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Inflação nos EUA e balanços do 4º tri: o que move os mercados hoje

Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) e Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 13/02/2025

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IBOVESPA -1,02% | 187.766 Pontos

CÂMBIO -0,31% | 5,16/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quinta-feira em queda de 1,0%, aos 187.766 pontos. O índice acompanhou o desempenho negativo dos mercados globais (S&P 500, -1,6%; Nasdaq, -2,0%), além de também ter sido pressionado pelas ações das petroleiras, principalmente Petrobras (PETR3, -3,1%; PETR4, -2,6%).

O destaque positivo do dia foi Assaí (ASAI3, +5,1%), repercutindo a divulgação dos resultados do 4T25 da companhia (veja aqui mais detalhes). Na ponta negativa, Braskem (BRKM5, -11,3%) recuou após algumas notícias afirmarem que a empresa teria sido a responsável por um calote de R$ 3,6 bilhões que uma única companhia deu ao Banco do Brasil. Após o fechamento de mercado, no entanto, a companhia negou a veracidade dessa informação.

Nesta sexta-feira, o foco é a divulgação dos dados de inflação ao consumidor (CPI) referentes a janeiro nos EUA, enquanto no Brasil teremos a Pesquisa Mensal do Comércio de dezembro. Pela temporada de resultados do 4T25, o principal balanço será o de Usiminas (USIM5).

Renda Fixa

Os juros futuros dos EUA fecharam a quinta‑feira em queda, em meio à cautela global com temas de IA e à expectativa pelo CPI de janeiro. O movimento foi reforçado pelo leilão de US$ 25 bilhões em T‑bonds de 30 anos, que registrou demanda acima da média. A T‑Note de 2 anos caiu para 3,46% (‑5 bps), a de 10 anos para 4,10% (‑8 bps) e o T‑Bond de 30 anos para 4,73% (‑8 bps). No Brasil, os juros futuros terminaram praticamente estáveis, com leve recuo na ponta longa após a queda do setor de serviços em dezembro e o alívio nas Treasuries, mas sem força na parte da tarde devido ao ambiente global. O DI jan/27 fechou a 13,33% (‑0,5 bp), o DI jan/29 permaneceu em 12,71% (0 bp) e o DI jan/31 recuou a 13,15% (‑1 bp).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam estáveis (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: 0,0%), com investidores à espera do CPI de janeiro. Na véspera, o mercado teve forte correção: S&P 500 -1,6%, Nasdaq -2% e Dow -1,3%, pressionados por temores de disrupção via inteligência artificial que atingiram setores como real estate, transporte e software. Apple caiu 5% (maior queda diária desde abril de 2025) e Cisco despencou 12% após guidance fraco. No pós-mercado, Applied Materials saltou 13% com resultados fortes, Airbnb subiu 4% e Pinterest caiu 17%. No acumulado da semana, os principais índices caminham para perdas superiores a 1%.

Na Europa, os mercados operam em leve queda (Stoxx 600: -0,1%), refletindo o sell-off de tecnologia nos EUA. A Safran lidera ganhos (+7,3%) após lucro líquido subir 3,5% em 2025, com receita avançando 15%. Já o setor imobiliário recua, com Land Securities e British Land caindo 2,5%, em linha com o mau humor visto no setor nos EUA. No mercado de metais, futuros de alumínio recuam após relatos de que Trump pode suavizar tarifas sobre aço e alumínio.

Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -1,3%; HSI: -1,7%), também impactados pelas preocupações de disrupção via inteligência artificial nos EUA. Por outro lado, destaque estrutural no país vem da retomada do M&A além das fronteiras chinesas. O volume de aquisições externas de empresas da Grande China somou quase US$ 12 bilhões em janeiro, o maior nível para o mês desde 2017. O movimento é apoiado por maior confiança doméstica, fortalecimento de balanços e valorização do mercado acionário.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quinta-feira em queda de 0,10%, em um dia marcado por uma agenda econômica mais esvaziada. Com isso, acumula retração de 0,73% no mês, devolvendo parte dos ganhos recentes após o forte movimento de valorização observado nos últimos meses. O desempenho do dia foi pressionado sobretudo pelos Fundos Multiestratégia e pelos Fundos Híbridos, que recuaram 0,48% e 0,38%, respectivamente. Os Fundos de Tijolo também registraram desempenho negativo (-0,17%), puxados principalmente pelos Fundos de Lajes Corporativas, que recuaram 0,36%. Já os Fundos de Papel e os Fundos de Fundos foram os destaques positivos da sessão, encerrando com alta de 0,07% e 0,60%, respectivamente. Entre as maiores altas do dia, destacaram-se CACR11 (+2,1%), LIFE11 (+1,8%) e HFOF11 (+1,8%). No campo negativo, as principais baixas foram CCME11 (-3,5%), ICRI11 (-2,3%) e BROF11 (-2,1%).

