Tietê (TIET11): Forte desempenho no 2T20, com distribuição máxima de dividendos: Mantemos Compra 

  • Em 5 de agosto, a AES Tietê reportou EBITDA ajustado no 2T20 de R$ 284,0 milhões acima da nossa estimativa de R$ 263,7 milhões (+7,7%), devido principalmente ao efeito de dois não recorrentes: (i) despesa de R$ 31,0 milhões, referente à contratação de assessores financeiros e legais para análise da proposta da Eneva e (ii) reversão de uma provisão em R$ 22,6 milhões, devido à reavaliação do processo de repasse de energia de Itaipu;
  • O forte desempenho reflete uma combinação de: (i) margem de contribuição (receitas menos custos de compra e transmissão de energia)  +3,4% acima do que esperávamos (R$ 377,8 milhões vs. R$ 365,5 milhões, respectivamente) e (ii) custos gerenciáveis (pessoal, materiais, serviços e outros) -5,2% abaixo do esperado;
  • A AES Tietê também aprovou em sua Assembleia Geral (AGO) uma distribuição de dividendos de R$ 132,9 milhões, ou R$ 0,3329/unit (distribuição de 112% do Lucro Líquido e dividend yield de 2,3%). As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 11 de agosto de 2020 e o pagamento dos proventos será feito em 23 de setembro de 2020;
  • Temos uma avaliação positiva dos resultados do 2T20 da AES Tietê, dado que o EBITDA ajustado superou nossas estimativas, refletindo melhorias na estratégia de comercialização de energia, além dos impactos positivos da diversificação do portfólio para fontes renováveis não-convencionais. Também destacamos como positivo que a empresa tenha mantido sua prática de distribuição de dividendos no patamar máximo;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra na AES Tietê, com preço-alvo de R$17/unit. Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Atualização pós 2T20. Mantemos Recomendação Neutra

  • Hoje pela manhã atualizamos nossas estimativas e preço-alvo para as ações da WEG (WEGE3), de forma a incorporar em nosso modelo (i) os últimos resultados trimestrais divulgados; (ii) um Real mais depreciado; e (iii) premissas de custo de capital atualizadas. Nosso preço-alvo para 2021 foi definido em R$68,9/ação, e nossa recomendação para as ações fica mantida como Neutra, uma vez que acreditamos que o nível atual de preço já reflita a surpresa positiva de resultados, a resiliência do modelo de negócio e o alto nível de execução da companhia;
  • Apesar dos impactos adversos da Covid-19 nos negócios, a WEG mostrou que sua diversificação geográfica, aliada à atuação em diversos segmentos de negócios, serviu como uma proteção importante em meio ao cenário desafiador. Além disso, a estrutura de capital robusta, em conjunto com a visão estratégica de longo-prazo, não só forneceu segurança adicional nesse período, mas também permitiu que a companhia conduzisse aquisições estratégicas, reforçando seu posicionamento em automação e Indústria 4.0;
  • Para acessar o relatório completo, basta clicar aqui.

AES Tietê (TIET11): Anuncia aquisição de parque eólico no RN com boas taxas de retorno; mantemos COMPRA

  • Em 5 de agosto após o mercado, a AES Tietê divulgou fato relevante afirmando que adquiriu um complexo de geração eólica da J. Malucelli Energia S.A., localizada no estado do Rio Grande do Norte;
  • Temos uma avaliação positiva da transação para a AES Tietê, uma vez que estimamos taxas de retorno reais atrativas para os acionistas da companhia com base nos modelos que elaboramos para o complexo;
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra na AES Tietê, com preço-alvo de R$17/unit. Notamos que nossas estimativas e preço-alvo não levam em consideração a aquisição do Complexo Eólico Ventus. Clique aqui para acessar o relatório completo

Magazine Luiza (MGLU3): Magalu entra na vertical de publicidade online

  • O Magazine Luiza comunicou nesta manhã a aquisição das companhias “Canaltech” e “Inloco Media”. As transações posicionam o Magalu no segmento de publicidade online (“ads”) e as duas operações serão combinadas em uma nova frente operacional da companhia – “MagaluAds”. De acordo com o comunicado, a empresa pretende ampliar o alcance da divulgação dos milhões de produtos disponíveis na plataforma do Magalu, sendo uma ferramenta adicional de monetização da audiência;
  • O valor das transações não foi relevante o suficiente para tornar a divulgação do mesmo obrigatória. De qualquer forma, as aquisições vão totalmente de encontro com um dos principais pilares estratégicos do Magazine Luiza – o “Magalu ao seu Serviço” (Magalu-as-a-Service). O MagaluAds deverá fortalecer o ecossistema por meio do qual a companhia atende as diversas necessidades dos sellers plugados em seu marketplace;
  • Um comentário breve sobre as duas adquiridas: O Canaltech é uma das maiores plataformas multimídia especializadas na produção de conteúdo voltado ao setor de tecnologia no país e atinge  mensalmente  24  milhões  de  visitantes  únicos. A Inloco Media é a divisão da empresa Inloco focada na comercialização de mídia digital. Além disso, a plataforma também oferece tecnologias de geolocalização. De acordo com o comunicado, uma equipe de 12 desenvolvedores e especialistas que atuavam nessa divisão na Inloco passarão a compor o time do MagaluAds;
  • Esperamos uma reação positiva do mercado ao anúncio. Entretanto, mantemos nossa recomendação Neutra e preço-alvo de R$78,0 ao final de 2020. Conforme mencionado recentemente em nosso relatório “Ações de E-commerce: Retomando Via Varejo com “Compra” e rebaixando Magalu para “Neutro”, acreditamos que parte das opcionalidades de crescimento de curto prazo da empresa já nos parecem precificadas no nível de preço em que as ações negociam atualmente.

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