Economia

O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos precisam alcançar um acordo com o Irã, alertando para consequências “traumáticas” caso as negociações fracassem, mas demonstrou otimismo de que um entendimento possa ser alcançado dentro de um mês. No Brasil, a receita real do setor de serviços recuou 0,4% em dezembro ante novembro, levemente abaixo das expectativas. Acreditamos que o setor de serviços deve retomar a trajetória de crescimento nos próximos meses, em linha com a desaceleração da inflação, o aumento da renda disponível e a queda gradual das taxas de juros.  Assim, projetamos que a receita total de serviços cresça 3,0% em 2026, após o avanço de 2,8% em 2025.

Na agenda doméstica, destaque para a divulgação da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de dezembro, para a qual projetamos um leve recuo de 0,1% no varejo restrito em relação a novembro — ainda que, na comparação interanual, a leitura indique alta de 2,9% — enquanto o varejo ampliado deve registrar queda de 1,0%, mas manter avanço de 3,1% frente a dezembro de 2024. No cenário internacional, as atenções se voltam para o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que, segundo o consenso de mercado, deve apresentar um leve arrefecimento.

Veja todos os detalhes

Economia

Inflação nos EUA e vendas do varejo no Brasil são o destaque do dia

  • O presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos precisam alcançar um acordo com o Irã, alertando para consequências “traumáticas” caso as negociações fracassem, mas demonstrou otimismo de que um entendimento possa ser alcançado dentro de aproximadamente um mês. Essa sinalização foi interpretada como um possível alívio nas tensões geopolíticas, o que impactou os preços do petróleo, com o Brent – referência para precificação do petróleo – recuando cerca de 2,5% no dia;
  • No Brasil, a receita real do setor de serviços recuou 0,4% em dezembro ante novembro, levemente abaixo das expectativas (XP: -0,2%; Mercado: -0,1%), 3,4% na comparação (XP e Mercado: 3,5%) e 2,8% no acumulado de 2025. Acreditamos que o setor de serviços deve retomar a trajetória de crescimento nos próximos meses, em linha com a desaceleração da inflação, o aumento da renda disponível e a queda gradual das taxas de juros. Quatro das cinco grandes categorias de serviços cresceram no 4° trimestre (e em 2025). No campo negativo, a categoria de Transportes e Armazenagem apresentou retração disseminada em dezembro. O setor de serviços deve continuar sendo o principal motor da economia brasileira. O aumento da renda real do trabalho e as medidas de estímulo econômico tendem a sustentar a expansão do setor terciário. Assim, projetamos que a receita total de serviços cresça 3,0% em 2026, após o avanço de 2,8% em 2025. Como temos argumentado, o PIB deve ganhar tração a partir do início de 2026. Em primeiro lugar, a renda disponível real das famílias deve crescer de forma expressiva neste ano, apoiada por um mercado de trabalho aquecido, maiores transferências fiscais e pelos efeitos da reforma do IRPF. Para mais detalhes, ver nosso relatório especial “Renda real das famílias deve crescer 4,5% em 2026”. Além disso, projetamos forte expansão dos gastos dos governos estaduais, aumento do crédito corporativo direcionado — liderado por bancos públicos — e crescimento do crédito consignado para trabalhadores do setor privado. Em nossa avaliação, esses fatores devem mais do que compensar o efeito negativo de uma política monetária ainda contracionista. No total, esperamos que o PIB cresça 2,0% em 2026;
  • O governo decidiu zerar a tarifa de importação para 1.059 produtos, sendo 421 bens de capital e de informática e 638 autopeças, todos sem produção nacional equivalente; além disso, também foram zeradas as alíquotas de importação de 20 insumos industriais e agropecuários, beneficiando setores como saúde, eletrodomésticos, energia, automotivo e alimentação animal. A mesma reunião aprovou ainda medidas antidumping contra produtos siderúrgicos e dispositivos médicos provenientes da China, com vigência de até cinco anos;
  • Na agenda doméstica, destaque para a divulgação da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de dezembro, para a qual projetamos um leve recuo de 0,1% no varejo restrito em relação a novembro — ainda que, na comparação interanual, a leitura indique alta de 2,9% — enquanto o varejo ampliado deve registrar queda de 1,0%, mas manter avanço de 3,1% frente a dezembro de 2024. No cenário internacional, as atenções se voltam para o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que, segundo o consenso de mercado, deve apresentar um leve arrefecimento.

Commodities

Mineração e Siderurgia: Sinais de demanda fraca e altos estoques aumentam preocupações com minério de ferro

  • Os fundamentos do minério de ferro apontam para um ambiente de demanda mais fraco em Jan’26:
  • (i)  a demanda aparente de aço na China deve diminuir A/A em Jan’26, enquanto os estoques de minério de ferro nos portos aumentaram +10 Mt M/M, sinalizando um mercado bem abastecido;
  • (ii) a demanda doméstica por aço permanece fraca em meio à queda imobiliária, embora as exportações resilientes de aço e as medidas políticas (estímulo fiscal e ações “ante involução”) ofereçam algum suporte a curto prazo.
  • (iii) Dito isso, com o minério de ferro com desempenho inferior a outros metais no acumulado e a atividade de reabastecimento diminuindo, o foco do mercado se volta para ventos contrários estruturais, incluindo estoques elevados, interrupções contratuais e a gradual expansão da Simandou, que, em nossa visão, acrescentam preocupações sobre os preços do minério de ferro.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.


Empresas

Raízen (RAIZ4) | Revisão de resultados do 3T26: perdida em ajustes

  • O release de resultados da Raízen deve frustrar o mercado devido a (i) um número esmagador de ajustes que obscurecem os resultados, (ii) a impossibilidade de definir como deveríamos pensar nos lucros daqui para frente e (iii) a ausência de atualizações sobre o plano de reestruturação do balanço da Companhia.
  • Os investidores aguardam ansiosamente maior clareza sobre esse plano, especialmente após agências de notícias destacarem durante o pregão de ontem que a Companhia pode buscar proteção contra credores no curto prazo — algo que tentaremos entender melhor com a gestão na teleconferência de resultados de hoje.
  • Link:  https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/raizen-raiz4-revisao-de-resultados-do-3t26-perdida-em-ajustes/

Jalles (JALL3) | Revisão dos resultados do 3Q26: resultados fracos compensados pela estratégia de hedge

  • A Jalles apresentou resultados fracos, conforme esperado. No entanto, o resultado veio acima das nossas expectativas, com o EBIT ajustado 14% acima do XPe, impulsionado pela estratégia assertiva de hedge da Companhia, enquanto o lucro líquido caixa superou significativamente nossas estimativas devido ao efeito mencionado de hedge e às despesas financeiras menores do que o esperado.
  • Apesar do desempenho acima do previsto, não vemos catalisadores materiais para revisões de lucro à frente e não esperamos que os resultados do 3T26 gerem movimentos relevantes na ação no pregão de amanhã.
  • Link: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/jalles-jall3-revisao-dos-resultados-do-3q26-resultados-fracos-compensados-pela-estrategia-de-hedge/

AmBev (ABEV3) | Revisão dos resultados do 4T25: fechamento negativo do ano com um resultado morno

Vale (VALE3): Quarto trimestre sólido em meio a um momentum positivo

  • A Vale apresentou resultados sólidos no 4T25, com EBITDA proforma adj. de US$ 4,8 bilhões +1% vs. XPe e +5% vs. consenso.
  • Com os números operacionais já divulgados (veja aqui), destacamos mais um trimestre de desempenho sólido de custos, incluindo:
  • (i) ganhos contínuos de eficiência na Iron Ore Solutions, com o C1 em US$21,3/t, em linha com o guidance da empresa para 2025 e marcando o segundo ano consecutivo de redução de custos, e
  • (ii) redução nos custos em Metais Básicos, embora parcialmente explicado por receitas mais fortes de subprodutos na divisão de Cobre (parte dela com efeitos não caixa); enquanto os custos do níquel como um todo diminuíram -35% A/A para US$9.001/t, também mostrando redução.
  • Finalmente, a dívida líquida expandida caiu para US$15,6 bilhões (queda de US$ 1,0 bilhão S/S), impulsionada por fortes ajustes na geração de caixa e nas provisões de caixa, com o FCF em US$1,7 bilhão (em linha geral com a XPe). Dito isso, embora reiteremos nossa classificação Neutra com base no valuation, reconhecemos um momentum positivo para as ações.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Petrobras (PETR4)| Prévia 4T25: Aproveitando a maré alta – Aumento do preço-alvo

• Neste relatório, aumentamos nosso preço-alvo para a Petrobras para R$ 47/ação (US$ 17,4/ADR), ou seja, uma alta de +23% em relação aos preços atuais, e mantemos a recomendação de compra. Também discutimos nossas estimativas para os resultados do 4T25 da PBR, que serão publicados em 5 de março;

• Esperamos que o EBITDA da PBR diminua sequencialmente para US$ 11,1 bilhões (-7,1% no trimestre), devido aos preços mais baixos do Brent. Nosso modelo diferencial indica uma faixa de EBITDA potencial de US$ 9,9 bilhões a US$ 12,6 bilhões, dentro de um intervalo de dois desvios padrão. Projetamos um lucro líquido de US$ 2,4 bilhões;

• Do ponto de vista do fluxo de caixa, prevemos um FCFE de US$ 649 milhões e dividendos de cerca de US$ 1,6 bilhão (yield de dividendos de 1,6% para o trimestre). Os dividendos do quarto trimestre serão substancialmente inferiores aos níveis recorrentes devido a saídas de caixa pontuais;

• Clique aqui para acessar o relatório completo.

Natura (NATU3): Monitor de preços de beleza #26

  • Nesta edição do XP Monitor de Preços de Beleza, nossos principais achados foram:
    • i) 2026 começou com reajustes semelhantes em Natura, Avon e O Boticário (~3%), enquanto a Eudora se destacou (~6%);
    • ii) Não há novos aumentos planejados no Ciclo 04/26 para as marcas da NATU; 
    • iii) A estratégia omni está mais agressiva no MELI neste mês, enquanto a atividade promocional é, em geral, semelhante entre as marcas, embora a Eudora tenha menos itens com desconto;
    • iv) Consultoras vêm expressando insatisfações nas redes sociais relacionadas às novas cobranças do “Minha Loja”, ao descasamento entre preços e pontuações e à competição com canais digitais; e
    • v) notícias locais compartilharam detalhes iniciais do relançamento da Avon no Brasil.
  • Mantemos recomendação de COMPRA, pois esperamos que 2026 seja um ano de transição rumo a uma companhia mais consistente e previsível;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

TOTVS (TOTS3): LYNN – Infraestrutura de IA: Aprofundando a Vantagem Competitiva

  • Hoje, participamos da apresentação da TOTVS sobre a LYNN, sua nova infraestrutura proprietária de IA.
    • A companhia posiciona a LYNN como uma camada transversal integrada ao ERP core e às soluções verticais, focada em inteligência especializada aplicada à execução de tarefas em ambientes corporativos.
    • Desenvolvida ao longo dos últimos dois anos, a plataforma entra agora em fase de expansão comercial.
    • A gestão reiterou, em linha com a divulgação recente, que a GenAI dificilmente irá “matar o software” em ambientes B2B/SMB complexos e de missão crítica e, em vez disso, deve representar uma oportunidade estrutural para a TOTVS aprofundar seu papel junto aos clientes, com a LYNN servindo como infraestrutura central para escalar, ao longo do tempo, a criação, o deployment e a monetização de agentes de IA.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.


Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Raízen: o que está na mesa entre Cosan, Shell e BTG (Brazil Journal);
  • Braskem: Petrobras descarta direito de preferência em fatia da Novonor (Agência Infra);
  • Donald Trump plans to roll back tariffs on metal and aluminium goods (Financial Times);
  • Assaí demite, reduz aberturas e pode vender lojas (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Fundos imobiliários rompem barreira histórica e chegam a 3 milhões de investidores (Valor Investe);
    • IFIX fecha quinta-feira em queda de 0,1% (FIIs);
    • Fiagros atingem em janeiro R$ 11,7 bi em estoque e base de 568,9 mil investidores (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Trump revoga conclusão científica que servia de base para a regulamentação climática | Café com ESG, 13/02

  • O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território negativo, com IBOV e o ISE recuando 1,02% e 0,91%, respectivamente;
  • Nos EUA, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revogou ontem uma conclusão científica que dá base para diversas regulamentações americanas relacionadas às emissões de gases do efeito estufa – trata-se da medida mais agressiva do mandatário para reverter as leis climáticas até o momento, após uma série de cortes regulatórios e outras ações destinadas a impulsionar o desenvolvimento de combustíveis fósseis e dificultar a adoção de fontes de energia limpa;
  • No internacional, (i) os registros globais de veículos elétricos caíram 3% em janeiro, à medida que a introdução de um imposto sobre compras, a redução dos subsídios para veículos elétricos na China e mudanças de política nos EUA dificultaram as vendas, segundo dados da consultoria Benchmark Mineral Intelligence (BMI); e (ii) o Ministério do Comércio da China mudou sua postura nesta quinta-feira, aceitando que os fabricantes chineses de veículos elétricos possam negociar independentemente com a União Europeia, depois que a Volkswagen garantiu uma suspensão tarifária para um de seus modelos SUV fabricados na China;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Transição energética global em foco: Investimento recorde, mas crescimento desacelera 

  • Esta semana, participamos do webinar da BloombergNEF “Energy Transition Investment Trends 2026”, que apresentou uma visão geral dos fluxos globais de capital relacionados à transição energética;
  • De forma geral, os principais destaques foram: (i) o investimento atingiu nível recorde em 2025, ainda que com um ritmo de crescimento mais moderado; (ii) as cadeias de suprimento de energia limpa vêm registrando dinâmicas setoriais divergentes; e (iii) o financiamento em tecnologias climáticas (climate tech) voltou a ganhar tração;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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